<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-5302905728488546534</id><updated>2011-12-27T10:11:19.232-02:00</updated><category term='vespucci história presença italiana no Brasil'/><title type='text'>ORIUNDI BRASILE</title><subtitle type='html'>&lt;b&gt;Um blog para difundir e aprofundar temas da presença italiana no Brasil, bem como valorizar o Made in Italy. Um espaço para troca de informações e conhecimento, compartilhando raízes comuns da italianidade que carregamos no sangue e na alma. A italianidade engloba a questão das nossas raízes italianas e também reserva um olhar para a linha do tempo, nela buscando e resgatando uma galeria de  personagens famosos ou anônimos que, de alguma forma, inseriram seus nomes na História do Brasil.&lt;/b&gt;</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://oriundibrasile.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5302905728488546534/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oriundibrasile.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><link rel='next' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5302905728488546534/posts/default?start-index=101&amp;max-results=100'/><author><name>Eduardo Fiora</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12176291173151427439</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-tJfvgZLlQfA/TWVDWvTvvlI/AAAAAAAABUg/YMpFM9S-7wU/s220/foto-fiora-2011s.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>490</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5302905728488546534.post-1016304599677872280</id><published>2011-01-09T22:16:00.000-02:00</published><updated>2011-01-09T22:16:15.498-02:00</updated><title type='text'>Italiani: Rigoleto de Martino,o  músico de Uberaba</title><content type='html'>O nome do italiano, Rigoleto Martino tem lugar na história da cidade de Uberaba, Minas Gerais, com destaque no campo da música, sido o compositor do hino do Uberaba Sport Club, além de marchas, dobradose valsas. E o que relata&amp;nbsp;&lt;a href="http://www.arquivopublicouberaba.com.br/memoria/arquivo_09.pdf"&gt;Arquivo Publico de Uberaba.&lt;/a&gt;  .&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;"Filho de Antônio de Martino e Solamina De La Barba De Martino, nasceu em 29 deJunho de 1881, em Vila Arieli, na Itália. Descendente de família ligada à música, chegou ao Brasil em 1895 em companhia de sua mãe e dois irmãos.Vieram diretamente para Uberaba. Aqui já se encontrava o chefe da família sr.Antônio De Martino, que havia instalado uma indústria de pastíficio, na rua João Caetano, onde hoje existe o Hotel Modelo, sendo que mais tarde foi transferido para a rua Padre Zeferino.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nesta cidade Rigoleto ingressou nas atividades industriais (pastífico) com seu pai e, posteriormente com uma bem montada destilaria. Na casa de Antônio de Martino, todos eram músicos. Ernani, era clarinetista e Giocondo Garibaldi, tocava piston. Rigoleto era compositor e tocava bombardino, e enquanto trabalhava na sua fábrica, estudava música. Foi aluno de música do professor Eloi Bernardes Ferreira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com o intuito de aperfeiçoar seus conhecimentos musicais adquiriu na Itália, atravésde amigos vários livros de harmonia e composição musical. Estudioso, dedicado epossuidor de fina sensibilidade artística, se tornou um grande musicista e inspirado compositor.Em 1910, Rigoleto De Martino fundou a "Corporação Musical Ítalo Brasileira",tornando-se seu maestro, regendo-a por cerca de 26 anos e compondo inúmeras peçasmusicais que foram por ela executadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Rigoleto exercitou-se tanto em música que adaptou para sua banda , às mais célebres óperas da época. Compôs de tudo. Desde música para aniversariantes, até obras mais complexas. Chegou mesmo a compor, uma missa completa.Foi o Hino do Uberaba Sport Club que o consagrou definitivamente e o perpetuou na memória do povo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para Rigoleto tudo era pretexto para compor: o aniversário de um parente, a morte de um irmão, a visita de um amigo, um jogador de futebol, uma visita a uma cidade, os familiares etc. Entre suas inúmeras obras musicais compôs: Marchas, valsas, dobrados, Hinos, Músicas para teatro, Habaneras, Xote, Polcas, Canções Sertanejas, Tango , Foxtrote, Mazurca, Tanguinho, Galope, Passo doble, Fantasia, Gavotte.Rigoleto de Martino foi por muitos anos tesoureiro da Societá de Mutuo SocorsoFratellanza Italiana, de Uberaba. Casou-se com Maria Jesuína da Costa, em 1909 nesta cidade, com quem teve os seguintes filhos: Fausto De Martino, Yolanda De Martino, Ítalo De Martino, Hilda deMartino, Ézio De Martino.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Faleceu em Uberaba, no dia 4 de julho de 1937, recebendo inúmeras homenagens póstumas. As mais recentes foram prestadas pela Banda do 4º Batalhão, que entregou á família uma medalha comemorativa, e um trofeu de música popular, entregue pelo Colégio Estadual, em cerimônia no Cine Teatro São Luis".&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5302905728488546534-1016304599677872280?l=oriundibrasile.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oriundibrasile.blogspot.com/feeds/1016304599677872280/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://oriundibrasile.blogspot.com/2011/01/italiani-rigoleto-de-martinoo-musico-de.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5302905728488546534/posts/default/1016304599677872280'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5302905728488546534/posts/default/1016304599677872280'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oriundibrasile.blogspot.com/2011/01/italiani-rigoleto-de-martinoo-musico-de.html' title='Italiani: Rigoleto de Martino,o  músico de Uberaba'/><author><name>Eduardo Fiora</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12176291173151427439</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-tJfvgZLlQfA/TWVDWvTvvlI/AAAAAAAABUg/YMpFM9S-7wU/s220/foto-fiora-2011s.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5302905728488546534.post-3264110860501948429</id><published>2011-01-08T23:47:00.000-02:00</published><updated>2011-01-08T23:47:28.872-02:00</updated><title type='text'>História (235 ) “Far l’ América (138 ): A colonização de Barão do Triunfo, no Rio Grande do Sul (2)</title><content type='html'>O início da imigração italiana no município gaúcho de Barão do Triunfo,no Rio Grande do Sul, é assim descrito no site do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística(&lt;a href="http://www.ibge.gov.br/cidadesat/painel/painel.php?codmun=430175#"&gt;IBGE&lt;/a&gt;)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Depois de alojados em seus lotes e adaptados ao meio, iniciou-seefetivamente a colonização. Mesmo sem tecnologia para a agricultura, ascolheitas eram fartas, devido à fertilidade das terras. Cada grupo deimigrantes, por nacionalidade, produzia o que conhecia de seu país de origem.Sendo assim, os italianos, de imediato, plantaram seus parreirais, árvoresfrutíferas, hortaliças, etc.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A produção gradativamente foi aumentando. O excedente da produção passou aser comercializado nas cidades próximas, como Barra do Ribeiro, Guaíba, Arroiodos Ratos e São Jerônimo. Eram os carroceiros da Vila que realizavam estetransporte, partindo daqui com seus carroções puxados por burros, levavam osprodutos que trocavam por outros aqui não existentes. Nesta viagem demoravam-sepor volta de quinze dias entre ida e volta. Entre os produtos comercializados,destacavam-se o vinho, a cachaça, o trigo, o milho e o feijão.Nos primeiros anos, houve um período de progresso na localidade. Aproveitaram as quedas d'agua do local para instalarem pequenas serrarias,moinhos de trigo e milho, descascadeiras de arroz e, também, para produzirenergia elétrica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porém, houve um fator que contribuiu decisivamente para oatraso do desenvolvimento do distrito de Barão do Triunfo, que foi o desastreecológico ocorrido no dia 15 de janeiro de 1941, quando uma tromba d?agua,caracterizado como "enchente de 41" destruiu, em poucos minutos,residências, moinhos, serrarias, plantações, cantinas, criações, 33 pontes,pontilhões e até mesmo modificando a geografia nas proximidades do ArroioBaicuru, sendo que o próprio leito do arroio, em certos trechos, foi desviadopela violência das águas. Somente a ponte de Faxinal ficou em pé.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Durante 2anos o Distrito ficou isolado do resto do município. Passou a faltar tudo. Aagricultura foi destruída, e de fora nada podia chegar, pois não haviaestradas, nem pontes, só a pé ou, raramente, a cavalo se podia ainda chegarali. Muitos foram embora, para tentar a sorte em outro lugar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os que aquipermaneceram tiveram que recomeçar como seus antepassados. Após muita luta eperseveranças surgiram dias melhores.Um fator que contribuiu para minimizar o impacto da enchente foi a criaçãodo Sindicato dos Trabalhadores Rurais em Barão do Triunfo. Por iniciativa dovigário local, Padre José Wiest, oferecendo assistência social e assistênciatécnica aos trabalhadores rurais em geral. Em 23 de outubro de 1892 foi fundadana sede da Vila Barão do Triunfo uma sociedade denominada 'SocietàFratellanza Italia', organizada pelos imigrantes de origem italiana, com oobjetivo de congregar sócios para fins assistenciais e culturais. No ano de1938, esta sociedade passa a se chamar: "Sociedade Beneficente eRecreativa Cruzeiro", devido ao Decreto Lei nº 383, de 18 de abril de1938, baixada pelo governo da República, que exigia a nacionalização de todasas sociedades culturais e estrangeiras. Em 1980, o nome da sociedade énovamente alterado, passando a se chamar "Sociedade Cultural e RecreativaCruzeiro”. &lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5302905728488546534-3264110860501948429?l=oriundibrasile.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oriundibrasile.blogspot.com/feeds/3264110860501948429/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://oriundibrasile.blogspot.com/2011/01/historia-235-far-l-america-138.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5302905728488546534/posts/default/3264110860501948429'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5302905728488546534/posts/default/3264110860501948429'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oriundibrasile.blogspot.com/2011/01/historia-235-far-l-america-138.html' title='História (235 ) “Far l’ América (138 ): A colonização de Barão do Triunfo, no Rio Grande do Sul (2)'/><author><name>Eduardo Fiora</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12176291173151427439</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-tJfvgZLlQfA/TWVDWvTvvlI/AAAAAAAABUg/YMpFM9S-7wU/s220/foto-fiora-2011s.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5302905728488546534.post-2128967801323444625</id><published>2011-01-08T23:18:00.001-02:00</published><updated>2011-01-08T23:19:54.326-02:00</updated><title type='text'>História (234 ) “Far l’ América (137 ): A colonização de Barão do Triunfo, no Rio Grande do Sul (1)</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;O município gaúcho de Barão do Triunfo, tem seudesenvolvimento intimamente ligado á imigração européia, em particular aitaliana, conforme relato do Instituto Brasileiro de Geografia Estatística(&lt;a href="http://www.ibge.gov.br/cidadesat/painel/painel.php?codmun=430175#"&gt;IBGE&lt;/a&gt;)&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;”Em 1888, o governo da Província do Rio grande do Sul, resolveu demarcar asterras localizadas na Serra do Herval, sendo criada a sede do 1º distrito deSão Jerônimo chamada de colônia de Barão do Triunfo.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;No dia 16 de abril de 1889, a embarcação que trazia o restante dos imigrantesancorou no porto da capital Gaúcha, Porto Alegre. Ao desembarcarem do navioSolferino, as famílias foram distribuídas em grupos de vinte pessoas ecolocadas em pequenos barcos para seguirem viagem pelo Rio Jacuí em direção aoMunicípio de são Jerônimo. Chegando à localidade conhecida como Charqueadas (hojeum Município da região Carbonífera). &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&amp;nbsp;Dias depois, osimigrantes foram trazidos para um local conhecido como Faxinal. De Charqueadasaté o Faxinal, os imigrantes trouxeram os seus pertences em carretas puxadas abois. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;O distrito de Barão do Triunfo pertencia ao município de São Jerônimo, com umaárea de aproximadamente 16.000 hectares, estando distante da sede do município63 quilômetros. “Sua situação geográfica é 8º36’30” a oeste do Rio de Janeiro,latitude sul, e está situada a 260 metros acima do nível do mar.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&amp;nbsp;O início do municípioocorreu em 1889, quando imigrantes europeus ali chegaram. Desembarcaram emCharqueadas, porto do Rio Jacuí. Daí rumaram em carroças puxadas por bois até olocal chamado Faxinal, onde foram alojados em barracões construídos peloGoverno, até se instalarem definitivamente nos lotes de imigração. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Partindo de Faxinal, com suas famílias e todos os seuspertences (ferramentas rudimentares, tais como: foice, machados, picão,enxadas, facões, fornecidas pelo Governo da Província), iam abrindo seu própriocaminho e traçando seu próprio destino. A caminhada foi penosa. Em todo ocaminho foram encontradas dificuldades que retardavam o avanço, tais comoanimais selvagens, matas de difícil penetração, terreno acidentado, etc.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;Chegando ao local de destino, os lotes já estavam demarcados e os imigrantesforam distribuídos por linhas demarcadas. Sendo assim os italianos foramassentados na Linha Dona Francisca, Dona Amália, Estrada Geral e no local quehavia sido destinado para sede da Colônia de Barão do Triunfo, nome esteescolhido em homenagem ao grande General José Joaquim de Andrade Neves, que sedestacou na guerra dos farrapos, entre 1835 e 1845”&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5302905728488546534-2128967801323444625?l=oriundibrasile.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oriundibrasile.blogspot.com/feeds/2128967801323444625/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://oriundibrasile.blogspot.com/2011/01/historia-234-far-l-america-137.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5302905728488546534/posts/default/2128967801323444625'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5302905728488546534/posts/default/2128967801323444625'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oriundibrasile.blogspot.com/2011/01/historia-234-far-l-america-137.html' title='História (234 ) “Far l’ América (137 ): A colonização de Barão do Triunfo, no Rio Grande do Sul (1)'/><author><name>Eduardo Fiora</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12176291173151427439</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-tJfvgZLlQfA/TWVDWvTvvlI/AAAAAAAABUg/YMpFM9S-7wU/s220/foto-fiora-2011s.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5302905728488546534.post-7387433488506103235</id><published>2011-01-07T23:53:00.000-02:00</published><updated>2011-01-07T23:53:20.191-02:00</updated><title type='text'>Italianità – O jeito de ser italiano na  literatura de  Alcântara Machado (4)</title><content type='html'>&lt;div style="font-family: inherit;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: inherit;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Assim começa a obra Brás, Bexiga e Barra Funda, livro que eternizou o nome de Antonio de Alcântara Machado na história da literatura brasileira.&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: inherit;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: inherit;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: inherit;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;"ARTIGODE FUNDO&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: inherit;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Assimcomo quem nasce homem de bem deve ter a fronte altiva, quem nasce jornal deveter artigo de fundo. A fachada explica o resto.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: inherit;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Estelivro não nasceu livro: nasceu jornal. Estes contos não nasceram contos:nasceram&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: inherit;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;notícias.E este prefácio portanto também não nasceu prefácio: nasceu artigo de fundo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: inherit;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;i&gt;Brás,Bexiga e Barra Funda &lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;é o órgão dos ítalo-brasileiros de São Paulo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: inherit;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Durantemuito tempo a nacionalidade viveu da mescla de três raças que os poetasxingaram de tristes: as três raças tristes. A primeira, as caravelasdescobridoras encontraram aqui comendo gente e desdenhosa de "mostrar suasvergonhas". A segunda veio nas caravelas. Logo os machos sacudidos destase enamoraram das moças "bem gentis" daquela, que tinham cabelos"mui pretos, compridos pelas espadoas". E nasceram os primeirosmamalucos. A terceira veio nos porões dos navios negreiros trabalhar o solo eservir a gente. Trazendo outras moças gentis, mucamas, mucambas, munibandas,macumas. E nasceram os segundos mamalucos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: inherit;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;E osmamalucos das duas fornadas deram o empurrão inicial no Brasil. O colossocomeçou a rolar. Então os transatlânticos trouxeram da Europa outras raçasaventureiras. Entre elas uma alegre que pisou na terra paulista cantando e naterra brotou e se alastrou como aquela planta também imigrante que há duzentosanos veio fundar a riqueza brasileira.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: inherit;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Doconsórcio da gente imigrante com o ambiente, do consórcio da gente imigrantecom a&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: inherit;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;indígenanasceram os novos mamalucos. Nasceram os intalianinhos. O Gaetaninho. ACarmela.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: inherit;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Brasileirose paulistas. Até bandeirantes.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: inherit;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;E ocolosso continuou rolando. No começo a arrogância indígena perguntou meiozangada: &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: inherit;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: inherit;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;i&gt;Carcamanopé-de-chumbo&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: inherit;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;i&gt;Calcanharde frigideira&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: inherit;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;i&gt;Quemte deu a confiança&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: inherit;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;i&gt;Decasar com brasileira?&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: inherit;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: inherit;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Opé-de-chumbo poderia responder tirando o cachimbo da boca e cuspindo de lado: Abrasileira, &lt;i&gt;per Bacco!&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: inherit;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Masnão disse nada. Adaptou-se. Trabalhou. Integrou-se. Prosperou.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: inherit;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;E onegro violeiro cantou assim: &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: inherit;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;i&gt;Italianogrita&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: inherit;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;i&gt;Brasileirofala&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: inherit;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;i&gt;Vivao Brasil&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: inherit;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;i&gt;Ea bandeira da Itália!&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: inherit;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: inherit;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;i&gt;Brás,Bexiga e Barra Funda, &lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;como membro da livre imprensa que é,tenta fixar tão somente alguns aspectos da vida trabalhadeira, íntima equotidiana desses novos mestiços nacionais e nacionalistas. É um jornal. Maisnada. Notícia. Só. Não tem partido nem ideal. Não comenta. Não discute. Nãoaprofunda.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: inherit;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Principalmentenão aprofunda. Em suas colunas não se encontra uma única linha de doutrina.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: inherit;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Tudosão fatos diversos. Acontecimentos de crônica urbana. Episódios de rua. Oaspecto étnicosocial dessa novísima raça de gigantes encontrará amanhã o seuhistoriador. E será então analisado e pesado num livro.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: inherit;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: inherit;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;i&gt;Brás,Bexiga e Barra Funda &lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;não é um livro. Inscrevendo em sua coluna dehonra os nomes de alguns ítalo-brasileiros ilustres este jornal rende umahomenagem à força e às virtudes da nova fornada mamaluca. São nomes de literatos,jornalistas, cientistas, políticos, esportistas, artistas e industriais. Todoseles figuram entre os que impulsionam e nobilitam neste momento a vidaespiritual e material de São Paulo. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: inherit;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: inherit;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;i&gt;Brás,Bexiga e Barra Funda &lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;não é uma sátira.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: inherit;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;A REDAÇÃO"&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5302905728488546534-7387433488506103235?l=oriundibrasile.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oriundibrasile.blogspot.com/feeds/7387433488506103235/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://oriundibrasile.blogspot.com/2011/01/italianita-o-jeito-de-ser-italiano-na_07.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5302905728488546534/posts/default/7387433488506103235'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5302905728488546534/posts/default/7387433488506103235'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oriundibrasile.blogspot.com/2011/01/italianita-o-jeito-de-ser-italiano-na_07.html' title='Italianità – O jeito de ser italiano na  literatura de  Alcântara Machado (4)'/><author><name>Eduardo Fiora</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12176291173151427439</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-tJfvgZLlQfA/TWVDWvTvvlI/AAAAAAAABUg/YMpFM9S-7wU/s220/foto-fiora-2011s.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5302905728488546534.post-5948455019832959318</id><published>2011-01-06T22:37:00.001-02:00</published><updated>2011-01-06T22:41:16.264-02:00</updated><title type='text'>Historia ( 233) - "Far l'Amercia (136 )": Ecos da imigração italiana no Espírito Santo ( 2)</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;No texto&amp;nbsp; "Odiscurso da italianidade no Espírito Santo: realidade ou mito construído?",&lt;a href="http://www.ufpel.edu.br/isp/ppgcs/pensamento-plural/edicoes/03/07.pdf"&gt; Maria Cristina Dadalto&lt;/a&gt;,doutora em Ciências Sociais pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro eprofessora do Centro Universitário Vila Velha (ES), analisa a imigração italianaa partir de obras lierárias como o livro &lt;i&gt;La vita de Vittorio: diário de umimigrante, de autoria de &lt;/i&gt;Douglas Puppin, com base no diário do imigranteVittorio De Monti repleto de registros cotidianos, fotos , cartas entre outrosdocumentos. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;“Já assentado noterritório capixaba (Vittorio De Monti), explicita as expectativas e ansiedadesdos membros da colônia italiana, a ação presente no cotidiano por meio dosmecanismos prescritivos e normativos em sua ordem social e os lastros quemantinham com a terra de origem:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;i&gt;‘ Era a primeira reunião de professores queensinavam o italiano no Estado e nela estavam presentes (...). O homem falavabem, estava bem vestido e foi logo entrando no assunto: primeiro agradecia emnome do governo italiano o trabalho que vinha sendo feito por nós professores,que precisamos ensinar bem os nossos alunos; fornecer para eles os cadernos elivros; ensinar tudo sobre a Itália nossa querida terra natal; mostrar a elesque a Itália tinha que estar no coração de cada um (...) (PUPPIN, 1994, p. 47)’.“&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;“Na narrativa deVittorio, se apresenta também a dificuldade da população de se manter nascolônias, isoladas da capital, sem amparo de serviços de saúde e comerciais, eas estratégias criadas para superá-las: &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;‘ (...) &lt;i&gt;há necessidade de fundar-se uma sociedade embenefício dos italianos e foi assim que se fundou a: Fratellanza Agrícola diBeneficenza Societá di Alfredo Chaves – Carita – Pátria – Instruzione – Lavoro.“Uno per Tutti – Tutti per Uno’ (PUPPIN, 1994, p. 143)’.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Contando a históriade Vittorio, Puppin oferece a possibilidade de se conhecer a realidadeexperimentada pelos imigrantes e os meios que buscaram para solucionarcoletivamente suas dificuldades. Assim, fundaram associações culturais,agrícolas, entre outras, tecidas no inventário de suas memórias erepresentações da experiência vivida por eles próprios ou por seus pais e avósna Itália”.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5302905728488546534-5948455019832959318?l=oriundibrasile.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oriundibrasile.blogspot.com/feeds/5948455019832959318/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://oriundibrasile.blogspot.com/2011/01/historia-233-far-lamercia-136-ecos-da.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5302905728488546534/posts/default/5948455019832959318'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5302905728488546534/posts/default/5948455019832959318'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oriundibrasile.blogspot.com/2011/01/historia-233-far-lamercia-136-ecos-da.html' title='Historia ( 233) - &quot;Far l&apos;Amercia (136 )&quot;: Ecos da imigração italiana no Espírito Santo ( 2)'/><author><name>Eduardo Fiora</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12176291173151427439</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-tJfvgZLlQfA/TWVDWvTvvlI/AAAAAAAABUg/YMpFM9S-7wU/s220/foto-fiora-2011s.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5302905728488546534.post-2093327096398328420</id><published>2011-01-05T23:21:00.001-02:00</published><updated>2011-01-07T23:49:49.894-02:00</updated><title type='text'>Italianità:  O jeito de ser italiano na  literatura de  Alcântara Machado (3)</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Brás Bexiga e Barra Funda,&amp;nbsp; obra de Antonio de Alcântara Machado, deve serlido, levando-se em conta alerta do próprio autor. ‘Este livro não nasceulivro: nasceu jornal. Estes contos não nasceram contos: nasceram notícias. E esteprefácio portanto também não nasceu prefácio: nasceu artigo de fundo’.. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;“O processo narrativo em Brás, Bexiga eBarra Funda está apoiado no diálogo, ou seja, no discurso direto, em que a faladas personagens é revelada ao leitor com o máximo de naturalidade, afastando apresença do narrador e aproximando-a dos personagens na busca de melhorcaracterizá-los e também ao seu contexto, expondo a carga emotiva e os valoresque permeiam as suas ações. &lt;i&gt;Brás, Bexiga e Barra Funda &lt;/i&gt;busca, através dalinguagem, marcar os registros de fala coloquial e mestiça que predominavam no iníciodo século, principalmente nos bairros que dão nome à obra, além de romper comas formas expressivas e as estruturas já cristalizadas pelo uso generalizado. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Há uma fusão de gêneros literário,jornalístico e publicitário, que causa estranhamento ao leitor quando sedepara, por exemplo, com um anúncio em letras maiúsculas, sem nenhum textointrodutório em “Amor e sangue”: Há uma crítica não-velada à discriminaçãosocial e de grupos estrangeiros que perpassa toda a obra, como se pode observarem ‘Lisetta’, no orgulho da mãe da menina rica e na provocação desta àitalianinha pobre; no apontar para a falta de ética que vai se delineando nopercurso da narrativa de “Nacionalidade e &amp;nbsp;‘Armazém’; no mapeamento da busca do status econômicoa qualquer preço quando a esposa do Conselheiro José Bonifácio, que nãopermitia o casamento de sua filha com o filho do carcamano, já não vê maisobstáculos após vislumbrar grande futuro em uma sociedade comercial entre omarido e o Cav.Uff.Salvatore Melli; na denúncia explícita em relação aos quetêm poder em “O Monstro de Rodas”, com a afirmação: “Filho de rico manda nestaterra que nem a Light”, e no olhar poético para a infância interrompida deGaetaninho, cujo sonho era andar de carro e morre atropelado por um bondequando na partida e bola “o jogo na calçada parecia de vida e morte”. (Fonte: &lt;a href="http://www.cpv.com.br/cpv_vestibulandos/dicas/livros/litobr2101.pdf"&gt;CPV EDUCACIONAL&lt;/a&gt;)&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5302905728488546534-2093327096398328420?l=oriundibrasile.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oriundibrasile.blogspot.com/feeds/2093327096398328420/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://oriundibrasile.blogspot.com/2011/01/italianita-o-jeito-de-ser-italiano-na_05.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5302905728488546534/posts/default/2093327096398328420'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5302905728488546534/posts/default/2093327096398328420'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oriundibrasile.blogspot.com/2011/01/italianita-o-jeito-de-ser-italiano-na_05.html' title='Italianità:  O jeito de ser italiano na  literatura de  Alcântara Machado (3)'/><author><name>Eduardo Fiora</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12176291173151427439</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-tJfvgZLlQfA/TWVDWvTvvlI/AAAAAAAABUg/YMpFM9S-7wU/s220/foto-fiora-2011s.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5302905728488546534.post-8230259759162344073</id><published>2011-01-04T09:00:00.008-02:00</published><updated>2011-01-06T22:42:00.190-02:00</updated><title type='text'>Historia ( 232) - "Far l'Amercia (135 )": Ecos da imigração italiana no Espírito Santo ( 1)</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma;"&gt;Literatura e imigração. Este é o centro da pesquisarealizada em 2008 por &lt;a href="http://www.ufpel.edu.br/isp/ppgcs/pensamento-plural/edicoes/03/07.pdf"&gt;Maria Cristina Dadalto&lt;/a&gt;, doutora em Ciências Sociais pelaUniversidade do Estado do Rio de Janeiro e professora do Centro UniversitárioVila Velha (ES).&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma;"&gt;A partir da produção literária produzida sobre a imigraçãoitaliana no Espírito Santo, a docente artigo busca analisar a construção domito da italianidade como principal etnia a compor a identidade capixaba.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma;"&gt;Neste trabalho, Maria Cristina Dadalto pesquisou 45obras (biografias, memórias, ficção e estudos acadêmicos, entre outros). A docenteexplica que, da literatura analisada, 16 títulos, representando 35,7% daprodução, são memórias e autobiografias escritas ou reproduzida &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma;"&gt;por filhos e netos de imigrantes.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma;"&gt;Dentro deste perfil, Dadaltodestaca &lt;i&gt;La vita de Vittorio: diário de um imigrante, de autoria de &lt;/i&gt;DouglasPuppin, com base no diário do imigrante Vittorio De Monti repleto de registroscotidianos, fotos , cartas entre outros documentos. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma;"&gt;Um trecho do diário destacado por Daldato identificaa família De Monti já contextualizando as razões o êxodo familiar. &amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma;"&gt;“&lt;i&gt;Nasci em 29de janeiro de 1893. Filho de Santo e Nazarena. São italianos da gema,legítimos, de Valdobbiádene. (...) Ele (papai) era um líder entre os jovens quequeriam reformas, que sofriam por querer reformas, que sofriam por ter queviver sempre em guerra. A única saída encontrada era imigrar. Imigrando ficavamlivres das terríveis guerras e sonhavam alto nas fortunas que encontrariam naAmérica (PUPPIN, 1994, p. 20)”.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma;"&gt;O livro de Puppin, de acordo com Daldato seguemostrando “os motivos da busca por novas alternativas de grande parte dosjovens italianos que emigraram para o Brasil, na figura de seu pai: pobres esem perspectivas de um futuro pleno de aventuras revolucionárias, se refugiamno mito da fortuna presente nas terras americanas".&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5302905728488546534-8230259759162344073?l=oriundibrasile.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oriundibrasile.blogspot.com/feeds/8230259759162344073/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://oriundibrasile.blogspot.com/2011/01/historia-232-far-lamercia-135-ecos-da.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5302905728488546534/posts/default/8230259759162344073'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5302905728488546534/posts/default/8230259759162344073'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oriundibrasile.blogspot.com/2011/01/historia-232-far-lamercia-135-ecos-da.html' title='Historia ( 232) - &quot;Far l&apos;Amercia (135 )&quot;: Ecos da imigração italiana no Espírito Santo ( 1)'/><author><name>Eduardo Fiora</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12176291173151427439</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-tJfvgZLlQfA/TWVDWvTvvlI/AAAAAAAABUg/YMpFM9S-7wU/s220/foto-fiora-2011s.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5302905728488546534.post-4730671460928037929</id><published>2011-01-03T22:55:00.045-02:00</published><updated>2011-01-09T21:14:08.481-02:00</updated><title type='text'>Italianità – O jeito de ser italiano na  literatura de  Alcântara Machado (2)</title><content type='html'>&lt;style&gt;st1\:*{behavior:url(#ieooui) }&lt;/style&gt; &lt;style&gt;st1\:*{behavior:url(#ieooui) }&lt;/style&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a /S8R1lmbTgMk/s1600/alcantara+machado.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="S8R1lmbTgMk/s1600/alcantara+machado.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Antes de aprofundar a análise sobre a obra mais importante de Antonio de Alcântara Machado, vale registrar uma breve biografia do autor retirada da &lt;a href="http://www.itaucultural.org.br/aplicexternas/enciclopedia_lit/index.cfm?fuseaction=biografias_texto&amp;amp;cd_verbete=4995&amp;amp;cd_item=35"&gt;Enciclopédia Itaú cultural de Liiteratura Brasileira&lt;/a&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;“Antonio Castilho de Alcântara Machado d'Oliveira (São Paulo25/05/1901 - 14/04/1935). Contista, cronista, crítico literário, romancista e jornalista. Filho do jurista, político e escritor José de Alcântara Machado d'Oliveira (1875 - 1941) e de Maria Emília de Castilho Machado. Seguindo os passos do pai e do avô, ingressa na Faculdade Direito do Largo de São Francisco em 1919. Ainda estudante, escreve artigos jornalísticos, crítica literária e teatral no Jornal do Commercio. Embora não participe da Semana de Arte Moderna (1922), apóia as novas idéias, aproximando-se dos escritores Oswald de Andrade (1890 - 1954) e Mário de Andrade (1893 - 1945) e do crítico Sérgio Milliet (1898 - 1966).&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Em 1924, torna-se redator-chefe do Jornal do Commercio. Vai para Europa em 1925 e reúne as impressões de viagem em seu primeiro livro, Pathé-Baby, publicado um ano depois. Seu envolvimento com as idéias modernistas e a imprensa leva-o a fundar, com o ensaísta Paulo Prado, a revista Terra Roxa e Outras Terras; com Oswald de Andrade, a Revista de Antropofagia, em 1928, e com Paulo Prado e Mário de Andrade a Revista Nova, que dura de 1931 a 1932. Estréia com o livro de conto de Brás, Bexiga e Barra Funda, em 1927, e lança&amp;nbsp;Laranja da China, em 1928.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Na década de 1930 intensifica suas atividades políticas - apóia o movimento constitucionalista de 1932, e se transfere para o Rio de Janeiro como secretário-geral da bancada paulista na Assembléia Constituinte. Em 1934, assume a direção do Diário da Noite e é eleito deputado federal, mas não chega a ser empossado: morre no ano seguinte por complicações de uma apendicite. Deixa inédita a peça teatral A Ceia dos Não Convidados e o romance inacabado Mana Maria, publicados postumamente. Sua obra, baseada numa prosa coloquial, aborda a rápida modernização da cidade de São Paulo, com seus automóveis, indústrias e imigrantes, principalmente os italianos".&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="style1"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5302905728488546534-4730671460928037929?l=oriundibrasile.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oriundibrasile.blogspot.com/feeds/4730671460928037929/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://oriundibrasile.blogspot.com/2011/01/enciclopedia-itau-cultural-de.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5302905728488546534/posts/default/4730671460928037929'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5302905728488546534/posts/default/4730671460928037929'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oriundibrasile.blogspot.com/2011/01/enciclopedia-itau-cultural-de.html' title='Italianità – O jeito de ser italiano na  literatura de  Alcântara Machado (2)'/><author><name>Eduardo Fiora</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12176291173151427439</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-tJfvgZLlQfA/TWVDWvTvvlI/AAAAAAAABUg/YMpFM9S-7wU/s220/foto-fiora-2011s.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5302905728488546534.post-6170470485609491927</id><published>2011-01-02T12:17:00.002-02:00</published><updated>2011-01-09T21:20:26.343-02:00</updated><title type='text'>Italianità – O jeito de ser italiano na  literatura de  Alcântara Machado (1)</title><content type='html'>&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt; &lt;w:WordDocument&gt;  &lt;w:View&gt;Normal&lt;/w:View&gt;  &lt;w:Zoom&gt;0&lt;/w:Zoom&gt;  &lt;w:HyphenationZone&gt;21&lt;/w:HyphenationZone&gt;  &lt;w:Compatibility&gt;   &lt;w:BreakWrappedTables/&gt;   &lt;w:SnapToGridInCell/&gt;   &lt;w:WrapTextWithPunct/&gt;   &lt;w:UseAsianBreakRules/&gt;  &lt;/w:Compatibility&gt;  &lt;w:BrowserLevel&gt;MicrosoftInternetExplorer4&lt;/w:BrowserLevel&gt; &lt;/w:WordDocument&gt;&lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if !mso]&gt;&lt;img color: #b2b2b2; " class="BLOGGER-object-element tr_noresize tr_placeholder" id="ieooui" data-original-id="ieooui" /&gt;&lt;style&gt;st1\:*{behavior:url(#ieooui) }&lt;/style&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 10]&gt;&lt;style&gt; /* Style Definitions */ table.MsoNormalTable {mso-style-name:"Tabela normal"; mso-tstyle-rowband-size:0; mso-tstyle-colband-size:0; mso-style-noshow:yes; mso-style-parent:""; mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; mso-para-margin:0cm; mso-para-margin-bottom:.0001pt; mso-pagination:widow-orphan; font-size:10.0pt; font-family:"Times New Roman";}&lt;/style&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a EoIPQG7lWTY/s1600/bras-bexiga-e-barra-funda-alcantara-machado.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://2.bp.blogspot.com/_bmAyINP38RQ/TSCImLR7soI/AAAAAAAABTc/EoIPQG7lWTY/s200/bras-bexiga-e-barra-funda-alcantara-machado.jpg" width="146" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Contista, cronista, crítico literário, romancista ejornalista. Essas são as faces de Antonio Castilho de Alcântara Machado deOliveira (São Paulo25/05/1901 - 14/04/1935),uma das figuras centrais do modernismo brasileiro, autor do livro Brás, Bexigae Barra Funda. A obra é uma seleção de 11 contos ambientados em bairrospaulistanos onde era marcante a presença de imigrantes italianos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;O mundo virtual da internet oferece inúmeros textos queanalisam &lt;span&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;Brás, Bexiga e Barra Funda. Umdeles é de autoria do embaixador &lt;a href="http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;amp;pid=s0103-40141993000200005"&gt;Rubens Ricupero&lt;/a&gt;. O diplomata inicia sua análisedescrevendo o contexto histórico que permeou a obra de Alcântara Machado. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;“&lt;span&gt;As duas primeirasdécadas do século marcam o momento de maior intensidade da maneira de serítalo-brasileira. Antes, predominava o ítalo, o estrangeiro inseguro,preocupado em sobreviver, ignorante da língua e dos costumes. Depois, iráprevalecer, pouco a pouco, o brasileiro, o neto ou bisneto de italianosintegrado na comunidade, vivendo em bairros de gente afluente, não guardandomais do que algumas palavras na língua dos avós.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span&gt;Entre esses dois pólosextremos, de cultura mais ou menos homogênea, estende-se o período híbrido damistura das línguas e das comidas, do apagar gradual dos valores e imagens dopaís que ficou atrás e do engajamento progressivo na realidade nova. É quando os filhos deimigrantes, confiantes em seus direitos de brasileiros natos, mais à vontade nalíngua que aprenderam no Grupo Escolar do que no dialeto ouvido em casa, selançam à luta pela conquista de um lugar melhor na sociedade de adoção.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span&gt;Às vezes comagressividade, sempre com energia, esses ítalo-brasileiros vão abrir um espaço próprio,que a cidade lhes concede com maior ou menor dificuldade, pois está também emplena expansão.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span&gt;Do burgo provinciano emodorrento de 1800, só animado pelos estudantes da velha Escola de Direito,quase perdendo para Campinas sua condição de Capital da Província, São &lt;/span&gt;&lt;span&gt;Paulo&lt;/span&gt;&lt;span&gt; prepara-se para ingressar nociclo contínuo de transformações que irá multiplicar-lhe 40 vezes a população &lt;/span&gt;&lt;span&gt;— dos165 mil habitantes de 1890 para os mais de 7 milhões atuais.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span&gt;A prosperidade do café nasegunda metade do século XIX, antes das crises de superprodução deste século,gera a acumulação de capitais que vai tornar possível a arrancada daindustrialização.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span&gt;ma convergência de circunstâncias propícias concorre parafazer de São &lt;/span&gt;&lt;span&gt;Paulo&lt;/span&gt;&lt;span&gt; a grande metrópole industrial de hoje: os capitais dosbarões e comissários do café; a energia elétrica produzida pelos canadenses daLight na represa Billings, vizinha à cidade; a mão-de-obra e o mercadoconsumidor fornecidos pelos imigrantes; as restrições às importaçõesconseqüentes à Primeira Guerra Mundial.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span&gt;] &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span&gt;Os imigrantes italianosserão, ao mesmo tempo, agentes ativos e beneficiários da industrialização e osnomes peninsulares ficarão para sempre ligados à revolução industrial paulista.A participação italiana é sensível já na fase inicial de indústria de bens deconsumo, alimentos ou tecidos, dominada pelos Matarazzos e Crespis, durante aqual o Conde Francisco Matarazzo aparece como a figura simbólica dos novosmagnatas, uma espécie de Rockefeller paulista.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span&gt;Mais tarde, ela se acentua nodesenvolvimento da indústria pesada de máquinas e equipamentos, onde ainventividade mecânica dos italianos do norte vai criar os gigantes industriaisde hoje, os Bardellas, os Dedinis, os Romis.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span&gt;Se a História, maissensível ao êxito ostensivo do que às vidas obscuras, vai guardar apenas osnomes dos donos de fábricas, é preciso não esquecer que eram também, em geral,italianos os que operavam essas fábricas. E serão italianos os trabalhadoresque introduzirão no Brasil as correntes de pensamento e ação sociais da Europacontemporânea, o que se chamava, na linguagem policial de então, as &lt;i&gt;doutrinasexóticas: &lt;/i&gt;o anarquismo, o socialismo, o movimento sindical, a organizaçãodas primeiras greves.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span&gt;É nesse contexto dinâmicode expansão econômica, de aumento da população, de modernização urbana, decriação de oportunidades que se situam dois fenômenos, um cultural, outrosociológico: a Revolução Modernista de 22 e a emergência da geração dos filhosde imigrantes. Do encontro desses mundos vai surgir o livro de Alcântara Machado.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span&gt;Os dois movimentosapresentam afinidades evidentes. Ambos são jovens, vigorosos, modernos,inovadores, numa postura que se pode resumir como basicamente otimista dianteda possibilidade de construir o futuro.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span&gt;E o que vai explicar, nolivro, de um lado, a ênfase na descrição do que é força, ascensão, êxito, navida do imigrante e, de outro, o silêncio sobre o problemático e as tensõesmais profundas, a presença da dor apenas sob a forma de sentimentoindividualista”.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5302905728488546534-6170470485609491927?l=oriundibrasile.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oriundibrasile.blogspot.com/feeds/6170470485609491927/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://oriundibrasile.blogspot.com/2011/01/italianita-o-jeito-de-ser-italiano-na.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5302905728488546534/posts/default/6170470485609491927'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5302905728488546534/posts/default/6170470485609491927'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oriundibrasile.blogspot.com/2011/01/italianita-o-jeito-de-ser-italiano-na.html' title='Italianità – O jeito de ser italiano na  literatura de  Alcântara Machado (1)'/><author><name>Eduardo Fiora</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12176291173151427439</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-tJfvgZLlQfA/TWVDWvTvvlI/AAAAAAAABUg/YMpFM9S-7wU/s220/foto-fiora-2011s.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_bmAyINP38RQ/TSCImLR7soI/AAAAAAAABTc/EoIPQG7lWTY/s72-c/bras-bexiga-e-barra-funda-alcantara-machado.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5302905728488546534.post-4267450062744153776</id><published>2011-01-01T13:35:00.002-02:00</published><updated>2011-01-02T11:46:58.186-02:00</updated><title type='text'>Memorie - Recordações do Bexiga</title><content type='html'>A prefeitura mantém ativo o site São Paulo Minha Cidade, aberto para receber postagens relatando memórias pessoais sobre bairros paulistanos. É o caso de&amp;nbsp; &lt;a href="http://www.saopaulominhacidade.com.br/list.asp?ID=3145"&gt;Sao Paulo Minha Cidade&lt;/a&gt;, que relata recordações do Bexiga, bairro que recebeu grande contingentes de italianos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Quem te viu, que te vê, meu saudoso Bexiga. Quem te viu como eu, vem a lembrança a amizade entre os vizinhos, a parceria sincera que norteava os amigos, sem falar da ajuda mútua sempre presente nas famílias "bexigentas". Bons tempos foram aqueles.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nasci na Rua Major Diogo, no. 680 (esta rua começa na Rua Santo Antonio e termina na Avenida Brigadeiro Luiz Antonio).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Minha avó paterna veio da Itália (palazzo San Gervásio, província de Potenza), viúva, com seus dois filhos: Domingos e Carlos. Este último, Carlos Belviso, veio a ser meu pai. Minha mãe chamava-se Adelina Rubano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Chegada da Itália, foi morar na Rua Major Diogo, no. 735, onde casou-se novamente com Antonio Lancelotti (bastante conhecido no bairro, por sua honestidade e bondade com o próximo).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Minha infância foi alegre, saudável e muita amizade entre os coleguinhas, aliás, uma das muitas marcas do Bexiga.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fiz o jardim da infância numa escola no Morro dos Ingleses. Lembro-me como se fosse hoje, o sabor ainda na boca, do meu preferido, o sanduíche de pão doce com bastante mortadela.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em seguida ao jardim da infância estudei na escola italiana "Arnaldo Pratola", que ficava na mesma rua onde nasci, e seu proprietário e professor era o famoso educador Giuseppe Cardinale. Esta escola lançou as primeiras sementes para a formação futura de nosso caráter. A disciplina, a honestidade, a honradez, a verdade, sempre eram uns dos seus lemas. Ah!, se tivéssemos hoje escolas desse naipe... Que maravilha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A conclusão do curso primário deu-se no Grupo Escolar Júlio Ribeiro, na Rua Major Diogo, no. 200. Escola muito boa em que seus professores realmente se dedicavam. Que boas lembranças tenho da professora dona Marina, que junto dos alunos, um a um, se preciso, nos ensinava com paciência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nesse grupo escolar, nós, brasileiros atuantes (olhe só, tínhamos pouca idade) fazíamos coleta de borracha para ser usada na 2a. Guerra Mundial, e depositávamos no pátio da escola. Conseguíamos verdadeira montanha de borracha. Época muito boa essa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já mocinho, passei a estudar no Colégio Santo Alberto, na Rua Martiniano de Carvalho, junto à Igreja de Nossa Senhora do Carmo, dos padres carmelitas. Lembro-me, com saudades e admiração, dos professores: Benedito, na matemática, Mendes, em português, Mecozzi, no desenho, Oswaldo, na geografia, o diretor frei Romualdo, e outros que não me vêm à memória.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nessa época os amigos eram muitos. O Massao (Mário), filho do seu José e da dona Maria, japoneses, proprietários da quitanda, era parceiro algumas vezes do jogo de cartas típico italiano chamado Tre sete. Falava também um pouco do italiano. A coisa mais gostosa na quitanda era o coco em pedaços e o caqui.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bem em frente de minha casa, num humano cortiço, filho de dona Giusepina e do Sr. Antonio "verdureiro", meu amigo Valter Pugliese era um constante parceiro nas brincadeiras (futebol, jogo de bolinhas de vidro, bate bate de folhinhas, com estampas dos jogadores da época). Na mesma "mansão" morava um crioulo, cujo apelido era Nori, ótima pessoa e também falava um pouco de italiano. Onde você o encontrava estava sempre sorrindo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Meu outro vizinho do lado esquerdo de minha casa, grande amigo também, o "Grute", seu apelido, cujo nome era Walter e sobrenome Saladino, e seus irmãos Paschoal e Bolonha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Recordo-me da família Cimino, que morava em frente. Lá juntavam-se várias mulheres do bairro (pagas) para "catar" amendoim (separar as impurezas). Era uma verdadeira zorra. Nós crianças ficávamos vendo e rindo de suas palhaçadas. O divertimento era geral. Outro amigo que não esqueço é o Armando Albanese e seu irmão. Este foi o precursor da famosa até hoje Padaria São Domingos. Caso "chocante" para aquela época foi que a irmã deles casou já grávida. Que bobagem hoje.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O domingos Barinote, que se formou médico, os Carbone, o Antonio Bracco, seus irmãos Zé Molinho (José) e Paulo. Que penca de amigos, mas amigos verdadeiros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que não me sai da memória são as duas "vendas" (empórios) situadas na minha rua: a do Felício De Carli e a outra do Gino Vanucci e seu irmão Mário. Na do Felício fazíamos as compras dos mantimentos e outros gêneros na velha caderneta, com pagamento mensal. Na do Gino, além de várias compras para abastecer minha casa, eu adorava, não perdia por nada, o famoso sanduíche composto de duas fatias grossas de queijo parmesão e, como recheio, uma também grossa fatia de mortadela. Família excelente os Vanucci, os Lupo, cujo amigão Dino Vanucci Lupo era companheiro de saídas, de cinemas, de jogo de futebol. E o Roberto Muraco, filho do açougueiro, que tinha em sua casa dois verdadeiros guardiões, ninguém entrava em sua casa: eram os ferozes galos, muito pior que qualquer cachorro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outro grande colega (e era grande mesmo) foi o russo-chinês de nome Dimitri Mamonkin. Possuía uma força descomunal: levantava um motor de carro facilmente. Ninguém procurava brigar com ele, ninguém era bobo para tal. Outro de que me lembro era o André, filho do sr. José, dono do bar na esquina da Rua Major Diogo e Conselheiro Carrão. A gente comia petiscos, e de graça. O André que patrocinava.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os domingos eram sempre esperados. Íamos nos cinemas, ora Espéria, ou o Cine Rex, assistir os seriados imperdíveis como o zorro, Tom mix, Tarzan e outros. Isto durante à tarde. Pela manhã acompanhava meu pai até a cantina mais famosa do bairro, a do Capuano. O vinho era italiano em toneis, a sardela com pão italiano, as azeitonas gregas enormes. Que delícia. Que tempos. Voltávamos e na grande mesa a família toda junta saboreava a famosa macarronada com brachola e o frango com batatas assado no forno.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este é o velho bairro do Bixiga, que tinha os melhores pães da região. Quem não conheceu a padaria Basilicata, a Padaria do Paladino, a padaria São Domingos. E a famosa feira da Rua Maria José, que todas as sextas-feiras eu acompanhava meus pais nas compras e ajudava a carregar as cestas. Nunca faltava o velho café Tiradentes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todas as tardes (religiosamente) aguardávamos o querido amigo jornaleiro Mário, que vinha gritando pela rua: “olha a Gazeta, olha o Diário, olha a Gazeta Esportiva”. Não é que de tanto passar pela Rua Major Diogo, olhou, namorou e casou com a filha da dona de uma pequena venda (não me lembro o seu nome)? Que festança foi realizada!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Existia ainda, e não faltava nunca, o vendedor de pasteis, os mais gostosos que comi, um senhor de cor negra e muito gentil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na mesma Rua Major Diogo, esquina com a Rua Humaitá, num porão, foram feitos os melhores pirulitos por um senhor italiano (não recordo seu nome), onde a criançada fazia fila para comprar os estupendos pirulitos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outros vendedores, como os de cogumelos enormes, e o vendedor de queijo que dava nomes a eles como, por exemplo: "queijo Pina Fachioni". A Pina era uma artista italiana da época.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lembro do Teleco, que fundou a escola Vai Vai. Sua mãe está viva e mora no mesmo endereço, na Rua Major Diogo. Ela deve ter mais de cem anos. Não lembro seu nome, só sei que ela era muito brincalhona.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já mais na juventude, aos sábados à noite, os amigos íamos à Pizzaria do Giordano, onde tinha as melhores pizzas de São Paulo. Esta pizzaria ficava na Avenida Brigadeiro Luiz Antonio, do lado do não mais famoso cine Paramount, com seus famosos camarotes. Era muito chique.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E a famosa Igreja Nossa Senhora de Achiropita. Lá fiz minha primeira comunhão. Recordo-me do padre Dom Orione, um eterno filador de cigarros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quantas lembranças esquecidas ficaram para trás. O tempo não passa, voa. Já se passaram muitos anos dos acontecimentos narrados e recordados. Cada personagem seguiu seu caminho. Alguns moram ainda no bairro, penso eu. Outros seguiram estradas diferentes, lugares diferentes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As crianças, os jovens, os lugares, ainda estão lá no Bexiga daquela bela época. Senão, pelo menos estão na memória.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Saí do meu Bexiga pelos idos de 1971 e casei com a dona Judite. Hoje moramos no Parque Continental, no bairro do Jaguaré, antes bairro do Butantã".&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5302905728488546534-4267450062744153776?l=oriundibrasile.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oriundibrasile.blogspot.com/feeds/4267450062744153776/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://oriundibrasile.blogspot.com/2011/01/memorie-recodacoes-do-bixiga.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5302905728488546534/posts/default/4267450062744153776'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5302905728488546534/posts/default/4267450062744153776'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oriundibrasile.blogspot.com/2011/01/memorie-recodacoes-do-bixiga.html' title='Memorie - Recordações do Bexiga'/><author><name>Eduardo Fiora</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12176291173151427439</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-tJfvgZLlQfA/TWVDWvTvvlI/AAAAAAAABUg/YMpFM9S-7wU/s220/foto-fiora-2011s.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5302905728488546534.post-2047601856986350918</id><published>2010-12-31T14:41:00.002-02:00</published><updated>2011-01-04T00:11:20.399-02:00</updated><title type='text'>História (231 ): Templos religiosos e imigração italiana em São Caetano do Sul (2)</title><content type='html'>&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;No site da&amp;nbsp;&lt;a href="http://fpm.org.br/raizes/edicao29/pag018.pdf"&gt;Fundação Pró- Memória&lt;/a&gt;(autarquia municipal) texto autoria do jornalista &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Alexandre&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt; Toler Russo, discorre sobre a construção deigrejas&amp;nbsp; São Caetano do Sul, obras ligadas diretamente a imigrantesitalianos e descendentes.&amp;nbsp; &amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_bmAyINP38RQ/TR4HlbzNEfI/AAAAAAAABTQ/6cXzeG7PNZk/s1600/saocaetano02.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="312" src="http://1.bp.blogspot.com/_bmAyINP38RQ/TR4HlbzNEfI/AAAAAAAABTQ/6cXzeG7PNZk/s320/saocaetano02.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;"O crescimento da população de São Caetano exigia a criaçãode um templo de maiores proporções. De fato, a igreja do Bairro da Fundação,construída pelos colonos, já não podia comportar o grande número de fiéis da cidade. Desse modo, em 1932 já estavam em andamento ostrabalhos para a construção da Igreja Sagrada Família.Em 1936, o serviço estavaterminado.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Os idealizadores da chamada Matriz Nova foram os padres JoséTondim e Alexandre Grigolli. Erguer o templosó foi possível graças à colaboração dos cidadãos locais, das indústrias e docomércio.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="color: black; font-family: inherit;"&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: black; font-family: inherit;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;a href="http://www.itaucultural.org.br/aplicexternas/enciclopedia_lit/definicoes/verbete_imp.cfm?cd_verbete=4995&amp;amp;imp=N"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;A conclusão das obras ocorreu na época em que padre Ézio Gislimberticomandava a paróquia. A decoração interna foi executada pelos pintores Pedro Gentili eUlderico Gentili".&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5302905728488546534-2047601856986350918?l=oriundibrasile.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oriundibrasile.blogspot.com/feeds/2047601856986350918/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://oriundibrasile.blogspot.com/2010/12/historia-231-templos-religiosos-e.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5302905728488546534/posts/default/2047601856986350918'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5302905728488546534/posts/default/2047601856986350918'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oriundibrasile.blogspot.com/2010/12/historia-231-templos-religiosos-e.html' title='História (231 ): Templos religiosos e imigração italiana em São Caetano do Sul (2)'/><author><name>Eduardo Fiora</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12176291173151427439</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-tJfvgZLlQfA/TWVDWvTvvlI/AAAAAAAABUg/YMpFM9S-7wU/s220/foto-fiora-2011s.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_bmAyINP38RQ/TR4HlbzNEfI/AAAAAAAABTQ/6cXzeG7PNZk/s72-c/saocaetano02.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5302905728488546534.post-1989235869134884705</id><published>2010-12-30T23:00:00.002-02:00</published><updated>2010-12-30T23:02:11.115-02:00</updated><title type='text'>História (230 ): Templos religiosos e imigração italiana em São Caetano do Sul (1)</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;A questão da religiosidade sempre acompanhou a trajetória dos imigrantes italianos em terras brasileiras. Na cidade de São caetano do Sul (SP) não foi diferente, conforme relato encontrado no site da&amp;nbsp;&lt;a href="http://fpm.org.br/raizes/edicao29/pag018.pdf"&gt;Fundação Pró- Memória&lt;/a&gt; (autarquia municipal), em texto de autoria do jornalista Alexandre Toler Russo. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&amp;nbsp; &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;"Em 1717, os monges beneditinos iniciaram a construçãode uma capela dedicada a São Caetano. Ficava no mesmo lugar em que hoje seencontra a Paróquia São Caetano (Matriz Velha). Em 1772, profunda reforma foiempreendida, sendo instalados coro, capelamor, sacristia, torre e sino. Nosséculos XVIII e &amp;nbsp;XIX, missas eram rezadas, todos os domingos, para osmoradores do Bairro de São Caetano e para os escravos da fazenda dos mongesbeneditinos. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Na capela também eram realizados sepultamentos. No final doséculo passado, os imigrantes italianos que vieram para o Núcleo Colonial deSão Caetano depararam- se com o pequeno local de culto. Em 1883, demoliram acapela e construíram a igreja conhecida, hoje em dia, por Matriz Velha.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_bmAyINP38RQ/TR0q_LXltCI/AAAAAAAABTM/v7V3VbVu1dQ/s1600/s%25C3%25A3o+caetanoMatriz_Velha_1908.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="230" src="http://2.bp.blogspot.com/_bmAyINP38RQ/TR0q_LXltCI/AAAAAAAABTM/v7V3VbVu1dQ/s320/s%25C3%25A3o+caetanoMatriz_Velha_1908.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Matriz Velha em 1908&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Até o ano de 1911, quando foi instalada a Paróquia de SantoAndré, os habitantes de São Caetano não dispunham de assistência religiosasatisfatória. A partir dessa data, contudo, o padre Luiz Capra, sempre aosdomingos, passou a celebrar missas no templo erguido pelos colonos. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Em março de 1924, finalmente, foi constituída a Paróquia SãoCaetano, confiada aos padres estigmatinos. O primeiro vigário foi o padre JoãoBatista Pelanda. O coadjutor era o padre AlexandreGrigolli. Em 1946, a igreja foi contemplada com um altar feito de mármore -trabalho de Garbarino Giácomo Filho".&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5302905728488546534-1989235869134884705?l=oriundibrasile.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oriundibrasile.blogspot.com/feeds/1989235869134884705/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://oriundibrasile.blogspot.com/2010/12/historia-templos-religiosos-e-imigracao.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5302905728488546534/posts/default/1989235869134884705'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5302905728488546534/posts/default/1989235869134884705'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oriundibrasile.blogspot.com/2010/12/historia-templos-religiosos-e-imigracao.html' title='História (230 ): Templos religiosos e imigração italiana em São Caetano do Sul (1)'/><author><name>Eduardo Fiora</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12176291173151427439</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-tJfvgZLlQfA/TWVDWvTvvlI/AAAAAAAABUg/YMpFM9S-7wU/s220/foto-fiora-2011s.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_bmAyINP38RQ/TR0q_LXltCI/AAAAAAAABTM/v7V3VbVu1dQ/s72-c/s%25C3%25A3o+caetanoMatriz_Velha_1908.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5302905728488546534.post-7405309443443128840</id><published>2010-12-29T17:36:00.000-02:00</published><updated>2010-12-29T17:36:31.798-02:00</updated><title type='text'>Italiani – O legado de Celeste De Nardi na colonização de São Caetano do Sul (2)</title><content type='html'>&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt; &lt;w:WordDocument&gt;  &lt;w:View&gt;Normal&lt;/w:View&gt;  &lt;w:Zoom&gt;0&lt;/w:Zoom&gt;  &lt;w:HyphenationZone&gt;21&lt;/w:HyphenationZone&gt;  &lt;w:Compatibility&gt;   &lt;w:BreakWrappedTables/&gt;   &lt;w:SnapToGridInCell/&gt;   &lt;w:WrapTextWithPunct/&gt;   &lt;w:UseAsianBreakRules/&gt;  &lt;/w:Compatibility&gt;  &lt;w:BrowserLevel&gt;MicrosoftInternetExplorer4&lt;/w:BrowserLevel&gt; &lt;/w:WordDocument&gt;&lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 10]&gt;&lt;style&gt; /* Style Definitions */ table.MsoNormalTable {mso-style-name:"Tabela normal"; mso-tstyle-rowband-size:0; mso-tstyle-colband-size:0; mso-style-noshow:yes; mso-style-parent:""; mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; mso-para-margin:0cm; mso-para-margin-bottom:.0001pt; mso-pagination:widow-orphan; font-size:10.0pt; font-family:"Times New Roman";}&lt;/style&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_bmAyINP38RQ/TRuNn2o3EfI/AAAAAAAABTE/L5Xo7IHxXEk/s1600/Museu_Museufachadalateral.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="171" src="http://4.bp.blogspot.com/_bmAyINP38RQ/TRuNn2o3EfI/AAAAAAAABTE/L5Xo7IHxXEk/s200/Museu_Museufachadalateral.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;O pioneirismo dos De Nardi legou à cidade o chamado PalaceteDe Mardi, hoje sede do Museu Histórico Municipal de São Caetano do Sul,administrado pela&amp;nbsp; &lt;a href="http://www.fpm.org.br/raizes/edicao38/RAIZES%2038%20-%20pag%20028.pdf"&gt;FundaçãoPró-Memória de São Caetano do Sul&lt;/a&gt; , autarquia municipal criada &amp;nbsp;emjunho de 1991, que em texto assinado pelo historiador Clovis Antonio Estevesresgata a história do casarão.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;" A família dos De Nardi residiu no Palacete por muitosanos. No espaçoso terreno havia um pomar com vários tipos de frutas e, nafrente da casa, havia um jardim com muitas flores e um frondoso cipreste.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Ao lado deste jardim, havia uma capela com a imagem de SãoJoão Batista, aonde o padre vinha rezar o terço em determinadas épocas. Aosdomingos, a família se reunia para o almoço ao redor de uma farta mesa, em queo patriarca recordava os momentos passados na Itália, e todos ouviam com muitaatenção e interesse. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Em 1937, o Palacete De Nardi abrigou em seu espaço, que foidividido, uma família oriunda de Minas Gerais, mais precisamente dacidade de Andradas. Esta família era formada pelo casal Gabriel Rosa Alves eMariana Norberta de Souza e seus nove filhos. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;A família De Nardi permaneceu no Palacete até 1940. Emseguida, o local foi vendido para a família Perrella, que morava&amp;nbsp; em frente.Depois, a residência acabou sendo uma padaria, e abrigou vários inquilinos,sendo inclusive sede de time de futebol, o América Futebol Clube, na década de1950. Nos anos 1970, o imóvel já tinha sofrido várias modificações e seencontrava em total abandono.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;No dia 9 de agosto de 1985, o prefeito Hermógenes WalterBraido, pelo decreto 4674/85, declara o referido imóvel de utilidadepública para fins de instalação do Museu Municipal. É iniciado o processo derestauração do imóvel, com a orientação técnica do Conselho de Defesa doPatrimônio Histórico, Arqueológico, Artístico e Turístico (CONDEPHAAT),órgão público estadual. Após três anos de exaustivo trabalho, o PalaceteDe Nardi foi entregue em 29 de dezembro de 1988 para abrigar o Museu”.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5302905728488546534-7405309443443128840?l=oriundibrasile.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oriundibrasile.blogspot.com/feeds/7405309443443128840/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://oriundibrasile.blogspot.com/2010/12/italiani-o-legado-de-celeste-de-nardi_29.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5302905728488546534/posts/default/7405309443443128840'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5302905728488546534/posts/default/7405309443443128840'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oriundibrasile.blogspot.com/2010/12/italiani-o-legado-de-celeste-de-nardi_29.html' title='Italiani – O legado de Celeste De Nardi na colonização de São Caetano do Sul (2)'/><author><name>Eduardo Fiora</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12176291173151427439</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-tJfvgZLlQfA/TWVDWvTvvlI/AAAAAAAABUg/YMpFM9S-7wU/s220/foto-fiora-2011s.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_bmAyINP38RQ/TRuNn2o3EfI/AAAAAAAABTE/L5Xo7IHxXEk/s72-c/Museu_Museufachadalateral.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5302905728488546534.post-5788007261255086917</id><published>2010-12-29T17:22:00.000-02:00</published><updated>2010-12-29T17:22:28.366-02:00</updated><title type='text'>Italiani – O legado de Celeste De Nardi na colonização de São Caetano do Sul (1)</title><content type='html'>&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt; &lt;w:WordDocument&gt;  &lt;w:View&gt;Normal&lt;/w:View&gt;  &lt;w:Zoom&gt;0&lt;/w:Zoom&gt;  &lt;w:HyphenationZone&gt;21&lt;/w:HyphenationZone&gt;  &lt;w:Compatibility&gt;   &lt;w:BreakWrappedTables/&gt;   &lt;w:SnapToGridInCell/&gt;   &lt;w:WrapTextWithPunct/&gt;   &lt;w:UseAsianBreakRules/&gt;  &lt;/w:Compatibility&gt;  &lt;w:BrowserLevel&gt;MicrosoftInternetExplorer4&lt;/w:BrowserLevel&gt; &lt;/w:WordDocument&gt;&lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 10]&gt;&lt;style&gt; /* Style Definitions */ table.MsoNormalTable {mso-style-name:"Tabela normal"; mso-tstyle-rowband-size:0; mso-tstyle-colband-size:0; mso-style-noshow:yes; mso-style-parent:""; mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; mso-para-margin:0cm; mso-para-margin-bottom:.0001pt; mso-pagination:widow-orphan; font-size:10.0pt; font-family:"Times New Roman";}&lt;/style&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma;"&gt;A imigração italiana &lt;span&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;na região de São Caetano do Sul (SP), a famíliaDe Nardi tem papel de destaque. O pioneirismo dos De Nardi é resgatado no siteda&amp;nbsp;&lt;a href="http://www.fpm.org.br/raizes/edicao38/RAIZES%2038%20-%20pag%20028.pdf"&gt;Fundação Pró-Memória de São Caetano do Sul&lt;/a&gt; , autarquia municipal criada &lt;span&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;em junho de 1991, em texto assinado pelohistoriador &lt;span&gt;Clovis Antonio Esteves.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma;"&gt;“A família De Nardi chegoua São Caetano do Sul em 28 de julho de 1877, na primeira leva de imigrantesitalianos vindos da província de Treviso, Itália. Tinha como patriarca GiovanniDe Nardi, que recebeu o lote 24 do Núcleo Colonial, instituído pelo GovernoImperial com o objetivo de iniciar a colonização da Fazenda São Caetano, que atéentão pertencia aos monges beneditinos, substituindo o trabalho escravo portrabalho livre para obter maior desenvolvimento da região. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma;"&gt;Celeste De Nardi, um dos filhosde Giovanni, recebeu o lote 23 do mesmo&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma;"&gt;Núcleo. Em 1880, casou-secom Lorenzina Gava, sendo este casamento o primeiro a ser registrado em SãoCaetano. Celeste e Lorenzina foram morar na casa de Giovanni De Nardi, quepossuía uma olaria de fabricação de tijolos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma;"&gt;Celeste De Nardi haviaaprendido o oficio de pedreiro já na distante Itália, e foi&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma;"&gt;ele que desenvolveu otrabalho de reforma da antiga capela dos beneditinos, logo no início do NúcleoColonial. Mais tarde, começou a construir a sua casa, no lote&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma;"&gt;vizinho ao de seu pai; em1896, quando terminou a obra, foi residir neste local.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_bmAyINP38RQ/TRuKN77RwcI/AAAAAAAABTA/i5_3Kr4ke6c/s1600/palacete+nardi+c%25C3%25B3pia.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="197" src="http://3.bp.blogspot.com/_bmAyINP38RQ/TRuKN77RwcI/AAAAAAAABTA/i5_3Kr4ke6c/s320/palacete+nardi+c%25C3%25B3pia.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma;"&gt;Esta casa com grandescômodos tinha uma fachada suntuosa e uma arquitetura bastante arrojada,inspirada nos modelos de construções da Europa. Este padrão de residência nãoera comum naqueles tempos, e só as famílias mais abastadas podiam construiralgo deste gabarito. Os tijolos empregados foram produzidos na olaria dos DeNardi. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma;"&gt;Esta casa, que chamava aatenção pela sua grandiosidade, passou a ser chamada de Palacete De Nardi. CelesteDe Nardi foi também quemdesenvolveu os trabalhos deconstrução da Matriz Velha, bem como de outros prédios&amp;nbsp; em São Caetano,como a sede da Sociedade de Mutuo Socorro Príncipe de Nápoli e a Cadeia Pública.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma;"&gt;Logo que a família De Nardifoi morar no Palacete, um dos cômodos da&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma;"&gt;moradia foi cedido paraabrigar a escola feminina, uma vez que as aulas estavam&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma;"&gt;sendo ministradas,provisoriamente, na igreja, já que as casas das antigas senzalas ondefuncionavam as escolas da época, tanto feminina como masculina, haviam sidocedidas a moradores. Esta escola, que passou a ser denominada Primeira Escola Feminina,permaneceu no Palacete até a construção do primeiro prédio do grupo escolar".&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5302905728488546534-5788007261255086917?l=oriundibrasile.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oriundibrasile.blogspot.com/feeds/5788007261255086917/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://oriundibrasile.blogspot.com/2010/12/italiani-o-legado-de-celeste-de-nardi.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5302905728488546534/posts/default/5788007261255086917'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5302905728488546534/posts/default/5788007261255086917'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oriundibrasile.blogspot.com/2010/12/italiani-o-legado-de-celeste-de-nardi.html' title='Italiani – O legado de Celeste De Nardi na colonização de São Caetano do Sul (1)'/><author><name>Eduardo Fiora</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12176291173151427439</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-tJfvgZLlQfA/TWVDWvTvvlI/AAAAAAAABUg/YMpFM9S-7wU/s220/foto-fiora-2011s.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_bmAyINP38RQ/TRuKN77RwcI/AAAAAAAABTA/i5_3Kr4ke6c/s72-c/palacete+nardi+c%25C3%25B3pia.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5302905728488546534.post-4056176771829370607</id><published>2010-12-28T22:43:00.001-02:00</published><updated>2010-12-29T09:47:58.724-02:00</updated><title type='text'>História (229 ) – “Far l’America (134 )": Rivalidades regionais entre os imigrantes italianos na cidade de Campinas (2)</title><content type='html'>A pesquisadora Maria Lúcia de Souza RangelRicci, do Centro de MemóriaUnicamp, autora do artigo ”Conflitos D’Italianità e Ambigüidades dasDiferentes Societàs em Campinas e seus Distritos de Sousas e Joaquim Egídio(SP)”, publicado no site da&amp;nbsp; &lt;a href="http://sbph.org/2006/historia-poder-e-sociedade/maria-lucia-de-souza-rangel-ricci"&gt;Sociedade Brasileira de Pesquisa Histórica&lt;/a&gt;, assim descreve o associativismo regional dos imigrantes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;“(.... ) Os italianos que se fixaram em Campinas englobandodois de seus atuais Distritos - Sousas e Joaquim Egídio - procuraram se reunirpor meio de associações que conservavam um cunho nitidamente regional, aliás,idéia corrente na Itália de fins do século XIX, quando o Estado há poucoformado, não havia ainda sobrepujado a noção de região (RIOS, l950).Predominaram as ligas e sociedades beneficentes, de mútuo socorro, comdenominações patrióticas, onde os indivíduos cultivavam também as tradições eatavismos de sua terra natal; as festas que promoviam eram as que prevaleciamem suas regiões e não as do país que estavam habitando, as quais lhes eramindiferentes.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;(...)Assim, onde estivessem algumas dezenas de peninsulares,logo surgiria uma associação que sempre manteve espírito individualista o queconstituiu sério obstáculo para o florescimento e continuidade da maior partedas associações.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Com seus estandartes, bandeiras e com número variável departicipantes, as associações italianas promoviam comemorações principalmenteem suas datas nacionais (onde era indispensável a presença da banda musical).&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Em Campinas, desde o final do século XIX várias sociedadesforam formadas e, em 1883, foi fundada a XX de Setembre que além de bailespromovia piqueniques no Bosque das Caneleiras (hoje Jequitibás), além de festastípicas italianas.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Foi muito comentada pela imprensa campineira da época afesta promovida por esta Sociedade em julho de 1897, em homenagem à memória deSadi Carnot, sendo que um grande baile teve lugar no Salão Vitória, o maisimponente da Campinas de então. Mas, a imprensa ainda deu vivo destaque àdiscussão havida durante a comemoração entre o presidente da XX de Setembre -Vito Zaccara - e Antônio Vignone, que conduzia a Famigliari Regina Margherita.O desentendimento, fruto da rivalidade existente entre ambas, foi decorrente dea Regina Margherita estar com saldo em sua conta menor que a XX de Setembre,além do número de sócios desta última associação ser maior.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Como se vê os motivos nem sempre eram relevantes e, comisto, as sociedades iam se enfraquecendo. Pouco tempo depois estas duasdeixaram de existir, cedendo lugar a outras que se dedicaram principalmente àmanutenção de escolas onde o prioritário era o ensino do italiano, mas semdeixar de lado a função assistencial”.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5302905728488546534-4056176771829370607?l=oriundibrasile.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oriundibrasile.blogspot.com/feeds/4056176771829370607/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://oriundibrasile.blogspot.com/2010/12/historia-229-far-lamerica-134.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5302905728488546534/posts/default/4056176771829370607'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5302905728488546534/posts/default/4056176771829370607'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oriundibrasile.blogspot.com/2010/12/historia-229-far-lamerica-134.html' title='História (229 ) – “Far l’America (134 )&quot;: Rivalidades regionais entre os imigrantes italianos na cidade de Campinas (2)'/><author><name>Eduardo Fiora</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12176291173151427439</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-tJfvgZLlQfA/TWVDWvTvvlI/AAAAAAAABUg/YMpFM9S-7wU/s220/foto-fiora-2011s.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5302905728488546534.post-2148197133057137587</id><published>2010-12-27T14:09:00.001-02:00</published><updated>2010-12-29T09:44:46.049-02:00</updated><title type='text'>História (228 ) – “Far l’America (133 )": Rivalidades regionais entre os imigrantes italianos na cidade de Campinas (1)</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;O caráter heterogêneo da imigração italiana no Brasil,marcado pela diferenças sócio-culturais dos pioneiros oriundos de diferentesregiões da Península Itálica, se refletiu, de imediato, na vida cotidiana, comodemonstra a pesquisadora Maria Lúcia de Souza RangelRicci, do Centro de MemóriaUnicamp, autora do artigo ]”Conflitos D’Italianità e Ambigüidades dasDiferentes Societàs em Campinas e seus Distritos de Sousas e Joaquim Egídio(SP)”, publicado no site da&amp;nbsp; &lt;a href="http://sbph.org/2006/historia-poder-e-sociedade/maria-lucia-de-souza-rangel-ricci"&gt;Sociedade Brasileira de Pesquisa Histórica&lt;/a&gt; .&lt;a href="http://sbph.org/2006/historia-poder-e-sociedade/maria-lucia-de-souza-rangel-ricci"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;“Em 1874, encontramos em Campinas os primeiros italianos ejá em l896 representavam eles quase o dobro das demais correntes imigratórias.Em l907, ocupavam o primeiro lugar no Estado de São Paulonas estatísticas referentes à imigração.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;A maioria dos imigrantes italianos chegou às regiões oraestudadas procedentes do Norte da Itália, contratado para o trabalho na lavourado café embora sem ter especialização e nem mesmo ofício determinado e comfamília já constituída. Mas, todos vieram com seus seculares preconceitosregionais.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Não seria, pois, com indivíduos tão heterogêneos, comtendências de independência econômica, de enriquecimento, além de muitosalmejarem logo voltar ao seu torrão natal, possível formar quadros fixos deoperários permanentes em determinado ofício.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Com um pessoal que assim pensava, com um nacionalismo exacerbado,desprezando o país em que se encontravam, apontando como estigma as doençastropicais, as pragas, os insetos, considerando inferiores negros, mulatos ecaboclos vendo-os como vadios, dados à embriaguez, mal vestidos e alimentados,não seria possível se esperar deles nos primeiros momentos da chegada alguminteresse proveitoso à vida brasileira.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;(...) A crise cafeeira iniciada em l929 transformou asituação até então existente nas áreas paulistas: grandes latifúndios foramrepartidos e até abandonados e os colonos puderam, com o que conseguiramamealhar, se transformarem em pequenos proprietários, formarem seus sítios coma família e, assim, se emanciparem.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Especificamente no caso de Campinas, considerando-se queconstituíam um grande contingente, não tardou muito para que se envolvessem emalgumas confusões, apesar de seu temperamento geralmente alegre, mas agitado.Assim, uma das primeiras que se tem notícia foi a 7 de abril de 1879 - achamada Revolução dos Italianos - quando saíram às ruas, em grande arruaça earmados, unicamente, de... sapatos! Nunca se soube exatamente o porquê destemovimento; pelo que noticiou a imprensa da época poderia ter sido para obtençãode melhores salários nas fazendas e mais trabalho na zona urbana.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Foi este acontecimento o germe primeiro para a futuracriação do Vice-Consulado na cidade a fim de que os problemas que por vezessurgiam mesmo fossem resolvidos através da autoridade competente”.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5302905728488546534-2148197133057137587?l=oriundibrasile.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oriundibrasile.blogspot.com/feeds/2148197133057137587/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://oriundibrasile.blogspot.com/2010/12/historia-228-far-lamerica-133.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5302905728488546534/posts/default/2148197133057137587'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5302905728488546534/posts/default/2148197133057137587'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oriundibrasile.blogspot.com/2010/12/historia-228-far-lamerica-133.html' title='História (228 ) – “Far l’America (133 )&quot;: Rivalidades regionais entre os imigrantes italianos na cidade de Campinas (1)'/><author><name>Eduardo Fiora</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12176291173151427439</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-tJfvgZLlQfA/TWVDWvTvvlI/AAAAAAAABUg/YMpFM9S-7wU/s220/foto-fiora-2011s.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5302905728488546534.post-910020502287905186</id><published>2010-12-26T12:57:00.000-02:00</published><updated>2010-12-26T12:57:12.708-02:00</updated><title type='text'>Italianitá– O jeito de ser italiano na literatura do modernismo brasileiro:as sátiras de Juó Bananére (4)</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;table cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="float: left; margin-right: 1em; text-align: left;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_bmAyINP38RQ/TRdWMMaHigI/AAAAAAAABS8/VHpD5weaobM/s1600/pirralho.gif" imageanchor="1" style="clear: left; margin-bottom: 1em; margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://3.bp.blogspot.com/_bmAyINP38RQ/TRdWMMaHigI/AAAAAAAABS8/VHpD5weaobM/s320/pirralho.gif" width="254" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: left;"&gt;Bilac de armadura em ilustração de Voltolino &lt;/td&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: left;"&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: left;"&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: left;"&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;Em 1915, o poeta Olavo Biliac fazia uma visita a São Paulono boljo da Campanha Civilista (iniciada por Rui Barbosa em 1910 opondo-se àcandidatura presidencial do marechal Hermes da Fonseca) . As páginas da revista“O Pirralho” apoiavam os civilistas. Mas o cronista Juó Banaére, pseudônimo dopoeta e jornalista Alexandre Ribeiro MarcondesMachado, não poupava críticas irônicas a Bilac e, por ocasião da visita do“Príncipe dos poetas brasileiros” a São Paulo,publicava o artigo “O NAZIONALZIMO - A migna visita na Cademia di Cumerço duBraiz”.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Após a publicação das críticas Bilac, Bananére deixaria de fazer doquando de cronista de “O Pirralho”, conforme anunciava a&amp;nbsp; própria revista&amp;nbsp; na edição seguinte: "Deixou de fazerparte desta revista o talentoso moço AlexandreMarcondes Machado, que sob o interessante pseudônimo de Juó de Bananére vinhaha muitos annos com as suas magníficas “Cartas d’Abaxo O´Piques” desopilando ofígado dos nossos leitores. Ao optimo companheiro os nossos agradecimentos comos melhores votos de felicidade".&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Elias Thomé Saliba (Departamento. de História – USP), emartigo publicado na Revista de História (&amp;nbsp;n.137,&amp;nbsp;São Paulo,&amp;nbsp;dez.&amp;nbsp;1997)relembra e comenta esse episódio:&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;“Contra a maré de elogios e saudações públicas ao"príncipe dos poetas brasileiros", Juó Bananére escreveu umaimpertinente paródia da presença de Olavo Bilac em São Pauloe, sobretudo, da famosa oração que o poeta pronunciou aos estudantes daFaculdade de Direito. Esta paródia foi publicada, um dia depois da festivaaparição de Bilac na Faculdade de Direito, na coluna de Bananére, em OPirralho. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Bananére começa com uma notícia triunfal:‘A vesta do Bilacco - Quartaferra teve a nunciada visita duBilacco, principe dus poeta brasileiro, o Dante nazionalo! Uh! Mamma mia, che sucesso!O saló stava xíinho di gente pindurado. Gada lustro apparicia un gaxo de bananadi gente. Bilacco disse moltos suneto gotuba&lt;a href="http://www.blogger.com/post-edit.g?blogID=5302905728488546534&amp;amp;postID=910020502287905186" name="tx01"&gt;&lt;/a&gt;’&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;.O problema é que a paródia envereda depois por lances maisdelicados, por exemplo, quando o próprio Bananére se compara a Bilac: ‘Nom é só o Bilacco que é uleomo de lettera -(ío) tambéscrivo verso, ió també scrivo livro di poesies chi o Xiquigno vai inditá, i chiundia va vê si nom é migliore dus livros du Bilacco... ‘&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Em seguida, o próprio Bananére aparece como convidado parauma ‘circunferenza na Gademia di Commerco du Braiz’; seu discurso, inteirinhoem macarrônico, é uma paródia absolutamente anárquica da fala nacionalista deBilac:&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;‘Signori! Io stó intirigno impegnorato con ista magnificarocepicó chi vuceio acaba di afazê inzima di mim. É moltas onra p'un pobrimarqueiz! (tutto munnno grita: nó apuiado!) Io ê di si ricordá internamente, icon molta ingratidó distu die di oggi! I aóra mi permitano che io parli unpocco da golonia italiana in Zan Baolo, istu pidaçó du goraçó da Intalia,atirado porca sorte inzima distas praga merigana. É una golonia ingolossale!Maise di mezzo milió di italiano stó ajugado aqui, du Braiz, ó Buó Rittiro, idu Billezigno ó Bizigue! I chi faiz istu mundo di intaliano chi non toma gontadu Cumerçu, das Fabrica, da pullitica, du guvernimo - i non botta u Duche dusAbruzzo come prisidenti du Stá nu lugáro du Rodrigo Arveros?’ &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Finalmente, Bananére conclui sua arenga anárquica,parodiando a célebre retórica de Bilac. (Lembre-se, aqui, dos famosos reptos dodiscurso de Bilac, por exemplo, quando dizia: "O que se tem feito, o quese está fazendo, para a definitiva constituição da nacionalidade?"). EisBananére:&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;‘I quali é consequenza diste relaxamento? É qui os intalianoaqui non manda nada quano puteva inveiz aguverná ista porcheria! Quale é aconsequenza da bidicaçó da nostra forza i du nostro nacionalismo? É chi nasceuna crianza, a máia é intaliana, o páio é intaliano e illo nasce é un gara dibraziliano! Istu no podi ingontinuá, no! A voiz chi sono giovani i fortecumpette afazê a reaccó, cumbattê, vencê e dinuminá istu tudo! Tegno dito"- Rompi una brutta sarva di parma. Mi begiário, mi giugáro flor e mi livároincarregado até o bondi inlétrico" (O Pirralho, 1915, p.9)’.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Mas, na realidade não houve nem beijos nem abraçostriunfais, pois a cidade e sua jovem elite intelectual, parece, não estavampara brincadeiras. Os estudantes da Faculdade de Direito, no dia seguintedirigiram-se afoitos, em magotes, para uma manifestação em frente a redação d'OPirralho - que então se localizava na rua XV de novembro, exigindo a demissãodo jornalista e ameaçando empastelar o jornal. Bananére é então demitido,perdendo o seu lugar de "barbieri e giurnaliste" na sua famosa coluna"Diário do Abaixo Piques" (O Estado de São Paulo,1915, p.7). Parecia claro que, à parte as desavenças pessoais que ajudavam afermentar o conflito, o anarquismo lingüístico de Juó Bananére não seenquadrava facilmente em fórmulas e manifestos, que pediam um mínimo declareza, renunciando a qualquer tipo de ambigüidade.O episódio é muitorevelador dos compromissos que a jovem intelligentsia de São Paulotinha com aquele nacionalismo algo difuso mas, que se nutria de uma únicacerteza: sua raiz paulista, ávida por construir e reforçar uma hegemonia e, sepossível, estendê-la ao campo das letras e da cultura.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Após a saída de O Pirralho, o cronista macarrônico chegou aescrever, a partir de 1916, muito esporadicamente nas revistas semanais OQueixoso e A Vespa. Na primeira, Marcondes Machado comparece com uma colunaintitulada "Sempr'avanti! - e na segunda revista, com a sua coluna"Cartas d'Abax'o Piques." Mas será em "O Queixoso", nofinal do ano de 1916, que Bananére irá detonar seu segundo desentendimento como então jovem estreante nas letras, Oswald de Andrade”. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5302905728488546534-910020502287905186?l=oriundibrasile.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oriundibrasile.blogspot.com/feeds/910020502287905186/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://oriundibrasile.blogspot.com/2010/12/italianita-o-jeito-de-ser-italiano-na_26.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5302905728488546534/posts/default/910020502287905186'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5302905728488546534/posts/default/910020502287905186'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oriundibrasile.blogspot.com/2010/12/italianita-o-jeito-de-ser-italiano-na_26.html' title='Italianitá– O jeito de ser italiano na literatura do modernismo brasileiro:as sátiras de Juó Bananére (4)'/><author><name>Eduardo Fiora</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12176291173151427439</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-tJfvgZLlQfA/TWVDWvTvvlI/AAAAAAAABUg/YMpFM9S-7wU/s220/foto-fiora-2011s.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_bmAyINP38RQ/TRdWMMaHigI/AAAAAAAABS8/VHpD5weaobM/s72-c/pirralho.gif' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5302905728488546534.post-4953805540350115853</id><published>2010-12-25T12:01:00.001-02:00</published><updated>2010-12-25T12:02:04.017-02:00</updated><title type='text'>História (227) -  "Far l´America (132 )":  Imigração e o desenvolvimento das colônias na Serra Gaúcha</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal"&gt;“Uma gama de legislações, Provincial e Imperial, regulava acolonização das terras desocupadas, criando uma administração central em cadacolônia. Um corpo funcional foi designado para a administração dos projetos decolonização e urbanização das áreas antes devolutas. A localização desta sedeera escolhida em um lugar conveniente, que posteriormente se transformaria nocentro do município. As primeiras instalações destas sedes (havia umapara cada uma das quatro colônias italianas) foram a casa da Comissão de Terrase Colonização, o Barracão para receber os imigrantes, um depósito de materiaise almoxarifado, o cemitério e as residências dos funcionários do governo.Posteriormente eram construídas uma igreja e uma escola (MACHADO e HERÉDIA,2003). Logo estes núcleos foram sendo ampliados com a construção de maismoradias para os imigrantes que não se adequavam ou não queriam se dedicar àsatividades agrícolas,surgindo assim os primeiros estabelecimentos de serviços,como oficinas, funilarias, botequins, casas de negócios etc.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Machado e Herédia (2003) apontam que no final do século XIX,toda a região dava sinais de prosperidade. Muitas pequenas indústrias já tinhamsido instaladas. Em Caxias havia 65 moinhos, 41 serrarias, 35 alambiques, 27ferrarias, 17 engenhos de cana, 9 curtumes, duasfunilarias, além de um semnúmeros de outros estabelecimentos. Como resultado do crescimento econômico queas colônias vinham alcançando, em 1884 foram emancipadas as colônias de Caxias,Dona Isabel e Conde D’Eu, passando à condição de distritos.Apenas seis anos depois, em 1890, foi criado o município de Caxias,tendo por sede&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;a Vila de Caxias” (de CláudioVinícius Silva Farias autor de &lt;a href="http://www.rbgdr.net/022009/artigo3.pdf"&gt;A indústria vitivinícola e o desenvolvimento  regional no RS: uma abordagem neoinstitucionalista da imigração italiana  aos dias atuais".&lt;/a&gt; )&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;a href="http://www.rbgdr.net/022009/artigo3.pdf"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5302905728488546534-4953805540350115853?l=oriundibrasile.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oriundibrasile.blogspot.com/feeds/4953805540350115853/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://oriundibrasile.blogspot.com/2010/12/historia-227-far-lamerica-132-imigracao.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5302905728488546534/posts/default/4953805540350115853'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5302905728488546534/posts/default/4953805540350115853'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oriundibrasile.blogspot.com/2010/12/historia-227-far-lamerica-132-imigracao.html' title='História (227) -  &quot;Far l´America (132 )&quot;:  Imigração e o desenvolvimento das colônias na Serra Gaúcha'/><author><name>Eduardo Fiora</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12176291173151427439</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-tJfvgZLlQfA/TWVDWvTvvlI/AAAAAAAABUg/YMpFM9S-7wU/s220/foto-fiora-2011s.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5302905728488546534.post-198881666072154348</id><published>2010-12-24T00:12:00.002-02:00</published><updated>2010-12-24T00:12:00.332-02:00</updated><title type='text'>História (226) – “Far l’America” (131): Vitivinicultura em Caxias do Sul nos primeiros tempos da grande imigração</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Um relato do trabalho dos imigrantes italianos nas férteisterra da Serra Gaúcha pode ser conferido no texto de &amp;nbsp; de CláudioVinícius Silva Farias, do Programa de Pós-Graduação em Economia, Universidade doVale do Sinos – UNISINOS. O título do artigo é &lt;a href="http://www.rbgdr.net/022009/artigo3.pdf"&gt;“A indústria vitivinícola e o desenvolvimento  regional no RS: uma abordagem neoinstitucionalista da imigração italiana  aos dias atuais".&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.rbgdr.net/022009/artigo3.pdf"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.rbgdr.net/022009/artigo3.pdf"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_bmAyINP38RQ/TRPM2XD-AtI/AAAAAAAABSo/XA3S0NV2f5s/s1600/Vale+dos+Vinhedos+I.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="236" src="http://2.bp.blogspot.com/_bmAyINP38RQ/TRPM2XD-AtI/AAAAAAAABSo/XA3S0NV2f5s/s320/Vale+dos+Vinhedos+I.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;“Os primeiros colonos trouxeram consigo mudas de novas variedadesde uvas, auxiliando no aperfeiçoamento da qualidade do vinho produzido naregião.Passados as duas primeiras safras, que garantiram asubsistência dos colonos, começaram a surgir os primeiros excedentes dosprodutos agrícolas e agroindustriais (ainda que de forma rudimentar), dandoinício a um comércio inter-regional e, logo a seguir, estadual e nacional, adespeito de todas as dificuldades logísticas existentes à época.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Além dosprodutos agrícolas tradicionais da subsistência colonial (milho, batata, trigo,arroz e feijão), as plantações de uvas se adaptaram muito bem ao clima (principalmenteas do tipo Isabel), gerando os maiores excedentes entre os produtos da região.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Em 1883, o cônsul italiano em Porto Alegre relatou: “a videira cresce de modosurpreendente. Já no segundo ano dá uva e no terceiro a colheita é abundante.Segundo afirmações de muitos colonos, foi precisamente esta riqueza agrícolaque reteve os nossos imigrantes. Em Conde D’Eu produziu-se em 1881aproximadamente 5.000 hectolitros de vinho. No presente ano espera-se obter otriplo” (COSTA et al, 1999)”. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5302905728488546534-198881666072154348?l=oriundibrasile.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oriundibrasile.blogspot.com/feeds/198881666072154348/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://oriundibrasile.blogspot.com/2010/12/historia-226-far-lamerica-131.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5302905728488546534/posts/default/198881666072154348'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5302905728488546534/posts/default/198881666072154348'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oriundibrasile.blogspot.com/2010/12/historia-226-far-lamerica-131.html' title='História (226) – “Far l’America” (131): Vitivinicultura em Caxias do Sul nos primeiros tempos da grande imigração'/><author><name>Eduardo Fiora</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12176291173151427439</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-tJfvgZLlQfA/TWVDWvTvvlI/AAAAAAAABUg/YMpFM9S-7wU/s220/foto-fiora-2011s.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_bmAyINP38RQ/TRPM2XD-AtI/AAAAAAAABSo/XA3S0NV2f5s/s72-c/Vale+dos+Vinhedos+I.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5302905728488546534.post-7650257926656275103</id><published>2010-12-23T00:14:00.002-02:00</published><updated>2010-12-23T00:14:00.398-02:00</updated><title type='text'>Italianitá– O jeito de ser italiano na literatura do modernismo brasileiro:as sátiras de Juó Bananére (3)</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Os textos no dialeto macarrônico criado por Juó Bananére(pseudônimo de Alexandre Marcondes Machado) ganharamfama na revista O Pirralho, a partir de 1911. Posteriormente foram reunidos nolivro La Divina Increnca, cuja primeira edição data de 1924 &amp;nbsp;(Irmãos Marrano, Editores).&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;O poema Migna Terra, por exemplo,brinca,&amp;nbsp; no macarronês de Bananére, com o famoso poema Canção do Exíio do poeta romântico Gonçalves Dias. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;MIGNA TERRA &lt;a href="http://www.blogger.com/post-edit.g?blogID=5302905728488546534&amp;amp;postID=7650257926656275103" name="_ftnref2"&gt;&lt;/a&gt;&amp;nbsp; &lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;(Juó Bananére)&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Migna terra tê parmeras,&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Che ganta inzima o sabiá,&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;As aves che stó aqui,&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Tambê tuttos sabi gorgeá.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;A abobora celestia tambê,&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Chi tê lá na mia terra,&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Tê moltos millió di strella&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Chi non tê na Ingraterra.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Os rios lá sô maise grandi &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Dus rio di tuttas naçó;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;I os matto si perdi di vista,&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Nu meio da imensidó.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Na migna terra tê parmeras,&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Dove ganta a galligna dangolla;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Na migna terra tê o Vapr’elli,&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Chi só anda di gartolla.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Canção do Exílio&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Minha terra tem palmeiras,&lt;br /&gt;Onde canta o Sabiá;&lt;br /&gt;As aves, que aqui gorjeiam,&lt;br /&gt;Não gorjeiam como lá.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nosso céu tem mais estrelas,&lt;br /&gt;Nossas várzeas têm mais flores,&lt;br /&gt;Nossos bosques têm mais vida,&lt;br /&gt;Nossa vida mais amores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em cismar, sozinho, à noite,&lt;br /&gt;Mais prazer encontro eu lá;&lt;br /&gt;Minha terra tem palmeiras,&lt;br /&gt;Onde canta o Sabiá.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Minha terra tem primores,&lt;br /&gt;Que tais não encontro eu cá;&lt;br /&gt;Em cismar — sozinho, à noite —&lt;br /&gt;Mais prazer encontro eu lá;&lt;br /&gt;Minha terra tem palmeiras,&lt;br /&gt;Onde canta o Sabiá.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não permita Deus que eu morra,&lt;br /&gt;Sem que eu volte para lá;&lt;br /&gt;Sem que desfrute os primores&lt;br /&gt;Que não encontro por cá;&lt;br /&gt;Sem qu’inda aviste as palmeiras,&lt;br /&gt;Onde canta o Sabiá.&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;Análise acadêmica&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;No site da Unicamp, uma das mais renomadas Universidades doBrasil, Cesar Augusto de Oliveira Casella analisa o poema MignaTerra no texto “&lt;a href="http://www.unicamp.br/iel/site/alunos/publicacoes/textos/l00004.htm"&gt;La Divina Insgugliambaçó ou ‘como se lê um poema em português macarrônico&lt;/a&gt;” &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;“Migna Terra’ não é apenas uma paródia cômica do poema deGonçalves Dias, mas um canto paralelo, pois ao mesmo tempo em que ironiza seusaspectos ufanistas e patrioteiros, presentifica o tema, atualizando-o para umanova situação. Através do conflito operativo de dois idiomas, o italiano e oportuguês, e sua resultante na invenção de uma nova linguagem, traz à tona ummomento histórico diverso daquele cantado pelo poema romântico”, analisaCristiana Fonseca&lt;a href="http://www.blogger.com/post-edit.g?blogID=5302905728488546534&amp;amp;postID=7650257926656275103" name="_ftnref10"&gt;&lt;/a&gt;. Além deste aspectohistórico e social, e para além também do aspecto literário e estético, podemostrabalhar o imbróglio de idiomas de que se serve o autor. A oralidade subjacenteà escrita de Juó é evidente. Pode-se ouvir um imigrante italiano que veio,ignorante e esperançoso, trabalhar braçalmente no Brasil, ou melhor, naslavouras de café do interior paulista, território bem conhecido pelo engenheiroAlexandre Machado, e que por um motivo ououtro, acabou encravado em um bairro de imigração italiana na cidade de São Paulo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Temos a mistura explicita e gráfica dos idiomas em galligna, em dove, em tuttas,em moltos. Temos índices da suposta ignorância, atribuída aos imigrantes ítalo-paulistanos,em abobora celestia substituindo abobada celestial, em maise grandi no lugar demaior. Temos aspectos ligados a sonoridade em abobora, que não possui o acentopara que haja uma maior aproximação com o idioma italiano, em tê e em tambê, quandoo final é alterado para se aproximar foneticamente do linguajar italianado”. &amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5302905728488546534-7650257926656275103?l=oriundibrasile.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oriundibrasile.blogspot.com/feeds/7650257926656275103/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://oriundibrasile.blogspot.com/2010/12/italianita-o-jeito-de-ser-italiano-na_23.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5302905728488546534/posts/default/7650257926656275103'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5302905728488546534/posts/default/7650257926656275103'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oriundibrasile.blogspot.com/2010/12/italianita-o-jeito-de-ser-italiano-na_23.html' title='Italianitá– O jeito de ser italiano na literatura do modernismo brasileiro:as sátiras de Juó Bananére (3)'/><author><name>Eduardo Fiora</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12176291173151427439</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-tJfvgZLlQfA/TWVDWvTvvlI/AAAAAAAABUg/YMpFM9S-7wU/s220/foto-fiora-2011s.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5302905728488546534.post-3235656420845300986</id><published>2010-12-23T00:06:00.001-02:00</published><updated>2010-12-23T00:06:00.802-02:00</updated><title type='text'>Italaini -  Ottone Zorlini: arte e polêmica</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="style19"&gt;Autor do polêmico monumento Travessia doAtlântico, Ottone Zorlini (Treviso Itália 1891 - São &lt;/span&gt;&lt;span class="style19"&gt;Paulo&lt;/span&gt;&lt;span class="style19"&gt; SP 1967) éassim descrito no verbete da&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="style19"&gt; &lt;a href="http://www.itaucultural.org.br/aplicexternas/enciclopedia_ic/index.cfm?fuseaction=artistas_biografia&amp;amp;cd_verbete=2971&amp;amp;cd_item=34&amp;amp;cd_idioma=28555"&gt;Enciclopédia Itaú Cultural&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="style19"&gt; .&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_bmAyINP38RQ/TRI7PL99mXI/AAAAAAAABSc/3hUC8FKzhQM/s1600/002019003013.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://3.bp.blogspot.com/_bmAyINP38RQ/TRI7PL99mXI/AAAAAAAABSc/3hUC8FKzhQM/s200/002019003013.jpg" width="141" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="style19"&gt;“Pintor, escultor, desenhista eceramista.&amp;nbsp;Inicia sua trajetória profissional, aos 13 anos de idade,quando começa a trabalhar em uma fábrica de cerâmica. Muda-se para Veneza, ondeem 1906, cursa a Academia de Belas-Artes e freqüenta os ateliês do escultorUmberto Feltrin e do ceramista Cacciapuoti. Nessa cidade, executa retratos emonumentos funerários, por volta de 1919. Em 1927, vem para o Brasil, onderealiza o Monumento aos Heróis da Travessia do Atlântico no ano seguinte. Passaa conviver com os pintores Mario Zanini, Francisco Rebolo e Alfredo Volpi,integrantes do Grupo Santa Helena, em São &lt;/span&gt;&lt;span class="style19"&gt;Paulo&lt;/span&gt;&lt;span class="style19"&gt;.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="style19"&gt;Com essesartistas, viaja constantemente pelos arredores do litoral paulista, entre 1936a 1943. Além dessas atividades, participa da formação do Sindicato dos ArtistasPlásticos de São &lt;/span&gt;&lt;span class="style19"&gt;Paulo&lt;/span&gt;&lt;span class="style19"&gt;. De 1959 a 1963 dedica-se a escultura elaborando bustos e obrasfúnebres”.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5302905728488546534-3235656420845300986?l=oriundibrasile.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oriundibrasile.blogspot.com/feeds/3235656420845300986/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://oriundibrasile.blogspot.com/2010/12/italaini-ottone-zorlini-arte-e-polemica.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5302905728488546534/posts/default/3235656420845300986'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5302905728488546534/posts/default/3235656420845300986'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oriundibrasile.blogspot.com/2010/12/italaini-ottone-zorlini-arte-e-polemica.html' title='Italaini -  Ottone Zorlini: arte e polêmica'/><author><name>Eduardo Fiora</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12176291173151427439</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-tJfvgZLlQfA/TWVDWvTvvlI/AAAAAAAABUg/YMpFM9S-7wU/s220/foto-fiora-2011s.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_bmAyINP38RQ/TRI7PL99mXI/AAAAAAAABSc/3hUC8FKzhQM/s72-c/002019003013.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5302905728488546534.post-3527174730094210778</id><published>2010-12-22T15:39:00.000-02:00</published><updated>2010-12-22T15:39:23.283-02:00</updated><title type='text'>Cultura - A polêmica escultura da Travessia do Atlântico (3)</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_bmAyINP38RQ/TRI3sd8122I/AAAAAAAABSY/StqrvkG_2Dw/s1600/DSC_00032.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://2.bp.blogspot.com/_bmAyINP38RQ/TRI3sd8122I/AAAAAAAABSY/StqrvkG_2Dw/s320/DSC_00032.jpg" width="119" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Após 25 anos, o &amp;nbsp;monumentoHeróis da &amp;nbsp;Travessia do Atlântico, nestemês de dezembrro de 2010, voltou para seu lugar de origem: as margens daRepresa de Guarapiranga (Zona Sul da Cidade de São Paulo)Obra do escultor ítalo-brasileiro Ottone Zorlini foi inaugurada em 1929, poriniciativa da Sociedade Dante Alighieri, como homenagem aos aviadores italianosFrancesco De Pinedo e Carlo Del Prete, que dois anos antes (mas já cinco anosdepois dos portugueses Gago Coutinho e Sacadura Cabral), a bordo doSavoia-Marchetti S.55, haviam feito uma das travessias aéreas pioneiras doAtlântico Sul, bem como ao brasileiro João Ribeiro de Barros, que, pouco tempodepois, ainda no ano de 1927, realizou a mesma façanha, a bordo do hidroaviãoJahú.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Os mais jovens talvez não saibam que a obra de arte, que nosúltimos 25 anos esteve na Avenida Brasil, foi durante muitos anos um marco doDistrito do Socorro e registra um dos fatos mais importantes da aviaçãobrasileira, a travessia d Oceano Atlântico nos anos 20. Um verdadeiro feitopara o início do século passado.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Em 1987, o então prefeito Jânio Quadros determinou que omonumento fosse movido para os Jardins, para ser protegido de uma série dedepredações que vinha sofrendo, onde permaneceu até meados deste ano. Neste seuretorno ele ficará dentro do parque municipal da Barragem que é cercado e seráiluminado, além de ficar exatamente em frente a um Distrito Policial, tudo istopara evitar que ele venha a sofrer qualquer dano no futuro.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5302905728488546534-3527174730094210778?l=oriundibrasile.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oriundibrasile.blogspot.com/feeds/3527174730094210778/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://oriundibrasile.blogspot.com/2010/12/cultura-polemica-escultura-da-travessia_4574.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5302905728488546534/posts/default/3527174730094210778'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5302905728488546534/posts/default/3527174730094210778'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oriundibrasile.blogspot.com/2010/12/cultura-polemica-escultura-da-travessia_4574.html' title='Cultura - A polêmica escultura da Travessia do Atlântico (3)'/><author><name>Eduardo Fiora</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12176291173151427439</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-tJfvgZLlQfA/TWVDWvTvvlI/AAAAAAAABUg/YMpFM9S-7wU/s220/foto-fiora-2011s.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_bmAyINP38RQ/TRI3sd8122I/AAAAAAAABSY/StqrvkG_2Dw/s72-c/DSC_00032.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5302905728488546534.post-7079662095575599809</id><published>2010-12-22T14:16:00.001-02:00</published><updated>2010-12-22T14:16:50.410-02:00</updated><title type='text'>Cultura - A polêmica escultura da Travessia do Atlântico (2)</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_bmAyINP38RQ/TRIkLNVCwbI/AAAAAAAABSU/JwBBkB_wmMc/s1600/DSC_00031.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="143" src="http://2.bp.blogspot.com/_bmAyINP38RQ/TRIkLNVCwbI/AAAAAAAABSU/JwBBkB_wmMc/s200/DSC_00031.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;“O monumento aos “Heróis da Travessia do Atlântico” (obra deOttone Zorlini -Treviso, Itália, 1891 – São Paulo,1967), sofreu vários danos exposto a céu aberto em São Paulo. Durante a Segunda Guerra Mundial, os feixes de bronze foram retirados erecolocados tempos depois. Detalhes decorativos de bronze que adornavam acoluna foram furtados, assim como as placas de bronze, com inscrições emitaliano, repostas em mais de uma ocasião.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 1985, o Instituto Cultural Umbro-Toscano de São Paulosolicitou a readequação do local de implantação do monumento à Prefeitura. Aentidade temia pela integridade da obra, instalada num ponto em que a avenidaDe Pinedo forma um ângulo de 90 graus, com intenso tráfego de ônibus ecaminhões. Julgando que o monumento estava “escondido” em Santo Amaro, oprefeito Jânio Quadros determinou sua transferência, em 1987, para a praçaNossa Senhora do Brasil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O fato, abordado exaustivamente pela imprensa, causoumuita polêmica. Na praça, a obra foi pichada várias vezes, em manifestações derepúdio ao regime fascista e a Benito Mussolini. Esquecia-se que o monumentopresta justa homenagem a um feito louvável para a época e expressa asideologias presentes no momento de sua concepção e implantação”. (Fonte: Prefeitura Municipal de São Paulo)&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5302905728488546534-7079662095575599809?l=oriundibrasile.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oriundibrasile.blogspot.com/feeds/7079662095575599809/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://oriundibrasile.blogspot.com/2010/12/cultura-polemica-escultura-da-travessia_22.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5302905728488546534/posts/default/7079662095575599809'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5302905728488546534/posts/default/7079662095575599809'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oriundibrasile.blogspot.com/2010/12/cultura-polemica-escultura-da-travessia_22.html' title='Cultura - A polêmica escultura da Travessia do Atlântico (2)'/><author><name>Eduardo Fiora</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12176291173151427439</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-tJfvgZLlQfA/TWVDWvTvvlI/AAAAAAAABUg/YMpFM9S-7wU/s220/foto-fiora-2011s.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_bmAyINP38RQ/TRIkLNVCwbI/AAAAAAAABSU/JwBBkB_wmMc/s72-c/DSC_00031.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5302905728488546534.post-1457995530022966695</id><published>2010-12-22T11:58:00.002-02:00</published><updated>2010-12-22T12:06:23.221-02:00</updated><title type='text'>Cultura - A polêmica escultura da Travessia do Atlântico (1)</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_bmAyINP38RQ/TRIAkTfZoTI/AAAAAAAABSM/gngbFXwUjBM/s1600/travessia+atlantico.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="265" src="http://3.bp.blogspot.com/_bmAyINP38RQ/TRIAkTfZoTI/AAAAAAAABSM/gngbFXwUjBM/s400/travessia+atlantico.JPG" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Mesmo antes de sua concepção, o monumento "Heróis da Travessia do Atlântico"- recolocado neste mês de dezembro de 2010 no seu lugar de origem, às margens da Represa de Guarapiranga,(zona Sul da cidade de São Paulo) - causou polêmica por estar associado à figura de Benito Mussolini. A Prefeitura de São Paulo, relembra como é que o monumento foi concebido.&amp;nbsp; &lt;br /&gt;&amp;nbsp; &lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_bmAyINP38RQ/TRIDDr2gYJI/AAAAAAAABSQ/CBGQn7B8jF4/s1600/travessia+atlantico1.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_bmAyINP38RQ/TRIDDr2gYJI/AAAAAAAABSQ/CBGQn7B8jF4/s1600/travessia+atlantico1.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;"Uma comissão de imigrantes italianos encaminhou à Câmara Municipal, em 1924, um pedido de licença para construir um monumento em homenagem a Benito Mussolini numa das praças de São Paulo. Mussolini, primeiro-ministro da Itália entre 1922 e 1943, era líder do movimento nacional-imperialista daquele país, conhecido como “fascista”. O pedido foi debatido pelos vereadores, mas logo ultrapassou o recinto da Câmara, provocando manifestações de vários segmentos da sociedade. Dada a reação, o projeto foi abandonado. Dois anos depois, no entanto, a idéia foi retomada, mas a oposição a ela continuava tão viva quanto sua defesa e, mais uma vez, o projeto ficou em suspenso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pouco tempo depois, o general Francesco De Pinedo, o piloto Carlo Del Prete e o mecânico Vitale Zachetti, todos italianos, atravessaram o Atlântico a bordo do hidroavião Savóia 55 “Santa Maria” e amerissaram na represa do Guarapiranga no dia 28 de fevereiro de 1927. Uma multidão os aguardava, composta, sobretudo, por italianos aqui radicados e seus descendentes. No dia 1º de agosto do mesmo ano, João Ribeiro de Barros realizou a mesma façanha, a bordo do hidroavião Jaú. &lt;i&gt;A Light &amp;amp; Power Company&lt;/i&gt; teve de colocar bondes extras para atender aos populares que acorriam à represa saudar o aviador brasileiro. A Sociedade Dante Alighieri propôs a construção de um monumento “aos heróis da travessia do Atlântico”, junto à barragem do Guarapiranga e próximo ao local das amerissagens, no então município de Santo Amaro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para celebrar a aventura de seus compatriotas, Mussolini enviou a São Paulo uma coluna, com capitel em estilo jônico, retirada de uma construção milenar recém-descoberta no monte Capitólio, em Roma. A coluna foi incorporada ao monumento, inaugurado no dia 21 de agosto de 1929. Em declaração à imprensa, Ottone Zorlini (Treviso, Itália, 1891 – São Paulo, 1967), autor da obra, falou sobre o seu significado: “A junção ideal da época da Roma antiga às modernas conquistas que renovam e perpetuam a grandeza do passado, constitui a concepção geral da obra”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No topo de um alto pedestal, uma escultura de bronze, chamada de “Vitória Alada”, lembra o sonho de Ícaro e aponta na direção do oceano. Na face frontal do pedestal, estrelas de bronze compõem a constelação do Cruzeiro do Sul. Nas laterais, encontram-se dois &lt;i&gt;fascios&lt;/i&gt;. Um deles tem a esfera celeste e a inscrição “Ordem e Progresso” da bandeira brasileira; o outro, o símbolo de Roma: uma loba alimentando os irmãos Rômulo e Remo. A coluna romana está engastada na parte inferior do pedestal. A altura total do monumento é de cerca de 9 metros.&lt;br /&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_bmAyINP38RQ/TRIDDr2gYJI/AAAAAAAABSQ/CBGQn7B8jF4/s1600/travessia+atlantico1.jpg" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="154" src="http://2.bp.blogspot.com/_bmAyINP38RQ/TRIDDr2gYJI/AAAAAAAABSQ/CBGQn7B8jF4/s200/travessia+atlantico1.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Fascio e machadinha: simbologia fascista&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;O fascio&lt;/i&gt; – feixe de varas transportado por antigos oficiais romanos, junto com uma machadinha, quando acompanhavam os magistrados – era um símbolo utilizado na Antiga Roma para expressar a idéia de que, uma vez unidos, os homens não poderiam ser vencidos. O &lt;i&gt;fascio&lt;/i&gt; foi resgatado por Mussolini e transformado em símbolo do fascismo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mussolini tinha interesses estratégicos nos vôos pioneiros dos aviadores italianos e estudava o estabelecimento de pontos de apoio para sua frota aérea. Chamava De Pinedo de “Senhor das distâncias” e o acompanhou na definição do itinerário da viagem pelo Atlântico e pelas Duas Américas. O hidroavião Savóia 55 foi batizado com o nome de uma das caravelas de Colombo, a “Santa Maria”, lembrando assim a descoberta da América pelo navegador genovês. A travessia do Atlântico, maior desafio da viagem, foi feita em linha reta entre Bolama, na Guiné Portuguesa (atual Guiné-Bissau), e Natal, no Rio Grande do Norte, seguindo depois pela costa brasileira até Buenos Aires. De Buenos Aires, os italianos cruzaram a América do Sul pelo interior do continente, seguindo os rios Paraná, Paraguai, passando por Manaus, Cuba, e alcançando a América do Norte. A travessia do Atlântico Norte foi feita em linha reta, de Terranova, no Canadá, à Ilha dos Açores".&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5302905728488546534-1457995530022966695?l=oriundibrasile.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oriundibrasile.blogspot.com/feeds/1457995530022966695/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://oriundibrasile.blogspot.com/2010/12/cultura-polemica-escultura-da-travessia.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5302905728488546534/posts/default/1457995530022966695'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5302905728488546534/posts/default/1457995530022966695'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oriundibrasile.blogspot.com/2010/12/cultura-polemica-escultura-da-travessia.html' title='Cultura - A polêmica escultura da Travessia do Atlântico (1)'/><author><name>Eduardo Fiora</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12176291173151427439</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-tJfvgZLlQfA/TWVDWvTvvlI/AAAAAAAABUg/YMpFM9S-7wU/s220/foto-fiora-2011s.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_bmAyINP38RQ/TRIAkTfZoTI/AAAAAAAABSM/gngbFXwUjBM/s72-c/travessia+atlantico.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5302905728488546534.post-5493858835723774778</id><published>2010-12-21T20:15:00.011-02:00</published><updated>2010-12-21T20:43:10.885-02:00</updated><title type='text'>Italiani - A aventura de Ferrarin e Del Prete nos céus da Itália e do Brasil</title><content type='html'>&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_bmAyINP38RQ/TREsYk9Nc1I/AAAAAAAABSE/KUvBZDF-s00/s1600/prete_pilotos.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="232" src="http://2.bp.blogspot.com/_bmAyINP38RQ/TREsYk9Nc1I/AAAAAAAABSE/KUvBZDF-s00/s320/prete_pilotos.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Em 2009, a Fundação Rampa, com sede em Natal (Rio Grande doNorte), publica o livro “Cavaleiros do Céu: a saga do vôo de Ferrarin e DelPrete, de autoria dos pesquisadores Frederico Nicolau e Rostand Medeiros. A façanha concluída em 5 de julho de 1928 (com pouso emNatal) celebrizou os italianos Arturo Ferrarin e Carlo Del Prete.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;"Os italianos voaram sobre o mar em uma aeronave que não utilizava flutuadores, quepossuía grande parte de sua estrutura em madeira, a uma velocidade média de 170km/h, sem maiores recursos tecnológicos, com apenas um pequeno rádiotransmissor, que, entretanto não tinha sistema de recepção, deixando-os surdosem relação ao que acontecia ao seu redor. Ferrarin e Del Prete enfrentaramtempestades fortíssimas. Eles seguiram uma rota que não se distanciava muito damesma utilizada pelo recente e fatídico vôo AF-447 da Air France, masconseguiram superar as massas de nuvens que quase comprometeram o “raid” eforam os primeiros aviadores a completarem sem escalas a ligação aérea entre aEuropa e a América do&lt;/span&gt; &lt;span style="font-size: small;"&gt;Sul.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;Enquanto isso, em uma chuvosa Natal, a expectativa era enorme. Operadores dasestações de rádio da Marinha e da firma Wharton Pedroza, aguardavam algum sinalem código Morse. O governador da época, Juvenal Lamartine de Faria, já haviapreparado toda uma estrutura de apoio aos tripulantes do Savoia-Marchetti S.64e o então distante Campo de Parnamirim, permanecia iluminado por fogueiras. Namanhã de cinco de julho, após visualizarem a costa brasileira, os maravilhadositalianos transmitem uma mensagem informando da chegada. Após circularem emmeio a pesadas nuvens durante quase quatro horas, sobrevoaram a capitalpotiguar, onde observam seus habitantes acenando entusiasticamente. Entretanto elesnão encontraram uma ferrovia que indicaria o caminho para o Campo deParnamirim.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_bmAyINP38RQ/TREsl7PQvKI/AAAAAAAABSI/qQf15GaSVek/s1600/s64_touros.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://4.bp.blogspot.com/_bmAyINP38RQ/TREsl7PQvKI/AAAAAAAABSI/qQf15GaSVek/s1600/s64_touros.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Buscaram algum local propício para pousarem ao longo da costalitorânea ao norte de Natal e, já sem gasolina, aterrissaram com sucesso nasareias de uma lagoa seca, próximo a beira-mar, de onde podiam avistar a apenasdois quilômetros, uma pequena vila chamada Touros. Este feito assombrou atodos, mostrando a um mundo, que, em grande parte ainda utilizava a traçãoanimal como principal meio de transporte, as enormes vantagens da aviação. Seuato colocou definitivamente o Rio Grande do Norte, com a sua vantajosa posiçãogeográfica, nos mapas daqueles que desenvolviam este novo meio de transporte”.&amp;nbsp;(&lt;a href="http://tribunadonorte.com.br/noticias/114722.html"&gt;Tribuna do Norte&lt;/a&gt;&lt;cite&gt;)&lt;/cite&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5302905728488546534-5493858835723774778?l=oriundibrasile.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oriundibrasile.blogspot.com/feeds/5493858835723774778/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://oriundibrasile.blogspot.com/2010/12/normal-0-21-microsoftinternetexplorer4_564.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5302905728488546534/posts/default/5493858835723774778'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5302905728488546534/posts/default/5493858835723774778'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oriundibrasile.blogspot.com/2010/12/normal-0-21-microsoftinternetexplorer4_564.html' title='Italiani - A aventura de Ferrarin e Del Prete nos céus da Itália e do Brasil'/><author><name>Eduardo Fiora</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12176291173151427439</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-tJfvgZLlQfA/TWVDWvTvvlI/AAAAAAAABUg/YMpFM9S-7wU/s220/foto-fiora-2011s.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_bmAyINP38RQ/TREsYk9Nc1I/AAAAAAAABSE/KUvBZDF-s00/s72-c/prete_pilotos.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5302905728488546534.post-8089501045597286785</id><published>2010-12-21T19:11:00.000-02:00</published><updated>2010-12-21T19:11:18.051-02:00</updated><title type='text'>Italianitá– O jeito de ser italiano na literatura do modernismo brasileiro:as sátiras de Juó Bananére (2)</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;No ano em que nascia Juó Bananére (1911), o Brasil eragovernado por um militar, o marechal Hermes da Fonseca. A ação política do periódico“O Pirrallho” foi extremamente crítica em relação ao governo do marechal.&amp;nbsp; E tal crítica se sustentava no humor e na ironiade Bananére.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Artigo publicado por Sérgio Amaral Silva no site &lt;a href="http://www.digestivocultural.com/colunistas/coluna.asp?codigo=574"&gt;Digestivo Cultural&lt;/a&gt; faz menção àcrítica política de Juó Banaére.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Seu alvo preferencial, o presidente da República entre 1910e 1914, marechal Hermes da Fonseca (que tratava por "Maresciallo","Hermese" ou "Dudú"), a quem não poupava também a noiva, acaricaturista Nair de Teffé (a "Nairia"). Ironizava ainda a eminênciaparda do governo, o político gaúcho Pinheiro Machado (o "Pignêro").Essas três personagens aparecem no poema O Dudú, que no trecho final osdenuncia como responsáveis pelo desvio de dinheiro público:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"O Maresciallo co'a Nairia i co Pignêro&lt;br /&gt;Azuláro cos dignêro&lt;br /&gt;Gá du Banco da Naçô.&lt;br /&gt;I un restigno che scapô distu pissoalo&lt;br /&gt;O ermó du Maresciallo&lt;br /&gt;Passô a mó, abafô !&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;I o Brasile goitado !&lt;br /&gt;Ficô pilado, pilado !!..."&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5302905728488546534-8089501045597286785?l=oriundibrasile.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oriundibrasile.blogspot.com/feeds/8089501045597286785/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://oriundibrasile.blogspot.com/2010/12/italianita-o-jeito-de-ser-italiano-na.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5302905728488546534/posts/default/8089501045597286785'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5302905728488546534/posts/default/8089501045597286785'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oriundibrasile.blogspot.com/2010/12/italianita-o-jeito-de-ser-italiano-na.html' title='Italianitá– O jeito de ser italiano na literatura do modernismo brasileiro:as sátiras de Juó Bananére (2)'/><author><name>Eduardo Fiora</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12176291173151427439</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-tJfvgZLlQfA/TWVDWvTvvlI/AAAAAAAABUg/YMpFM9S-7wU/s220/foto-fiora-2011s.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5302905728488546534.post-3345868202637137137</id><published>2010-12-20T11:45:00.001-02:00</published><updated>2010-12-20T19:20:52.866-02:00</updated><title type='text'>Italianitá– O jeito de ser italiano na literatura do modernismo brasileiro:as sátiras de Juó Bananére (1)</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;table cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="float: left; margin-right: 1em; text-align: left;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_bmAyINP38RQ/TQ9deCkXx9I/AAAAAAAABR0/KGD-IDpZa8o/s1600/bananere_1162047760.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; margin-bottom: 1em; margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://3.bp.blogspot.com/_bmAyINP38RQ/TQ9deCkXx9I/AAAAAAAABR0/KGD-IDpZa8o/s200/bananere_1162047760.jpg" width="159" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Alexandre Machado&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;A imigração italiana e aitalianidade de uma São Paulo em grande&amp;nbsp;transformação urbana, foram, nas primeiras décadas do século XX, fontesde inspiração para dois jovens escritores do Modernismo no Brasil: Alexandre Ribeiro Machado, que se firmou com pseudônimo JuóBananére, e Alcântara Machado.Ambos autores deixaram umprecioso legado, até hoje tema de estudos sócio-linguinticos em Faculdades eUniversidades: um retrato do jeito de ser, e sobretudo de falar, dos italianosque se fixaram na capital paulista.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;A sátira de Bananére&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;No dia&amp;nbsp; 11 de abril de 1892, nascia na cidade Pindamonhangaba, interior de São Paulo, Alexandre Ribeiro Marcondes Machado, filho de José Francisco Ribeiro Marcondes Machado e deMariana Machado. Em 1895, com a morte de José Francisco, a viúva partiria rumoa&amp;nbsp; Araraquara (interior paulista)&amp;nbsp; Paulo, levando consigo seusoito filhos. Mais tarde os Machado seguiriam para Campinas ondeAlexandre completaria o ensino secundário.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Em1911, com residência fixada em São Paulo e matriculado na EscolaPolitécnica da Universidade de São Paulo, um novo tempo se abririana vida desse jovem estudante, com sua participação na revista “O Pirralho”. Eé na Pirralho que surge a figura de Juó Bananére, pseudônimo que Alexandre Machado optou para atuar comocronista&amp;nbsp; no periódico fundado por Oswaldde Andrade.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Quemabriu espaço para o nascimento de Bananére foi o próprio Oswald, que, sob opseudônimo de Annibale Scipione, &amp;nbsp;publicava na revista crônicas noestilo macarrônico.&amp;nbsp;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Váriosestudos e artigos produzidos no meio acadêmico brasileiro analisam a importânciado gênero literário de Juó Banaére e suas implicações sociológicas e linguítsicas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Ao comentar a caricatura de Bananére, criada por Voltolino (pseudônimo do ilustradororiundo&amp;nbsp;&lt;a href="http://oriundibrasile.blogspot.com/2010/12/italiani-as-caricaturas-de-lemmo-lemmi.html"&gt;Lemmo Lenni&lt;/a&gt; ),&lt;a href="http://www.jornalolince.com.br/2010/arquivos/letras-juo-bananere-www.jornalolince.com.br-edicao035.pdf"&gt;Benedito Antunes &lt;/a&gt;(professorde Literatura Brasileira da Unesp, Câmpus de Assis, e autor de Juó Bananére: AsCartas d’Abax’o Pigues, São Paulo, Editora Unesp, 1998),lembra que “suafigura tem traços mais populares e cômicos do que a de seu antecessor (Anibale):cabeleiradesgrenhada, nos bigodões em ponta e nas pernas arqueadas, como na casaca, nochapéu, na impagável bengala e no cachimbo fumarento que o acompanham. Passa arepresentar, dessa forma, o imigrante italiano mais pobre, que ocupava grandeparte dos bairros populares da capital paulista, na figura daqueles quehabitavam a Baixada do Piques’.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Benedito Antunes defende quetal representação deve ser avaliada dentro do contexto social de uma São Paulo repleta de imigrantes,cidadãos sujeitos ás mais diversas formas de preconceitos, entre elas &amp;nbsp;em grande número, e espalhados em bairros comoBrás e Bexiga, os italianos, naturalmente, eram alvo preferencial dessa sátira &amp;nbsp;imigrante italiano "Pode ser que Oswald de Andrade, ao criar a colunano semanário, não tenha ido muito além de uma intenção humorística semelhante à exploraçãomais corrente da situação do imigrante, que consistia em imitar o linguajarouvido nos bairros populares do Brás, Bixiga, Bom Retiro, Barra Funda, Piques.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Alexandre Machado, por sua vez, foiconsolidando uma perspectiva um pouco diferente, fazendo com que a figura deBananére desperte interesse ainda hoje, independentemente de sua motivaçãooriginal. Isto porque logrou superar a imitação um tanto preconceituosa dolinguajar dos forasteiros e atingiu um nível de criação textual que pode sercaracterizado como literário. Em outras palavras, foi como se, superando o macarrônicoenquanto incapacidade de falar bem determinada língua, tivesse alcançado umnível superior de macarrônico, que poderia ser designado por gêneromacarrônico. Aqui reside, a meu ver, o grande diferencial do fenômeno Bananére,que lhe garante sobrevivência e eventual incorporação definitiva ao cânone daliteratura brasileira"&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;. &amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5302905728488546534-3345868202637137137?l=oriundibrasile.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oriundibrasile.blogspot.com/feeds/3345868202637137137/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://oriundibrasile.blogspot.com/2010/12/italianidade-o-jeito-de-ser-italiano-na.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5302905728488546534/posts/default/3345868202637137137'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5302905728488546534/posts/default/3345868202637137137'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oriundibrasile.blogspot.com/2010/12/italianidade-o-jeito-de-ser-italiano-na.html' title='Italianitá– O jeito de ser italiano na literatura do modernismo brasileiro:as sátiras de Juó Bananére (1)'/><author><name>Eduardo Fiora</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12176291173151427439</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-tJfvgZLlQfA/TWVDWvTvvlI/AAAAAAAABUg/YMpFM9S-7wU/s220/foto-fiora-2011s.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_bmAyINP38RQ/TQ9deCkXx9I/AAAAAAAABR0/KGD-IDpZa8o/s72-c/bananere_1162047760.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5302905728488546534.post-5317755658124824311</id><published>2010-12-20T02:23:00.001-02:00</published><updated>2010-12-20T11:29:30.042-02:00</updated><title type='text'>Oriundi  –  As caricaturas de Lemmo Lemmi (2)</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Na&amp;nbsp;&lt;a href="http://revistacult.uol.com.br/website/dossie/Default.asp?sqlPage=57"&gt;Revista Cult,&lt;/a&gt; &lt;span style="font-family: Arial; font-size: 10pt;"&gt;Djalma Cavalcante (antropólogo, foi professor na Universidade de Roma "La Sapienza",&amp;nbsp;&amp;nbsp; e coordenador da Comissão Organizadora do Centenário do Nascimento de Alcântara Machado, o escritor modernista autor de Brás, Bexiga e Barra Funda) fala sobre o talento do ilustrador Voltolino, pseudônimo do oriundo Lemmo Lemmi. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 10pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;'Um ilustrador que exerceu significativa influência sobreAntónio de Alcântara Machado foi Voltolino (nome artístico de Lemmo Lemmi,paulistano, filho de imigrantes italianos, nascido em 1884 e falecido em 1926).Tal influência era reconhecida conscientemente por António, ao ponto de adedicatória do Brás, Bexiga e Barra Funda ter sido dirigida à memória dodesenhista e de o primeiro artigo da coluna Saxofone, no Jornal do Comércio deSão Paulo de 4 de setembro de 1926 ter tidoVoltolino como tema. Vejamos trechos desse artigo:&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;br /&gt;&lt;i&gt;’Para mim o que há de melhor na obra deixada por Voltolino é a fixação doítalo-paulista. Fixação humorística. Triste também. Voltolino inspirava-se no ambiente. Daí o seu mérito. Foi o caricaturista destemomento inapreciável que a gente vive.Lápis desgracioso, o seu. Deselegante como ele só. Por isso mesmo caricaturavamelhor os humildes. ... Com dois traços apanhava o tipo em flagrante. O desenho era apressado mas seguro... Sua obra nasceu toda de momento. Suas caricaturas eram sempre provocadas. Oassunto surgia sem ser buscado. Assim muito naturalmente: na rua, no noticiáriodos jornais, nos acontecimentos do dia. O desenho tinha relação com o instanteem que aparecia. Datava sempre um fato. Marcava um tipo ocasional. Comentava.Sublinhava. ... Sob certo aspecto continuou Angelo Agostini. Ele em São Pauloe J. Carlos no Rio ficarão sendo os ilustradores de sua época. ...Os caricaturistas brasileiros imitando os seus patrícios pintores têm sededicado quase que exclusivamente à interpretação do negro e do caboclo. ...Voltolino enriqueceu a galeria com mais um tipo: o ítalo-paulista. Criou o JuóBananere. Ou melhor: a família de Juó Bananere. ...Eu o via passar todas as noites quase madrugada sozinho, o olhar meio injetado,o passo meio incerto. Hora suja das varredeiras da Limpeza Pública. Hora úmidada garoa. Hora dos automóveis farristas. Hora do guarda noturno de capotão eporrete.(Horas que Voltolino amava e eu amava nos desenhos dele) Seu vulto comprido agigantava-se na bruma. Depois era um borrão. Depois nada&lt;/i&gt;’.&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Voltolino influenciou António por dois caminhos: pelamaneira como desenhava e através de sua máxima criação, ou seja, Juó Bananere,o personagem pelo qual Alexandre MarcondesMachado parodiava a colônia italiana de São Paulo.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;br /&gt;O desenho simples e sintético de Voltolino tinha a espontaneidade de uma piadae essa característica foi o principal ponto de contato entre a sua linguagemgráfica e a linguagem literária de António. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;br /&gt;Lendo a obra jornalística ou ficcional de António de Alcântara Machado,percebemos que, em certa medida, ao falar de Voltolino, está falando de simesmo. As características e as qualidades que ele aponta para o ilustrador sãoidênticas às suas. António em São Paulo e Joãodo Rio no Rio de Janeiro foram os cronistas de sua época da mesma forma queVoltolino e J. Carlos o foram na caricatura.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;br /&gt;Voltolino nunca desenhou para os escritos de Antonio, mas inspirou-os. O mesmofoco de atenção (os bairros humildes, os tipos corriqueiros e, principalmente,os ítalo-paulistas) e o mesmo traço sintético e preciso caracterizam a obra deambos. Voltolino desenhando propunha todo um discurso verbal. Antónioescrevendo nos propunha um filme subliminar' ".&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5302905728488546534-5317755658124824311?l=oriundibrasile.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oriundibrasile.blogspot.com/feeds/5317755658124824311/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://oriundibrasile.blogspot.com/2010/12/italiani-as-caricaturas-de-lemmo-lemmi_20.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5302905728488546534/posts/default/5317755658124824311'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5302905728488546534/posts/default/5317755658124824311'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oriundibrasile.blogspot.com/2010/12/italiani-as-caricaturas-de-lemmo-lemmi_20.html' title='Oriundi  –  As caricaturas de Lemmo Lemmi (2)'/><author><name>Eduardo Fiora</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12176291173151427439</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-tJfvgZLlQfA/TWVDWvTvvlI/AAAAAAAABUg/YMpFM9S-7wU/s220/foto-fiora-2011s.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5302905728488546534.post-836143888588441147</id><published>2010-12-20T01:33:00.004-02:00</published><updated>2010-12-20T11:30:10.074-02:00</updated><title type='text'>Oriundi -  As caricaturas de Lemmo Lemmi (1)</title><content type='html'>&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;table cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="float: left; font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; margin-right: 1em; text-align: left;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_bmAyINP38RQ/TQ7Mp1HyfbI/AAAAAAAABRw/FH2jGicQZ-I/s1600/bananere6.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; margin-bottom: 1em; margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="191" src="http://3.bp.blogspot.com/_bmAyINP38RQ/TQ7Mp1HyfbI/AAAAAAAABRw/FH2jGicQZ-I/s200/bananere6.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Juó Bananere&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;O ano era 1911 e nas páginasda revista “O Pirralho” (fundada por um jovem que viria a ser um dos íconesdo Modernismo no Brasil, Oswald de Andrade), o cronista Juó Bananére (pseudônimodo jovem estudante de engenharia, Alexandre Ribeiro Marcondes Machado, de 19 anos) faria a suaestréia substituindo Annibale Scipione (pseudônimo do próprio Oswald), quepublicava crônicas no estilo macarrônico.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;O textos de Bananére foramassociados a uma caricatura criada por &amp;nbsp;Voltolino,pseudônimo de João Paulo Lemmo Lemmi (1884 -1926), paulistano, filho deimigrantes italianos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;“Com trabalhos publicadosem diversas revistas e jornais, inclusive para a imprensa de língua italiana deSão Paulo, os desenhos de Voltolino traduzem o ambienteurbano da Primeira República paulistana.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;O caricaturista viveu e frequentou preferencialmente o triângulo das RuasDireita, São Bento e XV de Novembro no centro de São Paulo, onde se localizavam as redações dos principaisjornais e revistas para os quais trabalhava. A partir do centro, Voltolinodesenhava com espontaneidade a caricatura da nascente sociedade proletáriaurbana e o correspondente ambiente industrial dos bairros da Barra Funda, Pari,Brás, Belenzinho, Móoca e Vila Prudente”. &lt;a href="http://www.blogger.com/%28http://memoria.fundap.sp.gov.br/memoriapaulista/publicacao/modernismo/voltolino-as-raizes-do-modernismo"&gt;(Memória Fundap)&lt;/a&gt;.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Segundo Ana Maria Belluzzo, no livro &lt;i&gt;Voltolino e as Raízes do Modernismo, &lt;/i&gt;o personagem baseou-se em um tipo real da época: "Foi Francisco Jacheo, conhecido humorista, inseparável de Voltolino, que usava o nome de dom Ciccio, quem inspirou a criação de Juó &lt;/span&gt;&lt;a class="cssButton" href="javascript:void(0)" id="publishButton" onclick="if (this.className.indexOf(&amp;quot;ubtn-disabled&amp;quot;) == -1) {var e = document['postingForm'].publish;(e.length) ? e[0].click() : e.click(); if (window.event) window.event.cancelBubble = true; return false;}" target=""&gt;&lt;div class="cssButtonOuter"&gt;&lt;div class="cssButtonMiddle"&gt;&lt;div class="cssButtonInner"&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Bananére"&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Verbete da&lt;a href="http://www.itaucultural.org.br/aplicexternas/enciclopedia_IC/Enc_Artistas/artistas_imp.cfm?cd_verbete=3526&amp;amp;imp=N&amp;amp;cd_idioma=28555"&gt; Enciclopédia Itaú Cultural&lt;/a&gt; recupera texto de Herman Lima (História da caricatura no Brasil, 3ºVolume III. Rio de Janeiro: J. Olympio, 1963. p.1238-1239) que assim descreve LemmoLemmi.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;'Um dos desenhistas de humormais importantes e atuantes da imprensa paulistana em expansão no início do séculoXX, João Paulo Lemmo Lemmi, apesar de filho de imigrantesitalianos, declarava-se paulistano da gema. Filho do artesão Ernesto Lemmi, aos12 anos é levado a Pisa, Itália, para completar seus estudos técnicos. De voltaao Brasil, se dedica à caricatura de forma autodidata, tendo colaborado comalguns jornais locais na Itália.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;É na imprensa paulistana delíngua italiana que encontra espaço para iniciar sua carreira por volta de1905. Em jornais como Cara Dura: il giornale piu stupido del mondo,1 Il Grilodi Flora e Il Pasquino Coloniale, Voltolino consolida os principais traços deseu trabalho: de teor combativo, seu desenho satírico coloca-se a serviço dos problemassociais e políticos de seu tempo. Como ítalo-paulistano, a figura do imigrantee seu processo de aculturação na nova cidade tornam-se os temas mais freqüentesdo artista, ao lado dos efeitos da industrialização nascente no âmbito do espaçourbano e as agruras do cotidiano dos seus novos agentes sociais, como o operariadoe a pequena burguesia comercial, sem esquecer da velha oligarquia e da igreja. Dávida gráfica a Juó Bananére, personagem e pseudônimo literário de Alexandre Marcondes Machado (1892 -1933), tipo ítalo-paulistacriado em 1911 para expressar a mistura das duas culturas através da linguagem faladae escrita.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;É somente com sua participaçãona revista carioca O Malho, entre 1908 e 1909, que seu nome torna-se mais conhecido.Contudo, o reconhecimento nacional de Voltolino é consolidado por sua colaboraçãona revista O Pirralho, entre 1911 e 1917, na qual chega a publicar 20 desenhospor edição, inclusive diversas capas. A publicação, fundada por Oswald deAndrade (1890 - 1954) e Dolor de Brito, dedica-se ao mesmo tempo à crônicamundana, ao comentário político e à crítica da vida cultural de São Paulo, e &amp;nbsp;e éconsiderada por historiadores "o balão-de-ensaio" do modernismo de22.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Em sua redação, Voltolinotrava contato com as polêmicas artísticas de seu tempo ao trabalhar com osartistas Di Cavalcanti (1897 - 1976), Ferrignac (1892 -&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;1958), Guilherme de Almeida(1890 - 1969) e, naturalmente, o próprio Oswald. Por outro lado, reconhece-se quesuas charges e ilustrações são responsáveis pela crítica política mais vigorosada revista, sendo impossível, como observa o crítico Sérgio Milliet (1898 -1966), "entender o início do século XX paulista sem os desenhos deVoltolino do Pirralho".&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Seus desenhos sãoconhecidos pela audácia, pelo traçado ágil, nervoso e despreocupado, em que oefeito cômico é atingido mediante um grande poder de síntese, no qual aeconomia gráfica se destaca. A determinação do risco e rapidez da execução dãoorganicidade a seus personagens. Voltolino desenha-os primeiro a lápis paradepois, já totalmente decidido, finalizá-los com contorno a nanquim.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Com relaçãoàs cores, gosta de usar as puras e intensas, usualmente trabalhadas emcontraste. Salvo quando precisa desenhar em papel couché, em que utiliza aaguada em nanquim e a aquarela, suas cores são saturadas. A linguagem teatral e suacoleção de gestos humanos, a animalização das personagens, os trocadilhosvisuais e verbais, a ironia, o disfarce e o simbolismo são típicos deVoltolino. Contudo, deve-se notar que seu humor não é agressivo, ao contrário,por vezes é complacente, principalmente com o imigrante italiano, pelo qual nutreuma relação de afeto.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Na verdade, soube distinguir em suas charges aqueles que"fizeram a América", e lutavam por reconhecimento social no Brasil àsvezes de forma ridícula, dos que não conseguiram chegar lá. Em 1914, passa a contribuirpara uma nova revista, A Cigarra, conhecida por seu cuidado com a qualidade gráfica.Também colabora com outras revistas importantes como a D. Quixote, Revista doBrasil, Panoplia, O Parafuso, O Queixoso, OSacy. Voltolino trabalha também como ilustrador de anúncios e cartazes, além dailustração de livros. É responsável&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;pelas ilustrações coloridasda primeira edição de A Menina do Narizinho Arrebitado (1920) e Marquês de Rabicó(1922), ambos de Monteiro Lobato (1882 - 1948)”.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5302905728488546534-836143888588441147?l=oriundibrasile.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oriundibrasile.blogspot.com/feeds/836143888588441147/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://oriundibrasile.blogspot.com/2010/12/italiani-as-caricaturas-de-lemmo-lemmi.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5302905728488546534/posts/default/836143888588441147'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5302905728488546534/posts/default/836143888588441147'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oriundibrasile.blogspot.com/2010/12/italiani-as-caricaturas-de-lemmo-lemmi.html' title='Oriundi -  As caricaturas de Lemmo Lemmi (1)'/><author><name>Eduardo Fiora</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12176291173151427439</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-tJfvgZLlQfA/TWVDWvTvvlI/AAAAAAAABUg/YMpFM9S-7wU/s220/foto-fiora-2011s.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_bmAyINP38RQ/TQ7Mp1HyfbI/AAAAAAAABRw/FH2jGicQZ-I/s72-c/bananere6.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5302905728488546534.post-702273524153699595</id><published>2010-12-19T00:30:00.001-02:00</published><updated>2010-12-19T00:30:00.333-02:00</updated><title type='text'>Cultura: la mangiatoia napoletana di San Paolo</title><content type='html'>&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt; &lt;w:WordDocument&gt;  &lt;w:View&gt;Normal&lt;/w:View&gt;  &lt;w:Zoom&gt;0&lt;/w:Zoom&gt;  &lt;w:HyphenationZone&gt;21&lt;/w:HyphenationZone&gt;  &lt;w:Compatibility&gt;   &lt;w:BreakWrappedTables/&gt;   &lt;w:SnapToGridInCell/&gt;   &lt;w:WrapTextWithPunct/&gt;   &lt;w:UseAsianBreakRules/&gt;  &lt;/w:Compatibility&gt;  &lt;w:BrowserLevel&gt;MicrosoftInternetExplorer4&lt;/w:BrowserLevel&gt; &lt;/w:WordDocument&gt;&lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 10]&gt;&lt;style&gt; /* Style Definitions */ table.MsoNormalTable {mso-style-name:"Tabela normal"; mso-tstyle-rowband-size:0; mso-tstyle-colband-size:0; mso-style-noshow:yes; mso-style-parent:""; mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; mso-para-margin:0cm; mso-para-margin-bottom:.0001pt; mso-pagination:widow-orphan; font-size:10.0pt; font-family:"Times New Roman";}&lt;/style&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_bmAyINP38RQ/TQy2BAG6SVI/AAAAAAAABRk/Gyd74DhW6_8/s1600/presepio-napolitano-natividade.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="228" src="http://2.bp.blogspot.com/_bmAyINP38RQ/TQy2BAG6SVI/AAAAAAAABRk/Gyd74DhW6_8/s320/presepio-napolitano-natividade.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma;"&gt;‘Una rappresentazione di uno dei simboliuniversali della nascita di Gesù e &lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-weight: normal;"&gt;un'opera d'arte composta da oltre1.620 pezzi del secolo XVIII, epoca del regno di Carlo III a Napoli&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;.&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-weight: normal;"&gt;E' il Presepe Napoletano di San Paolo&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;, paragonabilesolamente a quelli che si trovano nei musei San Martino di Napoli e alMetropolitan Museum di New York.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-weight: normal;"&gt;Il presepe fu comprato in Italia nel 1949 dal Conte Ciccillo MatarazzoSobrinho&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma;"&gt;, nipote del ConteFrancesco Matarazzo, nato a Castellabate nel 1854 e&amp;nbsp;arrivato in Brasilenel 1881.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span lang="ES" style="font-family: Tahoma;"&gt;Fu esposto a San Paolo per la prima volta&amp;nbsp;il 4 ottobre del1950&amp;nbsp;nella Galleria Prestes Maia, restando in esposizione per 11 mesiall'anno. &lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-weight: normal;"&gt;Oggi è visitabile in uno spazio espositivo permanente,attiguo al Museu da Arte Sacra di San Paolo, in una cappella costruita nel 1908&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span lang="ES" style="font-family: Tahoma; font-weight: normal;"&gt;La sua scenografia riproduce confedeltà il paesaggio napoletano&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span lang="ES" style="font-family: Tahoma;"&gt;, con figure ed accessori realizzati in terracottae legno. &lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-weight: normal;"&gt;La ricomposizione delle figure venne realizzata dall'artigiano italianoGregorio Tinelli, l'ambientazione scenografica da Tullio Costa con lacollaborazione di Italo Bianchi.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_bmAyINP38RQ/TQy2KpcPboI/AAAAAAAABRo/ApmzeUAToyQ/s1600/napolitano-tecela.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="213" src="http://3.bp.blogspot.com/_bmAyINP38RQ/TQy2KpcPboI/AAAAAAAABRo/ApmzeUAToyQ/s320/napolitano-tecela.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span lang="ES" style="font-family: Tahoma;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-weight: normal;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span lang="ES" style="font-family: Tahoma;"&gt;Cercando dimantenere una tradizione dell'epoca,&amp;nbsp;vennero costruite&amp;nbsp;le miniaturedelle case in mattoni, circondate da stradine e piazze &lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-weight: normal;"&gt;tipichedel borgo napoletano del secolo XVIII&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; e da marciapiedirealizzati con piccolissime pietre. Nell'insieme, rappresentato da diversescene di vita quotidiana, si differenzia solo la rappresentazione della nascitadi Gesù, con la Sacra Famiglia circondata da angeli, arcangeli e cherubini’. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5302905728488546534-702273524153699595?l=oriundibrasile.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oriundibrasile.blogspot.com/feeds/702273524153699595/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://oriundibrasile.blogspot.com/2010/12/cultura-la-mangiatoia-napoletana-di-san.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5302905728488546534/posts/default/702273524153699595'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5302905728488546534/posts/default/702273524153699595'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oriundibrasile.blogspot.com/2010/12/cultura-la-mangiatoia-napoletana-di-san.html' title='Cultura: la mangiatoia napoletana di San Paolo'/><author><name>Eduardo Fiora</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12176291173151427439</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-tJfvgZLlQfA/TWVDWvTvvlI/AAAAAAAABUg/YMpFM9S-7wU/s220/foto-fiora-2011s.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_bmAyINP38RQ/TQy2BAG6SVI/AAAAAAAABRk/Gyd74DhW6_8/s72-c/presepio-napolitano-natividade.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5302905728488546534.post-2948550415815271469</id><published>2010-12-19T00:06:00.000-02:00</published><updated>2010-12-19T00:06:00.580-02:00</updated><title type='text'>Cultura: A manjedoura napolitana em São Paulo</title><content type='html'>&lt;!--[if !mso]&gt;&lt;style&gt;v\:* {behavior:url(#default#VML);}o\:* {behavior:url(#default#VML);}w\:* {behavior:url(#default#VML);}.shape {behavior:url(#default#VML);}&lt;/style&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt; &lt;w:WordDocument&gt;  &lt;w:View&gt;Normal&lt;/w:View&gt;  &lt;w:Zoom&gt;0&lt;/w:Zoom&gt;  &lt;w:HyphenationZone&gt;21&lt;/w:HyphenationZone&gt;  &lt;w:Compatibility&gt;   &lt;w:BreakWrappedTables/&gt;   &lt;w:SnapToGridInCell/&gt;   &lt;w:WrapTextWithPunct/&gt;   &lt;w:UseAsianBreakRules/&gt;  &lt;/w:Compatibility&gt;  &lt;w:BrowserLevel&gt;MicrosoftInternetExplorer4&lt;/w:BrowserLevel&gt; &lt;/w:WordDocument&gt;&lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if !mso]&gt;&lt;img src="http://img2.blogblog.com/img/video_object.png" style="background-color: #b2b2b2; " class="BLOGGER-object-element tr_noresize tr_placeholder" id="ieooui" data-original-id="ieooui" /&gt;&lt;style&gt;st1\:*{behavior:url(#ieooui) }&lt;/style&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 10]&gt;&lt;style&gt; /* Style Definitions */ table.MsoNormalTable {mso-style-name:"Tabela normal"; mso-tstyle-rowband-size:0; mso-tstyle-colband-size:0; mso-style-noshow:yes; mso-style-parent:""; mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; mso-para-margin:0cm; mso-para-margin-bottom:.0001pt; mso-pagination:widow-orphan; font-size:10.0pt; font-family:"Times New Roman";}&lt;/style&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt; &lt;o:shapedefaults v:ext="edit" spidmax="1027"/&gt;&lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt; &lt;o:shapelayout v:ext="edit"&gt;  &lt;o:idmap v:ext="edit" data="1"/&gt; &lt;/o:shapelayout&gt;&lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_bmAyINP38RQ/TQy0HBCp_MI/AAAAAAAABRY/1lrcHLFECBU/s1600/presepio-napolitano-natividade.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="285" src="http://1.bp.blogspot.com/_bmAyINP38RQ/TQy0HBCp_MI/AAAAAAAABRY/1lrcHLFECBU/s400/presepio-napolitano-natividade.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma;"&gt;Uma representação de um dos símbolosuniversais do nascimento de Jesus e uma obra de arte de mais de 1.620 peças doséculo XVIII, época do reinado de Carlos III em Nápoles. Este é o PresépioNapolitano de São &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma;"&gt;Paulo&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma;"&gt;, somente comparável aos conjuntos que estão nosmuseus San Martino (Napoli) e Metropolitano (Nova Iorque). Baseada em pesquisase montagens anteriores, sua nova cenografia reproduz com fidelidade a paisagemnapolitana, permitindo que figuras e acessórios - feitas de terracota e madeirae esculpidas - &lt;span&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;ganhem vida e movimentoem sua riqueza de detalhes e expressões. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma;"&gt;O presépio chegou ao País pelas mãos doherdeiro do conde Francesco Matarazzo,&lt;span&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;Francisco Matarazzo Sobrinho, o Ciccillo, em 1949. A recomposição dasfiguras foi realizada pelo artesão italiano Gregório Tinelli e a ambientaçãocenográfica por Tullio Costa com a colaboração de Ítalo Bianchi, que mantendouma tradição da época construíram as miniaturas das casas tijolo por tijolo,cobertas com telhas verdadeiras fabricadas especialmente para a montagem. Asvielas e as praças do cenário representando uma vila napolitana do século XVIIIidealizada também foram calçadas com pequenas pedras colocadas uma a uma.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma;"&gt;Em 4 de outubro de 1950, dia de SãoFrancisco de Assis - considerado o precursor da arte dos presépios -, oPresépio Napolitano foi, finalmente, aberto à visitação pública na GaleriaPrestes Maia - atual filial do Masp-, permanecendo em exposição por 11 meses.Sua desmontagem, mesmo com o sucesso de público, ocorreu quando da instalaçãoda escada rolante na galeria. O acervo foi, então, embalado e transferido porcinco anos para a Metalúrgica Matarazzo.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma;"&gt;Oprestígio de Ciccillo Matarazzo, membro da Comissão do IV Centenário de São &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma;"&gt;Paulo&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma;"&gt;, favoreceu que a Prefeitura Municipal recebesse em1956 a doação do acervo, transferido para o antigo Pavilhão do Folclore nagrande marquise do Parque Ibirapuera. Estava garantida a preservação doconjunto napolitano e lançada a semente para o futuro Museu de Presépios, quesomente em 2 de abril de 1969 seria oficialmente inaugurado pelo prefeito FariaLima. Em outubro do ano seguinte, a coleção foi doada ao Governo do Estado deSão &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma;"&gt;Paulo&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma;"&gt;, permanecendo no Parque Ibirapuera até dezembro de1985, quando o acervo, pelas péssimas condições ambientais e técnicas do local,foi transferido para o Mosteiro da Luz, sede do Museu de Arte Sacra.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma;"&gt;Após 50 anos de sua aquisição por CiccilloMatarazzo, o valioso presépio passou a contar com um espaço expositivopermanente. A antiga residência do capelão, contígua ao atual Museu de ArteSacra e construída em 1908, foi integralmente reformada pela Secretaria deEstado da Cultura de São &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma;"&gt;Paulo&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma;"&gt;, propiciando um ambiente museológico adequado e acorreta instalação do acervo, a partir de critérios de preservação econservação. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma;"&gt;A Restauração -&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma;"&gt; A montagem atual, que contou com a colaboração dohistoriador napolitano arte Luciano Migliaccio, professor na Universidade deSão &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma;"&gt;Paulo&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma;"&gt;. Seguindo a concepção do presépio como um conjuntounitário, manteve as características principais desenvolvidas por Tullio Costana década de 50, baseando-se também em referências da arquitetura das vilas daItália meridional e em pinturas napolitanas do século XVIII. Análises técnicas,no entanto, revelaram a inadequação de alguns elementos do antigo cenário, queincluía produtos não recomendados para a conservação do acervo devido àvolatização de produtos químicos e liberação de compostos nocivos queaceleravam a degradação das peças do conjunto.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_bmAyINP38RQ/TQy0hIsSZfI/AAAAAAAABRc/GrP4sEgLpD4/s1600/napolitano-escadaria.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="400" src="http://1.bp.blogspot.com/_bmAyINP38RQ/TQy0hIsSZfI/AAAAAAAABRc/GrP4sEgLpD4/s400/napolitano-escadaria.jpg" width="266" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma;"&gt;Com a impossibilidade de reutilização docenário anterior, iniciaram-se, em janeiro de 1998, os trabalhos de uma novacenografia, com materiais de caráter inerte e baixos índices de emissão oumigração de componentes prejudiciais. A partir da catalogação e medição de cadapeça do conjunto, foi executada uma maquete volumétrica para visualizaçãoespacial dos núcleos cenográficos e compatibilidade de escala de seuselementos. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma;"&gt;O suporte das montagens anteriores,construído em madeira e infectado por cupins, também foi abandonado. A novaestrutura metálica é composta por módulos fixos e móveis, permitindo o acessode técnicos para manutenção das peças, isolada do espaço de circulação dopúblico por um vidro. Este isolamento atende às exigências de monitoramentoambiental (temperatura, umidade, poluentes) conforme as normas de conservação emantém condições de segurança do acervo.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_bmAyINP38RQ/TQy09oh8jiI/AAAAAAAABRg/8DN-Z52hXhY/s1600/napolitano-tecela.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="213" src="http://3.bp.blogspot.com/_bmAyINP38RQ/TQy09oh8jiI/AAAAAAAABRg/8DN-Z52hXhY/s320/napolitano-tecela.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma;"&gt;O Presépio, além de representar uma obra dearte de grande raridade, constitui-se em importante testemunho histórico eantropológico da sociedade napolitana do século XVIII. O conjunto, com um totalde 1620 peças, é formado por 445 figuras humanas, com grande parte conservandosuas roupas originais, que reproduzem com exatidão as vestimentas dasdiferentes classes sociais e dos diferentes povoados do reino de Napoli noperíodo. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma;"&gt;A técnica de confecção das imagens, quevariam de dez a 50 centímetros, permite que possam ser movimentadas e colocadasem conjuntos variados. O corpo dos pequenos manequins é formado por armação dearame envolto em fios de estopa. A cabeça e as extremidades são modeladas emterracota ou esculpidas em madeira.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma;"&gt;No conjunto, apresentado por cenasintegradas, destaca-se o nascimento de Jesus, com a Sagrada Família envolvidapor anjos, arcanjos e querubins. Animando a chegada do cortejo dos Magos, novemúsicos e acessórios são distribuídos no início da escada da ruína romana. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma;"&gt;O Cortejo, uma das cenas mais ricas,apresenta árabes, indianos, chineses, etíopes, pigmeus, caucasianos, tártaros enegros. No Chafariz aparecem camponesas, provincianas e vendedores ambulantes.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma;"&gt;Na cena da Casa Rica, retrata-se o momentoda ceia, com a mesa guarnecida de toalha de renda e bordados, baixela de pratae porcelana. A animação da festa é representada pela "tarantella",dança típica que envolve nove figuras. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma;"&gt;O esplendor do Presépio se completa com ascenas ligadas ao trabalho cotidiano do vilarejo. Dezenas de acessórios, animaise figuras representam as atividades do ferreiro, sapateiro, barbeiro,verdureiro, entre outras.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5302905728488546534-2948550415815271469?l=oriundibrasile.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oriundibrasile.blogspot.com/feeds/2948550415815271469/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://oriundibrasile.blogspot.com/2010/12/cultura-manjedoura-napolitana-em-sao.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5302905728488546534/posts/default/2948550415815271469'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5302905728488546534/posts/default/2948550415815271469'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oriundibrasile.blogspot.com/2010/12/cultura-manjedoura-napolitana-em-sao.html' title='Cultura: A manjedoura napolitana em São Paulo'/><author><name>Eduardo Fiora</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12176291173151427439</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-tJfvgZLlQfA/TWVDWvTvvlI/AAAAAAAABUg/YMpFM9S-7wU/s220/foto-fiora-2011s.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_bmAyINP38RQ/TQy0HBCp_MI/AAAAAAAABRY/1lrcHLFECBU/s72-c/presepio-napolitano-natividade.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5302905728488546534.post-1250661939967774371</id><published>2010-12-18T00:12:00.003-02:00</published><updated>2010-12-18T00:12:00.101-02:00</updated><title type='text'>História (225) – Imigração trentina e o papel da Igreja (2)</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma;"&gt;O trabalho “&lt;a href="http://www.revistasusp.sibi.usp.br/scielo.php?pid=S0034-83091999000200005&amp;amp;script=sci_arttext&amp;amp;tlng=pt"&gt;Igreja e italianidade: Rio Grande do Sul (1875-1945)”&lt;/a&gt;, produzido por &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma;"&gt;Paulo&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma;"&gt; César Possamai (DH/FFLCH/USP ), dá destaque ao clero italiano que acompanhou a imigração trentina no brasil.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma;"&gt;A presença de um sacerdote entre osimigrantes dava-lhes um sentimento de segurança e de bênção ao movimentoemigratório, aumentando a identificação entre o campesinato e o baixo clero.Contudo, o mesmo sentimento não se repetia com relação ao alto clero, queidentificava-se com as classes dominantes. Quando o bispo de Crema, naprovíncia de Cremona, pediu aos presentes à missa que pensassem seriamentesobre a decisão de emigrar, exortando os fiéis a não desesperarem-se, um apósoutro, os camponeses abandonaram a igreja de Cascine Gandine, deixando o bisposó. Para esses camponeses, seduzidos pelo sonho de &lt;i&gt;fare l'America&lt;/i&gt;, obispo estava a serviço dos patrões (VILLA, 1993, p. 81).&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma;"&gt;Entre os agentes de emigração encontrava-seum padre, que da central de recrutamento no Canal do Brenta, próximo a Bassano,havia enviado ao Brasil, em 1877, mais de dois mil camponeses vênetos. Amaioria deles seguiu com destino ao Paraná (VILLA, 1993, p. 75). A escolha deum sacerdote para o cargo de agente de imigração certamente tinha como objetivoaproveitar a confiança que os camponeses depositavam no clero, sentindo-seassim, mais seguros para tomar a difícil decisão de emigrar para um paísestranho'. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5302905728488546534-1250661939967774371?l=oriundibrasile.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oriundibrasile.blogspot.com/feeds/1250661939967774371/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://oriundibrasile.blogspot.com/2010/12/historia-225-imigracao-trentina-e-o.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5302905728488546534/posts/default/1250661939967774371'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5302905728488546534/posts/default/1250661939967774371'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oriundibrasile.blogspot.com/2010/12/historia-225-imigracao-trentina-e-o.html' title='História (225) – Imigração trentina e o papel da Igreja (2)'/><author><name>Eduardo Fiora</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12176291173151427439</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-tJfvgZLlQfA/TWVDWvTvvlI/AAAAAAAABUg/YMpFM9S-7wU/s220/foto-fiora-2011s.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5302905728488546534.post-2876724915747402901</id><published>2010-12-18T00:10:00.003-02:00</published><updated>2010-12-18T00:10:00.163-02:00</updated><title type='text'>História (224) – Imigração trentina e o papel da Igreja (1)</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma;"&gt;O êxodo de trentinos rumoao Brasil tem ligação direta com a ação de padres italianos, conforme mostra otrabalho “&lt;a href="http://www.revistasusp.sibi.usp.br/scielo.php?pid=S0034-83091999000200005&amp;amp;script=sci_arttext&amp;amp;tlng=pt"&gt;“Igreja e italianidade: Rio Grande do Sul (1875-1945)”&lt;/a&gt;&lt;span id="goog_1540856277"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span id="goog_1540856278"&gt;&lt;/span&gt;, produzido por &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma;"&gt;Paulo&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma;"&gt; César Possamai (DH/FFLCH/USP ).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma;"&gt;"Embora as causas que originaram o fenômenoda emigração em massa na Itália da segunda metade do século XIX estejamprincipalmente ligadas a fatores econômicos, também é muito importantesalientar a influência que a luta entre o Estado e a Igreja Católica tiveram nadecisão de emigrar de muitos camponeses, fortemente marcados peloconservadorismo e pelo espírito clerical. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma;"&gt;A maioria dos imigrantes italianos que seinstalou no Rio Grande do Sul, a partir de 1875, provinha das regiões italianasdo Vêneto, Lombardia e Friuli e ainda do Trentino onde, pelo fato de pertenceraos domínios da Casa de Habsburgo, apesar da maioria da população ser étnica eculturalmente italiana, o movimento emigratório assumiu característicaspróprias com relação à emigração italiana propriamente dita. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma;"&gt;Do século XI até 1805, quando foi cedido àBaviera por Napoleão, Trento foi uma cidade-livre do Sacro ImpérioRomano-Germânico, governada por príncipes-bispos. A maioria da populaçãotrentina era composta de camponeses (cerca de 90% da população total), cujocaráter pragmático se preocupava mais com a cobrança das taxas e impostos e como número de soldados requisitados pelo governo do que com a nacionalidade dosgovernantes.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma;"&gt;Por isso uma das raras rebeliões ocorridas no Trentino aconteceuem 1809, quando o governo bávaro tentou impor a conscrição obrigatória à toda apopulação masculina da região. A revolta logo recebeu o apoio da Áustria, queambicionava anexar a província rebelde. A situação foi controlada por Napoleão,que, através do Tratado de Paris, de 1810, transferiu o domínio político doTrentino, da Baviera para o reino napoleônico da Itália. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma;"&gt;Com a derrota de Napoleão, a Áustria ocupoua região em 07 de abril de 1815, data marcada pela visita do imperadorFrancisco I a Trento. Em 1816, o principado de Trento foi anexado à provínciaaustríaca do Tirol, passando desde então a chamar-se oficialmente "TirolMeridional", numa clara tentativa de assimilação, já que o Tirol é uma regiãocaracteristicamente germânica. Naturalmente, essa atitude do governo austríacoprovocou descontentamento na população que, em 1848, enviou a Viena umabaixoassinado pedindo autonomia administrativa para o Trentino.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma;"&gt;O governoaustríaco não só ignorou o pedido como, em 1854, proibiu o uso do nome"Trentino" que, a partir de então deveria ser substituído por"Tirol Meridional" ou "Tirol Italiano" (GROSSELLI, 1986, p.22-28). &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma;"&gt;Contudo, a luta nacionalista pelaunificação do Trentino à Itália era uma preocupação marcadamente burguesa ecitadina, já que os camponeses não engajaram-se na luta. O conservadorismo e oclericalismo eram as bases da sociedade trentina, majoritariamente camponesa,por isso a ocupação de Roma em 1870 significou a falta de apoio popular àunificação com a Itália, acusada de usurpar os domínios temporais do Papa.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma;"&gt;Ojornal católico "Voce Cattolica" assim definiu o liberalismo em16.09.1870: "Il liberalismo, come vedemmo, altro non è in sostanza che laribellione sistematizzata a Dio Creatore e Redentore nell'ordine naturale esoprannaturale; altro non vuole, che la scristianizzazione dell'individuo,della famiglia e della società, e la distruzione della Chiesa Cattolica"(apud GROSSELLI, 1986, p. 33).&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma;"&gt;Essa posição anti-liberal do clero e, porsua influência, da maior parte da população do Trentino, marcou os imigrantestrentinos no Brasil, onde faziam questão de diferenciar-se dos"italianos" como "tiroleses", não tanto por nacionalismoaustríaco ou fidelidade à Casa d'Áustria mas, sim por não pertencer a um paíscondenado pela Igreja pelo seu liberalismo anti-clerical. De fato, a IgrejaCatólica foi para o campesinato trentino, como também para o italiano, o que oEstado nacional foi para a burguesia emergente e o que foram os sindicatos e ospartidos políticos para o proletariado urbano. Na Igreja se formavam os quadrosdirigentes do campesinato, para o qual o padre não era somente um sacerdote,mas também um líder intelectual.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma;"&gt; A moral camponesa era a moral católica e averdadeira autoridade reconhecida por essa grande parcela da população era oclero (GROSSELLI, 1986, p. 142). &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma;"&gt;A emigração em massa não se explica, pois,somente pela fuga à pobreza e, por vezes, à miséria em que viviam os camponesesitalianos e trentinos. Sob a liderança do clero, os emigrantes buscavamreconstruir na América uma sociedade que passava por profundas transformaçõesna Europa em conseqüência do avanço das idéias liberais e socialistas, daurbanização crescente, da industrialização e do militarismo (GROSSELLI, 1986,p. 145-154). A fim de fugir da nova ordem, uma parte do clero acalentou o idealde reconstruir no Novo Mundo uma sociedade camponesa e clerical. Um sacerdoteda província italiana de Treviso chegou a afirmar "que estando a religiãoem decadência na Itália, justificava-se emigrar para a América a fim de aíestabelecer-se uma colônia piedosa" (DORE, apud AZEVEDO, 1975, p. 63). &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma;"&gt;A emigração em busca de trabalho em paísesvizinhos já era tradicional entre os habitantes do norte da Itália e doTrentino, porém, com a chegada dos agentes de imigração às aldeias italianasretratando os países americanos como um verdadeiro Éden, surgiu uma verdadeira"febre americana" entre os camponeses italianos. A emigração desseperíodo não foi um fenômeno individual, mas de grupo, e, se esse verdadeiroêxodo se desenvolveu num clima relativamente pacífico, isso foi devido àinfluência do clero, que procurou evitar o surgimento de tensões entre asclasses sociais no momento da partida, que, por vezes se assemelhava a uma grandeprocissão, quando os emigrantes seguiam o caminho para o porto de embarqueacompanhados pelo som dos sinos, precedidos por um cruz ou o estandarte de umsanto (VILLA, 1986, p. 75-76).&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma;"&gt;Nesses grupos de emigrantes partia tantagente que, por vezes, a inteira população de uma aldeia decidia emigrar emconjunto, situação dramática que levou muitos párocos a aderir e mesmo lideraro movimento emigratório. Entre os padres que acompanharam grupos de emigrantesencontramos o padre trentino Bartolomeu Tiecher que, em 1875, partiu rumo aoBrasil na companhia de um grupo de 208 imigrantes italianos e 392 trentinos,entre os quais se encontravam seus pais e irmãos. Chegando ao Rio Grande doSul, o padre Tiecher foi nomeado pelo governo imperial capelão da Colônia deSanta Maria da Soledade do Farromeco. Em 1886 tornou-se vigário da recém-criadaparóquia de Garibaldi (RUBERT, 1977, p. 47-50).&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma;"&gt;O padre Domenico Munari, pároco de Fastro,diocese de Pádua, ofereceu-se para emigrar junto com seus paroquianos e, em1876, partiu com um grupo de 275 imigrantes italianos que embarcaram emBordéus, na França, rumo ao Brasil. Apesar do navio em que viajavam ternaufragado próximo a La Rochelle, ele e seu grupo retomaram a viagem ao RioGrande do Sul, onde Munari estabeleceu-se como o primeiro pároco de BentoGonçalves (RUBERT, 1977, p. 51-53)”. &lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5302905728488546534-2876724915747402901?l=oriundibrasile.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oriundibrasile.blogspot.com/feeds/2876724915747402901/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://oriundibrasile.blogspot.com/2010/12/historia-224-imigracao-trentina-e-o.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5302905728488546534/posts/default/2876724915747402901'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5302905728488546534/posts/default/2876724915747402901'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oriundibrasile.blogspot.com/2010/12/historia-224-imigracao-trentina-e-o.html' title='História (224) – Imigração trentina e o papel da Igreja (1)'/><author><name>Eduardo Fiora</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12176291173151427439</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-tJfvgZLlQfA/TWVDWvTvvlI/AAAAAAAABUg/YMpFM9S-7wU/s220/foto-fiora-2011s.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5302905728488546534.post-2207105617876217305</id><published>2010-12-17T01:06:00.000-02:00</published><updated>2010-12-17T01:06:26.804-02:00</updated><title type='text'>História (224) - Contrastes Norte-Sul na imigração italiana em Pedrinhas</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;O artigo “Por uma etnografia feminista das migraçõesinternacionais: dos estudos de aculturação para os estudos de gênero” ,&amp;nbsp; de autoria de Ethel V. Kosminsky ( UniversidadeEstadual Paulista, campus de Marília) toma como referência &amp;nbsp;o livro Italianos no mundo rural paulista), deJoão Baptista Borges Pereira. O professor da USP, nos anos 60 realizou pesquisana cidade de Pedrinhas, interior de São Paulo.Num dos capítulos dessa importante obra, Borges Pereira mostra que havia diferençasentre as mulher italiana meridional e a mulher italiana vinda do Norte.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;“ Após distinguir a mulher proveniente do sul e aquelaoriginária do norte da Itália, em diferentes situações observadas, BorgesPereira afirma que a mulher do norte, em situações públicas, &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;‘é pouco resguardada de contatos com indivíduos de outrosexo. Vendo-a em situações públicas, não se tem a impressão de que ela estejasob o controle do marido. Traja-se mais dentro da "moda", e apassagem da situação de solteira para a de casada não altera neste ponto o seucomportamento. As mudanças são determinadas, em tais aspectos exteriores,apenas pela idade que distingue a anciã da jovem mulher casada. Dentro de casa,a situação se altera; desaparece a mulher relativamente comunicativa e surge amulher silenciosa. Hospeda o visitante com polidez, porém com certa frieza. Seumarido é o seu porta-voz, ao atender o visitante e ao responder às perguntasque lhe são formuladas, mesmo as de caráter doméstico. Raramente ela participado assunto, embora esteja no mesmo recinto da reunião. Em geral, ela ficadistante dos interlocutores, a um canto da sala, silenciosa, mas ouvindo toda aconversação. A confiar, porém, nos informantes masculinos, todo esse alheamentoé apenas aparente e superficial, ditado por padrões de etiqueta, que de formaalguma a colocam à margem dos assuntos mais importantes da família. Para usar aexpressão de um informante, a "hora da mulher falar é notravesseiro". À noite, a sós com o marido, ela dá a sua opinião, e destaforma dirige os rumos dos acontecimentos. À luz do dia – para usar umacomparação cômoda – o chefe transmite, como sendo dele, a opinião expedida pelaesposa, que o grupo aceita como tendo partido do capo. Os filhos já conhecem ainfluência de bastidores da mulher subreptícia, por isso toda a técnica de aproximaçãodo pai começa pela aproximação da mãe, sem, porém, colocar em dúvida aautoridade paterna’ &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Sobre a mulher do sul relata o pesquisador que, &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;‘quando sai à rua, está sempre sob a vigilância ostensiva domarido, exibindo ar de tristeza, que a roupa preta acentua. Quando o esposoestá a seu lado, ela demonstra muita vivacidade, conversa com desenvoltura comos homens que lhe dirigem a palavra, toma a iniciativa das compras; quandolonge do marido, ela fica cabisbaixa e silenciosa, evitando inclusive o olharde outros homens. Esta mulher passa por extraordinária metamorfose quandosubstitui a rua pelo lar. Nos domínios domésticos, nada resta da mulhersubmissa e inibida. Em seu lugar, surge a "rainha da casa" – parausar a expressão predileta com a qual os italianos costumam designar a mulherem seu imperialismo doméstico. Exuberante nos gestos e no falar, quase semprerisonha, nega em tudo aquela tristeza pública. Vai porém, rapidamente, de umtema alegre para um assunto triste, e acompanhando a transição do tema, todo oseu semblante e seus gestos e sua voz se alteram, compondo a máscara de umarepresentação cênica. Loquaz, desinibida e desenvolta em casa quer na ausênciaou na presença do marido, hospitaleira sem formalismo, ela toma sempre ainiciativa da conversa, colocando marido e filhos em segundo plano. Estes,quando falam, estão sempre reticentes, à espera da aprovação da "rainha",que se faz entender pelo simples olha’ ”.(Fonte: &lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;a href="http://webcache.googleusercontent.com/search?q=cache:m4-LGA8pfsEJ:www.scielo.br/scielo.php%3Fpid%3DS0104-026X2007000300016%26script%3Dsci_arttext+italianos+em+pedrinhas&amp;amp;cd=19&amp;amp;hl=pt-BR&amp;amp;ct=clnk&amp;amp;gl=br&amp;amp;client=firefox-a"&gt;Ethel V. Kosminsky  Universidade Estadual Paulista, campus de Marília - in www.scielo.com.br&lt;/a&gt; )&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5302905728488546534-2207105617876217305?l=oriundibrasile.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oriundibrasile.blogspot.com/feeds/2207105617876217305/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://oriundibrasile.blogspot.com/2010/12/historia-224-contrastes-norte-sul-na.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5302905728488546534/posts/default/2207105617876217305'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5302905728488546534/posts/default/2207105617876217305'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oriundibrasile.blogspot.com/2010/12/historia-224-contrastes-norte-sul-na.html' title='História (224) - Contrastes Norte-Sul na imigração italiana em Pedrinhas'/><author><name>Eduardo Fiora</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12176291173151427439</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-tJfvgZLlQfA/TWVDWvTvvlI/AAAAAAAABUg/YMpFM9S-7wU/s220/foto-fiora-2011s.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5302905728488546534.post-4601781796789163368</id><published>2010-12-16T15:46:00.002-02:00</published><updated>2010-12-16T15:49:26.943-02:00</updated><title type='text'>História (223) - Imigração italiana após a Segunda Guerra Mundial: a colônia de Pedrinhas( 2)</title><content type='html'>&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: x-small;"&gt;"&lt;span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: small;"&gt;Entre 1949 e 1950, o Economic Cooperation Administration    (ECA), "pelo seu programa de assistência técnica ao exterior,    consignou a importância de 1.300.000 dólares para auxiliar a iniciativa    italiana ligada ao fomento da emigração agrícola".&lt;a href="http://www.blogger.com/post-edit.g?blogID=5302905728488546534&amp;amp;postID=4601781796789163368" name="tx33"&gt;&lt;/a&gt;    Órgãos do governo italiano delegaram ao Instituto Nazionale di    Credito per il Lavoro Italiano all'Estero (ICLE) a criação de    um programa para a utilização dessa quantia. Esse programa contou    com o apoio do Instituto Agronômico per A.I. (Instituto Agronômico para    a África Italiana). O fracasso da África Italiana, da época    de Mussolini, renovou o interesse pela América do Sul, que datava do    período da chamada migração em massa (1880-1930, aproximadamente).    A primeira missão de reconhecimento chegou ao Brasil em 1949, e a segunda,    em 1950, incluiu, além do Brasil, outros países da América    do Sul. Após levantamentos realizados no estado de São Paulo,    decidiu-se pela instalação de uma colônia na região    da Alta Sorocabana.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;A escolha recaiu sobreuma gleba de terras –Pedrinhas – de 3.565 ha., localizada na bacia do Rio Paranapanema,na direção sudoeste do planalto paulista. Desbravada na altura de 1922, estaárea, constituída em 1950 de catorze propriedades, entre fazendas e sítios,[...] [situava-se] a apenas 50 quilômetros da cidade de Assis.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;a href="http://www.blogger.com/post-edit.g?blogID=5302905728488546534&amp;amp;postID=4601781796789163368" name="tx34"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;A compra de terras e aexecução do plano de colonização foram realizadas pela Companhia Brasileira deColonização e Imigração Italiana, empresa constituída no Rio de Janeiro, comosociedade anônima, em 28 de setembro de 1950, com o fim de 'promover aimigração e colonização italiana no Brasil'. [...] esta instituição surgia comoproduto também da Segunda Guerra Mundial, compondo assim o elenco de órgãosencarregados de revitalização da emigração italiana de pós-guerra. [...] Surge,assim, a Companhia Brasileira de Colonização e Imigração Italiana, com capitalformado pelos bens italianos liberados&lt;a href="http://www.blogger.com/post-edit.g?blogID=5302905728488546534&amp;amp;postID=4601781796789163368" name="tx35"&gt;&lt;/a&gt;e pela subscrição dogoverno italiano, auxiliado pelo governo americano. A ocupação da gleba,compreendendo os trabalhos de demarcação dos lotes e as atividades deconstrução, levou três anos. Em 1963, data do início da pesquisa e 10 anosdepois da chegada das famílias, Borges Pereira encontrou o seguinte quadro: &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;blockquote style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt; [...] uma área rural dividida em 180      lotes, variando de 20 a 25 ha., a qual circunda totalmente a área urbana,      com uma faixa de intermeio – suburbana – onde se localizam o cemitério      e os campos de aviação e de futebol. Na parte urbana, com ruas      e avenidas que se cruzam em traçados precisos, localiza-se a igreja,      o hospital de emergência, os escritórios administrativos do núcleo,      o clube, a hospedaria, o banco, as escolas pré-primária, primária      e secundária. Completando esta paisagem urbana, e atendendo ao desenvolvimento      do núcleo, há, ao lado de casas residenciais, um comércio      varejista, que aos poucos se diversifica, e uma indústria icipiente      de transformação – máquinas de beneficiar arroz,      moinhos de trigo e de fubá, laticínio, etc. &lt;i&gt;É neste      cenário rural-urbano que se distribui a população envolvida      no processo de aculturação, que está sendo objeto desta      análise&lt;/i&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Para completar o quadro da colônia, o autor    destaca a sua localização próxima da cidade de Assis, um    centro urbano dotado de recursos – escolas e faculdade, assistência    médico-hospitalar, etc. –, o que "garantiu de antemão    à Companhia Colonizadora redução do capital investido no    núcleo". Esse fato levou a comunidade a entrar forçosamente    em contato com a sociedade inclusiva, tornando-a uma comunidade "aberta"    e criando assim condições que "atuam favoravelmente no processo    de aculturação daquele grupo étnico".&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;a href="http://www.blogger.com/post-edit.g?blogID=5302905728488546534&amp;amp;postID=4601781796789163368" name="tx38"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Além da proximidade de Assis, a escolha    da localização do núcleo foi também motivada pela    facilidade de obtenção de mão-de-obra: os trabalhadores    temporários, migrantes dos estados setentrionais, de "certas áreas    matogrossenses, fronteiriças com o Paraguai, o que explica a presença    esporádica de paraguaios, e até de índios Terena".    Esses trabalhadores são aproveitados pelos imigrantes italianos para    a colheita do algodão. (fonte:&lt;a href="http://webcache.googleusercontent.com/search?q=cache:m4-LGA8pfsEJ:www.scielo.br/scielo.php%3Fpid%3DS0104-026X2007000300016%26script%3Dsci_arttext+italianos+em+pedrinhas&amp;amp;cd=19&amp;amp;hl=pt-BR&amp;amp;ct=clnk&amp;amp;gl=br&amp;amp;client=firefox-a"&gt;Ethel V. Kosminsky  Universidade Estadual Paulista, campus de Marília - in www.scielo.com.br&lt;/a&gt; )&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5302905728488546534-4601781796789163368?l=oriundibrasile.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oriundibrasile.blogspot.com/feeds/4601781796789163368/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://oriundibrasile.blogspot.com/2010/12/historia-223-imigracao-italiana-apos.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5302905728488546534/posts/default/4601781796789163368'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5302905728488546534/posts/default/4601781796789163368'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oriundibrasile.blogspot.com/2010/12/historia-223-imigracao-italiana-apos.html' title='História (223) - Imigração italiana após a Segunda Guerra Mundial: a colônia de Pedrinhas( 2)'/><author><name>Eduardo Fiora</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12176291173151427439</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-tJfvgZLlQfA/TWVDWvTvvlI/AAAAAAAABUg/YMpFM9S-7wU/s220/foto-fiora-2011s.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5302905728488546534.post-8203384737535419841</id><published>2010-12-16T14:33:00.001-02:00</published><updated>2010-12-16T15:35:18.012-02:00</updated><title type='text'>História (222) - Imigração italiana após a Segunda Guerra Mundial: a colônia de Pedrinhas( 1)</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_bmAyINP38RQ/TQo-7njbpnI/AAAAAAAABRM/lnvHFFYaSrs/s1600/antigacarroca.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="195" src="http://3.bp.blogspot.com/_bmAyINP38RQ/TQo-7njbpnI/AAAAAAAABRM/lnvHFFYaSrs/s320/antigacarroca.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma;"&gt;"Não há muito tempo, trenslotados partiam de diversas cidades da Itália com destino a vários países dovelho continente e navios zarpavam em direção à América, eram os imigrantesitalianos em busca de outra pátria que os acolhesse para viver e criar seus filhosem harmonia e em paz, longe da guerra e da destruição que se alastrou pelasmontanhas e vales da Pátria mãe.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma;"&gt;&lt;br /&gt;Com as notícias vindas de outras partes do mundo, acendeu na mente daquele povoa esperança de encontrar novamente a alegria de viver e ter um lar feliz.&lt;br /&gt;Para trás, ficaram as lembranças da guerra, da destruição e durante a longaviagem se perguntavam ansiosos: “Mérica, Mérica, Mérica, cossa sara lastaMérica?”&lt;br /&gt;De um lado, tinham a certeza do sofrimento que lá ficou, mas de outro aincerteza de como seria essa América.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma;"&gt;&lt;br /&gt;Na verdade, a imigração italiana se iniciou em 1860 com grandes grupos tomandodireção de alguns países da Europa e os demais, da América e da Austrália,chegando a 24.000.000 no início do século passado; para o Brasil, a partir de1875 imigraram 1.500.000 em grande parte para substituir a mão-de-obra escrava,após a II Guerra, apenas 22.000.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma;"&gt;O Governo brasileiro tinhainteresse na imigração para colonizar o interior, razão pela qual promulgou em18 de setembro de 1945 o Decreto-Lei nº 7.967, que a reconhecia como deutilidade pública e regulamentava a sua seleção no exterior.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma;"&gt;&lt;br /&gt;Para resolver as questões pendentes do Tratado de Paz de 10/02/47, quedesvinculava todos os bens italianos bloqueados durante a II Guerra, foifirmado um acordo entre Brasil e Itália em 08/10/1947, onde, entre outrascoisas previa-se a criação da Companhia Brasileira de Colonização e ImigraçãoItaliana, que se concretizou em 28/09/1950, e, através dela, os primeirosrecursos foram liberados em 08/10/1950.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma;"&gt;&lt;br /&gt;A partir de 1949 e 1950, o Governo Italiano encaminhou a Missão TécnicaAgrícola para realizar estudos de reconhecimento territorial e de fertilidadeem áreas rurais de diversos países da América, inclusive do Brasil, onde foramescolhidas Joinvile em Santa Catarina, Santa Tereza em Goiás, e PedrinhasPaulista em São &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma;"&gt;Paulo&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma;"&gt;, sendo esta, a única que prosperou, graças a fértilterra do Vale do Paranapanema, aliada a garra de seu povo, e amparo constantede Dom Ernesto Montagner, pároco, diretor nato, presidente interino por algumasvezes e interlocutor entre colonos e Companhia.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma;"&gt;A missão da CompanhiaBrasileira de Colonização e Imigração Italiana era a de fixação e sustentaçãodo colono italiano em solo brasileiro e de fazer cumprir o acordo firmado entreos dois países em 08/10/47.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma;"&gt;&lt;br /&gt;A Companhia planejou a colonização em duas etapas, a primeira a implantação dainfra-estrutura, idealizada pelos técnicos, engenheiros, com a colaboração dosoficiais da construção civil, que partiram do Posto de Gênova, em 31/08/51, comdestino ao Brasil, com a tarefa de construir casas, pontes, estradas e dotar opequeno núcleo de infra-estrutura capaz de receber os primeiros imigrantes queiriam trabalhar a terra, que chegaram e seguida, trazendo quase nada, além daroupa do corpo, mas com vontade de vencer e conquistar iniciaram os trabalhosde lavrar a terra que a tinha como prometida e abençoada e aos poucos foramtransformando tudo ao seu redor. Aonde apenas os pássaros cantavam, foramaparecendo e se misturando aos encantos da natureza, o murmúrio e a alegria dacriançada recém-chegada.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma;"&gt;&lt;br /&gt;No meio da mata e do serrado, muitas trilhas foram aparecendo, várias estradasabertas, e os tratores não paravam, os operários encarregados das construçõesdas primeiras casas não vacilavam e dia após dia, tudo foi se transformando eaparecendo escolas, cinema, clube, ambulatório, jardim da infância, postos degasolina, hotel, restaurante, comércios diversos, cooperativa, fazendo inveja amuitas cidades do mesmo porte, e quando deram conta o milagre estava feito, eum oásis de verde e de vida se emergiu entre eles, era Pedrinhas Paulista queacabava de nascer.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma;"&gt;O nome da colônia surgiu doRiacho Pedrinhas, de água transparente, que serpenteava suavemente entre grandequantidade de pequenas pedras ao fundo.&lt;br /&gt;A fundação da colônia foi marcada com grande festa que se realizou em 21 desetembro de 1952, quando se deu o lançamento da pedra fundamental da IgrejaMatriz, na presença do Primeiro Presidente da Companhia, Comendador ArturoApollinari, do Professor Antonio de Benedictis, superintendente, do ProfessorVittorio Ronchi, presidente do ICLE (Instituto Nazionale de Credito Per IlLavoro Italiano Al’Estero) de Roma, do Monsenhor Ernesto Montagner, vigáriogeral, diretor nato da Companhia, e da Sra. Celeste Sbais Guerin, nascida naItália em 1883, pessoa mais idosa da colônia na época, que, convidada, teve ahonra de participar do ato.&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_bmAyINP38RQ/TQo_LFyazOI/AAAAAAAABRQ/MwzJ_PZWyjk/s1600/antigacolonoagricultores.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="195" src="http://3.bp.blogspot.com/_bmAyINP38RQ/TQo_LFyazOI/AAAAAAAABRQ/MwzJ_PZWyjk/s320/antigacolonoagricultores.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma;"&gt;Assim nasceu e se implantou a Colônia de Pedrinhas, que, em 13 de novembro de1952, recebeu o maior grupo de imigrante italiano composto de 28 famílias.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma;"&gt;Logo de início a CompanhiaBrasileira de Colonização e Imigração Italiana organizou a Cooperativa MistaAgrícola de Pedrinhas, inaugurada em 06/11/1954, hoje denominada &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma;"&gt;&lt;a href="http://www.pedrinhaspaulista.sp.gov.br/cooperativa/historicoCAP.htm"&gt;&lt;span style="color: black; text-decoration: none;"&gt;CAP - CooperativaAgropecuária de Pedrinhas&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; Paulista , em plena atividade,conhecida e reconhecida regionalmente.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma;"&gt;Pedrinhas Paulista viveu comonúcleo colonial até 14/05/1980, quando foi elevada a Distrito e alcançou a suatão almejada emancipação político-administrativa em 30/12/1991. Dentre asvárias regiões que foram colonizadas pelos italianos na América, Pedrinhas tevea felicidade de ser a única que obteve sucesso naquela época". (Fonte: &lt;a href="http://www.pedrinhaspaulista.sp.gov.b/"&gt;Prefeitura Pedrinhas&lt;/a&gt;)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5302905728488546534-8203384737535419841?l=oriundibrasile.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oriundibrasile.blogspot.com/feeds/8203384737535419841/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://oriundibrasile.blogspot.com/2010/12/historia-222-imigracao-italiana-apos.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5302905728488546534/posts/default/8203384737535419841'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5302905728488546534/posts/default/8203384737535419841'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oriundibrasile.blogspot.com/2010/12/historia-222-imigracao-italiana-apos.html' title='História (222) - Imigração italiana após a Segunda Guerra Mundial: a colônia de Pedrinhas( 1)'/><author><name>Eduardo Fiora</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12176291173151427439</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-tJfvgZLlQfA/TWVDWvTvvlI/AAAAAAAABUg/YMpFM9S-7wU/s220/foto-fiora-2011s.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_bmAyINP38RQ/TQo-7njbpnI/AAAAAAAABRM/lnvHFFYaSrs/s72-c/antigacarroca.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5302905728488546534.post-156590008044193457</id><published>2010-11-21T18:50:00.000-02:00</published><updated>2010-11-21T18:50:43.114-02:00</updated><title type='text'>Italiani - Família Muccio e a imigração japonesa</title><content type='html'>&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt; &lt;w:WordDocument&gt;  &lt;w:View&gt;Normal&lt;/w:View&gt;  &lt;w:Zoom&gt;0&lt;/w:Zoom&gt;  &lt;w:DoNotShowRevisions/&gt;  &lt;w:DoNotPrintRevisions/&gt;  &lt;w:DoNotShowMarkup/&gt;  &lt;w:HyphenationZone&gt;21&lt;/w:HyphenationZone&gt;  &lt;w:Compatibility&gt;   &lt;w:BreakWrappedTables/&gt;   &lt;w:SnapToGridInCell/&gt;   &lt;w:WrapTextWithPunct/&gt;   &lt;w:UseAsianBreakRules/&gt;  &lt;/w:Compatibility&gt;  &lt;w:BrowserLevel&gt;MicrosoftInternetExplorer4&lt;/w:BrowserLevel&gt; &lt;/w:WordDocument&gt;&lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if !mso]&gt;&lt;img src="http://img2.blogblog.com/img/video_object.png" style="background-color: #b2b2b2; " class="BLOGGER-object-element tr_noresize tr_placeholder" id="ieooui" data-original-id="ieooui" /&gt;&lt;style&gt;st1\:*{behavior:url(#ieooui) }&lt;/style&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 10]&gt;&lt;style&gt; /* Style Definitions */ table.MsoNormalTable {mso-style-name:"Tabela normal"; mso-tstyle-rowband-size:0; mso-tstyle-colband-size:0; mso-style-noshow:yes; mso-style-parent:""; mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; mso-para-margin:0cm; mso-para-margin-bottom:.0001pt; mso-pagination:widow-orphan; font-size:10.0pt; font-family:"Times New Roman";}&lt;/style&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 10pt;"&gt;Quemresgata uma interessante lembrança da imigração no bairro da Lapa &lt;span&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;é a italianíssima família Muccio. “Foi daconfecção do meu pai (Arair), na Rua Tito, que saíram as peças de lã usadas nodesfile de moda em homenagem ao príncipe do Japão, quando ele visitou São &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 10pt;"&gt;Paulo&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 10pt;"&gt; no final dos anos 80”, conta Gerson Muccio. “Éuma feliz coincidência tornar público esse fato exatamente quando os japonesescomemoram 100 anos de presença aqui no nosso país”, acrescenta ele, ao lembrarda Denelã, fundada por Arair na década de 60.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_bmAyINP38RQ/TOmGCoPd-aI/AAAAAAAABO8/3rcwlPXRXKk/s1600/muccio+c%25C3%25B3pia.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="400" src="http://4.bp.blogspot.com/_bmAyINP38RQ/TOmGCoPd-aI/AAAAAAAABO8/3rcwlPXRXKk/s400/muccio+c%25C3%25B3pia.jpg" width="188" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 10pt;"&gt;&lt;br /&gt;Antes de chegar ao comércio, a família Muccio trabalhou duro na terra. “Meubisavô (Amélio) chegou com a família no início do século passado e foi para ointerior (no Noroeste paulista). Eles eram de Salerno, localizada no sul daItália. Meu avô Antonio tinha, na época 12 Anos”, conta Gerson. A família Muccio, como outras tantas que vieram tentar a sorte no Brasil,acabou trabalhando numa próspera fazenda e, com as economias acabaria porcomprar lotes de terra. “Papai nasceu na região de Lins em setembro de 1936. Nadécada de 40, nossa família chegou aqui em São &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 10pt;"&gt;Paulo&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 10pt;"&gt; e foi morar na Vila Diva, atuando no ramo detransportes”, relata Gerson Muccio, um dos quatro filhos de Arair. “Minha mãe(Diva, falecida recentemente) também era descendente de italianos e nasceu nacidade de São Manuel”.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 10pt;"&gt;&lt;br /&gt;Foi somente nos anos 60 que, já na Lapa, os Muccio entraram para o ramo daconfecção, inaugurando a Denelã. Como o negócio deu certo, o empresário decidiuabrir uma loja perto do Shopping Lapa. Era a Toca 99, pioneira na venda deroupa solta num grande balcão, dispensando as tradicionais araras eprateleiras.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 10pt;"&gt;&lt;br /&gt;Os filhos e netos de Arair Muccio continuam morando do na região Lapa. Afamília tem participação numa das casas mais badaladas de São &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 10pt;"&gt;Paulo&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 10pt;"&gt;, a Porto Alcobaça, na Avenida FranciscoMatarazzo. Recentemente, a memória de Arair foi lembrada em solenidaderealizada pela Câmara Municipal de São &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 10pt;"&gt;Paulo&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 10pt;"&gt; com apoio do Conselho das Associações Amigos deBairro da Região da Lapa.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5302905728488546534-156590008044193457?l=oriundibrasile.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oriundibrasile.blogspot.com/feeds/156590008044193457/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://oriundibrasile.blogspot.com/2010/11/italiani-familia-muccio-e-imigracao.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5302905728488546534/posts/default/156590008044193457'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5302905728488546534/posts/default/156590008044193457'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oriundibrasile.blogspot.com/2010/11/italiani-familia-muccio-e-imigracao.html' title='Italiani - Família Muccio e a imigração japonesa'/><author><name>Eduardo Fiora</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12176291173151427439</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-tJfvgZLlQfA/TWVDWvTvvlI/AAAAAAAABUg/YMpFM9S-7wU/s220/foto-fiora-2011s.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_bmAyINP38RQ/TOmGCoPd-aI/AAAAAAAABO8/3rcwlPXRXKk/s72-c/muccio+c%25C3%25B3pia.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5302905728488546534.post-1192375084482306735</id><published>2010-06-21T22:43:00.001-03:00</published><updated>2010-06-21T22:44:57.641-03:00</updated><title type='text'>Italiani - O projeto não executado do arquiteto Michele Caselli</title><content type='html'>"Em 1914, houve concorrência pública para construção da nova matriz da Paróquia de São Pedro (Salvador, Bahia). A Irmandade do Santíssimo Sacramento adquiriu o prédio de nº 59 à rua de São Pedro, vizinho a Escola Politécnica (hoje local do Edifício da Fundação Politécnica), do espólio do barão de São Francisco, para este fim, em 29 de novembro de 1913.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 24 de maio de 1914, foram abertas as propostas, que foram limitadas ao preço de 250 contos de réis. Venceu a de nº 3 projeto nº 1 e orçamento nº 4A do arquiteto italiano residente em Salvador, Michele Caselli, pelo valor de 248 contos de réis. (Rs. 248:000$000). Entretanto, antes que fosse assinado o contrato entre as partes, o arquiteto acrescentou uma cláusula na qual a Irmandade do Santíssimo Sacramento assumiria a diferença da alta dos preços dos materiais a serem importados da Europa, pois havia eclodido a Primeira Guerra Mundial chamada, naquela época, de Guerra Européia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Irmandade do Santíssimo Sacramento não aceitou essa cláusula, ficando suspenso o contrato. A diretoria do Gabinete Português de Leitura propôs a permuta de um terreno e edificação de sua propriedade sito à praça da Piedade pelo prédio de nº 59 sito à rua de São Pedro pertencente a Irmandade do Santíssimo Sacramento, porém não foi viável. A diretoria da Escola Politécnica também fez uma proposta de permuta do dito prédio à rua de São Pedro nº 59 por um terreno do que restou da demolição da casa nº 13 à praça da Piedade e casas nº 6 e 8 à antiga rua Cons. Pedro Luiz (hoje avenida Sete de Setembro) e os prédios e terrenos nº 15 e 17 sitos à praçada Piedade, perfazendo uma arca de 12,70m de frente com 31m de fundo. A permuta foi aceita e concretizada em 27 de março de 1916." (Fonte:&lt;span style="color: blue;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.paroquiadesaopedro.org/anexos/historia.pdf" style="color: blue;"&gt;Paróquia São Pedro&lt;/a&gt;)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5302905728488546534-1192375084482306735?l=oriundibrasile.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oriundibrasile.blogspot.com/feeds/1192375084482306735/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://oriundibrasile.blogspot.com/2010/06/italiani-o-projeto-nao-executado-do.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5302905728488546534/posts/default/1192375084482306735'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5302905728488546534/posts/default/1192375084482306735'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oriundibrasile.blogspot.com/2010/06/italiani-o-projeto-nao-executado-do.html' title='Italiani - O projeto não executado do arquiteto Michele Caselli'/><author><name>Eduardo Fiora</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12176291173151427439</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-tJfvgZLlQfA/TWVDWvTvvlI/AAAAAAAABUg/YMpFM9S-7wU/s220/foto-fiora-2011s.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5302905728488546534.post-2650037321982576196</id><published>2010-06-20T23:06:00.000-03:00</published><updated>2010-06-20T23:06:01.440-03:00</updated><title type='text'>Italaini - Alberto Borelli  e o Gabinete Português de Leitura em Salvador (2)</title><content type='html'>&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;"Edificado em dois pavimentos, atualmente, encontramos à direita o salão da biblioteca  e à esquerda, onde já foi a sede do Consulado Português, uma secretaria e um pequeno auditório com capacidade para cinqüenta pessoa, além de outra biblioteca, com acesso independente (feito pela esquina esquerda), com livros e jornais. É aberto ao público diariamente, em dois turnos, e sua biblioteca possui cerca de 17.000 títulos, sendo que seu primeiro catálogo é de 1902, tendo sido organizado pelo bibliotecário Zeferino Leal, e mantido junto às demais peças em exposição no local, como as Atas de Fundação, Medalhas Comemorativas, Quadros de Honra e Pratos Decorativos com motivos celebrativos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: small;"&gt;A escadaria, construída em concreto armado, é revestida em mármore de Carrara, com um lance central, onde se vê um vitral executado em Paris por A. Dupleix, em 1921, e retrata a Primeira Missa realizada na Bahia, em 26 de abril de 1500. É ladeado por duas pinturas a óleo de De Serv, já repintadas (que, pela aparência grosseira não podemos inferir como resultado de restauro).Na parte externa [Figura 3], a fachada, decorada por cordões, escudos, esferas armilares, mede 94 metros de extensão e “compreende três faces livres com 26 janellas, uma porta principal ao centro e outra em cada ângulo”. Identificam-se duas esculturas, a do Infante D. Henrique, do lado esquerdo, que “atira seus compatriotas bem armados na rota dos descobrimentos e das conquistas”, e a de Luís de Camões, do lado direito, que “com seus Luzíadas magnifica e immortaliza a literatura portugueza” e, nos medalhões, Vasco da Gama e Pedro Álvares Cabral". (Fonte: &lt;a href="http://www.dezenovevinte.net/arte%20decorativa/gabinete_portugues.htm" style="color: blue;"&gt;Da ideologia à arquitetura, um projeto além mar: os Gabinetes Portugueses de Leitura no Brasil&lt;/a&gt; por&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: small;"&gt; Maria de Fátima da Silva Costa Garcia de Mattos )&lt;/span&gt;&lt;a href="" name="_ednref1"&gt;&lt;/a&gt;&lt;span&gt;&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5302905728488546534-2650037321982576196?l=oriundibrasile.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oriundibrasile.blogspot.com/feeds/2650037321982576196/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://oriundibrasile.blogspot.com/2010/06/italaini-alberto-borelli-e-o-gabinete_20.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5302905728488546534/posts/default/2650037321982576196'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5302905728488546534/posts/default/2650037321982576196'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oriundibrasile.blogspot.com/2010/06/italaini-alberto-borelli-e-o-gabinete_20.html' title='Italaini - Alberto Borelli  e o Gabinete Português de Leitura em Salvador (2)'/><author><name>Eduardo Fiora</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12176291173151427439</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-tJfvgZLlQfA/TWVDWvTvvlI/AAAAAAAABUg/YMpFM9S-7wU/s220/foto-fiora-2011s.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5302905728488546534.post-6546510960025963411</id><published>2010-06-19T23:30:00.003-03:00</published><updated>2010-06-20T23:06:24.474-03:00</updated><title type='text'>Italaini - Alberto Borelli  e o Gabinete Português de Leitura em Salvador (1)</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_bmAyINP38RQ/TB4eS7uTH-I/AAAAAAAABN8/z9QWWkMpenE/s1600/235596-gabinete-portugus-de-leitura-portuguese-library-salvador-brazil+Alberto.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://3.bp.blogspot.com/_bmAyINP38RQ/TB4eS7uTH-I/AAAAAAAABN8/z9QWWkMpenE/s320/235596-gabinete-portugus-de-leitura-portuguese-library-salvador-brazil+Alberto.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;a href="http://www.dezenovevinte.net/arte%20decorativa/gabinete_portugues.htm"&gt; &lt;/a&gt;"Os Gabinetes de Leitura, cuja inspiração nos remete à França revolucionária, às chamadas “boutiques a lire”, que apareceram após a revolução de 1789,  eram uma casa onde se podiam alugar livros, mediante pagamento e prazo para a sua devolução. Desenvolveram-se na Europa, em especial na França, Inglaterra e Alemanha, dedicados, portanto, ao empréstimo de livros para leitura domiciliar, diferenciando-se das bibliotecas públicas, que permitiam a consulta, muito embora gratuita, somente dentro das suas dependências. O termo também suscita uma conotação moderna, atribuída a um espaço da moda, dada a referência de vanguarda que tanto a função quanto o espaço reservava e que, na literatura da época, aparece associada ao progresso e à civilização e, dessa forma, ao requinte que os novos centros de saber irradiavam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(...) Os Gabinetes Portugueses de Leitura no Brasil apresentam-se como referenciais urbanos, conformados às aspirações sociais da época, expressos nos novos centros de convívio, cultura e lazer. A sociedade formava-se, os homens aproximavam-se para trocar idéias, e uma nova vida associativa se viu desabrochar, resgatando, por meio de seus edifícios, a memória e a formação da identidade nacional, preservando uma história cuja experiência vivida o tempo poderia pôr a perder. Dessa forma, tais edifícios, apropriando-se do espaço da cidade, interferiram em nível de representação, através de seus signos e imagens esculpidos num universo simbólico e não somente como edificação, uma vez que alguns deles já contemplavam inovações pertencentes às variáveis estilísticas européias, aqui introduzidas, como o uso do ferro e do vidro.O Gabinete Português de Leitura de Salvador foi criado em 02 de março de 1863, na sala de sessões da Real Sociedade Portuguesa de Beneficência Dezesseis de Setembro, por iniciativa de um grupo de portugueses, que tinha por finalidade a aquisição de um maior número de obras de "reconhecida utilidade", escritas em português e francês, para utilização de todos. Seu fundador e primeiro Presidente foi o português Comendador Manoel Joaquim Rodrigues, acompanhado de seu irmão, Francisco José Rodrigues Pedreira. Ambos portugueses, idealistas, nascidos em Soutelo, Município de Vila Pouca de Aguiar, Portugal. No mesmo ano, em 09 de junho, foi instalada a sua primeira sede, na Rua Direita do Comércio, n° 44,  2° andar, onde tiveram início as suas atividades. Devido à sua crescente procura, o Gabinete foi transferido três vezes, sendo a última instalação em 27 de junho de 1896, a da Rua do Palácio n° 40 (originalmente era chamada Rua Direita do Palácio e, depois, Rua Chile). Ficou pouco tempo na Rua Chile, pois a reestruturação urbana indicava vários edifícios para serem demolidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O edifício do Gabinete de Leitura encontrava-se nessa lista das demolições que permitiria a realização das obras de alargamento da Rua Chile. Para isso, o Presidente, Sr. Augusto Pinho, levou ao conhecimento da Diretoria a proposta do Intendente Municipal para a sua desapropriação, recebendo por indenização a quantia de oitenta contos de réis. O novo edifício do Gabinete Português de Leitura, construído na Praça 13 de Maio, atual Praça Piedade, foi inaugurado em 03 de fevereiro de 1918.( ...) Construído em pedra de granito, medindo 30 metros e 50 de frente, e na sua maior altura 16 metros, em estilo Neomanuelino, foi desenhado entre 1912 e 1915, pelo arquiteto italiano Alberto Borelli, que fiscalizou e acompanhou todo o serviço da obra".(Fonte: Maria de Fátima Costa&amp;nbsp; Garcia de Mattos em&amp;nbsp;&lt;span style="color: blue;"&gt; "Da ideologia à arquitetura, um projeto além mar: os Gabinetes Portugueses de Leitura no Brasil") -&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5302905728488546534-6546510960025963411?l=oriundibrasile.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oriundibrasile.blogspot.com/feeds/6546510960025963411/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://oriundibrasile.blogspot.com/2010/06/italaini-alberto-borelli-e-o-gabinete.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5302905728488546534/posts/default/6546510960025963411'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5302905728488546534/posts/default/6546510960025963411'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oriundibrasile.blogspot.com/2010/06/italaini-alberto-borelli-e-o-gabinete.html' title='Italaini - Alberto Borelli  e o Gabinete Português de Leitura em Salvador (1)'/><author><name>Eduardo Fiora</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12176291173151427439</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-tJfvgZLlQfA/TWVDWvTvvlI/AAAAAAAABUg/YMpFM9S-7wU/s220/foto-fiora-2011s.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_bmAyINP38RQ/TB4eS7uTH-I/AAAAAAAABN8/z9QWWkMpenE/s72-c/235596-gabinete-portugus-de-leitura-portuguese-library-salvador-brazil+Alberto.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5302905728488546534.post-7577520859631123660</id><published>2010-06-18T00:15:00.001-03:00</published><updated>2010-06-20T00:20:44.157-03:00</updated><title type='text'>Italiani - Palácio Rio Branco, obra do arquiteto  Conti  na Bahia</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_bmAyINP38RQ/TB2I7QszP2I/AAAAAAAABN0/J3vyovqM8mQ/s1600/memorial-dos-governadores-salvador-bahia-1+conti.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://4.bp.blogspot.com/_bmAyINP38RQ/TB2I7QszP2I/AAAAAAAABN0/J3vyovqM8mQ/s320/memorial-dos-governadores-salvador-bahia-1+conti.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;“Erguido no início do século XX e inaugurado em 1919, o edifício tem estilo eclético e representa a quarta versão arquitetônica do antigo Paço dos Governadores feito pelo fundador da cidade, Tomé de Souza. Obra do arquiteto italiano Júlio (Giulio) Conti, seu interior contém o Memorial dos Governadores do período republicano (de 1889 aos dias atuais) e muitas obras de arte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A grande cúpula e o belvedere situado na ala com vista para o mar, são referenciais da cidade. No seu interior, merece destaque a escadaria em ferro e cristal e uma escultura representando o fundador da cidade, Tomé de Souza. Centro de vida política da cidade, nele ocorreram fatos de grande importância. Em 1818, a então casa dos governadores hospeda D. João, Príncipe Regente, e a Família Real. Em 1826, D. Pedro I e a Princesa Maria se hospedaram na casa. Em 1859, foi residência provisória de D. Pedro II e sua mulher, a Imperatriz Tereza Cristina". (Fonte: governo da Bahia)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 1949, sofreu nova reforma e ampliação em função do crescimento da máquina administrativa. O centro de decisões do Estado da Bahia permaneceu no palácio até o ano de 1979, quando foi transferido para o recém-construído Centro Administrativo da Bahia. Durante os quatro anos seguintes abrigou a Prefeitura de Salvador. Em 1986, após grande restauração, recebe a fundação Pedro Calmon – Centro de Memória da Bahia”.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5302905728488546534-7577520859631123660?l=oriundibrasile.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oriundibrasile.blogspot.com/feeds/7577520859631123660/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://oriundibrasile.blogspot.com/2010/06/italiani-palacio-rio-branco-obra-do.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5302905728488546534/posts/default/7577520859631123660'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5302905728488546534/posts/default/7577520859631123660'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oriundibrasile.blogspot.com/2010/06/italiani-palacio-rio-branco-obra-do.html' title='Italiani - Palácio Rio Branco, obra do arquiteto  Conti  na Bahia'/><author><name>Eduardo Fiora</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12176291173151427439</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-tJfvgZLlQfA/TWVDWvTvvlI/AAAAAAAABUg/YMpFM9S-7wU/s220/foto-fiora-2011s.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_bmAyINP38RQ/TB2I7QszP2I/AAAAAAAABN0/J3vyovqM8mQ/s72-c/memorial-dos-governadores-salvador-bahia-1+conti.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5302905728488546534.post-2335482693063506213</id><published>2010-06-17T00:04:00.002-03:00</published><updated>2010-06-20T00:15:04.029-03:00</updated><title type='text'>Italiani - Na Bahia, a influência dos arquitetos vindos da Itália</title><content type='html'>"A década de 1910 coincide com a chegada, em Salvador, de diversos engenheiros, arquitetos e construtores estrangeiros, principalmente italianos, que vão se ocupar da construção dos novos edifícios institucionais e da renovação dos antigos palácios e sobrados coloniais, ao mesmo tempo em que erguem os palacetes da nova burguesia baiana, financiados com os recursos oriundos da atividade industrial e das plantações de fumo do Recôncavo e de cacau do sul da Bahia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;Segundo Godofredo Filho , essa renovação arquitetônica e artística se deve principalmente aos&amp;nbsp; 'técnicos italianos aqui chegados a partir de 1912, no 1º Governo Seabra, quando o Secretário Geral Arlindo Fragoso e, sobretudo, o Intendente Júlio Viveiros Brandão, buscaram abastecer-se em São Paulo, de arquitetos, escultores, pintores, decoradores e artesãos especializados, com o fito de mudar, como pretenderam e em parte conseguiram, a grave e tranqüila fisionomia plástica de Salvador':Os Chirico, os Conti, os Santoro, os Rossi, os Sercelli e tantos outros, diferentes entre si nos misteres e nos méritos, trabalharam com afinco, brindando a cidade ora de bronzes e mármores duradouros, ora de pinturas de salão mundano em igrejas austeras e, ainda, em edifícios públicos e particulares, da glace caricatural dos estuques, as grinaldas, os festões, as águias de bico voraz e asas abertas, e, até, de mulheres aladas ou de corpo natural inteiro, todas elas de seios duros e pontudos ede Dânae de Corregio, por onde se pudessem modelar, acaso, as taças cônicas das festanças inaugurais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dentre os arquitetos, engenheiros e construtores ] italianos que atuaram, ainda que temporariamente, em Salvador entre as décadas de 1910 e 1920 podemos destacar: Júlio Conti, responsável pela versão original do projeto de reconstrução do Palácio Rio Branco, iniciada em 1912, pela nova Igreja da Ajuda, construída entre 1912 e 1923, e pela construção do Instituto Geográfico e Histórico da Bahia, também inaugurado em 1923 (PUPPI, 1998, p. 129); Alberto Borelli, que chegou a Salvador, procedente de São Paulo, em 1912 e que foi autor do projeto do Gabinete Português de Leitura, inaugurado em 1918 (ibid., p. 107); e Michele Caselli, autor do projeto original da nova Igreja de São Pedro da Piedade, datado de 1914 e não executado" (Fonte:&amp;nbsp;&lt;a href="http://www.dezenovevinte.net/arte%20decorativa/ad_fs_vnaj.htm"&gt;A Influência Italiana na Modernidade Baiana: O caráter público, urbano e monumental da arquitetura de Filinto Santoro&lt;/a&gt; de autoria de Nivaldo Vieira de Andrade Junior)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5302905728488546534-2335482693063506213?l=oriundibrasile.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oriundibrasile.blogspot.com/feeds/2335482693063506213/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://oriundibrasile.blogspot.com/2010/06/italiani-na-bahia-influencia-dos.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5302905728488546534/posts/default/2335482693063506213'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5302905728488546534/posts/default/2335482693063506213'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oriundibrasile.blogspot.com/2010/06/italiani-na-bahia-influencia-dos.html' title='Italiani - Na Bahia, a influência dos arquitetos vindos da Itália'/><author><name>Eduardo Fiora</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12176291173151427439</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-tJfvgZLlQfA/TWVDWvTvvlI/AAAAAAAABUg/YMpFM9S-7wU/s220/foto-fiora-2011s.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5302905728488546534.post-5783450414784035346</id><published>2010-06-16T22:46:00.000-03:00</published><updated>2010-06-16T22:46:44.540-03:00</updated><title type='text'>Italiani - Padre Vicente Schiena e a Basílica de Nossa Senhora de Nazaré (2)</title><content type='html'>"Os púlpitos foram acrescentados ao projeto da igreja por sugestão do padre Di Giorgio. As sugestões eram enviadas por carta à Itália, acatadas por Zoia e executadas para retornarem a Belém. O padre Di Giorgio teve o trabalho de guardar toda esta longa correspondência, onde surgem discussões sobre a ausência de certo material; ou o tamanho das peças que não conferiam com o espaço disponível.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na Basílica, todos os pontos convergem para o altar, onde está a imagem de Nossa Senhora. E é de lá, iniciando pela direita, que os vitrais contam histórias da bíblia e os mosaicos rezam a Salve Rainha, através de anjos. Nas naves laterais encontram-se ainda, os mosaicos das mulheres que estão na Bíblia e guardam virtudes que serão encontradas na Virgem Maria. Suzana, Isabel, Ruth, Esther, Noêmia e tantas outras estão retratadas ali. Segundo o padre Vicente, a sugestão destas figuras femininas deve ter partido de padres franceses. Ele encontrou, no acervo da Basílica, um livro de 11 volumes com as pregações de santos sobre Nossa Senhora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No final, vem a relação das mulheres bíblicas e as virtudes que elas trazem e que se vão refletir em Maria. Foram os padre franceses que definiram os temas dos vitais, assim como as imagens das estátuas que ornariam os altares laterais. Diz isto porque, entre as estátuas, duas são de santos franceses, Joana D'Arc e São Vicente de Paula. Mesmo os confessionários, feitos em acapu, madeira da terra, podem não ter sido feitos aqui. Padre Vicente levanta a hipótese de que a madeira teria sido enviada a Gênova e lá, onde morava Coppede, filho de uma tradicional família de entalhadores, preparadas em peças e devolvidas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Ele se baseia em outro fato, que o fez supor que a madeira foi levada para a Itália. Durante uma visita à casa missionária de origem do padre Zoia, em conversa com seu superior, padre Clerit, padre Vicente ouviu-o falar que os bancos da capela eram de madeira brasileira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como Gênova tem porto de mar, raciocina o padre, seria fácil ter transportado a madeira, feito os confessionários e, com as sobras, construir os bancos. Segundo o padre, os bancos eram de madeira leve, talvez macacaúba, como a madeira utilizada no pequeno altar da sacristia, e, apesar de intensamente utilizados, 'estavam como se tivessem sido feitos no dia anterior'.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Padre Vicente reclama que a parte culta dos arquitetos não prestigie a Basílica, dando-lhe pouco valor. 'É uma obra de arte', afirma ele. 'Assim como não tive coragem de olhá-la, há gente que não quer admitir que ela é bela". Ele reclama também dos estaqueamentos que foram feitos próximos à igreja, produzindo rachaduras nas paredes e queda de parte do teto. 'Foi um sinal', garante ele. Depois que vários edifícios foram construídos pela vizinhança, diz ele, é impossível tirar fotografias da Basílica 'sem que apareça aquela sujeira'. (.(Fonte: &lt;a href="http://www.tvliberal.com.br/revistas/npara/edicao7/italiana.htm" style="color: blue;"&gt;TV Liberal&lt;/a&gt;)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5302905728488546534-5783450414784035346?l=oriundibrasile.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oriundibrasile.blogspot.com/feeds/5783450414784035346/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://oriundibrasile.blogspot.com/2010/06/italiani-padre-vicente-schiena-e_16.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5302905728488546534/posts/default/5783450414784035346'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5302905728488546534/posts/default/5783450414784035346'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oriundibrasile.blogspot.com/2010/06/italiani-padre-vicente-schiena-e_16.html' title='Italiani - Padre Vicente Schiena e a Basílica de Nossa Senhora de Nazaré (2)'/><author><name>Eduardo Fiora</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12176291173151427439</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-tJfvgZLlQfA/TWVDWvTvvlI/AAAAAAAABUg/YMpFM9S-7wU/s220/foto-fiora-2011s.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5302905728488546534.post-3352367368400235355</id><published>2010-06-16T22:40:00.000-03:00</published><updated>2010-06-16T22:40:53.373-03:00</updated><title type='text'>Italiani - Padre Vicente Schiena e a Basílica de Nossa Senhora de Nazaré</title><content type='html'>No site da TV Liberal, encontramos referências ao padre Vicente di Schiena que durante muitos anos trabalhou na Basílica de Nossa Senhora de Nazaré. Padre Vicente nasce em 16 de novembro de 1929, em Andria, Itália, sendo ordenado sacerdote em 4 de abril de 1955, em Roma. Faleceu na Itália em 1991. No site da TV Liberal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Segundo o padre Vicente, a construção foi difícil. Durante a primeira guerra mundial, com as obras em pleno andamento, grande parte do mármore foi encomendado à Marmífera Lígure, italiana. A encomenda chegou, mas como houve o "crack" econômico, não foi possível enviar o valor do pagamento. Assim, quando a guerra terminou e a dívida pôde ser saldada, a Marmífera havia pedido falência. Uma das causas foi a falta de pagamento da encomenda da Basílica. 'São inconvenientes internacionais', explica o padre. Durante a segunda guerra, com o cruzeiro valorizado, foi possível adquirir os materiais necessários à construção. Naquela época, conta o padre, para se comprar um cruzeiro gastava-se 64 liras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas, com o acirramento da luta, o comércio teve que ser interrompido. O atraso só não foi maior porque a maior parte das obras estava pronta. Todos os mosaicos e vitrais haviam chegado, e faltava pouco para completar o templo. Segundo o padre Vicente, o padre Luiz Zoia, que só esteve uma vez em Belém, acreditou que seria fácil construir a Basílica nova, porque nesta época vivia-se o fausto provocado pelo "boom" da borracha. Já então, em 1908, começava o declínio deste comércio, mas na época todos pensavam que a euforia iria continuar por muito mais tempo. Quando aqui esteve, o padre Zoia admirou-se do rico Teatro da Paz e dos gastos que a sociedade local tinha, importando "shows" de outros países. "Se havia dinheiro para isso, porque não haveria dinheiro para construir igreja?", perguntou-se ele.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A realidade provou que as facilidades não eram tantas. Graças ao vigário da igreja , padre Emilio Richert, que foi, segundo o padre Vicente, quem administrou a obra do ponto de vista financeiro, e ao padre Afonso Di Giorgio, que se mostraria incansável na coleta de doações, os trabalhos foram desenvolvidos progressivamente. Conta o padre Vicente que, ao findar a semana e ver que o dinheiro arrecadado não fora o suficiente para pagar os trabalhadores, padre Di Giorgio convocava um fiel e ia, de loja em loja, pedir colaborações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estas visitas às autoridades locais se faziam freqüentes, também, quando chegavam da Itália os carregamentos de mármore. Adquirido por um bom preço e transportado gratuitamente como lastro do navio, o mármore, ao chegar ao porto de Belém, era taxado pela alfândega. Para liberá-lo, o padre Di Giorgio percorria gabinetes e a Câmara, recorrendo a todos os meios até conseguir isenção parcial ou total do imposto”.(Fonte: &lt;a href="http://www.tvliberal.com.br/revistas/npara/edicao7/italiana.htm" style="color: blue;"&gt;TV Liberal&lt;/a&gt;)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5302905728488546534-3352367368400235355?l=oriundibrasile.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oriundibrasile.blogspot.com/feeds/3352367368400235355/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://oriundibrasile.blogspot.com/2010/06/italiani-padre-vicente-schiena-e.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5302905728488546534/posts/default/3352367368400235355'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5302905728488546534/posts/default/3352367368400235355'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oriundibrasile.blogspot.com/2010/06/italiani-padre-vicente-schiena-e.html' title='Italiani - Padre Vicente Schiena e a Basílica de Nossa Senhora de Nazaré'/><author><name>Eduardo Fiora</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12176291173151427439</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-tJfvgZLlQfA/TWVDWvTvvlI/AAAAAAAABUg/YMpFM9S-7wU/s220/foto-fiora-2011s.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5302905728488546534.post-7135822415640854762</id><published>2010-06-15T23:30:00.000-03:00</published><updated>2010-06-16T22:48:47.343-03:00</updated><title type='text'>Italiani -  O trabalho de Gino Coppedè e outros  na construção da Basílica de Nossa Senhora de Nazaré em Belém (2)</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_bmAyINP38RQ/TBa7FJWeAEI/AAAAAAAABNk/24i71trOeo8/s1600/hist6.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://3.bp.blogspot.com/_bmAyINP38RQ/TBa7FJWeAEI/AAAAAAAABNk/24i71trOeo8/s320/hist6.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Inspirada na Igreja de São Paulo, em Roma, a Basílica foi projetada pelos italianos Gino Coppedé (arquiteto) e Giusepe Pedrasso (engenheiro), que conceberam o que havia de mais suntuoso e de mais belo nas igrejas italianas para este templo.Com linhas arquitetônicas que tendem para o centro religioso e artístico da igreja, esta obra é uma exuberância de estilos conjugados, fortemente renascentista, gótico, bizantino e românico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Decorada em estilo neoclássico e liberty, mesclando desde o romântico até o moderno, a Basílica compõe-se da elegância do mármore de carrara europeu, do requinte dos estuques espanhóis, da exuberância dos vitrais franceses, dos mosaicos e sinos italianos, dos candelabros milaneses, dos lampadários venezianos e das estátuas do escultor Antônio Bozzano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_bmAyINP38RQ/TBa7hjPXPII/AAAAAAAABNs/8cfiRIP3-Es/s1600/ra1.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://2.bp.blogspot.com/_bmAyINP38RQ/TBa7hjPXPII/AAAAAAAABNs/8cfiRIP3-Es/s320/ra1.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Em números marcantes, a Basílica tem 5 naves, 62m de comprimento, 24m de largura, 20m de altura, 2 torres de 42m de altura, 32 colunas de granito maciço, 54 vitrais, 38 medalhões em mosaico de 1,5m de diâmetro, 19 estátuas do mais puro mármore de carrara, 9 sinos (o maior com 2,8 ton.), 1 órgão com 3 teclados e 1.100 tubos, além de incontáveis detalhes sacros reservados a um olhar atento.O Pantheon do Pará é uma grandiosidade de fé e arte, feito do fervor de um povo, do bom gosto dos seus idealizadores e da ousadia dos Padres Barnabitas. (Fonte&lt;span style="color: blue;"&gt;:&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.basilicadenazare.com.br/cirio/modules/xt_conteudo/index.php?id=53" style="color: blue;"&gt;Basílica de Nazaré&lt;/a&gt;)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5302905728488546534-7135822415640854762?l=oriundibrasile.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oriundibrasile.blogspot.com/feeds/7135822415640854762/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://oriundibrasile.blogspot.com/2010/06/italiani-o-trabalho-de-gino-coppede-e_14.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5302905728488546534/posts/default/7135822415640854762'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5302905728488546534/posts/default/7135822415640854762'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oriundibrasile.blogspot.com/2010/06/italiani-o-trabalho-de-gino-coppede-e_14.html' title='Italiani -  O trabalho de Gino Coppedè e outros  na construção da Basílica de Nossa Senhora de Nazaré em Belém (2)'/><author><name>Eduardo Fiora</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12176291173151427439</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-tJfvgZLlQfA/TWVDWvTvvlI/AAAAAAAABUg/YMpFM9S-7wU/s220/foto-fiora-2011s.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_bmAyINP38RQ/TBa7FJWeAEI/AAAAAAAABNk/24i71trOeo8/s72-c/hist6.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5302905728488546534.post-6512437577471080748</id><published>2010-06-14T19:52:00.002-03:00</published><updated>2010-06-14T19:52:58.134-03:00</updated><title type='text'>Italiani -  O trabalho de Gino Coppedè e outros  na construção da Basílica de Nossa Senhora de Nazaré em Belém (1)</title><content type='html'>Desde o início da devoção, todas as ermidas eram simples e não correspondiam a grandiosidade do culto à Nossa Senhora de Nazaré e às exigências dos fiéis, que reclamavam uma obra à altura de sua fé. No início do século XX um majestoso templo começa a ser erguido pelo esforço dos Padres Barnabitas e pela fé do povo paraense.Em 1909, ano de lançamento da pedra fundamental, ficava pronto em Gênova, Itália, o projeto arquitetônico da Basílica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_bmAyINP38RQ/TBayf7yoU7I/AAAAAAAABNc/egMrIjx_qEM/s1600/construcao_basilica_r05_c02.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="115" src="http://4.bp.blogspot.com/_bmAyINP38RQ/TBayf7yoU7I/AAAAAAAABNc/egMrIjx_qEM/s200/construcao_basilica_r05_c02.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;A construção&lt;b&gt; foi iniciada em 1910&lt;/b&gt;. Já em 1916 estavam concluídos a cripta, o telhado, as paredes e a torre.Os trabalhos foram conduzidos a distância, da Itália, pelo arquiteto Gino Coppedè e pelo idealizador da obra Padre Luis Zoia.Os mármores chegavam cortados sob medida, bem como os demais objetos de decoração, tudo transportado pelos navios que vinham buscar borracha no Pará. Neste período vários objetos de arte foram roubados, sendo necessário que os Padres limitassem o acesso das pessoas à obra.Cuidadoso e detalhado, o período da decoração foi longo, de 1923 - 1953.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O modelo seguido foi o da Basílica de São Paulo, em Roma, mas o motivo foi todo baseado na Virgem Maria.Atravessando todas as dificuldades de época, como duas guerras mundiais e a decadência do ciclo da borracha no Pará, este monumento levou 43 anos para ser concluído e já se impõe com quase um século de história, fé e arte.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5302905728488546534-6512437577471080748?l=oriundibrasile.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oriundibrasile.blogspot.com/feeds/6512437577471080748/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://oriundibrasile.blogspot.com/2010/06/italiani-o-trabalho-de-gino-coppede-e.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5302905728488546534/posts/default/6512437577471080748'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5302905728488546534/posts/default/6512437577471080748'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oriundibrasile.blogspot.com/2010/06/italiani-o-trabalho-de-gino-coppede-e.html' title='Italiani -  O trabalho de Gino Coppedè e outros  na construção da Basílica de Nossa Senhora de Nazaré em Belém (1)'/><author><name>Eduardo Fiora</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12176291173151427439</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-tJfvgZLlQfA/TWVDWvTvvlI/AAAAAAAABUg/YMpFM9S-7wU/s220/foto-fiora-2011s.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_bmAyINP38RQ/TBayf7yoU7I/AAAAAAAABNc/egMrIjx_qEM/s72-c/construcao_basilica_r05_c02.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5302905728488546534.post-9000728783926057066</id><published>2010-06-13T21:59:00.000-03:00</published><updated>2010-06-13T21:59:24.507-03:00</updated><title type='text'>Italiani- A arquitetura de Santoro em Belém (3)</title><content type='html'>"Durante um longo período entre os anos 1990 e início dos anos 2000 o palacete sofreu inúmeras perdas em sua arquitetura por falta de recursos financeiros a sua manutenção. O museu neste período já se encontrava em péssimas condições de conservação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 2003 o palacete Augusto Montenegro é tombado pelo Governo do Estado do Pará enquanto Patrimônio Histórico e, no mesmo ano, assume enquanto diretora do MUFPA a professora e arquiteta Jussara Derenji.      O projeto das obras de restauração e revitalização do museu começou em julho de 2004, e tais serviços terminaram em junho de 2009, seguindo as normas internacionais de restauro e tendo como principais objetivos na restauração resgatar e preservar ao máximo as características originais artísticas e arquitetônicas do prédio, bem como adaptar suas instalações a formatos museológicos transformando o museu num campo de estudo e de aprendizado". (&lt;span style="color: blue;"&gt;Fonte: &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.ufpa.br/museufpa/?pagina=historico" style="color: blue;"&gt;Universidade Federal do Pará&lt;/a&gt;)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Durante esse processo as cores originais da fachada do prédio foram restabelecidas, e os restauradores encontraram até 12 camadas de tintas sobre a pintura parietal interna original  A restauração do Palacete Augusto Montenegro foi baseada nas recomendações da Carta de Veneza proporcionando que a história do prédio fosse novamente relatada, bem como as intervenções sofridas pela casa pudessem manter essas referências. A Carta Patrimonial é um importante documento internacional sobre conservação e restauração de monumentos, prédios e sítios. Este documento defende que as intervenções realizadas procurem contribuir para os remanescentes históricos presentes nas edificações restauradas. Segundo a Carta de Veneza, 'Os acréscimos só poderão ser tolerados na medida em que respeitarem todas as partes interessantes do edifício, seu esquema tradicional, o equilíbrio de sua composição e suas relações com meio ambiente'.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Baseado nesses pressupostos percebe que a fachada do palacete foi totalmente mantida restabelecendo através de prospecção a cores originais e pinturas do prédio. Portas e janelas foram abertas, esquadrias refeitas, forros restaurados e reintegrados, pinturas decorativas internas encontradas e revitalizadas. Todo esse processo foi realizado preocupando-se com o acesso e fruição do público durante os eventos museológicos no prédio.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5302905728488546534-9000728783926057066?l=oriundibrasile.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oriundibrasile.blogspot.com/feeds/9000728783926057066/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://oriundibrasile.blogspot.com/2010/06/italiani-arquitetura-de-santoro-em_13.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5302905728488546534/posts/default/9000728783926057066'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5302905728488546534/posts/default/9000728783926057066'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oriundibrasile.blogspot.com/2010/06/italiani-arquitetura-de-santoro-em_13.html' title='Italiani- A arquitetura de Santoro em Belém (3)'/><author><name>Eduardo Fiora</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12176291173151427439</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-tJfvgZLlQfA/TWVDWvTvvlI/AAAAAAAABUg/YMpFM9S-7wU/s220/foto-fiora-2011s.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5302905728488546534.post-3558896171372222731</id><published>2010-06-13T21:50:00.003-03:00</published><updated>2010-06-13T21:54:38.036-03:00</updated><title type='text'>Italiani- A arquitetura de Santoro em Belém (2)</title><content type='html'>"Projeto e construção encomendados pelo próprio Augusto Montenegro ao arquiteto Filinto &lt;br /&gt;Santoro, este chefe do Executivo paraense também fazia do palacete seu gabinete de despachos, pois no período não existia residência oficial nem palácio dos despachos do Governador do Pará. Era considerada uma residência pequena para os padrões da época, sendo que o porão da casa, construído em pedra, abrigava a guarda oficial do Governador; no primeiro pavimento foi instalado o gabinete de Montenegro e gabinete de sua Assessoria, além de dois salões sociais para recepção de convidados, copa, cozinha e sala de jantar; o segundo e último pavimento era reservado somente as acomodações da família: Montenegro, a esposa e o filho, sendo que um quarto pequeno provavelmente era destinado a abrigar a ama, e um outro menor possivelmente destinado a orações. Montenegro morou no palacete até 1909 decidindo vender a residência e morar com a família na Europa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Até o início dos anos 60 o palacete serviu de residência de algumas famílias de nomes tradicionais na cidade de Belém: Cardoso, Faciola e Chamié.      Em 1962, na gestão do então Exmo. Reitor José Rodrigues da Silveira Netto, a Universidade Federal do Pará compra o palacete Augusto Montenegro e instala no prédio a reitoria dessa instituição de ensino. A casa passa por várias modificações internas quando deixa de ser moradia passando a ser um prédio de instituição pública.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Neste período, as pinturas originais começam a desaparecer, sendo cobertas com camadas de tinta branca. Em 1983, com a construção do Campus Universitário no bairro do Guamá, a sede da reitoria da UFPA muda-se e, neste mesmo ano, é instalado o Museu de Arte da UFPA - MUFPA – no palacete Augusto Montenegro". (&lt;span style="color: blue;"&gt;Fonte: &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.ufpa.br/museufpa/?pagina=historico" style="color: blue;"&gt;Universidade Federal do Pará&lt;/a&gt;)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5302905728488546534-3558896171372222731?l=oriundibrasile.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oriundibrasile.blogspot.com/feeds/3558896171372222731/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://oriundibrasile.blogspot.com/2010/06/italiani-arquitetura-de-santoro-em.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5302905728488546534/posts/default/3558896171372222731'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5302905728488546534/posts/default/3558896171372222731'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oriundibrasile.blogspot.com/2010/06/italiani-arquitetura-de-santoro-em.html' title='Italiani- A arquitetura de Santoro em Belém (2)'/><author><name>Eduardo Fiora</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12176291173151427439</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-tJfvgZLlQfA/TWVDWvTvvlI/AAAAAAAABUg/YMpFM9S-7wU/s220/foto-fiora-2011s.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5302905728488546534.post-2592105259427337824</id><published>2010-06-12T21:35:00.005-03:00</published><updated>2010-06-13T21:47:45.817-03:00</updated><title type='text'>Italiani- A arquitetura de Santoro em Belém (1)</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_bmAyINP38RQ/TBV76eT6DdI/AAAAAAAABNU/1SMmMty_h4Y/s1600/santoro+palacio+montenegro.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="269" src="http://3.bp.blogspot.com/_bmAyINP38RQ/TBV76eT6DdI/AAAAAAAABNU/1SMmMty_h4Y/s320/santoro+palacio+montenegro.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;"O Museu da Universidade Federal do Pará, o único museu federal de artes visuais da Amazônia, vem desde 2003 se reestruturando para melhor guardar e avivar a memória de si e do outro. O prédio que abriga esse museu é uma construção do início do século XX, mas precisamente de 1903, conhecido como palacete Augusto Montenegro, foi projetado pelo arquiteto italiano Filinto Santoro para ser a residência particular do então Governador do Estado do Pará, Augusto Montenegro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este arquiteto que viveu no início do século XX em Belém, era formado pela Academia de Nápoles. Para o projeto, Santoro buscou informações no estilo arquitetônico renascentista italiano, bem como parte dos materiais utilizados na construção do prédio e sua mão de obra era oriunda da Itália. Lugui Bisi foi o mestre de obras e construtor do prédio.      O Palacete é uma construção em alvenaria e ferro de estilo eclético que reflete em sua composição a riqueza e ostentação da Belle Époque paraense dos períodos áureos da extração da borracha na Amazônia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi quase todo construído com materiais importados da Itália devido às relações comerciais que Santoro mantivera com seu país. Forros prensados e pintados possivelmente de origem Belga, mosaicos genoveses no piso de entrada, portas em madeira de lei, imitação de mármore nas colunas e presença da flor de lis nas pinturas decorativas internas e vidros da casa são umas das mais variadas marcas da arquitetura do palacete Augusto Montenegro"&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5302905728488546534-2592105259427337824?l=oriundibrasile.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oriundibrasile.blogspot.com/feeds/2592105259427337824/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://oriundibrasile.blogspot.com/2010/06/italiani-arquitetura-de-filinto-santoro.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5302905728488546534/posts/default/2592105259427337824'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5302905728488546534/posts/default/2592105259427337824'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oriundibrasile.blogspot.com/2010/06/italiani-arquitetura-de-filinto-santoro.html' title='Italiani- A arquitetura de Santoro em Belém (1)'/><author><name>Eduardo Fiora</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12176291173151427439</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-tJfvgZLlQfA/TWVDWvTvvlI/AAAAAAAABUg/YMpFM9S-7wU/s220/foto-fiora-2011s.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_bmAyINP38RQ/TBV76eT6DdI/AAAAAAAABNU/1SMmMty_h4Y/s72-c/santoro+palacio+montenegro.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5302905728488546534.post-6465386150805526504</id><published>2010-06-12T14:07:00.001-03:00</published><updated>2010-06-13T21:24:50.609-03:00</updated><title type='text'>Oriundi- O talento de Francisco Bolonha em Belém(2)</title><content type='html'>"O Palacete Bolonha possui elementos art nouveau, góticos e neoclássicos. O art nouveau se manifesta nos portões e na fachada, com detalhes que imitam folhas e flores. O gótico pode ser encontrado no formato das agulhas, que embelezam o alto do palácio. Nos quartos, há imagens de anjos dançando, alusivos à arte grega. Numa das áreas, aos fundos do prédio, as janelas de vidro permitiam que os donos da casa apreciassem a vista da Baía de Guajará, enquanto tomavam chá ou simplesmente conversavam. O palacete tem vista para os quatro cantos da cidade. Atrás dele também há uma vila com casas, que seguem a mesma linha arquitetônica e que abrigaram, entre outros moradores ilustres, o pintor Theodoro Braga".&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5302905728488546534-6465386150805526504?l=oriundibrasile.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oriundibrasile.blogspot.com/feeds/6465386150805526504/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://oriundibrasile.blogspot.com/2010/06/oriundi-o-talento-de-francisco-bolonha.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5302905728488546534/posts/default/6465386150805526504'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5302905728488546534/posts/default/6465386150805526504'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oriundibrasile.blogspot.com/2010/06/oriundi-o-talento-de-francisco-bolonha.html' title='Oriundi- O talento de Francisco Bolonha em Belém(2)'/><author><name>Eduardo Fiora</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12176291173151427439</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-tJfvgZLlQfA/TWVDWvTvvlI/AAAAAAAABUg/YMpFM9S-7wU/s220/foto-fiora-2011s.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5302905728488546534.post-2907140788851112383</id><published>2010-06-11T23:57:00.005-03:00</published><updated>2010-06-12T14:05:25.399-03:00</updated><title type='text'>Oriundi- O talento de Francisco Bolonha em Belém(1)</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_bmAyINP38RQ/TBO9mZmOLMI/AAAAAAAABNM/5BchMDhFPso/s1600/JR_pbolonha.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="150" src="http://1.bp.blogspot.com/_bmAyINP38RQ/TBO9mZmOLMI/AAAAAAAABNM/5BchMDhFPso/s200/JR_pbolonha.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;"No século XIX, com o advento da Revolução Industrial, a borracha converteu-se em matéria-prima primordial para a indústria automobilística, na fabricação de pneus, luvas, mangueiras.Sendo beneficiada em países da Europa como Bélgica, Espanha, e principalmente a Inglaterra, por ser esta a precursora do automobilismo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com a entrada dos Estados Unidos no mercado do látex e a implantação do processo de vulcanização da borracha que tornava o produto mais resistente ao calor e ao frio. No ano de 1867 ocorreu a abertura para o tráfego de navios estrangeiros ao longo de toda a bacia amazônica. Era a época áurea, o fausto da borracha que incitava a uma série de lendas a respeito das fortunas dos Barões da Borracha, como por exemplo, de que estes acendiam seus longos charutos cubanos com notas de dinheiro incineradas. Porém, algo mais presente que simplesmente lendas restou daquela época.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Belém ainda abriga um riquíssimo patrimônio arquitetônico que remete ao requinte vivido. O palacete Bibi Costa, José Júlio de Andrade ou ainda O Castelinho, como é conhecido por alguns, é uma imponente construção que atualmente abriga a sede da AHIMOR a qual têm submetido o prédio a inúmeras reformas na tentativa de aproximar cada vez mais os detalhes degradados pelo tempo minuciosos e marcantes detalhes da construção original. Em 1904, por solicitação do major Carlos Brício Costa, o renomado engenheiro Francisco Bolonha iniciou a construção do palacete. A conclusão deu-se em 1905 conforme a placa de metal fixada na entrada da residência”.(Fonte: &lt;a href="http://www.belem.pa.gov.br/portal/new/index.php?option=com_content&amp;amp;view=article&amp;amp;id=427&amp;amp;catid=58:notisci"&gt;Governo do Pará)&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5302905728488546534-2907140788851112383?l=oriundibrasile.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oriundibrasile.blogspot.com/feeds/2907140788851112383/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://oriundibrasile.blogspot.com/2010/06/oriundi-arte-de-francisco-bolonha-em.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5302905728488546534/posts/default/2907140788851112383'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5302905728488546534/posts/default/2907140788851112383'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oriundibrasile.blogspot.com/2010/06/oriundi-arte-de-francisco-bolonha-em.html' title='Oriundi- O talento de Francisco Bolonha em Belém(1)'/><author><name>Eduardo Fiora</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12176291173151427439</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-tJfvgZLlQfA/TWVDWvTvvlI/AAAAAAAABUg/YMpFM9S-7wU/s220/foto-fiora-2011s.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_bmAyINP38RQ/TBO9mZmOLMI/AAAAAAAABNM/5BchMDhFPso/s72-c/JR_pbolonha.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5302905728488546534.post-1139933352421554207</id><published>2010-06-11T23:50:00.001-03:00</published><updated>2010-06-12T13:45:01.017-03:00</updated><title type='text'>Italiani - De Angelis e seus companheiros no Teatro de Manaus</title><content type='html'>"O artista italiano Domenico de Angelis teve como ajudante a outros compatriotas, na qualidade de ajudantes, Silvio Centofanti, pintor e decorador que ficou residindo em Manaus; Artur Lucciani, o pintor Francesco Alegiani. O pintor Adalberto Andreis ainda ficou&amp;nbsp; em Manaus durante muito tempo, pintando quadros, mas acabou regressando à Itália antes da primeira guerra mundial. Os demais adptaram-se à vida da região, constituíram família.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Antes da decoração do salão nobre, em 1896, o Teatro Amazonas estava avaliando na importância de cinco mil, setecentos e nove contos, setecentos quatorze mil e cento e vinte e hum réis (Rs$ 5.709.714,121). Após a decoração e s demais serviços que se arrastavam, calculou-se em mais de vinte contos de réis. (Fonte:&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.bv.am.gov.br/portal/conteudo/serie_memoria/38_teatro3.php" style="color: blue;"&gt;Biblioteaca Virtual do Amazonas)&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5302905728488546534-1139933352421554207?l=oriundibrasile.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oriundibrasile.blogspot.com/feeds/1139933352421554207/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://oriundibrasile.blogspot.com/2010/06/italiani-de-angelis-e-seus-companheiros.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5302905728488546534/posts/default/1139933352421554207'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5302905728488546534/posts/default/1139933352421554207'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oriundibrasile.blogspot.com/2010/06/italiani-de-angelis-e-seus-companheiros.html' title='Italiani - De Angelis e seus companheiros no Teatro de Manaus'/><author><name>Eduardo Fiora</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12176291173151427439</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-tJfvgZLlQfA/TWVDWvTvvlI/AAAAAAAABUg/YMpFM9S-7wU/s220/foto-fiora-2011s.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5302905728488546534.post-7141100110037039988</id><published>2010-06-10T00:10:00.002-03:00</published><updated>2010-06-10T00:22:26.300-03:00</updated><title type='text'>Italiani - O legado de Domenico De Angelis em Manaus (2)</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_bmAyINP38RQ/TBBaSfWo4HI/AAAAAAAABNE/3KwYpwnvSdQ/s1600/teatro+amazonas.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://4.bp.blogspot.com/_bmAyINP38RQ/TBBaSfWo4HI/AAAAAAAABNE/3KwYpwnvSdQ/s320/teatro+amazonas.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;"Não foi à toa que Crispim do Amaral, encarregado das obras decorativas do Teatro Amazonas, chamou De Angelis para executar as obras da Sala de Espetáculos e do Salão Nobre do Teatro Amazonas.Na Sala de Espetáculos o ateliê do iminente artista providenciou o teto, com um tema alegórico neoclássico típico, de alegoria às faculdades humanas, à mitologia clássica e ao ambiente campestre.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dominada por uma pérgola que se dispõe na direção da cúpula do próprio teatro, toda a ação passa-se mais em dispersão do centro e apontando para a parte dianteira onde o busto de Carlos Gomes foi pintado como referência mais importante dentro de um ambiente parnasiano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Salão Nobre do Teatro Amazonas, por sua vez, foi totalmente elaborado por De Angelis e Capranesi (a Sala de Espetáculos tem muitos outros objetos pré-fabricados, típicos da estética Art-Nouveau e que foram trazidos da França).O teto do Salão Nobre tem como tema a Glorificação das Artes no Amazonas, com as musas no desenvolvimento de suas habilidades.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O piso foi construído segundo um dos ofícios artísticos mais em voga na época, a da montagem de desenhos alusivos à natureza e grafismos, numa técnica que reúne centenas ou mesmo milhares de peças de madeira recortadas para este fim, chamada de marchetaria. A utilização de madeiras diferentes permitiu o contraste desejado para realçar os desenhos. Um conjunto de telas, pintadas por Capranesi (embora não assinadas) no ateliê da dupla romana, que se localizava na Praça Vittorio Emanuele na capital italiana, compreende temas da paisagem amazônica e uma delas em especial, baseia-se em «O Guarany».&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A maior das pinturas, na parede da sala que dá para o lado interno do teatro, retrata Peri salvando Ceci do incêndio, conforme o argumento da ópera de Carlos Gomes.As colunas e a balaustrada do mezanino são obra de estucaria refinada e só ao olhar mais treinado diferenciam-se dos autênticos mármores das portadas da sala.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um outro detalhe que revela a procedência da obra artística é a profusão de anjinhos (putti, no italiano, meninos) que foram pintados nos vãos superiores de junção das colunas, característicos da pintura acadêmica italiana de tendência religiosa.E ainda que o mobiliário deste salão de honra do Teatro Amazonas possa ter sido escolhido por Crispim do Amaral, assim como pode ter sido deste a idéia dos bustos junto às cimalhas das portas, foi o escultor Enrico Quatrini, da equipe de De Angelis quem certamente preparou o espaço para uns e fez os outros. Quatrini também é relacionado ao monumento de abertura dos portos do Amazonas, localizado na Praça de São Sebastião.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A equipe de De Angelis e Capranesi contava ainda com Francesco Alegiani e o arquiteto Sílvio Centofanti, que chegou a estabelecer escritório em Manaus, lecionou na Academia Amazonense de Belas Artes e sobre quem recaem responsabilidades como a pavimentação da mencionada praça de São Sebastião.O trabalho de De Angelis no Teatro Amazonas foi quase, certamente, um dos últimos de sua vida. Doente, partiu de Manaus às vésperas de falecer, na Itália, em março de 1900, o que o fez ser pranteado por quantos admiradores e amigos aqui deixou". (&lt;a href="http://www.bv.am.gov.br/portal/conteudo/serie_memoria/16_domenico.php" style="color: blue;"&gt;Biblioteca Virtual do Amazonas&lt;/a&gt;)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5302905728488546534-7141100110037039988?l=oriundibrasile.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oriundibrasile.blogspot.com/feeds/7141100110037039988/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://oriundibrasile.blogspot.com/2010/06/italiani-o-legado-de-domenico-de_10.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5302905728488546534/posts/default/7141100110037039988'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5302905728488546534/posts/default/7141100110037039988'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oriundibrasile.blogspot.com/2010/06/italiani-o-legado-de-domenico-de_10.html' title='Italiani - O legado de Domenico De Angelis em Manaus (2)'/><author><name>Eduardo Fiora</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12176291173151427439</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-tJfvgZLlQfA/TWVDWvTvvlI/AAAAAAAABUg/YMpFM9S-7wU/s220/foto-fiora-2011s.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_bmAyINP38RQ/TBBaSfWo4HI/AAAAAAAABNE/3KwYpwnvSdQ/s72-c/teatro+amazonas.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5302905728488546534.post-240781920165197016</id><published>2010-06-09T23:55:00.000-03:00</published><updated>2010-06-16T22:50:58.440-03:00</updated><title type='text'>Italiani - O legado de Domenico De Angelis em Manaus (3)</title><content type='html'>" No dia 21 de agosto de 1897, o pintos italiano Domenico de Angelis assinou o primeiro contrato com o governo amazonense para a decoração do salão nobre do Teatro Amazonas, na importância de cento e vinte e dois mil e duzentos francos (Ft. 122,200). Esse contrato foi substituído por outros dois, de 1897 e de 1899, com o sentido de ampliar as decorações e pinturas e ornamentos, respectivamente nas importâncias de cento e vinte e sete contos, trezentos trinta mil e quinhentos (Rs. 127:330$500) e vinte e nove contos, cento cinqüenta e oito mil, seiscentos e oitenta réis (Rs. 29:158$680).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Decorações e Pinturas. De 1897 a 1899 foram feitas no salão nobre do Teatro Amazonas as seguintes obras e instaladas decorações e pinturas.    a) "Plafond", alegoria pintada por Domenico de Angelis, sob o título "A glorificação das Belas Artes na Amazônia". Custo: 28:000 francos.    b) Falsos gobelins fixando aspectos naturais do Amazonas, usos, costumes, fauna, além de óleo sobre tela referindo o episódio do salvamento de Ceci pelo índio Peri, quando o solar do pai daquela é tomado pelo fogo. A cena do romance de josé de Alencar - O GUARANI, foi bem explorada. Custou 40:000 francos.    c) Um óleo sobre tela representando a segunda ponte de Manaus no dia de sua inauguração a cinco de julho de 1896.    d) Pinturas de circunstância representando a onça de malha grande cocando a embiara, uma capivara.    e) Outros detalhes: as garças pescadoras; borboletas azuis, palmares ao vento; além dos florões, ornamentálias no estilo clássico, anjos e numes.    f) Os bustos de gesso sobre portais custaram 16:000 francos.    g) Dezesseis colunas sobre armação de pedra e base de mármore de Carrara: 4:800 francos.&amp;nbsp;    h) Trinta e dois candelabros de crital (dezesseis de suspensão), custo: 15:360 francos.    i) Soalho de "parquet", custo 30:000 francos pelo fornecimento do material e 12:101 francos pela mão de obra. Total: 42:101 francos.    j) Dezesseis bases de mármore de Carrara para as colunas do salão nobre: 4:800 francos.    k) Assentamento dos espelhos (fornecidos pelo governo) e candelabros de cristal por 780 francos". (Fonte:&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.bv.am.gov.br/portal/conteudo/serie_memoria/38_teatro3.php" style="color: blue;"&gt;Biblioteca Virtual do Amazonas&lt;/a&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;)&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5302905728488546534-240781920165197016?l=oriundibrasile.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oriundibrasile.blogspot.com/feeds/240781920165197016/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://oriundibrasile.blogspot.com/2010/06/italiani-o-legado-de-domenico-de_4191.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5302905728488546534/posts/default/240781920165197016'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5302905728488546534/posts/default/240781920165197016'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oriundibrasile.blogspot.com/2010/06/italiani-o-legado-de-domenico-de_4191.html' title='Italiani - O legado de Domenico De Angelis em Manaus (3)'/><author><name>Eduardo Fiora</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12176291173151427439</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-tJfvgZLlQfA/TWVDWvTvvlI/AAAAAAAABUg/YMpFM9S-7wU/s220/foto-fiora-2011s.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5302905728488546534.post-5377745002249714709</id><published>2010-06-08T23:31:00.000-03:00</published><updated>2010-06-08T23:31:23.556-03:00</updated><title type='text'>Italiani - O legado de Domenico De Angelis em Manaus (1)</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_bmAyINP38RQ/TA78Qx8toCI/AAAAAAAABM8/wrUH8pOW1IA/s1600/16_domenico+de+angelis.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://1.bp.blogspot.com/_bmAyINP38RQ/TA78Qx8toCI/AAAAAAAABM8/wrUH8pOW1IA/s320/16_domenico+de+angelis.jpg" width="264" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;"Um dos nomes marcantes para as artes no Amazonas é do italiano Domenico De Angelis. Nascido em Roma em 1852 ou 1853, ele estudou na célebre Academia di San Luca, uma das mais antigas e renomadas escolas de arte, desde a sua fundação no Renascimento (século XVI).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nesta escola, De Angelis teve como principais professores os Cavalieri Carta e Podesti, bem como Alessandro Marini, conhecido retratista daqueles dias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O curso dos estudos numa Academia como a de San Luca incluíam concursos, provas de habilidade e um prestígio advindo de concorrências públicas, exames para obtenção de bolsas, etc. Caminhos semelhantes tomavam os formados na egrégia instituição, candidatando-se aos trabalhos mais cobiçados.De Angelis associou-se a Giovanni Capranesi, colega seu de academia e que mais tarde obteve o maior de todos os trunfos, sendo diretor em 1911 da Academia di San Luca. Com Capranesi, excelente pintor, De Angelis obteve triunfos de grande brilho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seu primeiro trabalho em conjunto foi em 1882, numa sala do Palácio Ferri, que rendeu-lhe os mais rasgados elogios de Luca Carimini, outro egresso da Academia di San Luca e que ostentava enorme prestígio naquele momento.Ao bem-sucedido início da dupla, seguiram-se mais trabalhos de importância igual como as decorações do Salão do Banco da Itália e do Salão de Bailes do Palácio Campanari, toda a idealização da câmara do Imperador da Germânia dentro do Quirinal e a pintura da Capela do Sagrado Coração na Igreja de São Inácio, para citar apenas alguns.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Justamente pela mestria no trabalho com temas sacros é que De Angelis foi convidado para vir ao Brasil pela primeira vez. Dom Antonio de Macedo Costa, Bispo do Pará, planejava um remodelamento para a Catedral de Belém e, com o apoio direto do imperador brasileiro e do Vaticano, conseguiu trazer o ateliê De Angelis/Capranesi para a execução dos trabalhos (1882)". (Fonte &lt;a href="http://www.bv.am.gov.br/portal/conteudo/serie_memoria/16_domenico.php" style="color: blue;"&gt;Biblioteca Virtual do Amazonas&lt;/a&gt;)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5302905728488546534-5377745002249714709?l=oriundibrasile.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oriundibrasile.blogspot.com/feeds/5377745002249714709/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://oriundibrasile.blogspot.com/2010/06/italiani-o-legado-de-domenico-de.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5302905728488546534/posts/default/5377745002249714709'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5302905728488546534/posts/default/5377745002249714709'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oriundibrasile.blogspot.com/2010/06/italiani-o-legado-de-domenico-de.html' title='Italiani - O legado de Domenico De Angelis em Manaus (1)'/><author><name>Eduardo Fiora</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12176291173151427439</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-tJfvgZLlQfA/TWVDWvTvvlI/AAAAAAAABUg/YMpFM9S-7wU/s220/foto-fiora-2011s.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_bmAyINP38RQ/TA78Qx8toCI/AAAAAAAABM8/wrUH8pOW1IA/s72-c/16_domenico+de+angelis.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5302905728488546534.post-8905786890157967191</id><published>2010-06-08T23:07:00.000-03:00</published><updated>2010-06-08T23:07:06.314-03:00</updated><title type='text'>Oriundi - O talento e o acervo do pintor Murilo La Grecca</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_bmAyINP38RQ/TA727Wu8fOI/AAAAAAAABM0/ROStibBV24s/s1600/la+grecca1.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://2.bp.blogspot.com/_bmAyINP38RQ/TA727Wu8fOI/AAAAAAAABM0/ROStibBV24s/s320/la+grecca1.jpg" width="213" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;"Filho de italianos, nascido em Palmares (Pernambuco), em 3 de agosto de 1899, Murilo La Grecca teve seu interesse artístico despertado no Recife, ainda criança, e sua formação construída entre o Rio de Janeiro – onde freqüentou o importante atelier Bernadelli – e Roma. De volta ao Recife, participa da fundação da Escola de Belas Artes, em 1939.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A anatomia humana é desenvolvida pelo artista ao longo da sua produção com forte influência da “Real Academia Del Nudo” onde estudou por 8 anos. Produziu intensamente por mais de 70 anos, deixando, por ocasião da sua morte, em julho de 1985, um acervo com 1.400 desenhos e 240 pinturas, cartas trocadas com Portinari e Giacometi, além de vários discos e mobiliários.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Museu, instalado numa residência construída nos anos 60, de arquitetura modernista, foi inaugurado em 12 de dezembro de 1985, pela Fundação de Cultura da Cidade do Recife (FCCR) com o objetivo de abrigar a coleção de obras do pintor – composta por desenhos de técnicas variadas como fusain, crayon, sanguínea, pastel, aquarela, “esfumato”, afresco e pinturas, além de objetos pessoais e mobiliários – doado, na sua integridade, à (FCCR), processo acompanhado na época pelo próprio pintor.O acervo foi catalogado e inventariado para constituir o que seria a Casa/Atelier do pintor, que veio a falecer antes da sua conclusão. No Museu também se encontram estudos feitos sobre uma obra executada na Basílica de Nossa Senhora da Penha, Os três Evangelistas, exemplo único no Brasil de um verdadeiro afresco". (Fonte: Prefeitura do Recife)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5302905728488546534-8905786890157967191?l=oriundibrasile.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oriundibrasile.blogspot.com/feeds/8905786890157967191/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://oriundibrasile.blogspot.com/2010/06/oriundi-o-talento-e-o-acervo-do-pintor.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5302905728488546534/posts/default/8905786890157967191'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5302905728488546534/posts/default/8905786890157967191'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oriundibrasile.blogspot.com/2010/06/oriundi-o-talento-e-o-acervo-do-pintor.html' title='Oriundi - O talento e o acervo do pintor Murilo La Grecca'/><author><name>Eduardo Fiora</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12176291173151427439</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-tJfvgZLlQfA/TWVDWvTvvlI/AAAAAAAABUg/YMpFM9S-7wU/s220/foto-fiora-2011s.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_bmAyINP38RQ/TA727Wu8fOI/AAAAAAAABM0/ROStibBV24s/s72-c/la+grecca1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5302905728488546534.post-2693319513117587755</id><published>2010-06-07T22:50:00.003-03:00</published><updated>2010-06-07T22:52:51.356-03:00</updated><title type='text'>Italiani - Giacomo Palumbo e o Palácio da Justica: monumento histórico do  Recife</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_bmAyINP38RQ/TA2gmnJgVZI/AAAAAAAABMM/l8HJw5t2wpg/s1600/palacio+da+justica+recife.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://2.bp.blogspot.com/_bmAyINP38RQ/TA2gmnJgVZI/AAAAAAAABMM/l8HJw5t2wpg/s320/palacio+da+justica+recife.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;"O Palácio da Justiça é o edifício-sede do Poder Judiciário de Pernambuco e abriga em suas instalações o Tribunal de Justiça do Estado.         Registra a história que o Tribunal de Justiça de Pernambuco passou a existir mediante o alvará de D. João VI, de 6 de fevereiro de 1821.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;À época, foi denominado Tribunal da Relação de Pernambuco e instalou-se num espaço dentro do antigo Colégio dos Jesuítas do Recife, em 13 de agosto de 1822.          A sede do Tribunal foi transferida algumas vezes: do Colégio dos Jesuítas passou para o imóvel do antigo Erário (demolido em 1840), depois para o Palácio do Governo, em 12 de julho de 1838. Voltou para o Colégio dos Jesuítas, funcionou na Cadeia Velha, na rua do Imperador, até a sua extinção em 8 de janeiro de 1892, data em que fora criado o Superior Tribunal de Justiça. A partir de então, funcionou num prédio que ficava entre o atual Arquivo Público e a Secretaria da Fazenda até ocupar o imponente Palácio da Justiça, localizado na esquina da rua do Imperador Pedro II, com frente para o jardim da Praça da República.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi no governo de Sérgio Loreto que a construção do Palácio da Justiça recebeu atenção especial,  cuja pedra fundamental foi lançada no dia 2 de julho de 1924, em comemoração ao primeiro centenário da Confederação do Equador. Neste início de século, o Recife já passava por modificações urbanas de influências européias, principalmente de Paris, as quais orientavam os melhoramentos e embelezamentos da cidade. Foram obras do governo Loreto: “a conclusão do Quartel e da praça do Derby; a construção da Avenida Beira-Mar (atual Av. Boa Viagem); a dragagem do porto do Recife e ampliação de alguns cais e armazéns para permitir a entrada e acostamento de grande navios; a construção da segunda linha adutora do Gurjaú, e das estradas entre Floresta-Cabrobó-Boa Vista e entre Floresta-Salgueiro-Leopoldina-Ouricuri; restaurou prédios escolares e deu especial atenção à formação de professores”.           O local escolhido para erguer o Palácio da Justiça (ilha de Antonio Vaz, bairro de Santo Antonio) fora ocupado por cinco edificações, na Rua João do Rego, e pelos prédios do Quartel da Força Pública e do convento dos frades de São Francisco (a antiga ala das enfermarias): o primeiro, voltado para a Praça da República; o segundo, se projetava em direção a mesma praça.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O projeto para a construção do Palácio da Justiça, em estilo eclético, aprovado em 1924 pelo engenheiro-chefe das Obras Complementares do Porto, é do arquiteto italiano, formado pela Escola de Belas Artes de Paris, Giácomo Palumbo (1891-1966), com a colaboração de Evaristo de Sá. Foi o quarto projeto apresentado. O primeiro, no ano de 1917, do arquiteto Heitor Mello, professor da Escola de Belas Artes do Rio de Janeiro. O segundo, de Giácomo Palumbo, em estilo Luiz XVI, em dimensões menores que o projeto aprovado; e o terceiro, do arquiteto e pintor Henrique Moser.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A construção do edifício do Palácio da Justiça levou cerca de seis anos para ser concluída (foi inaugurado em 7 de setembro de 1930, no governo de Estácio Coimbra) e teve momentos de paralisação: em 29 de dezembro de 1926, com obras reiniciadas em 7 de março de 1928. Inclusive, quando do reinício dos trabalhos o projeto fora reelaborado pelo próprio arquiteto Palumbo, a pedido da Diretoria de Obras Públicas que assumira os trabalhos. Entretanto, no governo de Carlos de Lima Cavalcanti o Palácio da Justiça foi totalmente concluído: houve a aquisição do mobiliário e o acabamento final nos ambientes do edifício.          O Palácio abrange uma superfície de 2.506m2 e tem cinco pavimentos. A cúpula é um pouco rebaixada do que deveria ser no projeto original. Os vitrais são do alemão Heinrich Moser e representam a 1ª Assembléia Legislativa do Estado. É também de sua autoria um quadro que representa a Justiça e que pode ser visto na atual sala das sessões do Tribunal Pleno.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na fachada, em frente à cúpula, encontram-se dois grupos de esculturas alegóricas a justiça e à lei, intitulados 'A Justiça e a Família' e 'A Justiça e o Homem', do artista pernambucano Bibiano Silva. São também de sua autoria os bustos dos juristas pernambucanos [Francisco de] Paula Batista e Gervásio Pires, localizados na Sala dos Passos Perdidos. Da sua inauguração até os nossos dias, o interior do Palácio, no que se refere aos ambientes e seus usos, sofreu muitas modificações. A exemplo deste fato, a Sala de Casar, onde eram realizados casamentos civis, hoje é ocupada pelo imponente Salão Nobre. A cidade do Recife, desde o início da década de 1930, pode então contemplar quatro monumentos históricos na Praça da República: os Palácios do Governo e da Justiça, o Teatro Santa Isabel e o Liceu de Artes e Ofícios. É parada obrigatória como ponto turístico de Pernambuco.(Fonte:Virgínia Barbosa - Bibliotecária &lt;a href="http://www.fundaj.gov.br/notitia/servlet/newstorm.ns.presentation.NavigationServlet?publicationCode=16&amp;amp;pageCode=312&amp;amp;textCode=13109&amp;amp;date=currentDate" style="color: blue;"&gt;Fundação Joaquim Nabuco&lt;/a&gt;)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5302905728488546534-2693319513117587755?l=oriundibrasile.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oriundibrasile.blogspot.com/feeds/2693319513117587755/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://oriundibrasile.blogspot.com/2010/06/italiani-giacomo-palumbo-eo-palacio-da.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5302905728488546534/posts/default/2693319513117587755'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5302905728488546534/posts/default/2693319513117587755'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oriundibrasile.blogspot.com/2010/06/italiani-giacomo-palumbo-eo-palacio-da.html' title='Italiani - Giacomo Palumbo e o Palácio da Justica: monumento histórico do  Recife'/><author><name>Eduardo Fiora</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12176291173151427439</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-tJfvgZLlQfA/TWVDWvTvvlI/AAAAAAAABUg/YMpFM9S-7wU/s220/foto-fiora-2011s.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_bmAyINP38RQ/TA2gmnJgVZI/AAAAAAAABMM/l8HJw5t2wpg/s72-c/palacio+da+justica+recife.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5302905728488546534.post-8917161398206836666</id><published>2010-06-07T22:25:00.001-03:00</published><updated>2010-06-07T22:53:20.626-03:00</updated><title type='text'>Italiani -  A obra do escultor Giovanni Nicolini  na capital pernambucana</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_bmAyINP38RQ/TA2bBGWQkPI/AAAAAAAABME/hnfpUb6H-OA/s1600/mausoleu+de+joaquim+nabuco+santo+amaro1.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://4.bp.blogspot.com/_bmAyINP38RQ/TA2bBGWQkPI/AAAAAAAABME/hnfpUb6H-OA/s320/mausoleu+de+joaquim+nabuco+santo+amaro1.jpg" width="292" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;"O cemitério de Santo Amaro, o maior cemitério público da cidade do Recife, fica localizado na rua do Pombal, sem número, no bairro de Santo Amaro. A sua construção foi iniciada no governo de Francisco do Rego Barros e a sua inauguração ocorreu no dia 1º de março de 1851, sob a denominação de Cemitério do Bom Jesus da Redenção de Santo Amaro das Salinas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;. O cemitério possui uma capela em estilo gótico, com formato octogonal, obra de Mamede Ferreira, que foi erguida no centro do grande terreno. Internamente, observam-se pinturas de Rinaldo Lessa. Quatro lápides resumem a estória da referida capela:  A Câmara Municipal do Recife a mandou fazer em 1853. ...1855, segundo o plano do engenheiro civil José Mamede Alves Ferreira.Reaberta e melhorada na administração do Exmo. Dr. Esmeraldino Olympio de Torres Bandeira, prefeito do Município do Recife. Em 16 de junho de 1899.Restaurada na administração do Exmo. Sr. Dr. Francisco da Costa Maia, prefeito do Município, 1930.  Um dos túmulos mais visitados do cemitério de Santo Amaro, é o da Menina-sem-Nome. Está sempre coberto de flores, de ex-votos, de jarros, de velas. Nele, lê-se: Menina-sem-Nome. Sofrestes na terra, mas por prêmio ganhastes o céu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O mausoléu de Joaquim Nabuco é o mais valioso de todos. O mausoléu de Joaquim Nabuco é uma obra artística do escultor Giovanni Nicolini, professor em Roma, e feita em mármore de Carrara. A obra retrata o fato mais importante na vida do famoso abolicionista: a libertação dos escravos no Brasil. Ela apresenta alguns ex-escravos que levam, sobre suas cabeças, o sarcófago simbólico de Joaquim Nabuco. Na frente do monumento, vê-se o busto do abolicionista (Fonte da Foto: &lt;a href="http://iconacional.blogspot.com/2009/11/blog-post.html" style="color: blue;"&gt;Blog do Washington Luiz Peixoto Vieira&lt;/a&gt;)&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &lt;br /&gt;A seu lado, a escultura de uma mulher, simbolizando a História, que enfeita de rosas o pedestal do seu busto, onde é possível se ler: A Joaquim Aurélio Nabuco de Araújo. Nasceu a 19 de agosto de 1849. Faleceu a 17 de janeiro de 1910. Na base do pedestal de Nabuco, onde está presente uma coroa de flores, está escrito: A Joaquim Nabuco, o comandante, officiais e guarnição do 'Minas Gerais'. Washington, 14-3-1916. E, na parte posterior do mausoléu do abolicionista, lê-se ainda: Homenagem do Estado de Pernambuco ao seu dileto filho, o Redentor da raça escrava no Brasil".(Fonte: Fundação Joaquim Nabuco)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5302905728488546534-8917161398206836666?l=oriundibrasile.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oriundibrasile.blogspot.com/feeds/8917161398206836666/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://oriundibrasile.blogspot.com/2010/06/italiani-obra-do-escultor-giovanni.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5302905728488546534/posts/default/8917161398206836666'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5302905728488546534/posts/default/8917161398206836666'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oriundibrasile.blogspot.com/2010/06/italiani-obra-do-escultor-giovanni.html' title='Italiani -  A obra do escultor Giovanni Nicolini  na capital pernambucana'/><author><name>Eduardo Fiora</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12176291173151427439</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-tJfvgZLlQfA/TWVDWvTvvlI/AAAAAAAABUg/YMpFM9S-7wU/s220/foto-fiora-2011s.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_bmAyINP38RQ/TA2bBGWQkPI/AAAAAAAABME/hnfpUb6H-OA/s72-c/mausoleu+de+joaquim+nabuco+santo+amaro1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5302905728488546534.post-7226985781247166017</id><published>2010-06-06T22:43:00.002-03:00</published><updated>2010-06-07T22:53:56.426-03:00</updated><title type='text'>Italiani -  Federico Gentile, 'imprenditore" no Nordeste</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_bmAyINP38RQ/TAxOdTfIelI/AAAAAAAABL0/JdUFz6IwgsU/s1600/gentile+aracaju.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://4.bp.blogspot.com/_bmAyINP38RQ/TAxOdTfIelI/AAAAAAAABL0/JdUFz6IwgsU/s200/gentile+aracaju.jpg" width="180" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;"O construtor Frederico Gentil, nascido em Paola, Itália, em 7 de fevereiro de 1888, estava no grupo ou na denominada Missão Artística Italiana (em Sergipe). Aqui fixou residência, entrou para a Maçonaria em 27 de julho de 1929 e aqui casou-se duas vezes, a primeira com Maria Santos Francisca Gentil, a segunda, em 18 de abril de 1964, com Jair Dantas de Brito Gentil. Frederico Gentil morreu em Aracaju, em 22 de julho de 1970, deixando família. Gentil era construtor licenciado, com escritório na rua de Geru, 163, vizinho da Fábrica Aliança, de Atíllio Gentil, que fabricava ladrilhos e artefatos de cimento em geral e vendia material de construção. Outra firma – A Construtora, de Gentil, Irmãos &amp;amp; Cia Ltda, na rua José do Prado Franco, 463, vendia material de construção, mosaicos, azulejos, material sanitário, cimento, canos de ferro e de chumbo". (Fonte:&amp;nbsp;&lt;a href="http://www.fraternidademaconica.com/modules.php?name=News&amp;amp;file=article&amp;amp;sid=15."&gt;Fraternidade Maçônica&lt;/a&gt;)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5302905728488546534-7226985781247166017?l=oriundibrasile.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oriundibrasile.blogspot.com/feeds/7226985781247166017/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://oriundibrasile.blogspot.com/2010/06/italiani-federico-gentile-imprenditore.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5302905728488546534/posts/default/7226985781247166017'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5302905728488546534/posts/default/7226985781247166017'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oriundibrasile.blogspot.com/2010/06/italiani-federico-gentile-imprenditore.html' title='Italiani -  Federico Gentile, &apos;imprenditore&quot; no Nordeste'/><author><name>Eduardo Fiora</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12176291173151427439</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-tJfvgZLlQfA/TWVDWvTvvlI/AAAAAAAABUg/YMpFM9S-7wU/s220/foto-fiora-2011s.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_bmAyINP38RQ/TAxOdTfIelI/AAAAAAAABL0/JdUFz6IwgsU/s72-c/gentile+aracaju.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5302905728488546534.post-6046597208920878402</id><published>2010-06-06T22:22:00.001-03:00</published><updated>2010-06-07T22:53:38.695-03:00</updated><title type='text'>Italiani -  Gentile, Gatti e “amici” na reforma do Palácio Olimpio Campos em Sergipe</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_bmAyINP38RQ/TAxItIEFL1I/AAAAAAAABLc/w7FapEl6MkQ/s1600/Palacio+Olimpio+Campos.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://4.bp.blogspot.com/_bmAyINP38RQ/TAxItIEFL1I/AAAAAAAABLc/w7FapEl6MkQ/s320/Palacio+Olimpio+Campos.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;O Palácio Olimpio Campos "teve a sua construção iniciada, provavelmente, no final de 1859, como relata Urbano Neto (NETO, O Palácio Olimpio Campos, Revista IHGS, n. 26, p. 85), e as obras foram visitadas pelo Imperador D. Pedro II, no dia 10 de janeiro de 1860.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Três anos depois o Palácio estava concluído, assumindo uma postura monumental na incipiente capital, com a sua soberba fachada frontal, voltada para o Leste, medindo 29 metros e as fachadas laterais medindo 35 metros, que se mantiveram até os dias atuais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na sua concepção inicial, era um formoso sobrado ao estilo português, encimado com um frontão triangular, onde se via o brasão imperial em baixo relevo, característico dessas construções, muito em voga na época. No pavimento térreo, bem na parte central, existiam três largas portas que davam acesso ao hall do edifício. De cada lado do conjunto formado por estas três portas ficavam três janelas que, como todas as portas e janelas existentes na construção, tinham a parte superior em arco pleno.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No pavimento superior, nove janelas com sacadas providas de grades em ferro forjado, coincidindo os eixos destas janelas com os das janelas e portas do pavimento térreo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;(...)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O certo é que em 1863 as obras do Palácio do Governo estavam concluídas. Alexandre Rodrigues da Silva Chaves, Presidente da Província, que assumira em 31 de julho de 1863, “apontava como obra terminada o Palácio do Governo, espaçoso, mas, no seu entender, sem estética”, como anota J. Pires Wynne (WYNNE, História de Sergipe: 1575-190, vol. I, Editora Pongetti, p. 213).Sede do governo provincial e depois do republicano, o Palácio foi palco de vários acontecimentos políticos no decorrer do século XX. Golpes e contragolpes se sucederam até a implantação do regime constitucional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nas primeiras décadas do século, fortes eram as disputas das oligarquias pelo poder, chegando a causar a Tragédia de Sergipe, como foi denominada a execução do deputado, filósofo, poeta e orador Fausto Cardoso, no dia 28 de agosto de 1906, quando liderava um movimento sedicioso que depôs o Presidente Guilherme de Campos e invadiu o Palácio do Governo. Com a morte do seu líder, o movimento revolucionário foi abafado. Fausto Cardoso morreu como herói glorificado, fazendo a exortação “a liberdade é uma coisa que só se prepara na história, com o cimento do tempo e o sangue dos homens”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Minimizadas essas contendas políticas, o governo começou a preocupar-se com as instalações do Palácio para abrigar os serviços administrativos. Com isso, procederam-se reformas e “A primeira reforma do Palácio aconteceu a partir de 1915”, como registrei no livro Sergipe e seus monumentos (NASCIMENTO, Sergipe e seus monumentos, J. Andrade, 1981, p. 89). Depois, em 8 de maio de 1916, o Presidente do Estado, General Manuel Prisciliano de Oliveira Valadão, assinava o Ato n. 102, incorporando ao patrimônio estadual, o Palácio do Governo e, na gestão do Coronel José Joaquim Pereira Lobo, iniciada a 24 de outubro de 1918, foram promovidas obras de reparos e de reforma do antigo Palácio, com vista às comemorações do Centenário da Independência de Sergipe, que seriam realizadas no ano de 1920.&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_bmAyINP38RQ/TAxJsA_FXJI/AAAAAAAABLs/a2pu5Nm8jp4/s1600/palacio+sergipe4b8c48ac97400.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://4.bp.blogspot.com/_bmAyINP38RQ/TAxJsA_FXJI/AAAAAAAABLs/a2pu5Nm8jp4/s320/palacio+sergipe4b8c48ac97400.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;A partir daí, artistas italianos contratados em Salvador tiveram uma atuação destacada na reformulação do monumento, valendo anotar que a reforma externa foi trabalho de Orestes Cercelli, pintor e decorador florentino, especialista em decoração a cola, que se inspirou em um palácio de Florença, na Itália. As estátuas da platibanda foram modeladas aqui em Aracaju pelo escultor Pascoal Del Chirico que, à época, era o diretor da Escola de Belas Artes da Bahia.Frederico Genti (federico Gentile)l encarregou-se das obras de assentamento e as grinaldas, capitéis, balaustres e demais elementos decorativos, tanto do exterior como do interior, tiveram sua execução a cargo de Belando Bellandi e Orestes Gatti. Bruno Cercelli, pintor. As pinturas dos tetos e das paredes do Salão de Recepção e do Salão Nobre são, praticamente, dessa época.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_bmAyINP38RQ/TAxJIQz36KI/AAAAAAAABLk/PPV-2LYH64s/s1600/Palacio+Olimpio+Campos+2.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://3.bp.blogspot.com/_bmAyINP38RQ/TAxJIQz36KI/AAAAAAAABLk/PPV-2LYH64s/s200/Palacio+Olimpio+Campos+2.jpg" width="119" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;A escadaria de 1863, que leva ao piso superior, foi revestida de mármore e recebeu uma grade de ferro e bronze fundidos por Fiori. As estátuas que ficam na base dessa escadaria representam os rios São Francisco e Real, cujo trabalho é atribuído a Orestes Gatti.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essa reforma modificou totalmente o monumento, que passou a ter aspecto de um palacete florentino, reunindo elementos decorativos dos estilos clássico, medieval, renascentista e barroco, que configuram o estilo eclético, desenvolvido no Brasil ao longo do século XIX até o início do século XX”. (Fonte: José Anderson Nascimento (Mestre em Educação/UFS e presidente da Academia Sergipana de Letras em&amp;nbsp;&lt;a href="http://www.jornaldacidade.net/2008/noticia.php?id=66512" style="color: blue;"&gt;Jornal da Cidade&lt;/a&gt; )&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5302905728488546534-6046597208920878402?l=oriundibrasile.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oriundibrasile.blogspot.com/feeds/6046597208920878402/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://oriundibrasile.blogspot.com/2010/06/italiani-gentile-gatti-e-amici-na.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5302905728488546534/posts/default/6046597208920878402'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5302905728488546534/posts/default/6046597208920878402'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oriundibrasile.blogspot.com/2010/06/italiani-gentile-gatti-e-amici-na.html' title='Italiani -  Gentile, Gatti e “amici” na reforma do Palácio Olimpio Campos em Sergipe'/><author><name>Eduardo Fiora</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12176291173151427439</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-tJfvgZLlQfA/TWVDWvTvvlI/AAAAAAAABUg/YMpFM9S-7wU/s220/foto-fiora-2011s.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_bmAyINP38RQ/TAxItIEFL1I/AAAAAAAABLc/w7FapEl6MkQ/s72-c/Palacio+Olimpio+Campos.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5302905728488546534.post-7533941462661624982</id><published>2010-06-05T16:27:00.002-03:00</published><updated>2010-06-07T22:54:36.754-03:00</updated><title type='text'>História (221)-"Far l'America"(130):Imigração no Pará e Amazonas nos séculos XIX e XX (3)</title><content type='html'>"Entretanto, os italianos não se detiveram em Belém ou mesmonas bordas da Amazônia. Não foram poucos aqueles que, no final do século XIX, penetraram ao longo dos rios atrás do comércioda borracha e identificam as rotas comerciais. Testemunhodesta atividade é Gregorio Ronca, oficial da marinha militar italianaque, em 1905, com um navio oceânico de guerra de 2.200toneladas, depois de haver percorrido as Antilhas e as Guianas,subiu o rio Amazonas até Iquitos e Santa Fé, no Perú, a 2.285 milhas,ou 4.232 km do mar, encarregado pelo governo italiano deprocurar rotas comerciais e estreitar relações com imigrantes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O capitão Ronca, no seu longo diário, descreve com pormenoresa comunidade italiana encontrada. E, subindo o rio, entreBelém e Manaus, encontra as comunidades mais numerosas e florescentesem Santarém e Óbidos, encruzilhadas comerciais importantes,não só pela borracha, mas também graças ao cacau, à castanha-do-pará, ao pirarucu".(&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;(Fonte: Vittorio Capelli, professor-associado de HistóriaContemporânea na Universidade da Calábria, no ensaio&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;a href="http://caioba.pucrs.br/revistapsico/ojs/index.php/iberoamericana/article/viewFile/2238/1753" style="color: blue; font-family: inherit;"&gt;“Apropósito de imigração e urbanização: correntes imigratórias da Itáliameridional às ‘outras Américas’" &lt;/a&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;tradução da Profa. Dra. Núncia Santoro deConstantino,docente do Programa de Pós-Graduação em História da PUCRS.-2006)&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5302905728488546534-7533941462661624982?l=oriundibrasile.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oriundibrasile.blogspot.com/feeds/7533941462661624982/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://oriundibrasile.blogspot.com/2010/06/historia-221far-lamerica130imigracao-no.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5302905728488546534/posts/default/7533941462661624982'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5302905728488546534/posts/default/7533941462661624982'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oriundibrasile.blogspot.com/2010/06/historia-221far-lamerica130imigracao-no.html' title='História (221)-&quot;Far l&apos;America&quot;(130):Imigração no Pará e Amazonas nos séculos XIX e XX (3)'/><author><name>Eduardo Fiora</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12176291173151427439</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-tJfvgZLlQfA/TWVDWvTvvlI/AAAAAAAABUg/YMpFM9S-7wU/s220/foto-fiora-2011s.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5302905728488546534.post-3630978797085663019</id><published>2010-06-05T16:16:00.004-03:00</published><updated>2010-06-07T22:55:17.299-03:00</updated><title type='text'>História (220) - "Far l'America"(129):Imigração no Pará e Amazonas nos séculos XIX e XX (2)</title><content type='html'>&lt;div style="font-family: inherit;"&gt;"Na virada para o século XIX, sabe-se que o aspecto peculiarde Belém revelara uma apaixonada imitação da cultura européia,sobretudo, da urbanística parisiense e dos códigos estéticos dacapital francesa, traduzida em pronunciada urbanização feita deavenidas arborizadas, jardins e praças, assim como de bibliotecas,museus, escolas e estabelecimentos bancários. No centro desteprocesso, coloca-se emblematicamente o Teatro da Paz (1878) e,mais tarde, numerosos edifícios ecléticos e art nouveau, como ospalacetes Pinho, Bologna, Bibi Costa, Facciola, Montenegro, entreoutros, além do Mercado de São Brás, da Basílica de Nossa Senhorade Nazaré, etc.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: inherit;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: inherit;"&gt;Em resumo, um grande número de artefatos queoriginaram o mito de uma “Paris na América”, como proclama onome de uma grande e suntuosa loja daquele tempo; isso para nãomencionar o mais conhecido café de Belém, não por acaso denominadoMoulin Rouge.Em suma, tomava forma uma verdadeira e peculiar embriaguezcultural, produzindo modalidades construtivas inadequadasao clima, como também modelos de comportamento por vezesgrotescos naquela latitude, utilizados pelos novos ricos da borracha;41 La presenza italiana nella circoscrizione consolare di Recife.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: inherit;"&gt;Sobre este assunto, Marília Ferreira Emmi desenvolve uma pesquisa junto à UniversidadeFederal do Pará, em Belém.&amp;nbsp;(www.ufpa.br/beiradorio/arquivo/beira29/noticias/noticia3.htm).&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: inherit;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: inherit;"&gt;A propósito de imigração e urbanização 2323é o caso de vestir camisas engomadas, pretensiosos ternos de lã, ouainda de submeter-se à tortura do fraque e da cartola em ocasiõesfestivas, para exibir o status econômico alcançado.Não sabemos até que ponto e de que maneira os italianosimigrantes participaram deste tipo de delírio cultural. Porém écerto que o “francesismo” reinante em Belém, na maior parte dasvezes, não chega da França, mas da Itália. A começar pelo lugarsímboloda cidade moderna: o Teatro da Paz, cujo modelo arquitetôniconeoclássico é na realidade aquele do Teatro La Scala de Milão.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: inherit;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: inherit;"&gt;A decoração do teatro esteve a cargo dos pintores italianosDomenico De Angelis e Giovanni Capranesi (1887); o mesmo DeAngelis foi contratado para pintar também a Catedral de Belém.Mas, sobretudo nos anos sucessivos, a mais interessante arquiteturaeclética e art nouveau são obra de italianos: o Palacete Bolonha(1905), o Palacete Bibi Costa (1905) e o “Café do &lt;span style="font-size: small;"&gt;Parque&lt;/span&gt;” do engenheirode origem italiana Francisco Bologna; as múltiplas obras deFilinto Santoro, calabrês de Fuscaldo: o Palacete do governador dePará, Augusto Montenegro (1904), o Mercado de São Brás (1911-16), o Colégio Gentil Bittencourt (1895); enfim, a Basílica de Nazaré,projetada por Gino Coppedé, tendo como modelo a Basílica deSão Paulo, em Roma. Mas, enquanto o projeto de Coppedé, protagonistade primeira ordem do ecletismo italiano, é uma obra totalmenteextrínseca, concebida na Itália e enviada de Gênova em1909, o arquiteto Filinto Santoro, ao invés, mergulha fundo durantequinze anos no ambiente de Belém e da Amazônia em geral.Todavia, pretende e consegue utilizar materiais, operários, técnicose artistas italianos na realização dos seus projetos".&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;(Fonte: Vittorio Capelli, professor-associado de HistóriaContemporânea na Universidade da Calábria, no ensaio&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;a href="http://caioba.pucrs.br/revistapsico/ojs/index.php/iberoamericana/article/viewFile/2238/1753" style="color: blue; font-family: inherit;"&gt;“Apropósito de imigração e urbanização: correntes imigratórias da Itáliameridional às ‘outras Américas’" &lt;/a&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;tradução da Profa. Dra. Núncia Santoro deConstantino,docente do Programa de Pós-Graduação em História da PUCRS.-2006)&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5302905728488546534-3630978797085663019?l=oriundibrasile.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oriundibrasile.blogspot.com/feeds/3630978797085663019/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://oriundibrasile.blogspot.com/2010/06/historia-219far-lamerica129imigracao-no.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5302905728488546534/posts/default/3630978797085663019'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5302905728488546534/posts/default/3630978797085663019'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oriundibrasile.blogspot.com/2010/06/historia-219far-lamerica129imigracao-no.html' title='História (220) - &quot;Far l&apos;America&quot;(129):Imigração no Pará e Amazonas nos séculos XIX e XX (2)'/><author><name>Eduardo Fiora</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12176291173151427439</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-tJfvgZLlQfA/TWVDWvTvvlI/AAAAAAAABUg/YMpFM9S-7wU/s220/foto-fiora-2011s.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5302905728488546534.post-858701257197553603</id><published>2010-06-04T23:50:00.010-03:00</published><updated>2010-06-07T22:54:15.589-03:00</updated><title type='text'>História (219) - "Far l'America"(128):Imigração no Pará e Amazonas nos séculos XIX e XX (1)</title><content type='html'>"Posteriores elementos de interesse apresenta a surpreendenteimigração italiana nos estados do norte, principalmente em Belém,Santarém e Óbidos, no Pará, e em Manaus, no Amazonas. Tambémdesta vez trata-se de uma imigração proveniente do mesmo territóriono Apenino meridional, atraída pelo mítico boom da “borracha”,cujo ciclo se estendeu entre 1870 e 1920, e no qual esses italianosprocuram inserir-se de qualquer maneira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É conhecido o vibrante desenvolvimento urbano de Belémque, em 1904, tem 125.000 habitantes, o triplo de trinta anos antes,graças ao boom do comércio internacional da borracha. No final doséculo XIX, na cidade também se iniciava um processo de industrialização,com o surgimento de oficinas mecânicas e pequenasfábricas de sabão, cera, biscoitos, licores, etc.Seja no comércio citadino, seja na pequena indústria, encontramosuma centena de italianos também em Belém. Muitos são sapateiros, operários, vendedores de fruta. Por iniciativa dos italianosConte e Libonati, surgem as primeiras fábricas de sapatos.Mais uma vez, esses sobrenomes remetem à mesma zona do Apeninolucano, entre a Calábria e a Campania. No final do séculoXIX, quando vivem em Belém cerca de quinhentos italianos, é movimentadaa linha de navegação Genova-Manaus, empreendimentoda Società di Navigazione Ligure-Brasiliana. A colônia cria raízesrapidamente; tanto é que, em 1912, constitui-se uma AssociazioneCulturale Italo-Brasiliana, contando com algumas centenas de sóciosfundadores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No censo de 1920, registram-se cerca de mil italianosque, nos anos sucessivos, fundam mais duas associações, uma decaráter elitista, outra de caráter mais popular, ambas em permanentecompetição. Neste momento, quando encerrava o ciclo daborracha, os italianos eram numerosos no comércio de gênerosalimentícios, tecidos, ferragens e no comércio de produtos regionais,mas também desempenhavam atividades bancárias e ocupavam-se de tipografias" .(Fonte: Vittorio Capelli, professor-associado de História Contemporânea na Universidade da Calábria, no ensaio&amp;nbsp;  &lt;a href="http://caioba.pucrs.br/revistapsico/ojs/index.php/iberoamericana/article/viewFile/2238/1753" style="color: blue;"&gt;“A propósito de imigração e urbanização: correntes imigratórias da Itália meridional às ‘outras Américas’ &lt;/a&gt;tradução da Profa. Dra. Núncia Santoro de Constantino,docente do Programa de Pós-Graduação em História da PUCRS.-2006)&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &lt;a href="http://caioba.pucrs.br/revistapsico/ojs/index.php/iberoamericana/article/viewFile/2238/1753" style="color: blue;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5302905728488546534-858701257197553603?l=oriundibrasile.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oriundibrasile.blogspot.com/feeds/858701257197553603/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://oriundibrasile.blogspot.com/2010/06/historia-219-far-lamerica-128-imigracao.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5302905728488546534/posts/default/858701257197553603'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5302905728488546534/posts/default/858701257197553603'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oriundibrasile.blogspot.com/2010/06/historia-219-far-lamerica-128-imigracao.html' title='História (219) - &quot;Far l&apos;America&quot;(128):Imigração no Pará e Amazonas nos séculos XIX e XX (1)'/><author><name>Eduardo Fiora</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12176291173151427439</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-tJfvgZLlQfA/TWVDWvTvvlI/AAAAAAAABUg/YMpFM9S-7wU/s220/foto-fiora-2011s.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5302905728488546534.post-199671955444900920</id><published>2010-06-04T23:30:00.009-03:00</published><updated>2010-06-08T23:11:29.706-03:00</updated><title type='text'>História (218) -  "Far l'America" ( 127): Imigração italiana em Pernambuco nos séculos XIX e XX</title><content type='html'>&amp;nbsp;O   professor-associado de História Contemporânea na Universidade da Calábria, Vittorio Capelli, no ensaio&amp;nbsp;  &lt;a href="http://caioba.pucrs.br/revistapsico/ojs/index.php/iberoamericana/article/viewFile/2238/1753" style="color: blue;"&gt;“A propósito de imigração e urbanização: correntes imigratórias da Itália meridional às ‘outras Américas’ ”&lt;/a&gt;(tradução da Profa. Dra. Núncia Santoro de Constantino,docente do Programa de Pós-Graduação em História da PUCRS.-2006) aborda a&amp;nbsp; italiana em Recife (séculos XIX e XX).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Os imigrantes de Recife têm a mesma origem geográfica dositalianos de Salvador e de Aracaju. Muitos desses imigrantes chegamda pequena Trecchina e de outros 'paesi' da Basilicata. Tambéma composição social e os percursos de integração são semelhantes:20trata-se de artesãos e de pequenos comerciantes que, com freqüência,começaram como empregados em oficinas e pequenas lojas, oucomo mascates na zona rural. Foram inicialmente financiados pelosconterrâneos que lhes precederam e que os convidaram a emigrar.&lt;br /&gt;Numerosos eram os artesãos especializados no trabalho commetais, como caldeireiros, funileiros, fundidores, chamados a partirda multiplicação das usinas de açúcar; muitos também eramalfaiates e sapateiros; e não poucos foram aqueles que se tornaramindustriais: no início da década de 1930 encontra-se uma fábrica dilicores e de gasosas, uma indústria de tecidos, a fundição ‘Vesúvio’,outras indústrias metalúrgicas e de calçados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mais do que em outras cidades, parece que no Recife houveuma relação estreita entre ofícios artesanais e atividades industriais,sendo freqüente a passagem de uns às outras. Em suma, acapital pernambucana confirma as características fundamentais dapresença italiana em todo o nordeste. Entretanto, talvez fosse maisacentuada a presença em indústrias e menor a participação naexpansão e nas reformas urbanas, a exemplo de Aracaju; exceçõesforam o mausoléu a Joaquim Nabuco, executado por GiovanniNicolini (1910), e o Palácio de Justiça, em estilo renascentista, deGiacomo Palumbo (1930).No plano artístico, também é preciso destacar a presença dopintor Murillo La Greca, nascido em 1899, caçula dos doze filhosdo casal de imigrantes Vincenzo La Greca e Teresa Carlomagno,provenientes de diferentes lugares dos confins calabro-lucanos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tendo herdado juntamente com os irmãos a usina açucareira dePalmares, perto de Recife, o jovem La Greca realizará sua formaçãoartística baseada nos indiscutíveis cânones clássicos, inicialmenteno Rio de Janeiro e depois em Roma, onde aprendeu a técnicado afresco. Retornando para sempre ao Brasil às vésperas daSegunda Guerra Mundial, é contratado para pintar os afrescos da&amp;nbsp;Basílica de Nossa Senhora da Penha, em Recife, construída em1870 nos moldes arquitetônicos de Palladio.Enfim, do ponto de vista quantitativo, a presença italiana emRecife é a mais consistente de todo o nordeste. Tanto é que, aindahoje, ali residem cerca de dois mil cidadãos italianos, além de dezenasde milhares de descendentes. Ao contrário, no estado limítrofeda Paraíba, encontram-se arquitetos e construtores italianosque permitem imaginar uma situação semelhante àquela encontradaem Aracaju, onde se destaca o aspecto qualitativo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5302905728488546534-199671955444900920?l=oriundibrasile.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oriundibrasile.blogspot.com/feeds/199671955444900920/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://oriundibrasile.blogspot.com/2010/06/historia-218-far-lamerica-127-imigracao.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5302905728488546534/posts/default/199671955444900920'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5302905728488546534/posts/default/199671955444900920'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oriundibrasile.blogspot.com/2010/06/historia-218-far-lamerica-127-imigracao.html' title='História (218) -  &quot;Far l&apos;America&quot; ( 127): Imigração italiana em Pernambuco nos séculos XIX e XX'/><author><name>Eduardo Fiora</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12176291173151427439</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-tJfvgZLlQfA/TWVDWvTvvlI/AAAAAAAABUg/YMpFM9S-7wU/s220/foto-fiora-2011s.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5302905728488546534.post-2428660884474389536</id><published>2010-06-03T00:43:00.002-03:00</published><updated>2010-06-07T22:55:39.388-03:00</updated><title type='text'>História (217) -  "Far l'America" ( 126): Imigração meridional em Sergipe</title><content type='html'>Vittorio Capelli,  professor-associado de História Contemporânea na Universidade da Calábria no ensaio&amp;nbsp;  &lt;a href="http://caioba.pucrs.br/revistapsico/ojs/index.php/iberoamericana/article/viewFile/2238/1753" style="color: blue;"&gt;“A propósito de imigração e urbanização: correntes imigratórias da Itália meridional às ‘outras Américas’ ”&lt;/a&gt;(tradução da Profa. Dra. Núncia Santoro de Constantino,docente do Programa de Pós-Graduação em História da PUCRS.-2006) discorre sobre a da presença italiana em Sergipe no séculos XIX e XX.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Transferimo-nos agora da Bahia para o vizinho estado deSergipe, na pequena Aracaju, onde o número de italianos é muitomenor. Entretanto, nesta modesta presença, encontram-se múltiplose justificados motivos de interesse. A proveniência geográficaé sempre a mesma: o território compreendido entre as provínciasde Salerno e de Cosenza. A tipologia migratória é a mesmíssima,mas com traços sociais mais elevados: os italianos de Aracaju sãocomerciantes, empreendedores e artistas, que deram uma contribuiçãodecisiva à renovação urbana da pequena capital de Sergipena primeira metade do século XIX.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O mais conhecido pioneiro da pequena colônia italiana é ocomerciante Nicolau Pungitori (1845-1909),31 que construiu o teatro“Carlos Gomes”, em 1903. Os expoentes mais lembrados dageração sucessiva italiana são Nicola Mandarino (1883), de Vibonati-Campania, e Federico Gentile (1888-1970), calabrês de Paola: oprimeiro, proprietário de uma grande marcenaria, em Aracaju, deuma fábrica de sabão e de um depósito de tecidos; o segundo, ativoconstrutor civil, junto com o irmão Attilio.Mandarino conquista um posto de primeiro plano na elitesergipana e, por isso, será alvo fácil das manifestações antiitalianasno verão de 1942, depois do afundamento de um naviomercantil brasileiro por submarino alemão, no largo de Aracaju,provocando mais de duzentas mortes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gentile faz parte da dita“Missão artística italiana” que, a partir de 1918, renova visivelmenteo equipamento urbano da cidade. Trabalham Bellando Bellandi(arquiteto), Oreste Gatti (pintor), Bruno Cercelli (escultor e decorador),Raffaele Alfano (cinzelador), Hugo Bozzi (construtor). Emparticular, destaca-se o arquiteto Bellandi, restaurador da fachadado palácio do governo em estilo eclético, que se torna modelo imprescindívelpara as residências dos ricos de Aracaju; Gentile, queé o construtor mais importante da cidade, constrói muitas vilaspara a oligarquia local e para os italianos enriquecidos, prédios emque insere elementos modernos, ecléticos e art nouveau, transformandoa arquitetura local, segundo a moda européia.Pertencer à maçonaria torna-se comum e caracteriza a pequenacomunidade italiana de Aracaju".&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5302905728488546534-2428660884474389536?l=oriundibrasile.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oriundibrasile.blogspot.com/feeds/2428660884474389536/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://oriundibrasile.blogspot.com/2010/06/historia-217-far-lamerica-126-imigracao.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5302905728488546534/posts/default/2428660884474389536'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5302905728488546534/posts/default/2428660884474389536'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oriundibrasile.blogspot.com/2010/06/historia-217-far-lamerica-126-imigracao.html' title='História (217) -  &quot;Far l&apos;America&quot; ( 126): Imigração meridional em Sergipe'/><author><name>Eduardo Fiora</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12176291173151427439</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-tJfvgZLlQfA/TWVDWvTvvlI/AAAAAAAABUg/YMpFM9S-7wU/s220/foto-fiora-2011s.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5302905728488546534.post-7493991117307313790</id><published>2010-06-03T00:20:00.002-03:00</published><updated>2010-06-07T22:56:03.263-03:00</updated><title type='text'>História (216)- "Far l'America" ( 125): Imigração meridional na Bahia</title><content type='html'>No ensaio&amp;nbsp;  &lt;a href="http://caioba.pucrs.br/revistapsico/ojs/index.php/iberoamericana/article/viewFile/2238/1753" style="color: blue;"&gt;“A propósito de imigração e urbanização: correntes imigratórias da Itália meridional às ‘outras Américas’ ”&lt;/a&gt;Vittorio Capelli,  professor-associado de História Contemporânea na Universidade da Calábria (tradução da Profa. Dra. Núncia Santoro de Constantino,docente do Programa de Pós-Graduação em História da PUCRS.-2006) revela traços da presença italiana na Bahia no séculos XIX e XX.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Poderá surpreender que se fale de imigração italiana na cidademais africana do Brasil, habitada por larga maioria de negros emulatos, uma ex-capital em declínio nos anos sessenta do séculoXIX.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Contudo, Thales de Azevedo, há muito tempo já assinalava16uma presença dos italianos bem mais significativa do que se pensacomumente. Ele recorda que, em 1861, existia em Salvador uma“Sociedade Italiana de Recreio e Beneficência”. E pouquíssimosanos depois, teriam chegado de Trecchina, um pequeno paese daBasilicata no limite com a Calábria, os primeiros imigrantes espontâneosque deram vida, a partir de 1878, à uma ativa e interessantecolônia italiana em Jequié, promovendo com originalidade o comércioe a agricultura.23 Tanto que, dos 200.000 habitantes atuaisde Jequié, pelo menos 2.000 são de origem italiana.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essa corrente migratória de Trecchina encontra ampla repercussãono vizinho município calabrês de Laino Borgo, a julgar pelainformação do cônsul italiano L. S. Rocca. Segundo ele, deste pequenopaese provêm quase todos os 500 italianos presentes na Bahiano início do século XX século.24 Muitos eram sapateiros e concentraram-se, na virada para o século XX, na Baixa dos Sapateiros,no Maciel e nas ruas vizinhas de Salvador, onde são numerosas aslojas de calçados e de tecidos, os empórios e as oficinas mecânicasdirigidas por italianos, que têm todos a mesma proveniência geográficae que trabalham há muito tempo ao lado de comerciantesárabes e judeus".&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5302905728488546534-7493991117307313790?l=oriundibrasile.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oriundibrasile.blogspot.com/feeds/7493991117307313790/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://oriundibrasile.blogspot.com/2010/06/historia-216-far-lamerica-imigracao.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5302905728488546534/posts/default/7493991117307313790'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5302905728488546534/posts/default/7493991117307313790'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oriundibrasile.blogspot.com/2010/06/historia-216-far-lamerica-imigracao.html' title='História (216)- &quot;Far l&apos;America&quot; ( 125): Imigração meridional na Bahia'/><author><name>Eduardo Fiora</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12176291173151427439</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-tJfvgZLlQfA/TWVDWvTvvlI/AAAAAAAABUg/YMpFM9S-7wU/s220/foto-fiora-2011s.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5302905728488546534.post-677458795375163256</id><published>2010-06-02T00:50:00.000-03:00</published><updated>2010-06-04T00:59:25.321-03:00</updated><title type='text'>História (215) - Imigração Italiana após a Segunda Guerra (6)</title><content type='html'>Na dissertação de mestrado (Unicamp 2003)&amp;nbsp; &lt;a href="http://www.cipedya.com/web/FileDownload.aspx?IDFile=149196" style="color: blue;"&gt;“A Imigração italiana no Segundo Pós Guerra e a indústria brasileira nos anos 50&lt;/a&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;”&lt;/span&gt;, Luciana Facchinetti&amp;nbsp; revela a origem dos imigrantes italianos que chegaram ao Brasil após a Segunda Mundial ter chegado ao fim. "&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A busca pela mão-de-obra qualificada, foi tônica constante nos discursos demuitos Constituintes, e, principalmente, dos Conselheiros do C.I.C(2). Apesar dointeresse pelos técnicos especializados da região norte, a maior parte dosimigrantes do segundo pós-guerra foi proveniente da região sul da Itália. Comopudemos apurar pelas fichas que se encontram arquivadas no Memorial doImigrante de São Paulo, das 24.000 fichas pesquisadas, cerca de 60% delasapontam como proveniência as regiões da Campania, Calabria, Basilicata, Molise ,Puglia e Sicilia. Os outros 40% são das demais regiões e da Colônia Italiana noEgito. A urgência de trabalhadores qualificados esteve atrelada as políticaseconômicas dos governos Dutra, Vargas e Kubistchek"&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5302905728488546534-677458795375163256?l=oriundibrasile.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oriundibrasile.blogspot.com/feeds/677458795375163256/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://oriundibrasile.blogspot.com/2010/06/historia-215-imigracao-italiana-apos.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5302905728488546534/posts/default/677458795375163256'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5302905728488546534/posts/default/677458795375163256'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oriundibrasile.blogspot.com/2010/06/historia-215-imigracao-italiana-apos.html' title='História (215) - Imigração Italiana após a Segunda Guerra (6)'/><author><name>Eduardo Fiora</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12176291173151427439</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-tJfvgZLlQfA/TWVDWvTvvlI/AAAAAAAABUg/YMpFM9S-7wU/s220/foto-fiora-2011s.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5302905728488546534.post-874983517202808838</id><published>2010-06-02T00:41:00.004-03:00</published><updated>2010-06-04T00:55:04.619-03:00</updated><title type='text'>História (214) - Imigração Italiana após a Segunda Guerra  (5)</title><content type='html'>Autora da dissertação de mestrado (Unicamp 2003)&amp;nbsp; &lt;a href="http://www.cipedya.com/web/FileDownload.aspx?IDFile=149196" style="color: blue;"&gt;“A Imigração italiana no Segundo Pós Guerra e a indústria brasileira nos anos 50&lt;/a&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;”&lt;/span&gt;, Luciana Facchinetti  revela como o governo do presidente Dutra encarou o problema da falta de mão-de-obra nacional qualificada para tocar adiante a industrialização do Brasil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“A alternativa mais imediata para suprir a indústria nacional commão-de-obra qualificada e para ocupação do território, foi o caminho anteriormentepercorrido: a imigração européia - principalmente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_bmAyINP38RQ/TAh2_3M00iI/AAAAAAAABLU/yNU0q4fhtRI/s1600/joaonevesdafontoura.gif" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://2.bp.blogspot.com/_bmAyINP38RQ/TAh2_3M00iI/AAAAAAAABLU/yNU0q4fhtRI/s200/joaonevesdafontoura.gif" width="160" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;O documento pesquisado noArquivo do Itamaraty, do Conselho Imigração e Colonização, emitido peloPresidente do Conselho, Sr. João Alberto, ao Ministro das Relações Exteriores,&lt;b&gt;João Neves Fontoura&lt;/b&gt;, datado de 16 de maio de 1946, intitulado'PolíticaImigratória', revela o interesse das autoridades brasileiras pela questãoimigratória:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;‘Senhor Ministro:Tem este por fim apresentar a V. Exª., o Sr. Nino Galo, colaborador demuitos anos, profundo conhecedor de problemas ligados às imigrações,especialmente italianas.Dentro em breve, o Sr. Nino Galo, deverá iniciar uma viagem pelos paíseseuropeus, e atendendo meu pedido vai examinar em toda a Itália, que vaipercorrer por ser de origem italiana, as possibilidades de imigração daquelaprocedência para o Brasil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nessas observações e estudos visará o Sr. Nino Galo, principalmenteobtenção de mão-de-obra qualificada de que a indústria pareceextraordinariamente, constituída pelos técnicos especializados e se encontram,principalmente, na região do norte da Itália.Esse trabalho vai ser realizado pelo Sr. Nino Galo, sem qualquer ônus parao C.I.C., e dada a complexidade da própria natureza das circunstâncias não serásomente de grande alcance para o país, como ainda bastante penoso, razão pela qual venho solicitar para V. Exª., a concessão de passaporte especial, para o Sr.Nino Galo, que viaja acompanhado de sua esposa, atendendo os motivos acimaapontados, em virtude de tal documento que lhe assegura maiores facilidades nocumprimento da missão que lhe confiei.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Devo ainda esclarecer a V. Exª. Que a concessão de tal passaporte, nãorepresentará sequer compensação adequada, aos trabalhos que o Sr. Nino Galoexecutará, o que vem tornar ainda mais justo o atendimento da presentesolicitação’ "&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5302905728488546534-874983517202808838?l=oriundibrasile.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oriundibrasile.blogspot.com/feeds/874983517202808838/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://oriundibrasile.blogspot.com/2010/06/historia-199-imigracao-italiana-apos.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5302905728488546534/posts/default/874983517202808838'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5302905728488546534/posts/default/874983517202808838'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oriundibrasile.blogspot.com/2010/06/historia-199-imigracao-italiana-apos.html' title='História (214) - Imigração Italiana após a Segunda Guerra  (5)'/><author><name>Eduardo Fiora</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12176291173151427439</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-tJfvgZLlQfA/TWVDWvTvvlI/AAAAAAAABUg/YMpFM9S-7wU/s220/foto-fiora-2011s.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_bmAyINP38RQ/TAh2_3M00iI/AAAAAAAABLU/yNU0q4fhtRI/s72-c/joaonevesdafontoura.gif' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5302905728488546534.post-3479944970173202593</id><published>2010-06-01T23:25:00.001-03:00</published><updated>2010-06-02T00:29:09.442-03:00</updated><title type='text'>História ( 213) -  "Far l'America (124)":  O valor da narrativa testemunhal dos primeiros imigrantes</title><content type='html'>"As sagas migrantistas, embora possam ter um valor histórico questionável, são inestimáveis, do ponto de vista antropológico, pois alertam o pesquisador acerca das categorias que, no presente, merecem ser acionadas sobre o passado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entre tradições inventadas ou ressignificadas (ou não), a história se refaz. Para o antropólogo, a riqueza dos escritos históricos consiste em poder neles observar, mesmo que de uma forma limitada (como foi o meu exercício neste artigo), o modo como se posicionavam, em termos sociais (espaciais e temporais também), aqueles homens e aquelas mulheres e crianças — observar não só a maneira como viviam mas, acima de tudo, o que permitiu historicamente que eles se reproduzissem culturalmente, considerando-se que a cultura é sempre um campo aberto, dinâmico, vivido por personagens reais que sentem, pensam, agem e procuram sobreviver, física ou psicologicamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esses sujeitos são negociadores que aprenderam a se referenciar conforme as interações sociais advindas de suas demandas. As ítalo-brasilianidades são negociações, seja em termos individuais ou coletivos. Embora se baseie num passado tido como fonte, trata-se de uma construção do presente sobre o passado, clivada por situações de classe, gênero, idade, entre outras". (Fonte: Maria Catarina Chitolina Zanini, professora da Universidade Federal de Santa Maria, (autora do trabalho &lt;a href="http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;amp;pid=S0104-93132007000200009" style="color: blue;"&gt;"Um olhar antropológico sobre fatos e memórias da imigração italiana" )&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5302905728488546534-3479944970173202593?l=oriundibrasile.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oriundibrasile.blogspot.com/feeds/3479944970173202593/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://oriundibrasile.blogspot.com/2010/06/historia-213-far-lamerica-124-o-valor.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5302905728488546534/posts/default/3479944970173202593'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5302905728488546534/posts/default/3479944970173202593'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oriundibrasile.blogspot.com/2010/06/historia-213-far-lamerica-124-o-valor.html' title='História ( 213) -  &quot;Far l&apos;America (124)&quot;:  O valor da narrativa testemunhal dos primeiros imigrantes'/><author><name>Eduardo Fiora</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12176291173151427439</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-tJfvgZLlQfA/TWVDWvTvvlI/AAAAAAAABUg/YMpFM9S-7wU/s220/foto-fiora-2011s.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5302905728488546534.post-46638950676183144</id><published>2010-06-01T23:15:00.000-03:00</published><updated>2010-06-02T00:22:46.939-03:00</updated><title type='text'>História ( 212) -  "Far l'America (123)" -  Imigração no Rio Grande do Sul nas memórias de Julio Lorenzoni (2)</title><content type='html'>Ao analisar as Memórias de Julio Lorenzoni, imigrante vêneto que chegou ao Rio Grande do Sul no final do século XIX, Maria Catarina Chitolina Zanini, professora da Universidade Federal de Santa Maria (autora do trabalho &lt;a href="http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;amp;pid=S0104-93132007000200009" style="color: blue;"&gt;"Um olhar antropológico sobre fatos e memórias da imigração italiana" ) &lt;/a&gt; faz as seguintes observações:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Conforme Lorenzoni, os colonos, ao receberem seus lotes, começavam a limpeza do terreno e tratavam de armar uma cabana de pau-a-pique, 'coberta de folhas de palmeira, que havia de servir de primeiro abrigo para sua família'. Para dormir, faziam camas com quatro paus fincados no chão batido, a meio metro de altura, com tábuas atravessadas por cima, cobertas com ervas secas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este foi o modo de vida dos primeiros colonizadores, 'feito de privações', como bem ressalta o autor. Como alimento, naqueles primeiros tempos, diz ele que o café da manhã era composto de mate com algumas bolachas secas e duras, e o almoço, de sopa de arroz com feijão, o que era repetido no jantar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Observa-se que a simbologia do imigrante italiano como ostentador de uma mesa farta, como se verá no ano de 1925, quando das comemorações do Cinquentenário, não era algo que estivesse na simbologia do pioneiro. A sua imagem é a do homem sob privação. Viviam com poucos recursos na Itália e aqui também na condição de imigrantes recém-chegados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Será por meio do processo colonizador que a comida farta se transformará num símbolo da ítalo-brasilianidade.A primeira casa, construída após alguns meses de trabalho, segundo Lorenzoni, era de madeira, com cozinha ao lado, na qual se instalava o focolare (fogareiro artesanal, feito de forma rudimentar), 'sua pia para lavar a louça, também de madeira, e uma prateleira com grandes ganchos para pendurar o balde d'água, as panelas e outros utensílios' &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enfim, aos poucos, reproduziam em termos espaciais as categorias culturais européias. O processo de enraizamento no Brasil será uma mescla da cultura de origem com as novas formas ecológicas, geográficas e sociais encontradas. Battistel , ao se referir aos imigrantes italianos de um modo geral, salienta que as capelas eram muito mais bonitas do que suas próprias casas. Isto acontecia porque investiam seus recursos na sua construção e na das igrejas, possibilitando dessa forma estabelecer estruturas de significado em torno de tais instituições e do poder simbólico delas emanado. Enfim, quanto mais belas as edificações religiosas, melhor seria idealmente aquele povo, mais abençoada e melhor situada economicamente estaria aquela população".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5302905728488546534-46638950676183144?l=oriundibrasile.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oriundibrasile.blogspot.com/feeds/46638950676183144/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://oriundibrasile.blogspot.com/2010/06/historia-212-far-lamerica-123-imigracao.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5302905728488546534/posts/default/46638950676183144'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5302905728488546534/posts/default/46638950676183144'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oriundibrasile.blogspot.com/2010/06/historia-212-far-lamerica-123-imigracao.html' title='História ( 212) -  &quot;Far l&apos;America (123)&quot; -  Imigração no Rio Grande do Sul nas memórias de Julio Lorenzoni (2)'/><author><name>Eduardo Fiora</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12176291173151427439</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-tJfvgZLlQfA/TWVDWvTvvlI/AAAAAAAABUg/YMpFM9S-7wU/s220/foto-fiora-2011s.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5302905728488546534.post-942570967519788516</id><published>2010-05-31T22:22:00.000-03:00</published><updated>2010-05-31T22:22:26.915-03:00</updated><title type='text'>História ( 211) -  "Far l'America (122)" -  Imigração no Rio Grande do Sul nas memórias de Julio Lorenzoni (1)</title><content type='html'>Maria Catarina Chitolina Zanini, professora da Universidade Federal de Santa Maria, no trabalho &lt;a href="http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;amp;pid=S0104-93132007000200009" style="color: blue;"&gt;"Um olhar antropológico sobre fatos e memórias da imigração italiana"&amp;nbsp; &lt;/a&gt;analisa trechos das memórias doimigrante&amp;nbsp; vêneto Julio Lorenzoni  (1863–1934).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"A sociabilidade daqueles colonos era limitada às festas religiosas, à missa dominical, quando se reuniam na igreja e, em seguida, na bodega, na qual compravam artigos que não produziam para o sustento familiar. Ali também ficavam a par dos acontecimentos mais distantes e, algumas vezes, recebiam notícias da "patria lontana. Julio Lorenzoni narra que, em 1879, já possuindo ele seu cavalo, que era um símbolo de status, rumava para a sede de Silveira Martins. Lá, aos domingos, encontravam-se os colonos, e as casas comerciais enchiam-se de gente. Nelas, bebiam e comiam. Depois, iam fechar seus negócios e fazer compras. A maioria logo voltava para casa, outros, porém, ficavam para jogar a mora, jogar bochas, de modo que alguns retornavam a casa 'bem alegres' . Esse era um universo primordialmente masculino, pois as mulheres, depois da missa — quando iam — tinham que retornar a casa e cuidar da prole, dos animais e dos demais serviços domésticos.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5302905728488546534-942570967519788516?l=oriundibrasile.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oriundibrasile.blogspot.com/feeds/942570967519788516/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://oriundibrasile.blogspot.com/2010/05/historia-211-far-lamerica-122-imigracao.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5302905728488546534/posts/default/942570967519788516'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5302905728488546534/posts/default/942570967519788516'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oriundibrasile.blogspot.com/2010/05/historia-211-far-lamerica-122-imigracao.html' title='História ( 211) -  &quot;Far l&apos;America (122)&quot; -  Imigração no Rio Grande do Sul nas memórias de Julio Lorenzoni (1)'/><author><name>Eduardo Fiora</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12176291173151427439</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-tJfvgZLlQfA/TWVDWvTvvlI/AAAAAAAABUg/YMpFM9S-7wU/s220/foto-fiora-2011s.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5302905728488546534.post-396467282958516518</id><published>2010-05-31T07:25:00.004-03:00</published><updated>2010-05-31T22:17:15.353-03:00</updated><title type='text'>História ( 210) -  "Far l'America (121)" -  Imigração no Rio Grande do Sul nas memórias de Julio Lorenzoni (1)</title><content type='html'>Julio Lorenzoni  (1863–1934), nascido em Vila Raspa, partiu da Itália com sua família em 1877, aos 14 anos.  As memórias desse imigrante vêneto que se fixou no Rio Grande do Sul foram traduzidas por sua filha, Arminda Lorenzoni Parreira e publicadas em 1975 quando do Centenário da Imigração Italiana no estado, sob o título Memórias de um imigrante italiano. Maria Catarina Chitolina Zanini, professora da Universidade Federal de Santa Maria, no trabalho &lt;a href="http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;amp;pid=S0104-93132007000200009" style="color: blue;"&gt;"Um olhar antropológico sobre fatos e memórias da imigração italiana"&amp;nbsp; &lt;/a&gt;analisa trechos dessas memórias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Ao decidirem partir da Itália para o Brasil, aqueles indivíduos procuravam realizar seus rituais religiosos, uma vez que não sabiam, conforme relata Pozzobon (1997), a religião que era praticada na nova terra. Eram aconselhados a trazer uma garrafinha de água benta, e as crianças eram crismadas antes da partida. Igualmente, na manhã que precedia à despedida de suas localidades, uma missa era realizada a fim de que fizessem uma boa viagem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lorenzoni assegura que, durante os primeiros anos de colonização, 1878 e 1879, a única religião que conservaram os colonos era a do coração, pois não havia igrejas ou padres. Ele sentia falta de rituais religiosos que mantivessem "vivo e ardente aquele sentimento religioso" (1975:77) que haviam trazido da Itália. Conforme o autor, a educação religiosa se dava em casa, pelas mães, que procuravam educar seus filhos na religiosidade católica. Missa só havia de três em três meses. O sentimento daqueles migrantes era o de que, sem religião, afastavam-de da civilização: 'O nosso colono não podia conformar-se com esse estado de coisas: ter que morrer sem ter um padre perto que lhe desse os confortos da religião, a extrema-unção, etc.'&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 1880, contudo, chegou o primeiro sacerdote a Silveira Martins, e os colonos, de acordo com Lorenzoni, trabalharam todos na construção da igreja. Após a chegada dos padres, foram esquecidos 'os dois longos anos passados no meio do mato, à semelhança de animais selvagens' . Segundo Santin (1986:13), a capela, o campanário e os sinos constituíram a essência de toda a vida e de todo o universo do imigrante italiano em sua nova pátria. A força desses elementos era aquela do mundo de origem e tê-los aqui, na terra estrangeira, representava a preservação de uma determinada cosmologia".&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5302905728488546534-396467282958516518?l=oriundibrasile.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oriundibrasile.blogspot.com/feeds/396467282958516518/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://oriundibrasile.blogspot.com/2010/05/historia-210-far-lamerica-121-imigracao.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5302905728488546534/posts/default/396467282958516518'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5302905728488546534/posts/default/396467282958516518'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oriundibrasile.blogspot.com/2010/05/historia-210-far-lamerica-121-imigracao.html' title='História ( 210) -  &quot;Far l&apos;America (121)&quot; -  Imigração no Rio Grande do Sul nas memórias de Julio Lorenzoni (1)'/><author><name>Eduardo Fiora</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12176291173151427439</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-tJfvgZLlQfA/TWVDWvTvvlI/AAAAAAAABUg/YMpFM9S-7wU/s220/foto-fiora-2011s.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5302905728488546534.post-2115980302279449653</id><published>2010-05-30T22:27:00.000-03:00</published><updated>2010-05-30T22:27:45.799-03:00</updated><title type='text'>História ( 209) -  "Far l'America (120)" -  Imigração no Rio Grande do Sul nas memórias de  Andrea Pozzobon (2)</title><content type='html'>Maria Catarina Chitolina Zanini, professora da Universidade Federal de Santa Maria, no trabalho &lt;a href="http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;amp;pid=S0104-93132007000200009" style="color: blue;"&gt;"Um olhar antropológico sobre fatos e memórias da imigração italiana" &lt;/a&gt;&amp;nbsp; analisa  trechos das memórias o imigrante vêneto Andrea Pozzobon.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Pozzobon relata que ao saírem de Santos, após sua chegada ao Brasil em 1885, puderam dar adeus àquela tão antipática cidade, na qual a "negrada" os chamava de carcamanos, gringos, ladrões etc., situação que os recém-chegados achavam humilhante. Esses elementos devem ser considerados num contexto em que os imigrantes eram observados como agentes de transformação e de competitividade em nível nacional. Aliás, o termo 'negro' era usado pelos imigrantes italianos como forma genérica para determinar os brasileiros. Não residia aí classificação biológica somente; ela era prioritariamente cultural.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A brasilidade será incorporada em termos identitários, aos poucos e de forma diversa, conforme os contextos históricos exigirem.Há de se observar que, ao saírem aqueles migrantes da Itália, esta havia se unificado há pouco e, de fato, não possuía enquanto nação um sentimento comum de pertencimento. Lorenzoni narra que, no vapor em que veio para o Brasil em 1877, o que se ouvia era uma mistura de vários dialetos, muitos dos quais ele nada compreendia. Enfim, eram pessoas culturalmente diversas que, na situação de partida, tornaram-se genericamente italianos. Na Itália havia rivalidades entre as localidades, e a aparente noção de homogeneização cultural se daria no Brasil, quando de emigrados italianos passariam a imigrantes italianos e, depois, a colonos proprietários.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pozzobon narra que, ao chegarem a Porto Alegre em dezembro de 1885, surpreenderam-se com a fartura da terra brasileira: carne bovina, suína, ovina, aves, peixes, verduras e frutas. O ‘nonno’ Pozzobon, de 77 anos de idade, teria comentado: ‘Esperava encontrar aqui, ao chegar, o leão baio, tigres e macacos. Agora como uma bela melancia’ Enfim, a terra brasileira era a terra da fartura a ser por eles colonizada e cultivada. A brasilianidade foi, de certa forma, construída atrelada à noção da terra como propriedade, da comida e da manutenção da ordem familiar. A comida, aliás, desempenhará um papel adscritivo fundamental na condição de colono italiano".&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5302905728488546534-2115980302279449653?l=oriundibrasile.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oriundibrasile.blogspot.com/feeds/2115980302279449653/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://oriundibrasile.blogspot.com/2010/05/historia-209-far-lamerica-120-imigracao.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5302905728488546534/posts/default/2115980302279449653'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5302905728488546534/posts/default/2115980302279449653'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oriundibrasile.blogspot.com/2010/05/historia-209-far-lamerica-120-imigracao.html' title='História ( 209) -  &quot;Far l&apos;America (120)&quot; -  Imigração no Rio Grande do Sul nas memórias de  Andrea Pozzobon (2)'/><author><name>Eduardo Fiora</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12176291173151427439</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-tJfvgZLlQfA/TWVDWvTvvlI/AAAAAAAABUg/YMpFM9S-7wU/s220/foto-fiora-2011s.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5302905728488546534.post-3361070553342491583</id><published>2010-05-30T22:13:00.000-03:00</published><updated>2010-05-30T22:13:47.242-03:00</updated><title type='text'>História ( 208) -  "Far l'America (119)" -  Imigração no Rio Grande do Sul nas memórias de  Andrea Pozzobon (1)</title><content type='html'>No trabalho &lt;a href="http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;amp;pid=S0104-93132007000200009" style="color: blue;"&gt;"Um olhar antropológico sobre fatos e memórias da imigração italiana"&lt;/a&gt;, Maria Catarina Chitolina Zanini, professora da Universidade Federal de Santa Maria,analisa de que forma os imigrantes italianos que se dirigiram para a região central do estado do Rio Grande do Sul em finais do século XIX conduziram a colonização local e quais as categorias sociais presentes nesse processo.  A pesquisadora usou como fonte as memórias escritas por dois imigrantes: Julio Lorenzoni (publicadas em 1975) e Andrea Pozzobon (publicadas em 1997), bem como o Álbum do Primeiro cinquentenário da imigração italiana no estado, escrito em italiano e impresso em 1925.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“(O vêneto) Andrea Pozzobon (1863–19–),aqui chegado em 1885 (Rio Grande do Sul), já com 22 de idade e recém-casado. As memórias de Pozzobon (originalmente escritas em italiano) foram publicadas&amp;nbsp; (traduzidas) em 1997 por seu neto Zolá Franco Pozzobon e receberam o título de Uma odisséia na América. Abarcam o período de vida do migrante que vai de 1884 a 1928.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(..) As memórias são entrecortadas por temas, intitulados Soldado do rei; Adeus às armas; Coração aflito; Com Francesca, no altar; Arriverdérci; A travessia; Siamo arrivati, entre outros. As datas vão de 1884 a 1928, no livro publicado. Sua família era proprietária de poucos bens, o que teria sido "torrado", segundo ele, por preços irrisórios) quando de sua partida da Itália. (...)Pozzobon relata que, ao embarcarem, ‘quantas mulheres com os cabelos desgrenhados increpam os maridos que quiseram dar aquele triste passo".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Contudo, acrescenta ele, "a culpa disso é de terem ouvido falar que na América se trabalha pouco e se vestem roupas de seda’ , ou seja, a América assegurava a possibilidade de reverter a condição social na qual viviam: a de seres despossuídos e sem oportunidades, numa Itália em que comiam mal, vestiam-se mal e não possuíam prestígio algum.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(...) Todavia, a partida para a América, para alguns, era também uma passagem ritual para uma nova condição social, na qual a família como um todo teria que lutar pela sobrevivência. Para aqueles que seguiram com a parentela extensa, o desconforto talvez tenha sido menor. Para Pozzobon, a emigração foi um processo complexo em relação a diversos pontos de vista: tratava-se de uma decisão paterna à qual teve que obedecer e, no decurso da travessia, ele mudaria também seu estado civil, de solteiro para casado. Diz ele que a ‘idéia de constituir família em terra estrangeira, completamente desconhecida até em meus livros escolares, num país onde nada e ninguém me falava ao coração’ (1997:38) causava-lhe terror. E, assim, nesse quadro conflituoso, muitos migraram; como ele, sob a autoridade da decisão paterna ou familiar”.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5302905728488546534-3361070553342491583?l=oriundibrasile.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oriundibrasile.blogspot.com/feeds/3361070553342491583/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://oriundibrasile.blogspot.com/2010/05/historia-208-far-lamerica-119-imigracao.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5302905728488546534/posts/default/3361070553342491583'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5302905728488546534/posts/default/3361070553342491583'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oriundibrasile.blogspot.com/2010/05/historia-208-far-lamerica-119-imigracao.html' title='História ( 208) -  &quot;Far l&apos;America (119)&quot; -  Imigração no Rio Grande do Sul nas memórias de  Andrea Pozzobon (1)'/><author><name>Eduardo Fiora</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12176291173151427439</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-tJfvgZLlQfA/TWVDWvTvvlI/AAAAAAAABUg/YMpFM9S-7wU/s220/foto-fiora-2011s.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5302905728488546534.post-8704003314690766035</id><published>2010-05-29T08:02:00.000-03:00</published><updated>2010-05-29T08:02:44.111-03:00</updated><title type='text'>Oriundi – Pastoral e política na vida de Dom Agnelo Rossi (4)</title><content type='html'>"Em 7 de outubro de1970, dom Agnelo Rossienviou e publicou carta aogovernador paulista AbreuSodré. Sodré tinha dito nosjornais, um dia antes, quedom Helder Câmara, arcebispode Olinda e Recife,pertencia à máquina de propagandado Partido Comunista,“sendo seu elementode promoção na Europa”.Dizia o governador que“como as esquerdas queremuma ‘vedete’ não de barbase charuto na mão, mas debatina, usam-no no exteriorpara denegrir o Brasil. É oque esse Fidel Castro de batinatem feito na Europa”.Dom Agnelo exigiu explicações.“Fico na constrangedoracontingênciade solicitar-lhe provas desua afirmação, e, ao mesmotempo, direito de defesaao acusado”. Sodré nãodeu resposta. Tempos deditadura são assim". (Fonte:&amp;nbsp; &lt;a href="http://www.arquidiocesedesaopaulo.org.br/jornal_o_sao_paulo/2008/080607/100_pagina_07_dom_motta_e_dom_agnelo.pdf" style="color: blue;"&gt;Arquidiocese de São Paulo&lt;/a&gt; (Jornal O São Paulo-junho de 2008)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5302905728488546534-8704003314690766035?l=oriundibrasile.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oriundibrasile.blogspot.com/feeds/8704003314690766035/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://oriundibrasile.blogspot.com/2010/05/oriundi-pastoral-e-politica-na-vida-de_4288.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5302905728488546534/posts/default/8704003314690766035'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5302905728488546534/posts/default/8704003314690766035'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oriundibrasile.blogspot.com/2010/05/oriundi-pastoral-e-politica-na-vida-de_4288.html' title='Oriundi – Pastoral e política na vida de Dom Agnelo Rossi (4)'/><author><name>Eduardo Fiora</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12176291173151427439</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-tJfvgZLlQfA/TWVDWvTvvlI/AAAAAAAABUg/YMpFM9S-7wU/s220/foto-fiora-2011s.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5302905728488546534.post-4052599116213660561</id><published>2010-05-29T07:59:00.003-03:00</published><updated>2010-05-29T08:01:19.566-03:00</updated><title type='text'>Oriundi – Pastoral e política na vida de Dom Agnelo Rossi (3)</title><content type='html'>O site da&amp;nbsp;&lt;a href="http://www.arquidiocesedesaopaulo.org.br/jornal_o_sao_paulo/2008/080607/100_pagina_07_dom_motta_e_dom_agnelo.pdf"&gt;Arquidiocese de São Paulo&lt;/a&gt; (Jornal O São Paulo-junho de 2008) assim relata o perfil de Dom Agnelo&amp;nbsp; Rossi&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &lt;br /&gt;"(..)Preocupou-secom as comunidades estrageirasde São Paulo. Para formarleigos auxiliares, criou o InstitutoPaulo 6º, em Taboão daSerra (Grande SP). Atravésdo Instituto Mater Ecclesiae,incentivou o estudo e o desenvolvimentoda estruturaparoquial. Criou cerca de 90paróquias novas. Através doCentro de Informações “Ecclesia”,impulsionou a comunicação.Em seuarcebispado, aconteceu o golpemilitar de 1964. O esforçode dialogar com os governosmilitares não surtiu efeito.Quando cresciam os conflitosentre Igreja e o governo, foichamado a Roma para chefiara atual Congregação para aEvangelização dos Povos".&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5302905728488546534-4052599116213660561?l=oriundibrasile.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oriundibrasile.blogspot.com/feeds/4052599116213660561/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://oriundibrasile.blogspot.com/2010/05/oriundi-pastoral-e-politica-na-vida-de_3950.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5302905728488546534/posts/default/4052599116213660561'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5302905728488546534/posts/default/4052599116213660561'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oriundibrasile.blogspot.com/2010/05/oriundi-pastoral-e-politica-na-vida-de_3950.html' title='Oriundi – Pastoral e política na vida de Dom Agnelo Rossi (3)'/><author><name>Eduardo Fiora</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12176291173151427439</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-tJfvgZLlQfA/TWVDWvTvvlI/AAAAAAAABUg/YMpFM9S-7wU/s220/foto-fiora-2011s.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5302905728488546534.post-1224091677802866556</id><published>2010-05-29T07:47:00.000-03:00</published><updated>2010-05-29T07:47:39.668-03:00</updated><title type='text'>Oriundi – Pastoral e política na vida de Dom Agnelo Rossi (2)</title><content type='html'>O escritor e jornalista Elio Gaspari, no livro A Ditadura Escancarada revela como o cardeal Rossi conviveu com o regime militar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;   ”O segundo remanejamento que alteraria o balanço do poder eclesiástico brasileiro ocorreu no dia 22 de março de 1964, quando o cardeal-arcebispo de São Paulo, d. Carlos Carmelo de Vasconcelos Mota, aos 74 anos de idade, despachou uma carta ao papa pedindo que o dispensasse da função. Bisneto do visconde de Caeté, era ao mesmo tempo descendente da nobreza mineira do Primeiro Reinado e exemplar típico do cardinalato principesco. Defendia um clero palaciano, que evitasse disputas políticas públicas. Condômino do poder, tivera suficiente intimidade com o governador Adhemar de Barros para aconselhá-lo, em momentos de crise, na casa da amante.6 Talvez tenha sido o único (certamente o último) cardeal brasileiro a escrever ao presidente da República pedindo a promoção de um coronel a general-de-brigada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A saída de d. Helder do Rio e o nome do sucessor do cardeal Mota em São Paulo haveriam de favorecer o entendimento dos bispos com os generais. Em outubro de 1964, a CNBB reuniu-se em Roma. Formou-se uma maioria conservadora, derrubou-se d. Helder da secretaria geral, e defenestrou-se toda a sua equipe.8 A ofensiva foi tão profunda que em dezembro o arcebispo de Olinda foi visitado por uma carta do Santo Ofício e teve de se defender da acusação de freqüentar um templo protestante, elogiar seus fiéis e criticar a devoção católica à Virgem Maria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O reverendo respondeu com amargura: "Pedi ao Menino Deus: que eu morra antes de causar uma apreensão justificada à Santa Sé".9O conservadorismo colocou na presidência da CNBB o arcebispo de Ribeirão Preto, d. Agnello Rossi. Um mês depois, durante os debates da terceira sessão do Concílio,Paulo VI indicou-o arcebispo de São Paulo. Filho de um funileiro italiano, sacerdote de hábitos gentis e reputação de excelente administrador, Agnello Rossi recebeu com o pálio da sé paulista a oferta da liderança de um reordenamento conservador. A&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;os 51 anos, saído de um bispado sem expressão política, chefiava a maior arquidiocese do país e presidia uma CNBB sem d. Helder na secretaria geral. Tornou-se um operário do regresso. Com a ajuda da hierarquia tentou fazer que a Igreja coubesse dentro do projeto desmobilizador do regime. Diluiu a ação da CNBB, liquidou as organizações laicas da juventude católica e afastou-se do debate político”.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5302905728488546534-1224091677802866556?l=oriundibrasile.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oriundibrasile.blogspot.com/feeds/1224091677802866556/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://oriundibrasile.blogspot.com/2010/05/oriundi-pastoral-e-politica-na-vida-de_29.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5302905728488546534/posts/default/1224091677802866556'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5302905728488546534/posts/default/1224091677802866556'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oriundibrasile.blogspot.com/2010/05/oriundi-pastoral-e-politica-na-vida-de_29.html' title='Oriundi – Pastoral e política na vida de Dom Agnelo Rossi (2)'/><author><name>Eduardo Fiora</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12176291173151427439</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-tJfvgZLlQfA/TWVDWvTvvlI/AAAAAAAABUg/YMpFM9S-7wU/s220/foto-fiora-2011s.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5302905728488546534.post-4286874428013658743</id><published>2010-05-29T07:38:00.000-03:00</published><updated>2010-05-29T07:38:46.059-03:00</updated><title type='text'>Oriundi – Pastoral e política na vida de Dom Agnelo Rossi (1)</title><content type='html'>O&amp;nbsp; site do&amp;nbsp;&lt;span style="color: blue;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.pime.org.br/missaojovem/mjhistcoracao.htm" style="color: blue;"&gt;Pontifício Instituto Missões Exteriores &lt;/a&gt;ao falar sobre igreja e comunidade destaca que “em 1956, o bispo de Barra do Piraí, Dom Agnelo Rossi, preocupado com a difusão do protestantismo e com carência de padres e religiosos, formou centenas de catequistas leigos que, após alfabetizados e treinados, recebiam materiais catequéticos que explicavam em suas comunidades. Reuniam o povo para a leitura bíblica, cânticos e orações. Foi uma primeira experiência de valorização da capacidade dos leigos”.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5302905728488546534-4286874428013658743?l=oriundibrasile.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oriundibrasile.blogspot.com/feeds/4286874428013658743/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://oriundibrasile.blogspot.com/2010/05/oriundi-pastoral-e-politica-na-vida-de.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5302905728488546534/posts/default/4286874428013658743'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5302905728488546534/posts/default/4286874428013658743'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oriundibrasile.blogspot.com/2010/05/oriundi-pastoral-e-politica-na-vida-de.html' title='Oriundi – Pastoral e política na vida de Dom Agnelo Rossi (1)'/><author><name>Eduardo Fiora</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12176291173151427439</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-tJfvgZLlQfA/TWVDWvTvvlI/AAAAAAAABUg/YMpFM9S-7wU/s220/foto-fiora-2011s.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5302905728488546534.post-8200734769201881647</id><published>2010-05-28T00:00:00.002-03:00</published><updated>2010-05-29T07:38:07.856-03:00</updated><title type='text'>Oriundi - O cardinalato de Dom Agnelo Rossi (2)</title><content type='html'>O site da Arquidiocese de São Paulo relata, brevemente, a nomeação espiscopal de Dom Agnelo Rossi e suas posterior elevação a Cardeal &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"No dia 5 de março de 1956, aos 33 anos, foi nomeado, pelo Papa Pio XII, Bispo de Barra do Piraí, Rio de Janeiro, tendo o anúncio sido feito pelo então Núncio Apostólico no Brasil, Dom Armando Lombardi, na seção solene de instalação da Universidade Católica de Campinas, realizada no Teatro Municipal de Campinas, no dia 14 de março de 1956.Foi sagrado bispo no dia 15 de abril de 1956, na catedral metropolitana de Campinas, pelas mãos de Dom Paulo de Tarso Campos, Arcebispo Metropolitano de Campinas, sendo consagrantes Dom Helder Pessoa Câmara e de Dom Vicente Ângelo José Marchetti Zioni.Em 6 de setembro de 1962, foi designado Arcebispo Metropolitano de Ribeirão Preto, São Paulo, função que exerceu até 1 de novembro de 1964, quando da sua nomeação pelo Papa Paulo VI para Arcebispo de São Paulo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Exerceu esta função até 22 de outubro de 1970, quando foi chamado a servir a Igreja na Cúria Romana.CardinalatoA 25 de janeiro de 1965,durante as cerimônias de inauguração do Palácio dos Bandeirantes, sede do governo do Estado de São Paulo, foi anunciada a sua escolha para o cardinalato. No Consistório do dia 22 de fevereiro de 1965, festa da Cátedra de São Pedro, presidido pelo Papa Paulo VI, na Basílica de São Pedro, Dom Agnelo Rossi foi criado Cardeal presbítero, do título da Grande Mãe de Deus (1970-1984). Tomou posse de sua igreja titular a 27 de fevereiro de 1965. Em 22 de outubro de 1970, foi designado Prefeito da Congregação para a Evangelização dos Povos. Em 8 de abril de 1984, foi designado Presidente da Administração do Patrimônio da Sé Apostólica , cargo que renunciou a 6 de dezembro de 1989, Em 25 de junho de 1984, foi eleito Cardeal-Bispo do título Suburbicário de Sabina e Poggio-Mirteto (1984-1995).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 19 de dezembro de 1986, foi eleito Cardeal-Bispo do Título Suburbicário de Óstia Antiga, sendo confirmado, pelo Papa João Paulo II, Cardeal Decano do Sacro Colégio, cargo que renunciou a 31 de maio de 1993"&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5302905728488546534-8200734769201881647?l=oriundibrasile.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oriundibrasile.blogspot.com/feeds/8200734769201881647/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://oriundibrasile.blogspot.com/2010/05/oriundi-o-cardinalato-de-dom-agnelo_28.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5302905728488546534/posts/default/8200734769201881647'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5302905728488546534/posts/default/8200734769201881647'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oriundibrasile.blogspot.com/2010/05/oriundi-o-cardinalato-de-dom-agnelo_28.html' title='Oriundi - O cardinalato de Dom Agnelo Rossi (2)'/><author><name>Eduardo Fiora</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12176291173151427439</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-tJfvgZLlQfA/TWVDWvTvvlI/AAAAAAAABUg/YMpFM9S-7wU/s220/foto-fiora-2011s.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5302905728488546534.post-995494491225062525</id><published>2010-05-27T23:54:00.000-03:00</published><updated>2010-05-27T23:54:55.409-03:00</updated><title type='text'>Oriundi - O cardinalato de Dom Agnelo Rossi (1)</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_bmAyINP38RQ/S_8wYnhr56I/AAAAAAAABLM/LYnKhtBPNDU/s1600/agnelo+rossi.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://3.bp.blogspot.com/_bmAyINP38RQ/S_8wYnhr56I/AAAAAAAABLM/LYnKhtBPNDU/s200/agnelo+rossi.jpg" width="174" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Na história da Cúria Metropolitana de São Paulo um nome de destaque é do Cardeal Agnelo Rossi cujo perfil é assim retratado de Arquidiocese paulista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Dom Agnelo Cardeal Rossi (Joaquim Egídio, 4 de maio de 1913 - Helvetia, 21 de maio de 1995) foi um sacerdote católico brasileiro, décimo sexto bispo de São Paulo, sendo seu quarto arcebispo e segundo cardeal. Foi o brasileiro que mais alto subiu na hierarquia eclesiástica, sendo considerado o maior expoente da Igreja do Brasil, chegando a ser cardeal-decano do Colégio Cardinalício. Nasceu em Joaquim Egídio, distrito de Campinas-SP, filho de Vincenzo Rossi, Comendador da Ordem do Santo Sepulcro, e Vittoria Colombo. Teve um único irmão, Miguel Rossi. Faleceu aos 82 anos, tendo sido sepultado na igreja de Nossa Senhora do Guadalupe, por ele construída, em Campinas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;EstudosRealizou seus primeiros estudos em Valinhos, São Paulo, ingressando depois, a 26 de janeiro de 1926, no Seminário Menor Diocesano Santa Maria, de Campinas, onde também cursou a Filosofia. A 15 de outubro de 1933 partiu para Roma, instalando-se por cinco meses no Colégio Pio Latino-Americano. A 4 de abril de 1934, foi um dos trinta e três alunos fundadores do Pontifício Colégio Pio Brasileiro, onde recebeu a matrícula de número 1 do novo e grandioso colégio, na Via Aurélia. Realizou seus estudos de Teologia na Pontifícia Universidade Gregoriana de Roma.PresbiteradoFoi ordenado sacerdote pelas mãos de S. Ema. Revma. Cardeal Luigi Traglia, Bispo Auxiliar de Roma, na Arquibasílica de São João Latrão, em Roma, a 27 de março de 1937".&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5302905728488546534-995494491225062525?l=oriundibrasile.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oriundibrasile.blogspot.com/feeds/995494491225062525/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://oriundibrasile.blogspot.com/2010/05/oriundi-o-cardinalato-de-dom-agnelo.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5302905728488546534/posts/default/995494491225062525'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5302905728488546534/posts/default/995494491225062525'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oriundibrasile.blogspot.com/2010/05/oriundi-o-cardinalato-de-dom-agnelo.html' title='Oriundi - O cardinalato de Dom Agnelo Rossi (1)'/><author><name>Eduardo Fiora</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12176291173151427439</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-tJfvgZLlQfA/TWVDWvTvvlI/AAAAAAAABUg/YMpFM9S-7wU/s220/foto-fiora-2011s.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_bmAyINP38RQ/S_8wYnhr56I/AAAAAAAABLM/LYnKhtBPNDU/s72-c/agnelo+rossi.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5302905728488546534.post-1977396371388816812</id><published>2010-05-26T08:14:00.006-03:00</published><updated>2010-05-28T00:21:22.893-03:00</updated><title type='text'>Italiani - O legado de  Luigi Caloi ( 2)</title><content type='html'>"Em 1942, as dificuldades de importar devido à Segunda Guerra Mundial obrigaram-no a produzir peças de reposição em um barracão no bairro do Brooklin. Anos mais tarde, em 1948, mesmo com a volta da importação, a empresa agora chamada Indústria e Comércio de Bicicletas Caloi, manteve sua fabricação, passando a produzir suas bicicletas no Brasil com a inauguração da primeira fábrica de bicicletas do país. No ano de 1953 ocorreu o lançamento da linha Fiorentina que tinha aro 26" (novidade para a época), freio a varão, bagageiro e vinha com uma utilíssima bolsa para ferramentas sob o selim, em couro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 1955 foi o ano em que o Sr. Guido Caloi faleceu, dando lugar à 3ª geração da família na direção da indústria; o Sr. Bruno Antônio Caloi. --A bicicleta Berlineta dobrável lançada no final da década de 60, possuía aro 20 e se tornou moda nos anos 70 entre o público jovem. Suas características compactas, aliadas ao fato de ser dobrável, fizeram dela uma ótima opção para uso urbano. Tinha bagageiro na traseira e guidão alto, para o conforto do ciclista. Na década de 70 ocorreu a consolidação e expansão da marca no mercado brasileiro e internacional como sinônimo de bicicletas, além de várias novidades como a famosa e inesquecível Caloi 10, com quadro baseado nas Biachi San Remo. Era a primeira vez que um cidadão comum podia adquirir uma “bicicleta de corrida”, com 10 marchas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outra novidade foi a Caloi Barra Forte, uma bicicleta robusta e resistente com quadro em aço carbono, desenvolvida para levar o ciclista com segurança e conforto, que se tornou referência histórica no segmento de transporte. Depois foi a vez da Caloi Jovem com aro 24". Pouco depois, o lançamento da Extralight marcou a chegada do BMX ao Brasil, em 1978. As rodas eram no tamanho 20" com pneus biscoito. As partes de alumínio da Extralight eram coloridas (inédito na época) e tinha rotor na caixa de direção. --No ano seguinte foi à vez da Caloi Ceci, primeira bicicleta feminina do mercado brasileiro. A cestinha na dianteira sempre foi à marca registrada deste modelo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O comercial de televisão desta bicicleta trazia a atriz Bruna Lombardi como garota propaganda. Foi também nesta década, no ano de 1975, em franca expansão, que a CALOI inaugurou mais uma fábrica no país. Localizada em Manaus, a nova unidade industrial destinava-se à produção de bicicletas de alto valor agregado. --No ano de 1990 a CALOI inaugurou uma subsidiária nos Estados Unidos, localizada em Jacksonville, no estado da Flórida, começando a comercializar bicicletas no mercado americano. Outro importante fato para sua expansão internacional nesta época foi o patrocínio ao heptacampeão do Tour de rance, o americano Lance Amstrong, na equipe Motorola/Caloi.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Até a abertura do mercado brasileiro, em 1992, a CALOI tinha como única concorrente a Monark. As duas se alternavam na liderança das vendas, mas fim da década de 80, a empresa consolidou sua vantagem e chegou ao recorde de produção de 2.2 milhões de unidades. Depois da abertura, o mercado do pedal ficou muito mais competitivo e a CALOI passou a enfrentar grandes problemas. Mesmo com uma situação financeira delicada, em 1997 expande seus negócios, ingressando no segmento de Home Fitness, com o lançamento de uma linha de equipamentos de ginástica com esteiras e stepper.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em pouco mais de cinco anos, a CALOI assume a liderança de mercado no segmento home fitness e reafirma sua posição de liderança no mercado de bicicletas. --A empresa foi dirigida pela família Caloi até o ano de 1999, quando a família vendeu a maioria acionária para Edson Vaz Musa, respeitado administrador de empresas. A partir de então, a CALOI partiu para um novo desafio: ser sinônimo de bicicletas e também de fitness, agregando saúde, esporte e lazer à marca Em 2006, a CALOI inaugurou uma moderna fábrica em Atibaia, desativando a antiga unidade da Avenida Guido Caloi. Líder de mercado, em 2008 a CALOI comemorou 110 anos comercializando mais de 700 mil bicicletas e 100 mil unidades de aparelhos para home fitness por ano, e lançando um novo posicionamento da marca com o slogan “Caloi. Movimentando a Vida”. (fonte: &lt;a href="http://mundodasmarcas.blogspot.com/2006/06/caloi-no-esquea-minha-caloi.html#ixzz0pBryyPdq"&gt;Mundo das Marcas&lt;/a&gt;)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5302905728488546534-1977396371388816812?l=oriundibrasile.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oriundibrasile.blogspot.com/feeds/1977396371388816812/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://oriundibrasile.blogspot.com/2010/05/italiani-o-legado-de-luigi-caloi-2.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5302905728488546534/posts/default/1977396371388816812'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5302905728488546534/posts/default/1977396371388816812'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oriundibrasile.blogspot.com/2010/05/italiani-o-legado-de-luigi-caloi-2.html' title='Italiani - O legado de  Luigi Caloi ( 2)'/><author><name>Eduardo Fiora</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12176291173151427439</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-tJfvgZLlQfA/TWVDWvTvvlI/AAAAAAAABUg/YMpFM9S-7wU/s220/foto-fiora-2011s.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5302905728488546534.post-8739247576741761430</id><published>2010-05-26T08:09:00.002-03:00</published><updated>2010-05-28T00:14:08.485-03:00</updated><title type='text'>Italiani - O legado de  Luigi Caloi ( 1)</title><content type='html'>"Em 1898, Luigi Caloi, um italiano cujo sonho era fazer a melhor bicicleta utilizando a tecnologia mais avançada que alguém pudesse imaginar na época, veio da Itália com seu cunhado Agenor Poletti, um mecânico muito hábil. Abriram a Casa Poletti &amp;amp; Caloi, um estabelecimento que alugava, consertava e reformava bicicletas de corrida do Clube Atlético Paulistano em São Paulo. Quatro anos depois, Luigi se tornou representante exclusivo da fábrica italiana de bicicletas Bianchi no Brasil. Em 1924, ele faleceu e a nova sociedade, agora chamada Casa Irmãos Caloi, formada por seus filhos, Henrique, Guido e José Pedro, durou pouco. Guido ficou sozinho com a empresa, que passou a ser conhecida como Casa Luiz Caloi". (fonte: &lt;a href="http://mundodasmarcas.blogspot.com/2006/06/caloi-no-esquea-minha-caloi.html#ixzz0pBqBBrny"&gt;Mundo das Marcas)&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5302905728488546534-8739247576741761430?l=oriundibrasile.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oriundibrasile.blogspot.com/feeds/8739247576741761430/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://oriundibrasile.blogspot.com/2010/05/italiani-o-legado-de-luigi-caloi.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5302905728488546534/posts/default/8739247576741761430'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5302905728488546534/posts/default/8739247576741761430'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oriundibrasile.blogspot.com/2010/05/italiani-o-legado-de-luigi-caloi.html' title='Italiani - O legado de  Luigi Caloi ( 1)'/><author><name>Eduardo Fiora</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12176291173151427439</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-tJfvgZLlQfA/TWVDWvTvvlI/AAAAAAAABUg/YMpFM9S-7wU/s220/foto-fiora-2011s.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5302905728488546534.post-7203328938393809221</id><published>2010-05-25T19:43:00.000-03:00</published><updated>2010-05-25T19:43:35.221-03:00</updated><title type='text'>Oriundi -  Miguel Reale e o Direito no Brasil (2)</title><content type='html'>"Com a tese Fundamentos do Direito(1940), considerada inovadora e ummarco para a época, Reale lançou as bases da 'TeoriaTridimensional do Direito', tornando-seinternacionalmente conhecido. Eleinterpretou a experiência jurídica sobvários prismas, determinando, assim, umareação contra o formalismo jurídico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 2000, na entrevista concedida ao Jornalda USP, o jurista descreveu o sentido de suateoria e esclareceu que, 'em primeiro lugar,há o formalismo legislativo, ou legislado,no sentido de que se confunde o Direitocom o código, o Direito com o diplomalegal.Dessa maneira, conhecer o Direito seresume a interpretar as leis e aplicá-las,recebendo-se, portanto, algo já pronto eacabado sob a forma de regula juris, denorma de direito. Contra isso havia umsegundo formalismo, o formalismo factual,no sentido de que se procurava nos fatossociais uma ciência jurídica sociológica. Euma terceira orientação tinha um caráteridealista e filosófico, dando importânciaapenas ao mundo dos princípios e dosvalores', concluiu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O professor reagiucontra essa tríplice orientação descritacomo separada e unilateral. Suaoriginalidade mostrou que 'fato, valor e norma' são elementos que se correlacionam, representando três aspectosunitários e dinâmicos. E dessa idéia, surgiuo nome Teoria Tridimensional do Direito,definida como 'uma tomada de posiçãocontra compreensões unilaterais daexperiência jurídica'." (Fonte OAB-DF)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5302905728488546534-7203328938393809221?l=oriundibrasile.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oriundibrasile.blogspot.com/feeds/7203328938393809221/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://oriundibrasile.blogspot.com/2010/05/oriundi-miguel-reale-e-o-direito-no.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5302905728488546534/posts/default/7203328938393809221'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5302905728488546534/posts/default/7203328938393809221'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oriundibrasile.blogspot.com/2010/05/oriundi-miguel-reale-e-o-direito-no.html' title='Oriundi -  Miguel Reale e o Direito no Brasil (2)'/><author><name>Eduardo Fiora</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12176291173151427439</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-tJfvgZLlQfA/TWVDWvTvvlI/AAAAAAAABUg/YMpFM9S-7wU/s220/foto-fiora-2011s.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5302905728488546534.post-6923094539399600010</id><published>2010-05-25T19:42:00.001-03:00</published><updated>2010-05-25T19:44:00.153-03:00</updated><title type='text'>Oriundi -  Miguel Reale e o Direito no Brasil (1)</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_bmAyINP38RQ/S_xRjyYNsJI/AAAAAAAABK8/zhdSgzjq6Aw/s1600/reale.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://3.bp.blogspot.com/_bmAyINP38RQ/S_xRjyYNsJI/AAAAAAAABK8/zhdSgzjq6Aw/s200/reale.jpg" width="181" /&gt;&lt;/a&gt;Um dos maiores juristas brasileiros do século XX, Miguel Reale, tinha sangue italiano nas veias. Confira o perfil de Miguel Reale publicado no site da OAB do Distrito Federal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Paulista de São Bento de Sapucaí, MiguelReale nasceu em 6 de novembro de 1910.Descendente de italianos, filho do médico Braz Reale e de Felicidade da Rosa GóesChiarardia Reale.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda adolescente, despertousua vocação para o ensino, dando aulas de francêse latim para estudantes de escolas particulares.Estudou no internato do então Instituto MédioDante Alighieri, colégio clássico que, segundoReale, decidiu seu destino humanístico e suarazão existencial. Casou-se com sua colega declasse, Filomena Pucci Reale, ou simplesmenteNuce.Formou-se em Direito pela Universidade de São Paulo (1934), eposteriormente desenvolveu uma longa carreira como professor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como estudante escreveu seu primeiro livro, O Estado Moderno,em que debatia as ideologias do fascismo, do comunismo e doliberalismo. Por duas vezes foi reitor da USP, em 1949 e 1969, ondeimplantou as reformas administrativas e universitárias,substituindo as cátedras pelos departamentos. Implementou eurbanizou o campus da universidade, construindo cerca de 250 milmetros quadrados de edifícios destinados ao ensino, à pesquisa e aoesporte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No ano de 1949, foi fundador do Instituto Brasileiro de Filosofia ecinco anos depois, da Sociedade Interamericana de Filosofia. Realerevelou valores esquecidos do pensamento brasileiro em seusestudos sobre a teoria da cultura. Determinou as diretrizes doculturalismo, movimento que sugere a idéia de que não bastaanalisar as condições subjetivas do conhecimento, mas também asobjetivas e as histórico-sociais. Para o filosófo e jurista, a culturanão era apenas o aprimoramento do intelecto, e sim o conjunto detudo que o homem realizou no plano material e espiritual, pormeio do processo das gerações. 'Em toda a minha vida representaram os trágicos conflitosmilitares e sociológicos do século XX, tendo sido a minha perenepreocupação de compor em unidade integral a liberdade, apluralidade e a solidariedade', contou Miguel Reale no artigoVariações a Partir de Si Mesmo, de 2005&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5302905728488546534-6923094539399600010?l=oriundibrasile.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oriundibrasile.blogspot.com/feeds/6923094539399600010/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://oriundibrasile.blogspot.com/2010/05/oriundi-miguel-reale-eo-o-direito-no.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5302905728488546534/posts/default/6923094539399600010'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5302905728488546534/posts/default/6923094539399600010'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oriundibrasile.blogspot.com/2010/05/oriundi-miguel-reale-eo-o-direito-no.html' title='Oriundi -  Miguel Reale e o Direito no Brasil (1)'/><author><name>Eduardo Fiora</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12176291173151427439</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-tJfvgZLlQfA/TWVDWvTvvlI/AAAAAAAABUg/YMpFM9S-7wU/s220/foto-fiora-2011s.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_bmAyINP38RQ/S_xRjyYNsJI/AAAAAAAABK8/zhdSgzjq6Aw/s72-c/reale.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5302905728488546534.post-7772173177036670968</id><published>2010-05-24T23:45:00.000-03:00</published><updated>2010-05-24T23:45:12.258-03:00</updated><title type='text'>Italiani - A missão religiosa de Pio Giannotti, o Frei Damião (2)</title><content type='html'>O site da&amp;nbsp;&lt;a href="http://www.fundaj.gov.br/notitia/servlet/newstorm.ns.presentation.NavigationServlet?publicationCode=16&amp;amp;pageCode=303&amp;amp;textCode=810&amp;amp;date=currentDate" style="color: blue;"&gt;Fundação Joaquim Nabuco&lt;/a&gt; continua, assim, a relatar a vida de Frei Damião no Brasil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"De 1939-1945, período em que ocorreu a Segunda Guerra Mundial, Frei Damião, foi proibido de realizar missões, devido a sua origem italiana, permanecendo recluso em um convento em Maceió até 1945. À medida que os anos foram passando Frei Damião tornou-se mais conhecido no Nordeste. Em suas missões e romarias pelos lugarejos mais distantes da Região, reunia milhares de fiéis das localidades visitadas e romeiros das regiões vizinhas, que caminhavam quilômetros a pé ou viajavam em caminhões para assistir ao grande ato de fé. Durante as caminhadas ele fazia casamentos coletivos, batismos e sermões, dava comunhão, ouvia confissões.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Iniciava seus trabalhos de peregrinação às quatro da madrugada. Saía em procissão por ruas e estradas, em busca das comunidades mais distantes e necessitadas, acordando todos com o badalar de um sino, cânticos e orações. Devido as suas intensas peregrinações pelo interior do Norte e Nordeste do Brasil, pregando o evangelho à grande número de pessoas, ficou conhecido como o andarilho de Deus. Foi o único pregador que visitou o Nordeste em missão Franciscana, recebeu centenas de medalhas e condecorações, inclusive títulos de cidadão honorário em 27 cidades. Na literatura de Cordel, Frei Damião foi motivo de inspiração para muitos poetas e escritores cordelistas, que escreveram centenas de folhetos relatando a sua vida missionária, seus milagres, testemunhos e sobre seu prestígio popular. Com o passar dos anos, a intensa vida missionária produziu-lhe uma progressiva deformação causada por problemas de cifose (corcunda) e escoliose, que lhe causou dificuldades na fala e na respiração.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os últimos anos de vida do Frei Damião de Bozzano foram muito sofridos. Segundo os médicos que o assistiam, desde jovem ele sofria de insuficiência cardiovascular periférica e erisipela, doenças que se agravaram com o tempo, devido as longas peregrinações por cidades empoeiradas. Em virtude do cansaço e da idade avançada, seu estado de saúde foi se agravando a ponto de tornar-se irreversível. Após 19 dias de coma profundo, veio a falecer aos 98 anos de idade, no dia 31 de maio de 1997, às 19 horas, no Hospital Real Português, no Recife".&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5302905728488546534-7772173177036670968?l=oriundibrasile.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oriundibrasile.blogspot.com/feeds/7772173177036670968/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://oriundibrasile.blogspot.com/2010/05/italiani-missao-religiosa-de-pio_24.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5302905728488546534/posts/default/7772173177036670968'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5302905728488546534/posts/default/7772173177036670968'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oriundibrasile.blogspot.com/2010/05/italiani-missao-religiosa-de-pio_24.html' title='Italiani - A missão religiosa de Pio Giannotti, o Frei Damião (2)'/><author><name>Eduardo Fiora</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12176291173151427439</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-tJfvgZLlQfA/TWVDWvTvvlI/AAAAAAAABUg/YMpFM9S-7wU/s220/foto-fiora-2011s.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5302905728488546534.post-8429958997061600538</id><published>2010-05-24T23:40:00.000-03:00</published><updated>2010-05-24T23:40:10.512-03:00</updated><title type='text'>Italiani - A missão religiosa de Pio Giannotti, o Frei Damião (1)</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_bmAyINP38RQ/S_s4dO2IU9I/AAAAAAAABK0/CYHfXwM9xF8/s1600/250px-f_damiao.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://2.bp.blogspot.com/_bmAyINP38RQ/S_s4dO2IU9I/AAAAAAAABK0/CYHfXwM9xF8/s200/250px-f_damiao.jpg" width="178" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Dentre os religiosos italianos que vieram ao Brasil em missão evangelizadora, a história reserva um lugar de destaque para Pio Giannotti, conhecido entre nós como Frei Damião, cujo perfil é assim retratado pela &lt;a href="http://www.fundaj.gov.br/notitia/servlet/newstorm.ns.presentation.NavigationServlet?publicationCode=16&amp;amp;pageCode=303&amp;amp;textCode=810&amp;amp;date=currentDate" style="color: blue;"&gt;Fundação Joaquim Nabuco&lt;/a&gt; .&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Pio Giannotti, nasceu a 5 de novembro de 1898, em Bozzano, vilarejo da cidade de Massarosa, a 460 quilômetros de Roma. Filho de Félix Giannotti e Maria Giannotti, camponeses humildes e devotos. Desde cedo, Pio demonstrava inclinação para o sacerdócio. Iniciou seus estudos religiosos na Escola Seráfica de Camigliano em 1910. Aos 12 anos de idade seguiu a inclinação natural que o levaria quatro anos depois, já com 16 anos, ingressar na Ordem dos Capuchinhos, no Convento de Vila Basílica. E ao receber o hábito escolheu o nome de Damião.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 1917, aos dezenove anos, Pio Giannotti foi convocado juntamente com seus irmãos capuchinhos, pela Força Militar do Exército, para servir na frente de batalha da Primeira Guerra Mundial. Após o término da guerra ele ainda permaneceu por 3 anos acampado na região de Zarra, fronteira da Itália disputada com a antiga Iugoslávia. Este foi um período da sua vida que lhe deixou profundas e amargas recordações, por ter presenciado enorme carnificina. Em 1923, quando retornou ao Seminário, foi ordenado sacerdote, na Igreja de São João Latrão em Roma. Neste período ingressou no Colégio Internacional, onde cursou Teologia, Filosofia e Direito Canônico. Concluídos estes estudos, matriculou-se na Universidade Gregoriana e doutourou-se em Teologia Dogmática.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Voltou para o convento de Vila Basílica, para assumir o cargo de vice-mestre de noviços, onde passou a lecionar até 1931. Neste mesmo ano, foi convidado pelos seus superiores a fazer uma escolha entre duas opções: permanecer na profissão de professor ou ser missionário no Brasil. Frei Damião seguiu a voz do coração e decidiu pela missão de evangelizar. Dias depois embarcou no navio Cante Rosso, rumo ao Brasil. Desembarcou no Rio de Janeiro e no dia seguinte seguiu para o Recife, Pernambuco.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hospedou-se na Basílica de Nossa Senhora da Penha e adotou o nome de Frei Damião, com o designativo de sua terra natal Bozzano. Celebrou sua primeira missa no Brasil, em 05 de abril de 1931, na cidade de Gravatá, agreste pernambucano, no mesmo ano em que chegou ao País. No mês seguinte passou três dias consecutivos ouvindo os fiéis, em confissão. Esta atitude do Frei, deu-lhe grande prestígio, conquistando a admiração da população católica daquela região".&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5302905728488546534-8429958997061600538?l=oriundibrasile.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oriundibrasile.blogspot.com/feeds/8429958997061600538/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://oriundibrasile.blogspot.com/2010/05/italiani-missao-religiosa-de-pio.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5302905728488546534/posts/default/8429958997061600538'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5302905728488546534/posts/default/8429958997061600538'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oriundibrasile.blogspot.com/2010/05/italiani-missao-religiosa-de-pio.html' title='Italiani - A missão religiosa de Pio Giannotti, o Frei Damião (1)'/><author><name>Eduardo Fiora</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12176291173151427439</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-tJfvgZLlQfA/TWVDWvTvvlI/AAAAAAAABUg/YMpFM9S-7wU/s220/foto-fiora-2011s.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_bmAyINP38RQ/S_s4dO2IU9I/AAAAAAAABK0/CYHfXwM9xF8/s72-c/250px-f_damiao.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5302905728488546534.post-3544376390247819821</id><published>2010-05-23T21:57:00.000-03:00</published><updated>2010-05-23T21:57:24.118-03:00</updated><title type='text'>História ( 207) -  "Far l'America (118)": O papel da Sociedade Promotora da Imigração numa análise italiana</title><content type='html'>No site &lt;a href="http://www.storicamente.org/07_dossier/emigrazione-femminile-in-brasile.htm" style="color: blue;"&gt;Storicamente&lt;/a&gt;, Elena Bignami explica o papel da Sociedade Promotora da Imigração.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“La Sociedade Promotora, dunque, incoraggiava l’immigrazione di nuclei familiari piuttosto che di singoli per ottenere il miglior sistema produttivo disponibile sul mercato del lavoro immigrato. Così facendo, infatti, essa si garantiva una manodopera stanziale, a scanso della dispersiva immigrazione temporanea (come quella diretta invece in Argentina), erena rispetto alle ansie provocate dalla lontananza dai familiari, perché come scrisse il deputato dell’Assembléia Provincial de São Paulo Marthino Prado Júnior nel 1888 «è innegabile quanto influisca sul morale dell’immigrante il fatto di poter portare con se coloro che gli appartengono con il sangue e con il cuore», e per questo supposta anche più mansueta rispetto a velleità politiche, ma soprattutto una manodopera già perfettamente organizzata al suo interno grazie a quella preziosa suddivisione operata sulla base dell’appartenenza di genere che faceva della famiglia patriarcale una straordinaria macchina da lavoro, ricca com’era di braccia a buon mercato (quelle di donne e bambini) per fazendeiros e imprenditori, premurose e gratuite (quelle femminili) per le cure dello spazio domestico; proprio quello che si voleva trasferire e impiantare in Brasile.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;L’operazione sortì gli effetti sperati, e così «dei 219.785 individui introdotti a San Paolo dalla Sociedade Promotora de Imigraçao, il 46% erano donne», l’esatta metà del cielo. Ma non si tratta soltanto di testare una presenza, quanto di rileggere un fenomeno “migrazione e lavoro” nella sua giusta complessità, dunque portando alla luce anche il ruolo sommerso e scontato di una parte dei suoi protagonisti, le donne”.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5302905728488546534-3544376390247819821?l=oriundibrasile.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oriundibrasile.blogspot.com/feeds/3544376390247819821/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://oriundibrasile.blogspot.com/2010/05/historia-207-far-lamerica-118-o-papel.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5302905728488546534/posts/default/3544376390247819821'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5302905728488546534/posts/default/3544376390247819821'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oriundibrasile.blogspot.com/2010/05/historia-207-far-lamerica-118-o-papel.html' title='História ( 207) -  &quot;Far l&apos;America (118)&quot;: O papel da Sociedade Promotora da Imigração numa análise italiana'/><author><name>Eduardo Fiora</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12176291173151427439</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-tJfvgZLlQfA/TWVDWvTvvlI/AAAAAAAABUg/YMpFM9S-7wU/s220/foto-fiora-2011s.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5302905728488546534.post-8929224162367420236</id><published>2010-05-23T21:34:00.000-03:00</published><updated>2010-05-23T21:34:52.991-03:00</updated><title type='text'>História ( 206) -  "Far l'America (117)": A propaganda paulista para atrair imigrantes</title><content type='html'>No site&amp;nbsp;&lt;span style="color: blue;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.storicamente.org/07_dossier/emigrazione-femminile-in-brasile.htm" style="color: blue;"&gt;Storicamente&lt;/a&gt;,&lt;span class="autore"&gt;Elena Bignamiao fala sobre imigração feminina no Brasil, reproduz trecho de um opúsculo publicado pelo governo paulista buscando atrair trabalhadores estrangeiros para atuarem na lavoura cafeeira.&amp;nbsp;&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;«È specialmente per una certa classe d’immigrati, ossia per gli agricoltori con famiglia numerosa, che nessun paese del mondo può offrire i vantaggi che offre lo Stato di San Paolo. Molti immigrati con famiglia numerosa non possono trapiantarsi in altri paesi senza prima recarvisi soli, giacchè, le spese di viaggio essendo così rilevanti che superano i mezzi di cui dispongono, devono prima cercar di guadagnare nel nuovo paese quel tanto che loro permetta di far venire anche la famiglia. Questo non accade per i lavoratori che vogliono recarsi in S. Paolo. Essi non spendono nulla per il loro viaggio e per quello della loro famiglia, giacché è il governo dello Stato che pensa a pagarlo. Inoltre possono subito partire con tutta la loro famiglia, giacché non c’è immigrante agricoltore che appena arriva all’ Hospedaria (Albergo o ricovero degli immigrati) in S. Paolo non trovi subito collocamento con sussistenza garantita; ha solo l’imbarazzo della scelta del padrone, giacché generalmente accade che siano in più a volerlo. Le famiglie numerose sono poi quelle che più d’altra parte sono ricercate e quindi trovano con maggiore facilità da collocarsi perché danno maggior numero di braccia alla coltivazione del caffè nella quale possono lavorare uomini e donne fin dall’età di dodici anni.»&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5302905728488546534-8929224162367420236?l=oriundibrasile.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oriundibrasile.blogspot.com/feeds/8929224162367420236/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://oriundibrasile.blogspot.com/2010/05/historia-206-far-lamerica-117.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5302905728488546534/posts/default/8929224162367420236'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5302905728488546534/posts/default/8929224162367420236'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oriundibrasile.blogspot.com/2010/05/historia-206-far-lamerica-117.html' title='História ( 206) -  &quot;Far l&apos;America (117)&quot;: A propaganda paulista para atrair imigrantes'/><author><name>Eduardo Fiora</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12176291173151427439</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-tJfvgZLlQfA/TWVDWvTvvlI/AAAAAAAABUg/YMpFM9S-7wU/s220/foto-fiora-2011s.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5302905728488546534.post-7341755607205936846</id><published>2010-05-23T00:20:00.000-03:00</published><updated>2010-05-23T00:20:00.283-03:00</updated><title type='text'>História ( 205) -  "Far l'America (116)": A imigrante Emma Mennocchi (3)</title><content type='html'>O site&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.storicamente.org/07_dossier/emigrazione-femminile-in-brasile.htm" style="color: blue;"&gt;Storicamente&lt;/a&gt;   assim termina o relato sobre a vida de Emma Mennochi.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Alla fine del 1919 Damiani venne espulso e ricondotto in Italia,[53] prontamente l’inseparabile compagna lo raggiunse a Roma.[54] Tra 1920 e 1921 la relazione tra i due si interruppe bruscamente e per la Mennocchi fu un momento molto difficile.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ritrovare un equilibrio a più di cinquant’anni di età e privata del suo amato “salvatore” la costrinse ad una nuova rinascita, che suggellò con una scelta autonoma e dolorosamente solitaria: mentre Damiani fissava la sua residenza a Roma e sposava la giovanissima Lidua Meloni (figlia di un compagno), la Mennocchi optò per una seconda vita, di nuovo in Brasile, dedita alla sua avviata professione di modista e ai suoi affetti. Le fonti a questo punto abbandonano l’immagine della Mennocchi compagna di Damiani e considerano la donna, svelando tutta la ricchezza del passato professionale e relazionale che aveva saputo mantenere e coltivare negli anni, sino ad allora oscurato dall’attivismo del compagno. A San Paolo visse circondandosi di nipoti, conterranei e soprattutto vicina al figlio secondogenito di cui nel 1906, dopo il suicidio del primogenito, era riuscita ad ottenere l’affidamento. I suoi contatti con la terra d'origine erano molto intensi e ritmati da frequenti spole tra Brasile e Italia (si contano almeno nove ritorni documentati nel corso della sua vita), ma se prima si trattava di viaggi solitari di “assestamento” o al seguito di Damiani e dei suoi interessi, dopo la separazione i suoi spostamenti erano motivati da visite ai parenti, lunghi soggiorni di salute (a Montecatini soprattutto) e incontri “di affari” (a Firenze e Milano) per l’aggiornamento della sua attività e l’espansione del suo negozio di mode di San Paolo; il tutto ad indicare un netto miglioramento delle proprie condizioni economiche e una maggior concentrazione su se stessa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Per la Mennocchi, dunque, l’anarchismo è stato il mezzo attraverso cui arrivare ad una nuova vita. La scelta anarchica, infatti, l’ha portata in un nuovo paese dove, al prezzo di una coraggiosa separazione dal marito e una dolorosa rinuncia ai figli, ha potuto trovato un’occasione di lavoro che le ha permesso di raggiungere quell’indipendenza economica che difficilmente le sarebbe stata concessa in Italia, invisa com’era alle autorità e viste le condizioni economiche in cui versava il paese. Un passo fondamentale verso la completa autonomia, completato poi da una nuova separazione, questa volta forzata, che allontanandola dal compagno, e dal predominio delle sue occupazioni ed esigenze, la rese definitivamente protagonista della propria vita".&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5302905728488546534-7341755607205936846?l=oriundibrasile.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oriundibrasile.blogspot.com/feeds/7341755607205936846/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://oriundibrasile.blogspot.com/2010/05/historia-205-far-lamerica-116-imigrante.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5302905728488546534/posts/default/7341755607205936846'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5302905728488546534/posts/default/7341755607205936846'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oriundibrasile.blogspot.com/2010/05/historia-205-far-lamerica-116-imigrante.html' title='História ( 205) -  &quot;Far l&apos;America (116)&quot;: A imigrante Emma Mennocchi (3)'/><author><name>Eduardo Fiora</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12176291173151427439</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-tJfvgZLlQfA/TWVDWvTvvlI/AAAAAAAABUg/YMpFM9S-7wU/s220/foto-fiora-2011s.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5302905728488546534.post-579100399101639705</id><published>2010-05-22T23:18:00.000-03:00</published><updated>2010-05-22T23:18:45.271-03:00</updated><title type='text'>História ( 204) -  "Far l'America (115)": A imigrante Emma Mennocchi (2)</title><content type='html'>O site&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.storicamente.org/07_dossier/emigrazione-femminile-in-brasile.htm" style="color: blue;"&gt;Storicamente&lt;/a&gt;   depois de falar sobre a decisão de Emma Mennochi em deixar a Itália rumo ao Brasil, conta como foi a aventura desta "brava donna" no pais que a acolheu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Risale al novembre del 1902 la prima notizia che accredita alla Mennocchi un impegno politico attivo, a questa data infatti la prefettura di Lucca fa risalire una conferenza anarchica tenuta dalla donna presso il «ritrovo detto Bar Internazionale» di Curitiba capitale dello stato di Paraná dove con il compagno e «altri settari, [… formava] uno dei più terribili gruppi anarchici».&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Della sua pericolosa militanza anarchica le fonti poliziesche ricordano tuttavia solo questo episodio, oltre al modesto impegno nella «spendita di biglietti falsi e furti» – «reati comuni» come scrivono le autorità – insieme al compagno. In effetti, dopo questo periodo iniziale, il suo impegno politico si dipana lungo binari lontani da quelli su cui le fonti sono solite concentrarsi.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Distante dalle riflessioni teoriche del pensiero libertario e dalla ribalta della militanza politica, la Mennocchi fu una donna pragmatica e passionale, che visse e praticò l’anarchismo in una dimensione quotidiana, più modesta e “familiare”. Non teneva conferenze e impugnava la penna per intervenire sui periodici raramente e solo se lo riteneva assolutamente necessario (come fece per denunciare i casi di pedofilia che nel 1911 si stavano verificando in alcuni orfanotrofi religiosi di San Paolo, e nel 1919 per difendere Damiani dalle accuse di furto che gli mosse il governo brasiliano per espellerlo dal proprio territorio), ma in occasione delle iniziative di raccolta fondi e propaganda (anticlericale e antimilitarista soprattutto) non risparmiava la sua manovalanza, spesso come membro – e talvolta portavoce – del Centro Feminino “Jovens Idealistas”, l’associazione femminile facente capo al gruppo “La Battaglia” Da ciò emerge l’immagine di una persona che adotta l’anarchismo, nei termini di una affiliazione che diventa dedizione, come spesso accadeva per le donne. Maria Gemma Mennocchi nel raccogliere frutti e ideali dell’anarchismo in termini di opportunità di vita preparava le condizioni per il farsi dell’anarchismo stesso. Aderì al movimento e attraverso di esso approdò effettivamente ad una nuova vita, e alle occasioni della migrazione.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Grazie all’anarchismo trovò la forza e la strada per abbandonare la «casa-città»ed emigrare verso un nuovo paese-destino. Il risultato più eclatante di questo processo fu un nuovo e fruttuoso lavoro, come modista e addirittura proprietaria di una «negozio di mode». Una adesione che, in linea con questo periodo storico di profondo dislivello tra i generi in termini di diritti e di partecipazione alla politica, finisce per vincolare fortemente la donna al compagno che a lei ha trasmesso e rappresenta l’ideale. La Mennocchi, infatti, si dedicò totalmente a Damiani, prendendosi cura della sua persona e provvedendo al suo mantenimento concreto, in modo da permettergli di proseguire il mestiere di scenografo e l’intensissima missione di militante"&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5302905728488546534-579100399101639705?l=oriundibrasile.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oriundibrasile.blogspot.com/feeds/579100399101639705/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://oriundibrasile.blogspot.com/2010/05/historia-204-far-lamerica-115-imigrante.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5302905728488546534/posts/default/579100399101639705'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5302905728488546534/posts/default/579100399101639705'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oriundibrasile.blogspot.com/2010/05/historia-204-far-lamerica-115-imigrante.html' title='História ( 204) -  &quot;Far l&apos;America (115)&quot;: A imigrante Emma Mennocchi (2)'/><author><name>Eduardo Fiora</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12176291173151427439</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-tJfvgZLlQfA/TWVDWvTvvlI/AAAAAAAABUg/YMpFM9S-7wU/s220/foto-fiora-2011s.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5302905728488546534.post-2258537739236748098</id><published>2010-05-22T23:08:00.000-03:00</published><updated>2010-05-22T23:08:46.051-03:00</updated><title type='text'>História ( 203) -  "Far l'America (114)": A imigrante Emma Mennocchi (1)</title><content type='html'>A imigração italiana vista a partir da inserção&amp;nbsp; "della donna emigrata" faz parte das páginas do site&amp;nbsp; &lt;a href="http://www.storicamente.org/07_dossier/emigrazione-femminile-in-brasile.htm" style="color: blue;"&gt;Storicamente&lt;/a&gt; .&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Maria Gemma Mennocchi, detta Emma, è nata a Lucca il 9 dicembre 1867. Il 12 aprile 1888, all’età di vent’anni e già orfana di padre, sposò Aurelio Ballerini, di un anno più grande e di promettente carriera (al tempo era appena passato ad alunno delegato di 2° categoria di Pubblica Sicurezza e uno stipendio annuale di circa 960 lire). Alle spalle della loro storia un figlio, nato nel dicembre del 1886 e iscritto all’anagrafe con i nomi Gino Luigi Felice Giovanni. Un matrimonio probabilmente “riparatore”, forse concepito come unica speranza di riscattare sé stessa e prole da una vita di stenti.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;All’inizio del 1890 nasce il secondo figlio, Felice,[36] ma poco dopo il rapporto precipita e Ballerini, in seguito alla immorale condotta della moglie colpevole – secondo quanto riportato dalle carte di polizia – di aver «tradito più volte i suoi doveri coniugali», chiede la separazione «personale» che viene decretata con sentenza del Tribunale di Lucca il 30 giugno 1891. Donna audace, specie per i tempi, e di intelligenza curiosa, aveva frequentato il primo anno di corso delle scuole normali,[Maria Gemma Mennocchi non era donna da assegnare facilmente in un destino prestabilito. Proprio in quegli anni il noto anarchico romano Gigi Damiani si aggirava «randagio, sempre a scopo di propaganda, in parecchie città d’Italia», tra cui Orbetello, Grosseto, Cecina, Carrara,ossia intorno alla città dove viveva la Mennocchi, Lucca.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;È dunque possibile far risalire a questo periodo di impegno politico di Damiani e di smarrimento della Mennocchi – compreso tra 1891 e 1894 – la conoscenza tra i due. Nelle parole di questo celebre anarchico la donna potrebbe aver trovato una nuova speranza di vita, non quella posticcia offerta dalla dipendenza dal marito ma quella “autentica” della libertà e dell’affrancamento sociale cui aspirava e che l’anarchismo promette agli uomini che lo abbracciano; il “sol dell’avvenire” dopo il buio di una vita di stenti. Folgorata dal promettente ideale e dall’uomo che lo portava, la Mennocchi abbandonò la difficile vita di provincia per unirsi a Damiani e con lui iniziare una nuova vita. Il 28 settembre 1897 partirono insieme alla volta del Brasile, in cerca di lavoro e in fuga dalla persecuzione antianarchica seguita alle leggi di Crispi del luglio 1894, che aveva duramente colpito Damiani.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ad accoglierli trovarono il calore della comunità anarchica italiana immigrata, che proprio in quel periodo stava riprendendo vigore dopo anni di dure repressioni. Damiani ne divenne uno dei maggiori protagonisti e la Mennocchi fu fedele e discreta compagna, eccezion fatta – pare – per il vezzo eccentrico di indossare abitualmente «giubbetto rosso e gonna nera, o viceversa, senza cappello». Si mossero inizialmente all’interno dello stato di San Paolo, spostandosi in varie località, e poi lungo lo stato di Paraná, dove vissero tra 1902 e 1908, quindi di nuovo a San Paolo, più stabilmente nella città omonima”.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5302905728488546534-2258537739236748098?l=oriundibrasile.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oriundibrasile.blogspot.com/feeds/2258537739236748098/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://oriundibrasile.blogspot.com/2010/05/historia-203-far-lamerica-114-imigrante.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5302905728488546534/posts/default/2258537739236748098'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5302905728488546534/posts/default/2258537739236748098'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oriundibrasile.blogspot.com/2010/05/historia-203-far-lamerica-114-imigrante.html' title='História ( 203) -  &quot;Far l&apos;America (114)&quot;: A imigrante Emma Mennocchi (1)'/><author><name>Eduardo Fiora</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12176291173151427439</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-tJfvgZLlQfA/TWVDWvTvvlI/AAAAAAAABUg/YMpFM9S-7wU/s220/foto-fiora-2011s.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5302905728488546534.post-3082642452535800031</id><published>2010-05-21T23:54:00.004-03:00</published><updated>2010-05-22T22:42:43.903-03:00</updated><title type='text'>História ( 202) -  "Far l'America (113)": A imigrante Maria Teresa Carini (2)</title><content type='html'>O&amp;nbsp; breve relato da&amp;nbsp; vida Maria Teresa Carini no Brasil, no final do século XIX e início do século XX é apresentado nas páginas do site&lt;span style="color: blue;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.storicamente.org/07_dossier/emigrazione-femminile-in-brasile.htm"&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Storicamente&lt;/span&gt;&amp;nbsp;&lt;/a&gt; .&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;a href="http://www.storicamente.org/07_dossier/emigrazione-femminile-in-brasile.htm"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Il febbrile attivismo si concentrò in realtà negli anni trascorsi a San Paolo, dove fu assidua alle riunioni operaie, alle sessioni di cultura popolare e alle azioni di protesta, tanto che alcuni le attribuiscono la maternità (insieme a Tecla Fabbri e Maria Lopes) del più celebre manifesto alle donne operaie, intitolato As Jovens costureiras de São Paulo e uscito il 28 luglio 1906 sul periodico libertario «a Terra livre», ma anche a conferenze, corsi e concerti della borghesia paulista. Fu in questi ambienti che conobbe e frequentò Adelino Tavares de Pinho, Edgard Leuenroth, Antonio Piccarolo, Badalassi, Enrico Ferri e lo storico Guglielmo Ferrero, marito di Gina Lombroso che al suo seguito tenne numerose conferenze sul tema del “femminismo” in diversi circoli socialisti di San Paolo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dopo la separazione partì per Poços de Caldas (città del Minas Gerais), dove condusse un’esistenza modesta, vivendo dei pochi compensi ricevuti in cambio di lezioni di lavoro a maglia, italiano e francese, e conducendo una riservatissima militanza, fatta di intensi contatti epistolari con i compagni di San Paolo e dell’incessante lettura delle opere di Proudhon, Réclus, Kropotkine, Ada Negri e soprattutto Leopardi (il suo autore preferito), ai margini dei grandi eventi e circondata solo dai suoi amati gatti.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sparirono dunque con la separazione dal marito le condizioni stesse che parevano averla causata, indice che in realtà i contrasti riguardavano più l’incompatibilità tra due veri e propri approcci al mondo oltre un grave squilibrio in termini di rispetto reciproco a sfavore di lei, piuttosto che dissapori nella concretezza della gestione quotidiana della vita a due, e di pari passo emerse il vero progetto di vita della donna più diretto alla serenità interiore che alla ricchezza materiale, sino ad allora impedito da decisioni che altri prendevano al suo posto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Arrivata in Brasile in seguito al lavoro del marito, e aggrappata ad un matrimonio imposto, questa donna ha dunque trasformato un accidente (la migrazione) in un’occasione rivoluzionaria per la sua esistenza, che le ha permesso di trovare vocazione politica e dimensione esistenziale, come probabilmente non le sarebbe stato possibile in Italia, dove invece era politicamente isolata all’interno di una famiglia conservatrice che decideva per lei".&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5302905728488546534-3082642452535800031?l=oriundibrasile.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oriundibrasile.blogspot.com/feeds/3082642452535800031/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://oriundibrasile.blogspot.com/2010/05/historia-202-far-lamerica-113-imigrante.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5302905728488546534/posts/default/3082642452535800031'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5302905728488546534/posts/default/3082642452535800031'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oriundibrasile.blogspot.com/2010/05/historia-202-far-lamerica-113-imigrante.html' title='História ( 202) -  &quot;Far l&apos;America (113)&quot;: A imigrante Maria Teresa Carini (2)'/><author><name>Eduardo Fiora</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12176291173151427439</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-tJfvgZLlQfA/TWVDWvTvvlI/AAAAAAAABUg/YMpFM9S-7wU/s220/foto-fiora-2011s.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5302905728488546534.post-3740289004878470243</id><published>2010-05-21T23:44:00.001-03:00</published><updated>2010-05-22T22:34:34.121-03:00</updated><title type='text'>História ( 201) -  "Far l'America (112)": A imigrante Maria Teresa Carini (1)</title><content type='html'>Na internet é possível encontrar relato de histórias de vida daqueles que, deixando a Itália para trás, buscaram a sorte em outras terras, como o Brasil.. O site &lt;a href="http://www.storicamente.org/07_dossier/emigrazione-femminile-in-brasile.htm" style="color: blue;"&gt;Storicamente&amp;nbsp;&lt;/a&gt; nos propõe a história, por exemplo, de "Maria Teresa Carini nata il 27 agosto 1863 a Fontanellato (Parma), terzogenita di Anacleto Carini e Virginia Pasquale".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Trascorse l’adolescenza immersa nell’atmosfera della decadente aristocrazia provinciale dei signori Sanvitale di cui il padre amministrava i beni, e sottoposta alle severe cure della nonna, che la allenò alla remissività facendole passare giornate intere «a sgranare il rosario, lavorare a maglia per i poveri, ricamare e dipingere, […] a temere Dio e il Re, che in casa erano rappresentati dal padre prima e dal marito poi.&amp;nbsp; E infatti la riverenza cui era stata educata fece si che dopo la morte del padre, avvenuta il 31 dicembre 1889, i fratelli e i conti Sanvitale decidessero senza incontrare ostacoli di sposarla al clarinettista Guido Rocchi, che si sapeva provare per la giovane un sincero affetto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A ventisei anni Maria Teresa passò così, senza soluzione di continuità, dalla tutela paterna a quella maritale e dal remissivo ruolo di figlia a quello di moglie-ancella al seguito del marito musicista.Il 29 giugno 1890, in pieno giorno di São Pedro, i Rocchi sbarcano a Rio de Janeiro insieme alla compagnia di Arnaldo Conti, per un breve tour concertistico, ma quella che doveva essere una tappa di lavoro divenne la residenza definitiva della coppia. Considerata la situazione economica italiana e le opportunità locali, decisero infatti di rimanere per qualche tempo, che poi divenne tutta la vita. Entrambi non rividero più l’Italia. Dopo alcuni spostamenti all’interno dello stato di San Paolo (Santos, Iguape), intorno al 1895 decisero di stabilirsi nella capitale.[57] L’agio economico e il fermento socio-politico dell’ambiente della migrazione italiana paolista permisero alla Carini di approfondire la sua passione per la letteratura e la questione sociale, e così di riconoscere in quello che sino ad allora aveva vissuto solo come spinta interiore e una sorta di “slancio altruistico”, un valore condiviso e un riconoscimento pubblico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Rocchi non capiva le passioni della moglie – che considerava affettate “velleità” libertarie – e tantomeno sopportava il suo stile di vita, sempre circondata com’era da rivoluzionari, musicisti e letterati. Il matrimonio di interesse cedette così ai primi vagiti di indipendenza della moglie che, decisa a proseguire nelle certezze appena acquisite e nonostante il profondo affetto che provava per Rocchi, nel 1910 lasciò il marito mai amato".&amp;nbsp;&lt;br /&gt;"&amp;nbsp;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5302905728488546534-3740289004878470243?l=oriundibrasile.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oriundibrasile.blogspot.com/feeds/3740289004878470243/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://oriundibrasile.blogspot.com/2010/05/historia-201-far-lamerica-112-imigrante.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5302905728488546534/posts/default/3740289004878470243'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5302905728488546534/posts/default/3740289004878470243'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oriundibrasile.blogspot.com/2010/05/historia-201-far-lamerica-112-imigrante.html' title='História ( 201) -  &quot;Far l&apos;America (112)&quot;: A imigrante Maria Teresa Carini (1)'/><author><name>Eduardo Fiora</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12176291173151427439</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-tJfvgZLlQfA/TWVDWvTvvlI/AAAAAAAABUg/YMpFM9S-7wU/s220/foto-fiora-2011s.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5302905728488546534.post-7096359142714179708</id><published>2010-05-20T23:37:00.000-03:00</published><updated>2010-05-20T23:37:07.051-03:00</updated><title type='text'>História (200) - Imigração Italiana após a Segunda Guerra (4)</title><content type='html'>&amp;nbsp;"O site da Regione Friuli Venezia Giulia descreve, brevemente, o panorama do êxodo de friulanos entre 1946 e 1970“Secondo gli annuari statistici, nel periodo 1946-1970 risultano espatriate complessivamente dal Friuli Venezia Giulia 363.854 persone, con una media di 14.554 all'anno.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;L'andamento degli espatri è, come per il passato, molto irregolare, e si può riassumere in una serie di ondate di dimensioni decrescenti (TABELLA 1). Essa corrisponde a quello nazionale e coincide, con un paio d'anni di ritardo, con quello del tasso di disoccupazione. Nello stesso periodo i rimpatri risultano complessivamente 211.524, con una media annuale di 8.461 unità. Il loro andamento è anch'esso ad ondate, meno accentuate e, al contrario, crescenti. Il saldo migratorio del periodo è fortemente negativo: la perdita netta è di 152.330 persone, 6.093 all'anno.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Le rilevazioni dell'ISTAT forniscono alcune indicazioni sulla natura del fenomeno migratorio: il flusso in uscita risulta composto in grande prevalenza dalla fasce di età centrali (15-64 anni) e, tra queste, da quelle giovanili (15-30 anni), che manifestano il più accentuato saldo negativo. Nelle province friulane risulta elevato anche l'indice di espatrio femminile.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nelle condizioni professionali, cominciano a prevalere le attività industriali e qualificate su quelle tradizionali. Nei primi anni Sessanta il 60% degli emigrati risultano muratori e manovali edili, in quelli successivi crescono le posizioni specializzate in campo industriale, mentre vanno rapidamente scomparendo i mestieri tradizionali (fornaciai, terrazzieri, mosaicisti, pittori, ecc.).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Le destinazioni dei flussi migratori del secondo dopoguerra sono in larga maggioranza (88%) europee. La destinazione più frequente è la Svizzera (47%), seguita dalla Francia (meta tradizionale dell'emigrazione regionale, che si differenzia in questo caso da quella nazionale), dalla Germania, daI Lussemburgo e dal Belgio. Tra i Paesi transoceanici prevalgono l'Australia (con una partecipazione più elevata delle province giuliane) ed il Canada, seguiti dagli Stati Uniti, dal Venezuela, dall'Argentina e dal Brasile. Le province giuliane differiscono inoltre nella scelta delle destinazioni da quelle friulane, dirigendosi in prevalenza verso Svizzera, Germania ed Inghilterra. L'area giuliana del resto presenta a partire dal 1958 un saldo migratorio positivo, divergendo in questo nettamente dalla province di Udine e di Pordenone”.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5302905728488546534-7096359142714179708?l=oriundibrasile.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oriundibrasile.blogspot.com/feeds/7096359142714179708/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://oriundibrasile.blogspot.com/2010/05/historia-200-imigracao-italiana-apos.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5302905728488546534/posts/default/7096359142714179708'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5302905728488546534/posts/default/7096359142714179708'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oriundibrasile.blogspot.com/2010/05/historia-200-imigracao-italiana-apos.html' title='História (200) - Imigração Italiana após a Segunda Guerra (4)'/><author><name>Eduardo Fiora</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12176291173151427439</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-tJfvgZLlQfA/TWVDWvTvvlI/AAAAAAAABUg/YMpFM9S-7wU/s220/foto-fiora-2011s.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5302905728488546534.post-8143982721708136158</id><published>2010-05-20T00:57:00.002-03:00</published><updated>2010-05-20T23:36:26.268-03:00</updated><title type='text'>História (199) - Imigração Italiana após a Segunda Guerra (3)</title><content type='html'>Em fins do século 19 e início do século 20, as levas de italianos vieram em famílias numerosas, com uma média impressionante de dez filhos por casal. Já entre os imigrantes do segundo pós-guerra, havia poucas famílias, com no máximo quatro filhos. Homens e mulheres solteiros formavam o grosso do contingente e a faixa etária ia de 18 a 50 anos, dentro do perfil selecionado pelo governo brasileiro interessado em mão-de-obra qualificada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao governo italiano, incapaz de absorver tanta força de trabalho, também convinha a emigração de pessoas que buscassem no exterior divisas para aumentar a poupança interna, contribuindo para a reconstrução do país. Depois de Estados Unidos e Canadá, ao norte, os países mais procurados pelos italianos foram, pela ordem: Venezuela, cujo petróleo permitia boas condições de progresso; Argentina, que acolheu não só trabalhadores mas a maioria das lideranças do fascismo; e Brasil, apesar da restrição aos comunistas, cuja entrada era controlada inclusive por padres católicos, aos quais cabia conceder atestados de boa conduta.Entre 1946 e 1960, 110.932 italianos rumaram para o Brasil, 231.543 para a Venezuela, 484.068 para a Argentina e 504.449 para Estados Unidos e Canadá.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para dar uma dimensão desta força de trabalho, a professora Luciana Facchinetti cita dados de Constantino Ianni em seu livro Homens sem Paz: em 1962, por exemplo, as remessas recebidas na Itália de seus emigrados de todo o mundo, e registradas no balanço de pagamentos internacionais do país, somaram cerca de 550 milhões de dólares; antes, em 1961, a soma alcançou 450 milhões de dólares.Daí, a revolta dos imigrantes diante do preconceito que sofrem ao retornar à terra natal, ou das tentativas do governo italiano em suspender a pensão de quem continua fora. "É uma briga ferrenha. Eles enviaram muito dinheiro para a reconstrução da Itália e esperam uma retribuição, agora que o país vive uma situação saudável", afirma a pesquisadora A historiadora Luciana Facchinetti, da Unicamp.(Fonte: Unicamp)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5302905728488546534-8143982721708136158?l=oriundibrasile.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oriundibrasile.blogspot.com/feeds/8143982721708136158/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://oriundibrasile.blogspot.com/2010/05/historia-197-imigracao-italiana-apos.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5302905728488546534/posts/default/8143982721708136158'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5302905728488546534/posts/default/8143982721708136158'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oriundibrasile.blogspot.com/2010/05/historia-197-imigracao-italiana-apos.html' title='História (199) - Imigração Italiana após a Segunda Guerra (3)'/><author><name>Eduardo Fiora</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12176291173151427439</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-tJfvgZLlQfA/TWVDWvTvvlI/AAAAAAAABUg/YMpFM9S-7wU/s220/foto-fiora-2011s.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5302905728488546534.post-7178345473111921052</id><published>2010-05-19T23:47:00.002-03:00</published><updated>2010-05-20T01:36:03.611-03:00</updated><title type='text'>História (198) - Imigração Italiana após a Segunda Guerra (2)</title><content type='html'>A historiadora Luciana Facchinetti (Unicamp) lembra que uma das bases do fascismo é o nacionalismo, sentimento difícil de impor a uma Itália dividida em muitas regiões, cada qual com seu dialeto. "Mussolini via na alfabetização o meio de unificar o país, moldar uma consciência de cidadão e transmitir sua ideologia, criando uma geração de fascistas em todo o território. Obrigava a família a colocar os filhos da escola, no mínimo até o quarto ano primário", conta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Educação, mas até determinado nível, pois o ditador reduziu incentivos ao ensino médio, fechou escolas técnicas e elitizou a formação superior. Não queria seres pensantes. Então, como o imigrante conseguiu sua qualificação, perguntava a historiadora aos entrevistados, obtendo como resposta o corporativismo de ofício que prevalece na Itália desde tempos feudais. "As crianças saíam da escola e iam aprender uma profissão com um parente ferramenteiro, um vizinho alfaiate.Mesmo aqueles do sul, que representam 60% da minha amostragem, tinham pais agricultores mas aprenderam a fazer pão, por exemplo".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim, vieram para o Brasil ferramenteiros, pedreiros, carpinteiros, mecânicos, marceneiros, padeiros, motoristas, barbeiros. Não possuíam certificados, mas conheciam o ofício. Também vieram diplomados como engenheiros, técnicos altamente especializados e professores. "Um professor com importantes publicações na área da aeronáutica, que por colaborar com o regime fascista ficou sem espaço na Universidade de Roma, foi autorizado pelo governo a trabalhar na Embraer. Vale salientar que engenheiros e especialistas italianos tiveram uma participação importante na construção do primeiro avião brasileiro, o Bandeirante”&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5302905728488546534-7178345473111921052?l=oriundibrasile.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oriundibrasile.blogspot.com/feeds/7178345473111921052/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://oriundibrasile.blogspot.com/2010/05/historia-196-imigracao-italiana-apos_19.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5302905728488546534/posts/default/7178345473111921052'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5302905728488546534/posts/default/7178345473111921052'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oriundibrasile.blogspot.com/2010/05/historia-196-imigracao-italiana-apos_19.html' title='História (198) - Imigração Italiana após a Segunda Guerra (2)'/><author><name>Eduardo Fiora</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12176291173151427439</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-tJfvgZLlQfA/TWVDWvTvvlI/AAAAAAAABUg/YMpFM9S-7wU/s220/foto-fiora-2011s.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5302905728488546534.post-8869864975294571917</id><published>2010-05-19T23:00:00.001-03:00</published><updated>2010-05-20T01:35:46.451-03:00</updated><title type='text'>Historia (197 ) - Imigração Italiana após a Segunda Guerra (1)</title><content type='html'>"Se fosse pertinente e adequado escolher o que simbolizasse a destruída Itália do segundo pós-guerra, seriam as oliveiras que demoram tantos anos para crescer e produzir, derrubadas pelos alemães. Eles resolveram vingar a derrota solapando da população civil, já sem nada para comer, o derradeiro ganha-pão. Oliveiras e campos inférteis ao sul, indústrias quebradas nas cidades ao norte: privadas de 70% da produção, as empresas mal podiam absorver a massa desempregada, tampouco os soldados regressos do front de outras batalhas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A historiadora Luciana Facchinetti é filha de Giovanna e Giuseppe, testemunhas daquele purgatório e que buscaram no Brasil não o paraíso, mas um lugar onde pudessem simplesmente trabalhar e recomeçar a vida. O depoimento do casal está guardado no Memorial do Imigrante, em São Paulo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Instigada pela vida dos pais e por um trabalho no próprio Memorial, em que ajudou a digitalizar os Livros de Entrada de Imigrantes de 1882 a 1907, a professora recorreu a outro acervo da instituição, 24 mil fichas produzidas pelo CIME (Comitê Intergovernamental para as Migrações Européias), para reconstituir a história de alguns personagens e avaliar a influência desses imigrantes no desenvolvimento da indústria brasileira. Ela defendeu a dissertação de mestrado junto ao Instituto de Filosofia e Ciências Humanas (IFCH) da Unicamp, em fevereiro."Eles cruzaram o Atlântico essencialmente por causa do país destruído, mas também pelo desmoronamento de um sonho. Criados no fascismo, sob a promessa de Benito Mussolini de um país unido, grande e forte, foram pagos com moeda falsa. Perderam a infância e parte da adolescência, passaram por muita fome", conta Luciana. Ela recorda que, além do conflito mundial, a população amargurou uma guerra civil de 20 meses entre os que insistiam em salvar o Duce e os partigiani (ligados à resistência). "Nos depoimentos é comum a lembrança de que eles tinham quatro inimigos: os fascistas e os alemães de dia, os partigiani e o bombardeio americano à noite.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não sabiam para que lado olhar, levavam tiros por todos os lados". O Memorial do Imigrante registra a entrada de sete italianos em 1870. Até 1913, o total exato é de 1.291.280, um mar de gente que motivou incontáveis estudos sobre sua contribuição à agricultura, comércio e indústria, principalmente no Estado de São Paulo, e sobretudo para nossa formação cultural. Nas décadas seqüentes o fluxo diminui acentuadamente e é quase nulo nos anos da guerra, havendo então a retomada de certa intensidade por volta de 1950."Queria entender como esses imigrantes do pós-guerra, apesar de terem vindo em menor quantidade, influíram na economia brasileira", explica a historiadora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O interesse se justifica, pois havia uma diferença importante em relação aos patrícios da virada do século: a especialização. "Se os que chegaram antes eram analfabetos em 90%, os que vieram depois eram alfabetizados e quase todos sustentando alguma qualificação", acrescenta. A qualificação era um critério importante para aprovação do governo brasileiro, que incentivava a indústria e não se interessava em receber novas levas de mão-de-obra barata".(Fonte: Unicamp)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5302905728488546534-8869864975294571917?l=oriundibrasile.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oriundibrasile.blogspot.com/feeds/8869864975294571917/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://oriundibrasile.blogspot.com/2010/05/historia-imigracao-italiana-apos.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5302905728488546534/posts/default/8869864975294571917'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5302905728488546534/posts/default/8869864975294571917'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oriundibrasile.blogspot.com/2010/05/historia-imigracao-italiana-apos.html' title='Historia (197 ) - Imigração Italiana após a Segunda Guerra (1)'/><author><name>Eduardo Fiora</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12176291173151427439</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-tJfvgZLlQfA/TWVDWvTvvlI/AAAAAAAABUg/YMpFM9S-7wU/s220/foto-fiora-2011s.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5302905728488546534.post-3563048763231112593</id><published>2010-05-18T08:46:00.002-03:00</published><updated>2010-05-20T01:50:41.758-03:00</updated><title type='text'>História (196 ): Imigrantes piemonteses em números (2)</title><content type='html'>No site da Regione Piemonte mostra também números das imigração no período 1901-1913.&amp;nbsp; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Secondo periodo: dal 1901 al 1913“Negli anni dal 1901 al 1914, l'emigrazione piemontese dimostra un andamento irregolare, con una tendenza all'aumento. I valori più bassi si incontrano all'inizio del periodo, quando questi stanno poco al di sopra delle 40.000 unità. Due sono i momenti di particolare rilievo: il 1906 con 72.190 emigranti ed il 1913 con 78.663.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Francia 230.291&lt;br /&gt;Svizzera 155.456&lt;br /&gt;Germania 26.682&lt;br /&gt;Austria 6.178&lt;br /&gt;Altri Paesi 24.595&lt;br /&gt;Totale 443.202&lt;br /&gt;Stati Uniti 122.278&lt;br /&gt;Argentina 151.030&lt;br /&gt;Brasile 17.128&lt;br /&gt;Altri Paesi 18.893&lt;br /&gt;Totale 309.329&lt;br /&gt;Nel complesso 752.531 ”&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5302905728488546534-3563048763231112593?l=oriundibrasile.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oriundibrasile.blogspot.com/feeds/3563048763231112593/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://oriundibrasile.blogspot.com/2010/05/no-site-da-regione-piemonte-mostra.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5302905728488546534/posts/default/3563048763231112593'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5302905728488546534/posts/default/3563048763231112593'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oriundibrasile.blogspot.com/2010/05/no-site-da-regione-piemonte-mostra.html' title='História (196 ): Imigrantes piemonteses em números (2)'/><author><name>Eduardo Fiora</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12176291173151427439</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-tJfvgZLlQfA/TWVDWvTvvlI/AAAAAAAABUg/YMpFM9S-7wU/s220/foto-fiora-2011s.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5302905728488546534.post-4776023728426040740</id><published>2010-05-18T07:26:00.018-03:00</published><updated>2010-05-20T01:51:06.277-03:00</updated><title type='text'>História (195 ): Imigrantes piemonteses em números (1)</title><content type='html'>Sem fazer referência particular ao Brasil, o site da Regione Piemonte, contabiliza o número de piemonteses que país no período 1876-1900.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“In questi anni l'emigrazione piemontese è soggetta a movimenti oscillatori e si manifesta con maggiore intensità nei periodi 1881-1882, 1888-1890, 1892-1894. Nei riguardi dei paesi di destinazione, la Francia occupa il primo posto, da sola supera nel periodo il 55% realizzando una media di circa 15.800 unità; è ragguardevole anche il 23% della parte relativa all'Argentina.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gli emigranti hanno avuto sempre come direzione principale le regioni del Plata, spingendosi però anche verso Cordoba, Salta e Mendoza. I piemontesi emigranti nelle province argentine si sono dedicati a tutte le professioni: prevalgono gli agricoltori, seguono per importanza numerica i braccianti, gli artigiani e, in più piccola parte, alcuni professionisti, insegnanti, marinai, pescatori, artisti e commercianti. I piemontesi emigranti nelle province argentine si sono dedicati a tutte le professioni: prevalgono gli agricoltori, seguono per importanza numerica i braccianti, gli artigiani e, in più piccola parte, alcuni professionisti, insegnanti, marinai, pescatori, artisti e commercianti”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Emigrazione piemontese periodo 1876-1900&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Francia 393.454&lt;br /&gt;Svizzera 65.703&lt;br /&gt;Germania 7.861&lt;br /&gt;Austria 1.618&lt;br /&gt;Altri Paesi 16.801&lt;br /&gt;Totale 482.437&lt;br /&gt;Stati Uniti 18.785&lt;br /&gt;Argentina 165.128&lt;br /&gt;Brasile 22.253&lt;br /&gt;Altri Paesi 20.473&lt;br /&gt;Totale 226.639&lt;br /&gt;Nel complesso 709.076&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5302905728488546534-4776023728426040740?l=oriundibrasile.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oriundibrasile.blogspot.com/feeds/4776023728426040740/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://oriundibrasile.blogspot.com/2010/05/historia-195-imigrantes-piemontoses-em.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5302905728488546534/posts/default/4776023728426040740'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5302905728488546534/posts/default/4776023728426040740'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oriundibrasile.blogspot.com/2010/05/historia-195-imigrantes-piemontoses-em.html' title='História (195 ): Imigrantes piemonteses em números (1)'/><author><name>Eduardo Fiora</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12176291173151427439</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-tJfvgZLlQfA/TWVDWvTvvlI/AAAAAAAABUg/YMpFM9S-7wU/s220/foto-fiora-2011s.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5302905728488546534.post-8662116931677712843</id><published>2010-05-17T23:52:00.005-03:00</published><updated>2010-05-18T00:02:57.516-03:00</updated><title type='text'>Oriundi: Cleyde, mais um talento da família Becker Yáconis (2)</title><content type='html'>A força melodramática de Cleyde Yáconis também conquistou fãs na televisão, como lembra o site da Fundação Nacional das Artes (Funarte) "Entra para a televisão em 1966, na TV Paulista, mas logo é levada por Cassiano Gabus Mendes para a TV Tupi de São Paulo, onde aparece nas novelas O Amor Tem Cara de Mulher (1966), Mulheres de Areia  (1973) e Gaivotas (1979).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na TV Globo, faz Rainha da Sucata (1990), Vamp (1991) e As Filhas da Mãe (2001). Em 2006, na TV Record, trabalha em Cidadão Brasileiro.Em teatro, brilha mais uma vez em 2002 ao lado de Sergio Britto, em Longa Jornada de um Dia Noite Adentro, de Eugene O’Neill, sob a direção de Naum Alves de Souza. Em 2003 conquista o Grande Prêmio da Crítica da Associação Paulista de Críticos de Arte (APCA) pelo conjunto da obra. Neste mesmo ano, recebe o Prêmio Nacional Jorge Amado de Literatura &amp;amp; Arte do Governo da Bahia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_bmAyINP38RQ/S_IDN32ELUI/AAAAAAAABKs/MHx70XRKH_w/s1600/cleide.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://4.bp.blogspot.com/_bmAyINP38RQ/S_IDN32ELUI/AAAAAAAABKs/MHx70XRKH_w/s320/cleide.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Em 2005 é agraciada com a Ordem do Mérito Cultural do Ministério da Cultura. Por sua interpretação na primeira montagem brasileira de Cinema Éden, de Marguerite Duras, com direção de Emílio Di Biasi, é indicada em 2005 para o Prêmio Shell de Teatro.Em 2006 subia novamente ao palco em  A Louca de Chaillot, de Jean Giradoux, peça inédita nos palcos brasileiros, sob o comando dos jovens diretores Ruy Cortez e Marcos Loureiro. Em 2010 faz parte do elenco &lt;span style="color: blue;"&gt;da novela Passione&lt;/span&gt; (Rede Globo).&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5302905728488546534-8662116931677712843?l=oriundibrasile.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oriundibrasile.blogspot.com/feeds/8662116931677712843/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://oriundibrasile.blogspot.com/2010/05/oriundi-cleyde-mais-um-talento-da_17.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5302905728488546534/posts/default/8662116931677712843'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5302905728488546534/posts/default/8662116931677712843'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oriundibrasile.blogspot.com/2010/05/oriundi-cleyde-mais-um-talento-da_17.html' title='Oriundi: Cleyde, mais um talento da família Becker Yáconis (2)'/><author><name>Eduardo Fiora</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12176291173151427439</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-tJfvgZLlQfA/TWVDWvTvvlI/AAAAAAAABUg/YMpFM9S-7wU/s220/foto-fiora-2011s.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_bmAyINP38RQ/S_IDN32ELUI/AAAAAAAABKs/MHx70XRKH_w/s72-c/cleide.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry></feed>
